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Clarice Aragão Souza
Consulta de 06/07/2026 · 6 de jul. de 2026
cinhaaragao@gmail.com
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SM · Modelos de extensoes
Alívio de sintomas da síndrome pré-menstrual, incluindo alterações de humor, fadiga e falta de energia, cólicas menstruais, mastalgia, retenção hídrica, edemas e cefaleias
Objetivo: Melhora das alterações de humor (irritabilidade, ansiedade, depressão leve); Melhora da fadiga e falta de energia; Redução da frequência de cólicas menstruais e mastalgias; Redução da frequência de retenção de líquidos e inchaço; Redução da frequência de cefaleias relacionadas ao ciclo menstrual.
Resumo: Cálcio (citrato) 600 mg · Magnésio (bisglicinato) 300 mg · Piridoxina (cloridrato) 50 mg · +1
Benefícios esperados
Melhora das alterações de humor (irritabilidade, ansiedade, depressão leve);
Melhora da fadiga e falta de energia;
Redução da frequência de cólicas menstruais e mastalgias;
Redução da frequência de retenção de líquidos e inchaço;
Redução da frequência de cefaleias relacionadas ao ciclo menstrual.
Segurança
Segurança bem estabelecida para uso crônico. As doses dos nutrientes estão abaixo do valor de UL.
Uso seguro na gestação e lactação, por plausibilidade biológica. As doses dos nutrientes são consideradas seguras nestas fases da vida (abaixo da UL para cada grupo). Uso não aplicável a pessoas idosas e crianças.
Efeitos adversos (raros): náusea, diarreia e constipação.
Interações medicamentosas:
Graves:
I) Cálcio: dolutegravir, elvitegravir, raltegravir (redução de efeito);
II) Magnésio: levodopa/carbidopa (redução de biodisponibilidade);
Moderadas:
I) Cálcio: antagonistas de canais de cálcio (redução de efeito terapêutico); antibióticos quinolonas e tetraciclinas (redução de biodisponibilidade); alumínio (aumento da absorção de alumínio na forma de citrato de cálcio); bifosfonados (redução de efeito); calcipotrieno (hipercalcemia); digoxina (arritmia cardíaca, se houver hipercalcemia); antiácidos e antiulcerosos (redução da biodisponibilidade de cálcio); levotiroxina (redução da absorção); diuréticos tiazídicos (hipercalcemia); lítio (aumento do risco de hipercalcemia); sotalol (redução da biodisponibilidade);
II) Magnésio: antagonistas do canal de cálcio (efeito aditivo); digoxina (redução de biodisponibilidade); antibióticos aminoglicosídeos (fraqueza muscular); antiácidos e antiulcerosos (redução da biodisponibilidade de magnésio); bifosfonatos (redução da biodisponibilidade de magnésio); diuréticos poupadores de potássio (hipermagnesemia); miorrelaxantes (aumento de efeito); sulfonilureias (aumento de efeito);
III) Vitamina E:
agentes alquilantes (quimioterápicos): redução de efeito.
drogas antitrombóticas: aumento do risco para sangramentos.
antibióticos antitumorais: redução de efeito.
substratos de CYP3A4: aumento da metabolização.
selumetinibe: aumento dos níveis de vitamina E.
IV) Vitamina B6:
Amiodarona: aumento da fotossensibilidade.
Drogas anti-hipertensivas: aumento de efeito.
Fenobarbital: redução dos níveis plasmáticos e efeito.
Fenitoína: redução dos níveis plasmáticos e efeito.
Leves:
I) Magnésio: gabapentina (redução da absorção).
II) Levodopa: redução de efeito (não observado quando em conjunto com carbidopa)
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Hipercalcemia (comuns no hiperparatireoidismo e em alguns tipos de câncer (metástase óssea, mieloma múltiplo e sarcoidose).
III) Hipervitaminose E.
IV) Insuficiência renal grave.
V) Litíase renal por cálcio.
VI) Doença hepática grave.
Precauções: Uso cauteloso em pacientes com disfunção renal leve a moderada. Monitorar níveis séricos de cálcio e magnésio em tratamentos prolongados.
Notas adicionais
A prescrição destes nutrientes está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
O nutricionista deverá avaliar a necessidade da manutenção de todos esses micronutrientes, levando em conta o estado nutricional relativo a cada um deles, bem como aos hábitos alimentares. De todos, o cálcio é o que possui evidência mais robusta para esta indicação terapêutica.
Referências
Robinson J, Ferreira A, Iacovou M, Kellow NJ. Effect of nutritional interventions on the psychological symptoms of premenstrual syndrome in women of reproductive age: a systematic review of randomized controlled trials. Nutr Rev. 2025 Feb 1;83(2):280-306. doi: 10.1093/nutrit/nuae043. PMID: 38684926; PMCID: PMC11723155.
Whelan, A. M., Jurgens, T. M., and Naylor, H. Herbs, vitamins and minerals in the treatment of premenstrual syndrome: a systematic review. Can.J.Clin.Pharmacol. 2009;16(3):e407-e429
Zarei S, Mohammad-Alizadeh-Charandabi S, Mirghafourvand M, Javadzadeh Y, Effati-Daryani F. Effects of Calcium-Vitamin D and Calcium-Alone on Pain Intensity and Menstrual Blood Loss in Women with Primary Dysmenorrhea: A Randomized Controlled Trial. Pain Med. 2017;18(1):3-13
Walker AF, De Souza MC, Vickers MF, et al. Magnesium supplementation alleviates premenstrual symptoms of fluid retention. J Womens Health 1998;7:1157-65
De Souza MC, Walker AF, Robinson PA, Bolland K. A synergistic effect of a daily supplement for 1 month of 200 mg magnesium plus 50 mg vitamin B6 for the relief of anxiety-related premenstrual symptoms: a randomized, double-blind, crossover study. J Womens Health Gend Based Med 2000;9:131-9
Higuchi T, Ueno T, Uchiyama S, Matsuki S, Ogawa M, Takamatsu K. Effect of γ-tocopherol supplementation on premenstrual symptoms and natriuresis: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. BMC Complement Med Ther. 2023 Apr 28;23(1):136. doi: 10.1186/s12906-023-03962-5. PMID: 37118716; PMCID: PMC10148532.
SM · Modelos de extensoes
Disfunção sexual feminina e masculina. Melhora do desempenho físico e mental I
Objetivo: Melhora do desejo sexual. Aumento da excitação sexual. Melhora da satisfação sexual e índice de bem-estar.
Resumo: Panax ginseng (pó da raiz) 500 mg · Lepidium meyenii (pó da raiz) 500 mg
Benefícios esperados
Melhora do desejo sexual.
Aumento da excitação sexual.
Melhora da satisfação sexual e índice de bem-estar.
Segurança
Segurança bem estabelecida por até 12 semanas.
Possivelmente seguro para idosos. Sem evidências de seguranças em gestantes e lactantes.
Efeitos adversos (raros): gastralgias e insônia.
Interações medicamentosas:
- Lepidium meyenii: desconhecidas
- Panax ginseng:
Moderadas:
I) Antitrombóticos: aumento do risco de sangramento.
II) Antidiabéticos: aumento do risco de hipoglicemia.
III) Neuroestimualntes: aumento dos efeitos estimulantes.
IV) Substratos de CYP2D6/3A4: aumento ou diminuição dos níveis.
V) Estrogênios: redução de efeito.
VI) Furosemida: redução de efeito.
VII) Imatinibe: aumento dos níveis e efeitos adversos.
VIII) Imunossupressores: redução dos efeitos.
IX) Inibidores da MAO: aumento de efeitos dopaminérgicos.
X) Nifedipina: aumentos dos efeitos.
XI) Fármacos que prolongam o intervalo QT: aumento do risco para arritmias.
XII) Raltegravir: aumento do risco de hepatoptoxicidade.
Leves:
I) Substratos do CYP1A1: redução dos níveis plasmáticos.
II) Fexofenadina: redução dos níveis plasmáticos.
III) Lopinavir/ritonavir: aumento ou diminuição dos níveis plasmáticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Transtornos psiquiátricos não controlados.
III) Cânceres sensíveis a estrogênios.
IV) Pacientes em terapia com imunossupressores.
V) Pacientes com história de arritmias, trombose ou hemorragias.
Precauções: Pessoas com história de insônia.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, pois drogas vegetais e derivados vegetais de Panax ginseng não são passíveis de composição em alimentos no Brasil, assim, não atende o que dispõe o parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Apesar de dispormos de extratos secos padronizados de Panax ginseng no mercado brasileiro, todos os estudos que fundamentam essa fórmula utilizam apenas a droga vegetal da raiz. Com isso, as doses inseridas na fórmula são aplicadas exclusivamente para a droga vegetal (pó). Utilizar doses de 1 a 3 g/dia na forma de extrato seco pode aumentar o risco de toxicidade. Verifique com a farmácia de manipulação a especificação do produto antes de prescrever.
Cada componente desta fórmula foi avaliado individualmente por estudos clínicos randomizados em monoterapia, apresentando resultados leves a moderados quanto à diminuição da dor, rigidez e função mioarticular. A elaboração deste fitoterápico composto está baseada na busca da potencialização da resposta clínica a partir da sinergia farmacológica de compostos bioativos que atuam por mecanismos de ação distintos, como proposto por Bone & Mills (2012) e Saad e cols. (2021)
Referências
Sha'ari N, Woon LS, Sidi H, Das S, Bousman CA, Mohamed Saini S. Beneficial effects of natural products on female sexual dysfunction: A systematic review and meta-analysis. Phytomedicine. 2021 Dec;93:153760. doi: 10.1016/j.phymed.2021.153760. Epub 2021 Sep 26. PMID: 34638031.
Ghorbani Z, Mirghafourvand M, Charandabi SM, Javadzadeh Y. The effect of ginseng on sexual dysfunction in menopausal women: A double-blind, randomized, controlled trial. Complement Ther Med. 2019 Aug;45:57-64. doi: 10.1016/j.ctim.2019.05.015. Epub 2019 May 22. PMID: 31331583.
Oh, K.-.J., Chae, M.-.J., Lee, H.-.S., Hong, H.-.D., Park, K., 2010. Effects of Korean red ginseng on sexual arousal in menopausal women: placebo-controlled, double-blind crossover clinical study. J. Sex. Med. 7, 1469–1477.
Chung HS, Hwang I, Oh KJ, Lee MN, Park K. The Effect of Korean Red Ginseng on Sexual Function in Premenopausal Women: Placebo-Controlled, Double-Blind, Crossover Clinical Trial. Evid Based Complement Alternat Med. 2015;2015:913158. doi: 10.1155/2015/913158. Epub 2015 Dec 22. PMID: 26798402; PMCID: PMC4700177.
Brooks, N.A., Wilcox, G., Walker, K.Z., Ashton, J.F., Cox, M.B., Stojanovska, L., 2008. Beneficial effects of Lepidium meyenii (Maca) on psychological symptoms and measures of sexual dysfunction in postmenopausal women are not related to estrogen or androgen content. Menopause 15, 1157–1162.
BONE, K., MILLS., S. Principles and Practice of Phytotherapy - Modern Herbal Medicine (e-book). 2nd ed. Churchill Livingstone Elservier, 2013. ISBN: 978-0-443-06992-5.
SAAD, G.A., et al. Fitoterapia contemporânea - tradição e ciência na prática clínica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2021. ISBN: 978-85-227-3750-0.
SM · Modelos de extensoes
Redução do fotoenvelhecimento e fotodano. Adjuvante para doenças de pele causadas por exposição solar, como melasma e lúpus eritematoso sistêmico
Objetivo: Redução da inflamação dérmica (células CD45⁺ diminuídas); Prevenção da redução de células de Langerhans epidérmicas; Melhoria na uniformidade da cor da pele (ΔE* aumentado, indicando tom de pele mais homogêneo e intenso); Melhoria na resistência da pele à exposição solar; Recuperação mais rápida da função imunológica cutânea após radiação UV (desde o dia 4 pós-irradiação).
Resumo: Lactobacillus johnsonii La1 1 bi UFC · Betacaroteno 2 mg · Licopeno 5,2 mg
Benefícios esperados
Redução da inflamação dérmica (células CD45⁺ diminuídas);
Prevenção da redução de células de Langerhans epidérmicas;
Melhoria na uniformidade da cor da pele (ΔE* aumentado, indicando tom de pele mais homogêneo e intenso);
Melhoria na resistência da pele à exposição solar;
Recuperação mais rápida da função imunológica cutânea após radiação UV (desde o dia 4 pós-irradiação).
Segurança
Segurança bem estabelecida para uso crônico.
Uso seguro na gestação, lactação, crianças e idosos, por plausibilidade biológica. As doses dos nutrientes são consideradas seguras nestas fases da vida (abaixo da UL para cada grupo).
Efeitos adversos (raros): náuseas, flatulência, distensão abdominal.
Interações medicamentosas:
Moderadas: antibióticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Hipercarotenemia.
III) Exposição a amianto.
IV) Tabagismo.
V) Imunossupressão grave.
VI) Pacientes com sepse, infecção grave em curso, cateter venoso central, síndrome do intestino curto, pancreatite aguda grave e colite isquêmica.
Precauções: Pessoas em uso de polivitamínicos contendo carotenoides.
Notas adicionais
A prescrição destes nutrientes está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Jwo J-Y, Chang Y-T, Huang Y-C. Effects of probiotics supplementation on skin photoaging and skin barrier function: A systematic review and meta- analysis. Photodermatol Photoimmunol Photomed. 2023;39:122-131. doi:10.1111/phpp.12861
Baron, J. A., Cole, B. F., Mott, L., Haile, R., Grau, M., Church, T. R., Beck, G. J., and Greenberg, E. R. Neoplastic and antineoplastic effects of beta-carotene on colorectal adenoma recurrence: results of a randomized trial. J.Natl.Cancer Inst. 5-21-2003;95(10):717-722
Hemilä H. The effect of ß-carotene on the mortality of male smokers is modified by smoking and by vitamins C and E: evidence against a uniform effect of nutrient. J Nutr Sci. 2020;9:e11
WE · Modelos de extensoes
Estados de ansiedade e insônia leves / Distensão abdominal e flatulência
Objetivo: Redução dos sintomas da ansiedade e insônia leves. Redução dos sintomas gastrintestinais leves, como distensão abdominal e flatulência.
Resumo: Melissa officinalis (droga vegetal da folha) 20 g · Álcool etílico (45 a 53%) qsp 100 mL
Benefícios esperados
Redução dos sintomas da ansiedade e insônia leves.
Redução dos sintomas gastrintestinais leves, como distensão abdominal e flatulência.
Segurança
Segurança bem estabelecida de uso crônico.
Seguro em pessoas adultas e idosas.
Efeitos adversos: Sedação e capacidade reduzida de operar máquinas ou dirigir.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Depressores do sistema nervoso: aumento de efeito.
II) Levotiroxina: redução de efeito.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Gestantes, lactantes, crianças, pessoas com história de etilismo, diabetes melito, hipotireoidismo, glaucoma, hiperplasia prostática benigna e/ou história de hipotensão arterial.
Precauções: Esta fórmula contém álcool. Informe ao paciente sobre os riscos relacionados à detecção de níveis de etanol no etilômetro.
Notas adicionais
A prescrição de Melissa officinalis não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por ser constituinte autorizado para uso em suplementos alimentares, conforme parágrafo 2º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências:
ANVISA. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Formulário Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira, 2ª Ed. Brasília, 2021.
EMA, European Medicines Agency. Community herbal monograph on Melissa officinalis L., folium. London: Committee on Herbal Medicinal Products (HMPC), 2013.
Sourgens H, Winterhoff H, Gumbinger HG, et al. Antihormonal effects of plant extracts. TSH- and prolactin-suppressing properties of Lithospermum officinale and other plants. Planta Med. 1982 Jun;45:78-86
Santini F, Vitti P, Ceccarini G, et al. In vitro assay of thyroid disruptors affecting TSH-stimulated adenylate cyclase activity. J Endocrinol Invest. 2003 Oct;26:950-5
WE · Modelos de extensoes
Estados de hiper-homocisteinemia com suspeita ou confirmação de hipercistinúria refratária à intervenção dietoterápica
Objetivo: Redução dos níveis de homocisteína em torno de 32 a 35%. Uma recente revisão sistemática com meta-análise da Cochrane mostrou que a suplementação de vitamina B reduz modestamente o risco relativo de AVE em 10% quando comparado com placebo em pacientes em risco ou com histórico de DCV (Martí-Carvajal AJ et al; 2017); Outra revisão sistemática demonstrou que pessoas com história de AVEc podem ter redução de risco relativo em 13% para recorrência de AVEc e de 17% para morte por causa vascular com a suplementação de vitaminas B6, B9 e B12 (Kataria et al, 2021); Ambas as revisões demonstraram ausência de efeito para eventos cardíacos e morte por causa cardiovascular com a suplementação de vitaminas B6, B9 e B12; As evidências mais recentes recomendam tratar hiper-homocisteinemia apenas em casos de suspeita ou confirmação de homocistinúria ou na forma severa de hiper-homocisteinemia (> 100 µmol/L).
Resumo: Piridoxal-5-fosfato 50 mg · L-5-metiltetraidrofolato 250 mcg · Cianobobalamina 200 mcg
Benefícios esperados
Redução dos níveis de homocisteína em torno de 32 a 35%.
Uma recente revisão sistemática com meta-análise da Cochrane mostrou que a suplementação de vitamina B reduz modestamente o risco relativo de AVE em 10% quando comparado com placebo em pacientes em risco ou com histórico de DCV (Martí-Carvajal AJ et al; 2017);
Outra revisão sistemática demonstrou que pessoas com história de AVEc podem ter redução de risco relativo em 13% para recorrência de AVEc e de 17% para morte por causa vascular com a suplementação de vitaminas B6, B9 e B12 (Kataria et al, 2021);
Ambas as revisões demonstraram ausência de efeito para eventos cardíacos e morte por causa cardiovascular com a suplementação de vitaminas B6, B9 e B12;
As evidências mais recentes recomendam tratar hiper-homocisteinemia apenas em casos de suspeita ou confirmação de homocistinúria ou na forma severa de hiper-homocisteinemia (> 100 µmol/L).
Segurança
Segurança bem estabelecida de uso crônico.
Seguro em pessoas idosas, gestantes, lactantes. Para uso pediátrico (> 12 anos), recomenda-se reduzir a dose para 1/3 da dose.
Efeitos adversos comuns: Dor abdominal, reações alérgicas, dor de cabeça, azia, perda de apetite, náusea, sonolência, vômito.
Interações medicamentosas:
I) Vitamina B9:
Moderadas:
- 5-fluorouracila: aumento da toxicidade da droga
- Capecitabina: aumento da toxicidade da droga
- Metotrexato: redução da eficácia
- Fenobarbital: redução de efeito e aumento do risco de convulsões
- Fenitoína: redução dos níveis plasmáticos
- Primidona: redução de efeito e aumento do risco para convulsões
- Pirimetamina: redução de efeito
- Zinco: redução da absorção
II) Vitamina B12:
Leves:
- Vitamina C (suplementação): redução dos níveis de B12
III) Vitamina B6
Moderadas:
- Amiodarona: aumento da fotossensibilidade
- Drogas anti-hipertensivas: aumento de efeito
- Fenobarbital: redução dos níveis plasmáticos e efeito
- Fenitoína: redução dos níveis plasmáticos e efeito
Leves:
- Levodopa: redução de efeito (não observado quando em conjunto com carbidopa)
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Não se aplica.
Notas adicionais
A prescrição deste composto bioativo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Kataria N, Yadav P, Kumar R, ET AL. Effect of vitamin B6, B9, and B12 supplementation on homocysteine level and cardiovascular outcomes in stroke patients: A meta-analysis of randomized controlled trials. Cureus. 2021;13(5):e14958
Martí-Carvajal AJ, Solà I, Lathyris D, Dayer M. Homocysteine-lowering interventions for preventing cardiovascular events. Cochrane Database Syst Rev. 2017;8:CD006612
WE · Modelos de extensoes
Manejo complementar da HAS associada ou não à obesidade
Objetivo: Redução da pressão sistólica entre -9,1 e 11,8 mmHg Redução da pressão diastólica em torno de 3,8 mmHg. - Secundariamente, pode-se observar discreta redução de LDL-C e colesterol total.
Resumo: Allium sativum (extrato seco do bulbo envelhecido, 0,25% de S-alilcisteína 240 mg
Benefícios esperados
Redução da pressão sistólica entre -9,1 e 11,8 mmHg
Redução da pressão diastólica em torno de 3,8 mmHg.
- Secundariamente, pode-se observar discreta redução de LDL-C e colesterol total.
Segurança
Segurança bem estabelecida de uso por até 7 anos.
Considerado seguro para idosos e crianças. Provavelmente não seguro em doses medicinais para gestantes e lactantes.
Efeitos adversos comuns: Dor abdominal, odor corporal, flatulência, hálito fétido e náusea. Reações alérgicas em indivíduos com hipersensibilidade conhecida.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Fármacos antitrombóticos: aumento do risco de sangramento.
II) Fármacos antidiabéticos: aumento do risco para hipoglicemia.
III) Fármacos Anti-hipertensivos: aumento do risco de hipotensão.
IV) Substratos de CYP2E1: aumento do tempo de meia-vida.
V) Substratos de CYP3A4: a alicina pode ter efeito inibitório enzimático no intestino e indutor enzimático no fígado, podendo haver aumento ou redução do tempo de meia-vida de drogas.
VI) Isoniazida: redução da área sob a curva plasmática em 65%.
VII) Inibidores de protease: redução dos níveis plasmáticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Doenças relacionadas à hemostasia não controladas.
II) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Em caso de cirurgias, suspender o uso da fórmula 15 dias antes.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), em razão da estrutura da fórmula de derivado vegetal, conforme o artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
O extrato envelhecido do alho passa por um processo de envelhecimento controlado durante um período de até 20 meses em condições específicas. Esse processo transforma os compostos agressivos e voláteis do alho, como a alicina, em compostos mais estáveis e menos irritantes. Age promovendo a estimulação da produção de sulfeto de hidrogênio (H₂S) e óxido nítrico (NO), o que gera relaxamento das células musculares lisas e a vasodilatação, contribuindo para a redução da pressão arterial. Além disso, proporciona inibição da enzima conversora de angiotensina (ACE) e o bloqueio dos canais de cálcio diminuem a sensibilidade às catecolaminas e aumentam a bradicinina, favorecendo o relaxamento arterial e melhorando a elasticidade dos vasos sanguíneos.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
RIED, Karin; FRANK, O. R.; STOCKS, N. P. Aged garlic extract reduces blood pressure in hypertensives: A dose-response trial. European Journal of Clinical Nutrition, v. 67, n. 1, p. 64-70, 2013.
BORGHI, Claudio; CICERO, Arrigo F. G. Nutraceuticals with a clinically detectable blood pressure-lowering effect: A review of available randomized clinical trials and their meta-analyses. British Journal of Clinical Pharmacology, v. 83, n. 1, p. 163-171, 2017.
ROHNER, Andres; RIED, Karin; SOBENIN, Igor A.; BUCHER, Heiner C.; NORDMANN, Alain J. A systematic review and meta-analysis on the effects of garlic preparations on blood pressure in individuals with hypertension. American Journal of Hypertension, v. 27, n. 3, p. 337-344, 2014.
WE · Modelos de extensoes
Manejo complementar do sobrepeso e obesidade I
Objetivo: Redução de peso corporal em torno de 4,6 kg, em 28 dias. Secundariamente, foram observados os seguintes desfechos: - Aumento significativo do gasto energético em repouso (300 kcal/dia) e induzido pelo exercício (330,8 kcal). - Aumento da oxidação de gordura em 292,25% versus grupo placebo. - Aumento do tempo até a exaustão em 56,13% versus grupo placebo. - Redução do quociente respiratório de 11,45 versus grupo placebo. Sobre comportamento alimentar, foram observados os seguintes desfechos: - CNAQ (Council of Nutrition Appetite Questionnaire): Houve uma redução significativa de 3,14 unidades na pontuação do CNAQ entre os indivíduos que receberam 200 mg em comparação ao placebo, indicando diminuição significativa do apetite nos participantes do grupo de intervenção. - TFEQ (Three-Factor Eating Questionnaire): Houve uma melhora significativa nas pontuações de comportamento alimentar, especificamente: 22,3% de melhoria em “comer descontrolado” (uncontrolled eating). 15,8% de aumento na “restrição cognitiva” (cognitive restraint), que reflete um maior controle sobre a ingestão alimentar.
Resumo: Capsicum frutescens (extrato seco dos frutos padronizados em 2% de capsaicinoides totais, complexado com galactomanano) 200 mg
Benefícios esperados
Redução de peso corporal em torno de 4,6 kg, em 28 dias.
Secundariamente, foram observados os seguintes desfechos:
- Aumento significativo do gasto energético em repouso (300 kcal/dia) e induzido pelo exercício (330,8 kcal).
- Aumento da oxidação de gordura em 292,25% versus grupo placebo.
- Aumento do tempo até a exaustão em 56,13% versus grupo placebo.
- Redução do quociente respiratório de 11,45 versus grupo placebo.
Sobre comportamento alimentar, foram observados os seguintes desfechos:
- CNAQ (Council of Nutrition Appetite Questionnaire): Houve uma redução significativa de 3,14 unidades na pontuação do CNAQ entre os indivíduos que receberam 200 mg em comparação ao placebo, indicando diminuição significativa do apetite nos participantes do grupo de intervenção.
- TFEQ (Three-Factor Eating Questionnaire): Houve uma melhora significativa nas pontuações de comportamento alimentar, especificamente:
22,3% de melhoria em “comer descontrolado” (uncontrolled eating).
15,8% de aumento na “restrição cognitiva” (cognitive restraint), que reflete um maior controle sobre a ingestão alimentar.
Segurança
Segurança bem estabelecida com uso por até 28 dias.
Produto não investigado em crianças, gestantes e lactantes.
Efeitos adversos comuns: Dor abdominal e diarreia.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Antitrombóticos: aumento do risco de sangramento.
II) Antidiabéticos: aumento do risco de hipoglicemia.
III) Teofilina: aumento dos níveis plasmáticos.
Leves:
I) Ciprofloxacino: aumento dos níveis plasmáticos.
II) Ferro: redução da biodisponibilidade.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Uso em lactantes, gestantes e crianças.
Precauções: Não se aplicam.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), em razão da estrutura da fórmula de derivado vegetal, conforme o artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
Este insumo é comercialmente conhecido no Brasil como Akkermat®. Em outros países, Capsifen®.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
ROOPASHREE, N.; SYAM, D. S.; KRISHNAKUMAR, I. M.; MALA, K. N.; FLEENOR, B. S.; THOMAS, J. A natural sustained-intestinal release formulation of red chili pepper extracted capsaicinoids (Capsifen®) safely modulates energy balance and endurance performance: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. Frontiers in Nutrition, v. 11, p. 1348328, 2024. DOI: 10.3389/fnut.2024.1348328.
JOSEPH, Ashil; JOHN, Febi; THOMAS, Jestin V.; DAS, Syam; MALIAKEL, Balu; MOHAN, Ratheesh; KRISHNAKUMAR, I. M. Influence of a Novel Food-Grade Formulation of Red Chili Extract (Capsicum annum) on Overweight Subjects: Randomized, Double-Blinded, Placebo-Controlled Study. Journal of Dietary Supplements, v. 18, n. 4, p. 387-405, 2021. DOI: 10.1080/19390211.2020.1780363.
WE · Modelos de extensoes
Manejo complementar do sobrepeso e obesidade II
Objetivo: Redução de peso corporal em torno entre 3 a 4 kg, em 8 a 12 semanas. Secundariamente, foram observados os seguintes desfechos: - Aumento da oxidação de gordura, com redução da gordura corporal (- 2,35 kg a -4,1 kg; p= 0,02). - Melhora do controle glicêmico em indivíduos com pré-diabetes ou com diabetes.
Resumo: Phaseolus vulgaris (extrato seco das sementes, 3000 UI/g) 1500 mg · Coffea canephora robusta (extrato seco das sementes, 50% de ácido clorogênico) 100 mg
Benefícios esperados
Redução de peso corporal em torno entre 3 a 4 kg, em 8 a 12 semanas.
Secundariamente, foram observados os seguintes desfechos:
- Aumento da oxidação de gordura, com redução da gordura corporal (- 2,35 kg a -4,1 kg; p= 0,02).
- Melhora do controle glicêmico em indivíduos com pré-diabetes ou com diabetes.
Segurança
Para ambos os insumos: segurança bem estabelecida com uso por até 90 dias.
Produto não investigado em crianças, gestantes e lactantes.
Efeitos adversos comuns: Tradução: Constipação, diarreia, flatulência, náusea, dor de estômago e vômito.
Interações medicamentosas:
Phaseolus vulgaris:
Moderadas: Fármacos antidiabéticos: aumento do risco de hipoglicemia.
Coffea canephora robusta:
Grave: Efedrina.
Moderadas: Adenosina. Antitrombóticos. Agonistas beta-adrenérgicos. Carbamazepina. Cimetidina. Dipiridamol. Dissulfiram. Diuréticos. Estrógenos. Etosuximida. Felbamato. Fenilpropanolamina. Fenitoína. Fenobarbital. Flutamida. Fluvoxamina. Inibidores da MAO. Lítio. Nicotina. Pentobarbital. Quinolonas. Riluzol. Drogas estimulantes. Valproato. Verapamil. Drogas depressoras do SNC. Drogas anti-hipertensivas. Inibidores da fosfodiesterase-5.
Leves: Álcool. Drogas antidiabéticas. Contraceptivos. Inibidores da CYP1A2. Fluconazol. Metoxaleno. Mexiletina. Fenotiazina. Terbinafina. Tiagabina. Ticlopidina.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Uso em lactantes, gestantes e crianças.
Precauções: Não se aplicam.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), em razão da estrutura da fórmula de derivado vegetal, conforme o artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
O extrato das sementes de Phaseolus vulgaris investigado clinicamente e presente nas revisões sistemáticas é comercialmente conhecido como Phase 2®, produzido por sementes não transgênicas e submetidas a processo de extração aquosa. O feijão Phaseolus vulgaris contém enzimas, que impedem que o amido seja digerido pelas alfa-amilases no intestino delgado. Em vez disso, o feijão Phaseolus vulgaris promove a fermentação do amido por bactérias intestinais no intestino grosso. Evidências de pesquisas em humanos sugerem que essa inibição da alfa-amilase diminui a quebra e absorção de carboidratos no trato gastrointestinal e, teoricamente, resulta em menos calorias ingeridas.
O extrato de café verde é derivado de grãos de café que não passaram pelo processo de torrefação. Esses grãos mantêm altos níveis de ácidos clorogênicos, que são compostos bioativos com propriedades antioxidantes e potenciais efeitos sobre o metabolismo, especialmente na redução da absorção de carboidratos. O extrato é obtido por meio do processamento dos frutos de café, que pode ser feito pelo método úmido ou seco, e é comumente utilizado em suplementos para perda de peso e controle glicêmico, devido à sua composição rica em ácidos clorogênicos.
Os componentes da fórmula foram analisados isoladamente. A proposta da fórmula se dá por mecanismos de ação complementares para gerenciamento do peso corporal, buscando otimizar a adesão ao tratamento e potencializar resultados clínicos.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
ONAKPOYA, Igho; TERRY, Rohini; ERNST, Edzard. The use of green coffee extract as a weight loss supplement: a systematic review and meta‐analysis of randomized clinical trials. Gastroenterology Research and Practice, v. 2011, p. 1-6, 2011.
UDANI, Jay; TAN, Ollie; MOLINA, Jhanna. Systematic review and meta-analysis of a proprietary alpha-amylase inhibitor from white bean (Phaseolus vulgaris L.) on weight and fat loss in humans. Foods, v. 7, n. 4, p. 63, 2018.
UPPALURI, Jyoti. Evaluation of the efficacy of Phaseolus vulgaris extract on body weight and fat mass reduction. Scientific Reports, v. 8, p. 1315, 2024.
WANG, Shenli et al. Regular intake of white kidney beans extract (Phaseolus vulgaris L.) induces weight loss compared to placebo in obese human subjects. Food Science & Nutrition, v. 8, p. 1315–1324, 2020.
JÄGER, Ralf et al. Proprietary alpha-amylase inhibitor formulation from white kidney bean (Phaseolus vulgaris L.) promotes weight and fat loss: a 12-week, double-blind, placebo-controlled, randomized trial. Scientific Reports, v. 14, p. 12685, 2024.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Adjuvante antioxidante e fotoprotetor em protocolos de fototerapia (NB-UVB) e manejo de vitiligo, melasma ou fotoenvelhecimento
Objetivo: Vitiligo: - Aumento da repigmentação em cabeça e pescoço: 44–85% dos pacientes apresentaram repigmentação moderada a intensa. - Melhora da resposta global à NB-UVB, especialmente em fototipos II–IV. - Redução do eritema e da fototoxicidade induzida pela NB-UVB. - Melhor manutenção da repigmentação em seguimento de 3 meses. Fotoproteção e fotodermatoses: - Redução significativa do eritema solar e do dano oxidativo epidérmico. - Diminuição de fotodermatoses idiopáticas (melhora clínica em até 74% dos casos). - Redução da formação de células apoptóticas e dano ao DNA após UV. - Ação antioxidante sistêmica e tópica, neutralizando ROS e preservando células de Langerhans.
Resumo: Polypodiuum leucotomus (extrato seco das folhas*, 0,4% de ácido ferúlico) 480 mg
Benefícios esperados
Vitiligo:
- Aumento da repigmentação em cabeça e pescoço: 44–85% dos pacientes apresentaram repigmentação moderada a intensa.
- Melhora da resposta global à NB-UVB, especialmente em fototipos II–IV.
- Redução do eritema e da fototoxicidade induzida pela NB-UVB.
- Melhor manutenção da repigmentação em seguimento de 3 meses.
Fotoproteção e fotodermatoses:
- Redução significativa do eritema solar e do dano oxidativo epidérmico.
- Diminuição de fotodermatoses idiopáticas (melhora clínica em até 74% dos casos).
- Redução da formação de células apoptóticas e dano ao DNA após UV.
- Ação antioxidante sistêmica e tópica, neutralizando ROS e preservando células de Langerhans.
Segurança
Segurança bem estabelecida por até 6 meses.
Possivelmente seguro para idosos e crianças. Sem informações de segurança em gestantes e lactantes.
Efeitos adversos (raros): Desconforto abdominal e prurido.
Interações medicamentosas
Leves:
I) Substratos da CYP3A4: aumento dos níveis plasmáticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Pessoas em período perioperatório: Devido ao seu potencial antiplaquetário e anti-hipertensivo, recomenda-se suspender o uso ao menos 2 semanas antes de procedimentos cirúrgicos eletivos, a fim de evitar complicações hemorrágicas ou hemodinâmicas durante a cirurgia.
Notas adicionais
O Polypodium leucotomos (Fernblock®) exerce ação fotoprotetora e imunomoduladora por múltiplos mecanismos complementares:
- Atividade antioxidante e anti-inflamatória: rico em ácidos fenólicos (cafeico, ferúlico, p-cumárico e vanílico), o extrato neutraliza espécies reativas de oxigênio (ROS) e reduz a peroxidação lipídica induzida pela radiação UV, preservando DNA, mitocôndrias e células de Langerhans.
- Imunomodulação e proteção dos melanócitos: promove mudança do perfil Th1→Th2, com redução da produção de IL-2, IFN-γ e TNF-α e aumento de IL-10, atenuando o ataque autoimune aos melanócitos e favorecendo a repigmentação.
A prescrição desta fórmula requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, pois drogas vegetais e derivados vegetais de Polypodiuum leucotomus não são passíveis de composição em alimentos no Brasil, assim, não atende o que dispõe o parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Calzari P, Vaienti S, Nazzaro G. Uses of Polypodium leucotomos extract in oncodermatology. J Clin Med. 2023;12(2):673. doi:10.3390/jcm12020673 .
Auriemma M, Di Nicola M, Gonzalez S, Piaserico S, Capo A, Amerio P. Polypodium leucotomos supplementation in the treatment of scalp actinic keratosis: Could it improve the efficacy of photodynamic therapy? Dermatol Surg. 2015;41(8):898-902. doi:10.1097/DSS.0000000000000402 .
Middelkamp-Hup MA, Bos JD, Rius-Díaz F, Gonzalez S, Westerhof W. Treatment of vitiligo vulgaris with narrow-band UVB and oral Polypodium leucotomos extract: a randomized double-blind placebo-controlled study. J Eur Acad Dermatol Venereol. 2007;21(7):942-950. doi:10.1111/j.1468-3083.2006.02132.x .
Pacifico A, Damiani G, Iacovelli P, Conic RRZ, Young Dermatologists Italian Network (YDIN), Gonzalez S, Morrone A. NB-UVB plus oral Polypodium leucotomos extract display higher efficacy than NB-UVB alone in patients with vitiligo. Dermatol Ther. 2021;34(2):e14776. doi:10.1111/dth.14776 .
González S, Pathak MA, Parrado C, et al. Orally administered Polypodium leucotomos extract decreases psoralen-UVA–induced phototoxicity, pigmentation, and damage of human skin. J Am Acad Dermatol. 2004;50(1):41-49. doi:10.1016/S0190-9622(03)02838-9.
WD · Suplemento livre para prescricao
Adjuvante no manejo da síndrome do olho seco, com o objetivo de reduzir os sintomas oculares
Objetivo: Melhora dos sintomas gerais de olho seco - Hedges’ g = −1.047 (p Aumento do tempo de ruptura do filme lacrimal (TBUT) - SMD = −0.939 (p Melhora no teste de Schirmer (produção lacrimal) - SMD = −0.372 (p Melhora da osmolaridade da lágrima - SMD = −0.721 (p Melhora da coloração com fluoresceína da córnea (CFS) - SMD = −0.299 (p = 0.037) - Redução modesta observada em 6 dos 19 estudos.
Resumo: Óleo de peixe (330 mg de EPA + 220 mg de DHA) 1 g
Benefícios esperados
Melhora dos sintomas gerais de olho seco
- Hedges’ g = −1.047 (p
Aumento do tempo de ruptura do filme lacrimal (TBUT)
- SMD = −0.939 (p
Melhora no teste de Schirmer (produção lacrimal)
- SMD = −0.372 (p
Melhora da osmolaridade da lágrima
- SMD = −0.721 (p
Melhora da coloração com fluoresceína da córnea (CFS)
- SMD = −0.299 (p = 0.037)
- Redução modesta observada em 6 dos 19 estudos.
Segurança
Segurança estabelecida na dose de 6 g/dia de Ω3, por até 1 ano. Doses acima de 3 g/dia de Ω3 podem inibir a agregação plaquetária, aumentando o risco de sangramentos, além de levar a imunossupressão. Recomenda-se monitorização do INR (razão normalizada internacional) a cada 4 semanas, especialmente em pacientes em uso de terapia antitrombótica, ou em acordo com o médico.
Provavelmente não seguro para gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: Dor abdominal, mau hálito, sabor residual de peixe, azia, sangramentos, imunossupressão, elevação dos níveis de LDL-C, fibrilação atrial.
Interações medicamentosas:
Moderadas: anti-hipertensivos, contraceptivos, ciclosporina, orlistat, sirolimo, tacrolimo.
Leves: antitrombóticos, cisplatina.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
O óleo de peixe é fonte de ácidos graxos poli-insaturados da família ômega 3, principalmente o ácido eicosapentaenoico (EPA) e ácido docosahexaenoico (DHA) e sua prescrição está apoiada na Res. CFN 656/2020.
Deve-se optar por produtos industrializados ou manipulados com a certificação internacional de qualidade e segurança IFOS/International Fish Oil Standards, que pode ser consultada no site .
Para garantir a dose correta de Ω3, deve-se avaliar o teor de EPA e de DHA por cápsula. Para melhor conveniência da suplementação, a soma destes teores deve fornecer não menos do que 550 mg/cápsula.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
O g de Hedges e a SMD (diferença de médias padronizada) são medidas de tamanho de efeito amplamente utilizadas em meta-análises para comparar resultados de diferentes estudos, especialmente quando utilizam escalas distintas. A SMD expressa a diferença média entre dois grupos (como tratamento e placebo), dividida pelo desvio padrão, permitindo avaliar a magnitude do efeito em termos padronizados, sendo interpretada como pequeno (≈0,2), moderado (≈0,5) ou grande (≥0,8). Já o g de Hedges é uma variação da SMD que inclui uma correção para amostras pequenas, tornando-a mais precisa e conservadora nesses contextos. Ambas ajudam a quantificar a eficácia de uma intervenção de forma comparável entre estudos, sendo o g de Hedges particularmente útil quando há poucos participantes nas amostragens
Referências
Wang WX, Ko ML. Efficacy of Omega-3 Intake in Managing Dry Eye Disease: A Systematic Review and Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials. J Clin Med. 2023;12(22):7026. doi:10.3390/jcm12227026.
WD · Suplemento livre para prescricao
Alívio dos sintomas de boca seca (xerostomia) em pacientes com redução ou ausência de fluxo salivar
Objetivo: Indicação: Alívio dos sintomas de boca seca (xerostomia) em pacientes com redução ou ausência de fluxo salivar devido a uso de medicamentos (como antidepressivos ou anti-hipertensivos),envelhecimento, diabetes melito tipo 2, síndrome de Sjögren, doença do enxerto contra o hospedeiro e radioterapia. Uma meta-análise envolvendo 244 pacientes demonstrou que o uso do spray oral de ácido málico 1% é significativamente eficaz no alívio dos sintomas de xerostomia em comparação com o placebo. Após duas semanas de uso, houve uma melhora expressiva nos escores de xerostomia (DMQ, XI e VAS), com efeito padronizado médio (SMD) de 0,79 (p Em um estudo clínico com pacientes com doença enxerto contra hospedeiro (cGVHD), o spray aumentou o fluxo salivar não estimulado de 0,15 ± 0,06 mL/min para 0,24 ± 0,08 mL/min, enquanto o grupo placebo não mostrou mudanças significativas (Bardellini et al., 2019). Em pacientes com síndrome de Sjögren, o uso de ácido málico melhorou os escores de xerostomia e a qualidade de vida relacionada à saúde bucal (OHIP-14), confirmando sua eficácia em diferentes etiologias de boca seca (da Mata et al., 2010).
Resumo: Ácido málico 1%
Indicação:
Alívio dos sintomas de boca seca (xerostomia) em pacientes com redução ou ausência de fluxo salivar devido a uso de medicamentos (como antidepressivos ou anti-hipertensivos),envelhecimento, diabetes melito tipo 2, síndrome de Sjögren, doença do enxerto contra o hospedeiro e radioterapia.
Benefícios esperados:
Uma meta-análise envolvendo 244 pacientes demonstrou que o uso do spray oral de ácido málico 1% é significativamente eficaz no alívio dos sintomas de xerostomia em comparação com o placebo. Após duas semanas de uso, houve uma melhora expressiva nos escores de xerostomia (DMQ, XI e VAS), com efeito padronizado médio (SMD) de 0,79 (p
Em um estudo clínico com pacientes com doença enxerto contra hospedeiro (cGVHD), o spray aumentou o fluxo salivar não estimulado de 0,15 ± 0,06 mL/min para 0,24 ± 0,08 mL/min, enquanto o grupo placebo não mostrou mudanças significativas (Bardellini et al., 2019).
Em pacientes com síndrome de Sjögren, o uso de ácido málico melhorou os escores de xerostomia e a qualidade de vida relacionada à saúde bucal (OHIP-14), confirmando sua eficácia em diferentes etiologias de boca seca (da Mata et al., 2010).
Segurança:
Segurança bem estabelecida quando usado por até 12 meses.
Provavelmente seguro para idosos, gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: Irritação temporária na mucosa oral. Alteração no paladar em casos raros.
Interações medicamentosas: Não conhecidas até o momento.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções:
I) Pessoas com história de sensibilidade oral aumentada.
II) Pessoas com condições preexistentes de saúde bucal, como úlceras, gengivite severa ou lesões.
III) Pessoas com risco aumentado de erosão dentária requerem boas práticas de higiene oral.
IV) Pessoas com história de convulsões: a L-carnitina pode aumentar o risco de convulsões em pacientes com histórico de distúrbios convulsivos.
V) Evitar uso acima de 8 aplicações diárias, por falta de evidências de segurança.
Notas adicionais:
A prescrição deste composto bioativo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências:
Liu G, Qiu X, Tan X, Miao R, Tian W, Jing W. Efficacy of a 1% malic acid spray for xerostomia treatment: A systematic review and meta-analysis. Oral Dis. 2023 Apr;29(3):862-872. doi: 10.1111/odi.14116. Epub 2022 Jan 17. PMID: 34954846.
Bardellini E, Amadori F, Conti G, Veneri F, Majorana A. Effectiveness of a spray containing 1% malic acid in patients with xerostomia induced by graft-versus-host disease. Med Oral Patol Oral Cir Bucal. 2019;24(2):e190-e194.
da Mata ADSP, Amaral JPAR, Thomson WM, et al. Patient-related outcomes in Sjögren syndrome treated with stimulants of salivary secretion: Randomized clinical trial. Oral Dis. 2020 Mar;26(2):313-324.
WD · Suplemento livre para prescricao
Anemia falciforme. Queimaduras. Perda de peso secundária à HIV/AIDS. Síndrome do intestino Irritável
Objetivo: Anemia falciforme: 5 a 15 gramas (0,3 gramas/kg de peso corporal), por via oral, duas vezes ao dia, por 48 semanas, com ou sem terapia de hidroxiureia, atrasa o tempo médio para a primeira crise em 30 dias, e reduz a incidência de síndrome torácica aguda em 15%, o número de hospitalizações em 33% e o número de dias de hospitalização em 40%, quando comparado com placebo, em adultos e crianças ≥ 5 anos de idade. Queimaduras: 0,35-0,5 gramas/kg/dia, por suplementando a nutrição enteral, durante 12 a 14 dias, iniciando a terapia dentro de 24 a 48 horas de hospitalização por queimadura grave (excluindo lesão por inalação), diminui o tempo de internação hospitalar em 6 a 9 dias e pode encurtar a cicatrização de feridas quando comparado à nutrição enteral de controle. Pode reduzir o risco de infecções de feridas por bactérias Gram-negativas em 73% e reduzir o risco de mortalidade em 87% quando comparado ao grupo controle. Perda de peso associada à infecção por HIV/AIDS: aumento da absorção intestinal de nutrientes, diminuição da permeabilidade intestinal e aumento do ganho de peso em adultos com HIV/AIDS quando comparado ao placebo, em doses de 40 g/dia. Síndrome do intestino irritável: quando associada à dieta pobre em FODMAP, na dose de 15 g, 3x ao dia, por 6 semanas, ocorre melhora na pontuação IBS-SSS, com 88% dos pacientes no grupo glutamina relatando uma melhora de 45% nos escores de gravidade, em comparação com 60% dos pacientes seguindo apenas a dieta baixa em FODMAP.
Resumo: L-Glutamina 5 a 40 g/dose · L-Glutamina 5 a 40 g/dose
Benefícios esperados
Anemia falciforme: 5 a 15 gramas (0,3 gramas/kg de peso corporal), por via oral, duas vezes ao dia, por 48 semanas, com ou sem terapia de hidroxiureia, atrasa o tempo médio para a primeira crise em 30 dias, e reduz a incidência de síndrome torácica aguda em 15%, o número de hospitalizações em 33% e o número de dias de hospitalização em 40%, quando comparado com placebo, em adultos e crianças ≥ 5 anos de idade.
Queimaduras: 0,35-0,5 gramas/kg/dia, por suplementando a nutrição enteral, durante 12 a 14 dias, iniciando a terapia dentro de 24 a 48 horas de hospitalização por queimadura grave (excluindo lesão por inalação), diminui o tempo de internação hospitalar em 6 a 9 dias e pode encurtar a cicatrização de feridas quando comparado à nutrição enteral de controle. Pode reduzir o risco de infecções de feridas por bactérias Gram-negativas em 73% e reduzir o risco de mortalidade em 87% quando comparado ao grupo controle.
Perda de peso associada à infecção por HIV/AIDS: aumento da absorção intestinal de nutrientes, diminuição da permeabilidade intestinal e aumento do ganho de peso em adultos com HIV/AIDS quando comparado ao placebo, em doses de 40 g/dia.
Síndrome do intestino irritável: quando associada à dieta pobre em FODMAP, na dose de 15 g, 3x ao dia, por 6 semanas, ocorre melhora na pontuação IBS-SSS, com 88% dos pacientes no grupo glutamina relatando uma melhora de 45% nos escores de gravidade, em comparação com 60% dos pacientes seguindo apenas a dieta baixa em FODMAP.
Segurança
Segurança estabelecida com doses de até 40 g/dia em uso contínuo.
Provavelmente segura em gestantes e lactantes.
Segurança estabelecida em crianças para doses ≤ 0,7 kg/dia, a partir de 1 ano de idade.
Efeitos adversos: Eructações, inchaço, constipação, tosse, diarreia, flatulência, dor gastrointestinal, dor de cabeça, dor musculoesquelética, náusea e vômito.
Interações medicamentosas:
Moderadas: anticonvulsivantes
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
O número total de doses deve ser calculado multiplicando a frequência diária de uso pela duração do tratamento.
L-Glutamina é um aminoácido e sua prescrição por nutricionistas está apoiada na Res. CFN 656/2020.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Niihara Y, Miller ST, Kanter J, et al. A Phase 3 Trial of l-Glutamine in Sickle Cell Disease. N Engl J Med 2018;379(3):226-35.
Peng, X., Yan, H., You, Z., Wang, P., and Wang, S. Clinical and protein metabolic efficacy of glutamine granules-supplemented enteral nutrition in severely burned patients. Burns 2005;31(3):342-346.
Lin JJ, Chung XJ, Yang CY, Lau HL. A meta-analysis of trials using the intention to treat principle for glutamine supplementation in critically ill patients with burn. Burns 2013;39(4):565-70.
Rastgoo S, Ebrahimi-Daryani N, Agah S, et al. Glutamine Supplementation Enhances the Effects of a Low FODMAP Diet in Irritable Bowel Syndrome Management. Front Nutr 2021;8:746703.
WD · Suplemento livre para prescricao
Atletas e praticantes de exercício físico com baixo consumo dietético de antioxidantes
Objetivo: Benefício esperado: Suporte dietético antioxidante em atletas e praticantes de exercício físico com consumo baixo de frutas e verduras.
Resumo: Vitamina A 5.000 UI · Vitamina C 200 mg · Vitamina E 100 UI · +5
Benefício esperado:
Suporte dietético antioxidante em atletas e praticantes de exercício físico com consumo baixo de frutas e verduras.
Segurança:
As doses definidas para os nutrientes e compostos bioativos são consideradas seguras para uso crônico.
Não usar em crianças, gestantes e lactantes. Considerado seguro para idosos.
Efeitos adversos comuns: efeitos gastrointestinais leves.
Interações medicamentosas:
Resveratrol:
Moderadas: fármacos substratos das enzimas CYP1A1/1A2/1B1/2C19/2E1/3A4 e fármacos antitrombóticos.
Quercetina:
Moderadas: fármacos antidiabéticos, anti-hipertensivos, ciclosporina, fármacos substratos das enzimas CYP2C8/2C9/2D6/3A4, diclofenaco, midazolam, mitoxantrona, fármacos substratos dos transportadores OAT1/OAT3/OATP e da glicoproteína-P.
Coenzima Q10:
Moderadas: varfarina e agentes alquilantes (quimioterápicos).
Para os demais componentes da fórmula: não há interação clinicamente importante prevista relativa a essas concentrações.
Notas adicionais:
Altere as doses, inclua ou exclua componentes, se julgar necessário, com base na avaliação nutricional e nas evidências científicas disponíveis.
A suplementação de antioxidantes no contexto do exercício físico pode reduzir a capacidade de síntese protéica muscular, em treinamento de alta intensidade, via supressão da síntese de fibras musculares intermediada por espécies reativas ao oxigênio. A relação risco-benefício da suplementação de antioxidantes deve ser analisada com atenção pelo nutricionista, alinhados aos objetivos e metas nutricionais.
Trans-Resveratrol, quercetina, licopeno e coenzima Q10 são compostos bioativos de alimentos e sua prescrição por nutricionistas está apoiada na Res. CFN 656/2020.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências:
Horn, A., Van der Meulen, J. H., Defour, A., Hogarth, M., Sreetama, S. C., Reed, A., Scheffer, L., Chandel, N. S., & Jaiswal, J. K. (2017). Mitochondrial redox signaling enables repair of injured skeletal muscle cells. Science signaling, 10(495), eaaj1978. https://doi.org/10.1126/scisignal.aaj1978.
Ristow M, Zarse K, Oberbach A, Klöting N, Birringer M, Kiehntopf M, Stumvoll M, Kahn CR, Blüher M. Antioxidants prevent health-promoting effects of physical exercise in humans. Proc Natl Acad Sci U S A. 2009 May 26;106(21):8665-70. doi: 10.1073/pnas.0903485106. Epub 2009 May 11. PMID: 19433800; PMCID: PMC2680430.
WD · Suplemento livre para prescricao
Atletas e praticantes de exercício físico com necessidade de suprimir catabolismo muscular. Indivíduos com sarcopenia
Objetivo: Redução do catabolismo protéico muscular em atletas e praticantes de exercício físico saudáveis. Aumento de 0,35 kg de massa muscular em indivíduos idosos com risco para sarcopenia.
Resumo: Hidroximetilbutirato(HMB) 3,0 g
Benefícios esperados:
Redução do catabolismo protéico muscular em atletas e praticantes de exercício físico saudáveis.
Aumento de 0,35 kg de massa muscular em indivíduos idosos com risco para sarcopenia.
Segurança:
Seguro clinicamente em doses de até 76 mg/kg/dia ou 3 g/dia, ambas por até 1 ano.
Não usar em crianças, gestantes e lactantes. Considerado seguro para idosos.
Efeitos adversos comuns: dor abdominal, constipação e outros efeitos leves gastrintestinais.
Interações medicamentosas não são conhecidas até o momento.
Notas adicionais:
Além do HMB, existe também o hidroximetilbutirato de cálcio (HMB-Ca), que é um sal formado pela ligação de hidroximetilbutirato com o cálcio. Ambas são formas de HMB clinicamente estudadas e possuem os mesmos propósitos de uso. No entanto, a forma de HMB-Ca é mais comumente usada em ensaios clínicos. Ainda não se sabe se uma forma é superior quanto a benefícios e quanto à maior biodisponibilidade. Caso opte prescrever HMB-Ca, mantenha a dose e verifique com a farmácia de manipulação se houve aplicação do fator de equivalência relativo à dose de HMB.
Verifique com as farmácias de manipulação da sua região quanto à disponibilidade de outras tecnologias em formas farmacêuticas aplicadas a esta fórmula.
O hidroximetrilbutirato é derivado do metabolismo da leucina. Aproximadamente 5% da leucina dietética é oxidada à HMB. Por ser um ácido graxo metabólito de aminoácido, sua prescrição por nutricionistas está apoiada na Res. CFN 656/2020.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências:
Wilson JM, Fitschen PJ, Campbell B, et al. International Society of Sports Nutrition Position Stand: beta-hydroxy-beta-methylbutyrate (HMB). J Int Soc Sports Nutr 2013;10(1):6.
Lin Z, Zhao Y, Chen Q. Effects of oral administration of ß-hydroxy ß-methylbutyrate on lean body mass in older adults: a systematic review and meta-analysis. Eur Geriatr Med 2021;12(2):239-251.
WD · Suplemento livre para prescricao
Aumento no desempenho no exercício de resistência. Atenuação do declínio de força muscular em condições de fadiga
Objetivo: Estima-se que essa dose corresponde de 316 a 700 mg de nitratos totais. O teor de nitrato no pó varia conforme o processo de desidratação e a qualidade do produto. Indicação: Aumento no desempenho no exercício de resistência. Atenuação do declínio de força muscular em condições de fadiga, para indivíduos envolvidos em treinamento de resistência ou musculação, atletas recreacionais e competitivos que realizam exercícios de alta intensidade e pessoas que buscam otimizar adaptações musculares durante treinos regulares. Aumento da resistência muscular - O efeito geral mostrou um tamanho de efeito padronizado (SMD) de 0,31, correspondendo a um aumento de aproximadamente 12% no desempenho de resistência muscular, como o número de repetições realizadas até a falha ou o tempo de exercício até a exaustão. Aumento da força muscular - O efeito geral foi menor, com um SMD de 0,26, indicando um aumento de cerca de 10% na força muscular. Contudo, análises de subgrupos revelaram que, em condições de fadiga, o impacto foi mais significativo, com um SMD de 0,64, representando um aumento de 24% na força muscular após esforços intensos. - Por outro lado, não foram observados efeitos relevantes em condições de descanso, sugerindo que os benefícios da suplementação são mais evidentes quando o músculo está sob estresse ou em recuperação.
Resumo: Beta vulgaris (pó da raiz) 5 a 10 g
Estima-se que essa dose corresponde de 316 a 700 mg de nitratos totais. O teor de nitrato no pó varia conforme o processo de desidratação e a qualidade do produto.
Indicação:
Aumento no desempenho no exercício de resistência. Atenuação do declínio de força muscular em condições de fadiga, para indivíduos envolvidos em treinamento de resistência ou musculação, atletas recreacionais e competitivos que realizam exercícios de alta intensidade e pessoas que buscam otimizar adaptações musculares durante treinos regulares.
Benefícios esperados:
Aumento da resistência muscular
- O efeito geral mostrou um tamanho de efeito padronizado (SMD) de 0,31, correspondendo a um aumento de aproximadamente 12% no desempenho de resistência muscular, como o número de repetições realizadas até a falha ou o tempo de exercício até a exaustão.
Aumento da força muscular
- O efeito geral foi menor, com um SMD de 0,26, indicando um aumento de cerca de 10% na força muscular. Contudo, análises de subgrupos revelaram que, em condições de fadiga, o impacto foi mais significativo, com um SMD de 0,64, representando um aumento de 24% na força muscular após esforços intensos.
- Por outro lado, não foram observados efeitos relevantes em condições de descanso, sugerindo que os benefícios da suplementação são mais evidentes quando o músculo está sob estresse ou em recuperação.
Segurança:
Segurança bem estabelecida para uso agudo, por até 8 dias.
Sem informação de segurança em populações especiais.
Efeitos adversos: alteração na coloração (avermelhada) da urina e fezes.
Interações medicamentosas: Não conhecidas até o momento.
Moderadas: Substratos de CYP3A4: aumento dos níveis plasmáticos.
Leves: Substratos de CYP1A2: redução dos níveis plasmáticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Pessoas com doenças renais. Teoricamente, pode haver agravamento do quadro.
Notas adicionais:
A prescrição deste composto bioativo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências:
Evangelista JF, Meirelles CM, Aguiar GS, Alves R, Matsuura C. Effects of Beetroot-Based Supplements on Muscular Endurance and Strength in Healthy Male Individuals: A Systematic Review and Meta-Analysis. J Am Nutr Assoc. 2024 Jan;43(1):77-91. doi: 10.1080/27697061.2023.2211318. Epub 2023 May 11. PMID: 37167368.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Constipação (Sene)
Objetivo: Melhora dos quadros de constipação episódica relacionados a distúrbios do funcionamento do intestino. Também é útil na preparação para os exames radiológicos e endoscópicos; nas constipações decorrentes de viagens prolongadas, período menstrual, gestação, alteração dos hábitos alimentares e pós-operatórios. Geralmente produz um efeito laxante 6 a 10 horas após a administração oral.
Resumo: Senna alexandrina (extrato seco, 10% de senosídeo B) 100 mg
Benefícios esperados
Melhora dos quadros de constipação episódica relacionados a distúrbios do funcionamento do intestino. Também é útil na preparação para os exames radiológicos e endoscópicos; nas constipações decorrentes de viagens prolongadas, período menstrual, gestação, alteração dos hábitos alimentares e pós-operatórios.
Geralmente produz um efeito laxante 6 a 10 horas após a administração oral.
Segurança
Segurança bem estabelecida em doses de até 10-30 mg/dia de senosídeos totais expressos em senosídeo B, por até 14 dias. O uso de altas doses tem sido associado a efeitos colaterais graves, incluindo dependência de laxantes e toxicidade hepática.
Considerado seguro em crianças (≥ 2 anos), em gestantes, lactantes e idosos.
Efeitos adversos comuns:
No curto prazo: espasmos e cólicas abdominais. Caso surjam, recomenda-se reduzir a dose. As antraquinonas podem alterar a cor da urina, que pode apresentar-se amarela ou marrom avermelhada, o que desaparece com a suspensão do uso do produto.
No uso crônico: Pseudomelanosis coli, diarreia, hipocalemia, acidose ou alcalose metabólica, albuminúria e hematúria. A deficiência de potássio pode conduzir à disfunção cardíaca e neuromuscular, lentidão, inibição da motilidade intestinal e má absorção, além de dependência, com possível necessidade de aumento da dose, podendo resultar no agravamento da constipação. Redução na concentração de globulinas séricas, perda de peso e desenvolvimento de caquexia. Em pacientes idosos, o uso contínuo de laxantes pode ocasionar exacerbação da fraqueza e hipotensão ortostática. O uso a longo prazo pode resultar ainda em tetania, hiperaldosteronismo, excreção de aspartilglicosamina e nefrite. Além disso, podem ocorrer alterações anatômicas do cólon e danos aos nervos do tecido entérico. O uso prolongado e abusivo do sene tem sido associado com deformidade dos dedos, que foi reversível após a descontinuação do uso da droga. Em casos raros, pode levar a nefropatias, edema e deterioração acelerada dos ossos.
Interações medicamentosas:
Moderadas: digoxina, diuréticos, estrogênios, laxantes estimulantes e varfarina.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por serem derivados vegetais de planta não alimentícia, conforme o artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referência
ANVISA. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Memento Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira, 1ª Ed. Brasília, 2016;
WD · Suplemento livre para prescricao
Constipação e diarreia
Objetivo: Doenças que evoluem com alternância de episódios de diarreia e constipação intestinal (intestino irritável, diverticulose). Constipação intestinal crônica habitual ou decorrente da permanência no leito após operações cirúrgicas, por alterações de dieta, viagens ou tratamentos prolongados com laxantes potentes. Diarreias de origem funcional e como adjuvante em casos de doença de Crohn. Terapia complementar de processos proctológicos como hemorroidas, fissuras anais ou abscesso anal. Regulação da evacuação em pacientes portadores de ânus artificial (colostomia).
Resumo: Psyllium 3,5 g · Excipiente q.s.p 5 g
Benefícios esperados:
Doenças que evoluem com alternância de episódios de diarreia e constipação intestinal (intestino irritável, diverticulose).
Constipação intestinal crônica habitual ou decorrente da permanência no leito após operações cirúrgicas, por alterações de dieta, viagens ou tratamentos prolongados com laxantes potentes.
Diarreias de origem funcional e como adjuvante em casos de doença de Crohn.
Terapia complementar de processos proctológicos como hemorroidas, fissuras anais ou abscesso anal. Regulação da evacuação em pacientes portadores de ânus artificial (colostomia).
Segurança:
Segurança bem estabelecida em doses de até 20 g/dia por até 6 meses, quando acompanhado de ingestão adequada de líquidos, para evitar asfixia e obstrução intestinal.
Considerado seguro em crianças, gestantes, lactantes e idosos.
Efeitos adversos comuns: Dor abdominal, constipação, diarreia, dispepsia, flatulência e náusea.
Interações medicamentosas
Moderadas: carbamazepina, meftormina, lítio, olanzapina.
Leves: etinilestradiol, digoxina
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais:
A prescrição de psyllium não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por ser constituinte autorizado para uso em suplementos alimentares, conforme parágrafo 2º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
Esta fórmula pode ser manipulada também a granel. Para maiores esclarecimentos, consulte um farmacêutico. Fórmulas a granel (em pote com colher dosadora) tendem a ter menor custo final do que em envelopes, por ter menor tempo e custo de produção.
A fórmulas contêm excipiente para melhorar propriedades organolépticas e estabilidade. Dependendo da farmacotécnica, a farmácia poderá preparar o volume total da dose para 20 g, seja em envelope ou a granel.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências:
Semen plantaginis in: WHO Monographs on Selected Medicinal Plants, volume 1. World Health Organization, Geneva, 1999. Available at http://apps.who.int/medicinedocs/en/d/Js2200e/. Accessed November 26, 1026
Singh B. Psyllium as Therapeutic and Drug Delivery Agent. Int J Pharm, 2007, 334(1-2):1-14
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Constipação episódica | Cáscara sagrada
Objetivo: Estímulo da evacuação em pacientes com constipação episódica, tendo o início de ação estimado em 6 a 12 horas após sua administração.
Resumo: Frangula purshiana(extrato seco, 22% de cascarosídeo A) 75 mg
Benefícios esperados
Estímulo da evacuação em pacientes com constipação episódica, tendo o início de ação estimado em 6 a 12 horas após sua administração.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 8 semanas.
Gestantes, lactantes e crianças: possivelmente não seguro.
Efeitos adversos:
No curto prazo: dores e espasmos gastrointestinais e passagem de fezes líquidas.
No uso crônico: desequilíbrio hídrico e eletrolítico, podendo resultar em albuminúria e hematúria. É possível ocorrer melanose coli também.
Interações medicamentosas:
Moderadas: Corticosteroides, digoxina, diuréticos, laxantes estimulantes, varfarina.
Contraindicações: Pessoas que apresentam hipersensibilidade aos componentes da formulação. Obstruções intestinais e estenose, atonia, apendicite, doenças inflamatórias do cólon, dor abdominal de origem desconhecida; estado de desidratação grave com depleção de água e eletrólitos.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por serem derivados vegetais de planta não alimentícia, conforme o artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Covington TR, et al. Handbook of Nonprescription Drugs. 11th ed. Washington, DC: American Pharmaceutical Association, 1996.
ANVISA. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Formulário Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira, 2ª Ed. Brasília, 2021.
The Review of Natural Products by Facts and Comparisons. 6th ed. St. Louis, MO: Wolters Kluwer Co., 2010.
WD · Fitoterapico livre para prescricao
Constipação episódica | Espinheira-santa
Objetivo: Redução dos sintomas comuns em quadros de dispepsias; Redução dos sintomas e melhora funcional do estômago em caso de gastrites leves, em monoterapia ou em terapia complementar a inibidores de bomba de prótons.
Resumo: Maytenus ilicifolia(extrato seco, 3,5% de pirogalol) 380 mg
Benefícios esperados
Redução dos sintomas comuns em quadros de dispepsias;
Redução dos sintomas e melhora funcional do estômago em caso de gastrites leves, em monoterapia ou em terapia complementar a inibidores de bomba de prótons.
Segurança
Não foram encontrados dados descritos na literatura consultada sobre o tempo máximo de utilização. O tempo de uso depende da indicação terapêutica e da evolução do quadro acompanhada pelo profissional prescritor. Estudo clínico avaliado propõe a utilização por 28 dias.
Gestantes, lactantes e crianças (
Efeitos adversos: hipersensibilidade (rara). Redução do leite materno.
Interações medicamentosas:
Moderadas: esteróides anabolizantes, metotrexato, amiodarona e cetoconazol (possível dano hepático). Imunossupressores.
Contraindicações: hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula. Gestantes, lactantes e crianças com menos de 12 anos de idade.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por serem entendidos como insumos passíveis de composição em alimentos no Brasil, conforme parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
ANVISA. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Memento Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira, 1ª Ed. Brasília, 2016;
GEOCZE, S.; VILELA, M. P.; CHAVES, B. D. R.; FERRARI, A. P.; CARLINI, E. A. Tratamento de pacientes portadores de dispepsia alta ou de úl- cera peptica com preparaçöes de Espinheira-santa (Maytenus ilicifolia). In: (CEME) CdM, editor. Estudo de açäo antiúlcera gástrica de plantas brasileiras (Maytenus ilicifolia “Espinheira-santa” eoutras). Brasília, DF: CEME/MS; p. 75-87, 1988
WD · Suplemento livre para prescricao
Controle de sintomas de refluxo e melhora da motilidade esofágica
Objetivo: Remissão dos sintomas de azia (ausência de sintomas durante 7 dias consecutivos) e redução do tempo de azia em indivíduos com DRGE não erosiva e com dieta pobre em fibras (
Resumo: Psyllium 10 g · Excipiente q.s.p 15 g
Benefícios esperados
Remissão dos sintomas de azia (ausência de sintomas durante 7 dias consecutivos) e redução do tempo de azia em indivíduos com DRGE não erosiva e com dieta pobre em fibras (
Segurança
Segurança bem estabelecida em doses de até 20 g/dia por até 6 meses, quando acompanhado de ingestão adequada de líquidos, para evitar asfixia e obstrução intestinal.
Considerado seguro em crianças, gestantes, lactantes e idosos.
Efeitos adversos comuns: Dor abdominal, constipação, diarreia, dispepsia, flatulência e náusea.
Interações medicamentosas:
Moderadas: carbamazepina, meftormina, lítio, olanzapina.
Leves: etinilestradiol, digoxina
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
A prescrição de psyllium não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por ser constituinte autorizado para uso em suplementos alimentares, conforme parágrafo 2º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
Esta fórmula pode ser manipulada também a granel. Para maiores esclarecimentos, consulte um farmacêutico. Fórmulas a granel (em pote com colher dosadora) tendem a ter menor custo final do que em envelopes, por ter menor tempo e custo de produção.
Ambas as fórmulas contêm excipientes para melhorar propriedades organolépticas e estabilidade. Dependendo da farmacotécnica, a farmácia poderá preparar o volume total da dose para 20 g, seja em envelope ou a granel.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referência
Morozov S, Isakov V, Konovalova M. Fiberenriched diet helps to control symptoms and improves esophageal motility in patients with non-erosive gastroesophageal reflux disease. World J Gastroenterol 2018; 24(21): 22912299
WD · Fitoterapico livre para prescricao
Diabetes mellitus e pré-diabetes
Objetivo: Redução da glicemia de jejum em 17 a 26%. Redução da hemoglobina glicada em 0,96 a 1,52%. Redução de colesterol total em 10 a 12%.
Resumo: Nigella sativa (pó da semente) 1 g
Benefícios esperados
Redução da glicemia de jejum em 17 a 26%.
Redução da hemoglobina glicada em 0,96 a 1,52%.
Redução de colesterol total em 10 a 12%.
Segurança
Segurança bem estabelecida de uso por até 12 meses.
Considerado seguro para idosos e crianças (40-80 mg/kg diariamente, durante 2 a 19 meses, em crianças de 4 a 17 anos de idade). Provavelmente não seguro em doses medicinais para gestantes. Sem informação em lactantes.
Efeitos adversos comuns: Constipação, queimação ou desconforto gástrico, náuseas e vômitos.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Fármacos antitrombóticos: aumento do risco de sangramento.
II) Fármacos antidiabéticos: aumento do risco para hipoglicemia.
III) Fármacos Anti-hipertensivos: aumento do risco de hipotensão.
IV) Fármacos depressores do SNC: aumento do risco de sedação.
V) Substratos de CYP2C9: aumento do tempo de meia-vida.
VI) Fármacos diuréticos: possível aumento da perda de potássio e risco de hipocalemia.
VII) Fármacos imunossupressores: possível aumento ou redução de efeito.
VIII) Fármacos serotoninérgicos: risco para síndrome serotoninérgica.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Doenças relacionadas à hemostasia não controladas.
II) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Em caso de cirurgias, suspender o uso da fórmula 15 dias antes.
Notas adicionais
Nigella sativa é uma planta conhecida popularmente no Brasil como cominho preto. Os estudos clínicos utilizados para esta monografia utilizam o pó da semente, que contém valores não inferiores a 0,7% de timoquinona.
A prescrição deste insumo não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por ser entendido como passível de composição em alimentos no Brasil, conforme parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Bamosa AO, Kaatabi H, Lebdaa FM, et al. Effect of Nigella sativa seeds on the glycemic control of patients with type 2 diabetes mellitus. Indian J Physiol Pharmacol 2010;54:344-54.
Kaatabi H, Bamosa AO, Badar A, et al. Nigella sativa improves glycemic control and ameliorates oxidative stress in patients with type 2 diabetes mellitus: placebo controlled participant blinded clinical trial. PLoS One 2015;10:e0113486.
Badar A, Kaatabi H, Bamosa A, et al. Effect of Nigella sativa supplementation over a one-year period on lipid levels, blood pressure and heart rate in type-2 diabetic patients receiving oral hypoglycemic agents: nonrandomized clinical trial. Ann Saudi Med 2017;37:56-63.
Sahebkar A, Beccuti G, Simental-Mendía LE, Nobili V, Bo S. Nigella sativa (black seed) effects on plasma lipid concentrations in humans: A systematic review and meta-analysis of randomized placebo-controlled trials. Pharmacol Res. 2016 Apr;106:37-50.
WD · Fitoterapico livre para prescricao
Diabetes mellitus e pré-diabetes | Feno-grego
Objetivo: Redução da glicemia de jejum em 17 a 23 mg/dL. Redução da glicemia pós-prandial em 23 mg/dL. Redução da hemoglobina glicada em 1,16%.
Resumo: Trigonella foenum-graecum (pó da semente) 5 g
Benefícios esperados
Redução da glicemia de jejum em 17 a 23 mg/dL.
Redução da glicemia pós-prandial em 23 mg/dL.
Redução da hemoglobina glicada em 1,16%.
Segurança
Segurança bem estabelecida de uso por até 3 anos.
Considerado seguro para idosos. Em crianças, a segurança não está definida em doses medicamentosas. Provavelmente não seguro para gestantes. Provavelmente seguro na lactação.
Efeitos adversos comuns: Dor abdominal, distensão abdominal, diarreia, dispepsia, flatulência, hipoglicemia e náusea.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Fármacos antitrombóticos: aumento do risco de sangramento.
II) Fármacos antidiabéticos: aumento do risco para hipoglicemia.
III) Metoprolol: aumento do tempo de meia-vida.
IV) Teofilina: redução do tempo de meia-vida.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Não se aplicam.
Notas adicionais
Feno-grego tem certificação GRAS (Geralmente Reconhecida como Seguro) para alimentos.
A prescrição deste insumo não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por ser entendido como passível de composição em alimentos no Brasil, conforme parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Khodamoradi K, Khosropanah MH, Ayati Z, et al. The Effects of Fenugreek on Cardiometabolic Risk Factors in Adults: A Systematic Review and Meta-analysis. Complement Ther Med. 2020;52:102416.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Disfunção sexual feminina e masculina. Melhora do desempenho físico e mental II
Objetivo: * Certifique-se com a farmácia de manipulação de que se trata de extrato etanólico seco, produzido das partes aéreas da espécie. Redução dos sintomas clínicos da retocolite ulcerativa, incluindo: - Diarreia - Sangramento retal - Dor abdominal Melhora na cicatrização mucosa, com: - Remissão endoscópica em até 28% dos pacientes - Resposta clínica (parcial ou completa) em 76% dos pacientes tratados Eficácia comparável à mesalazina (4.5 g/dia) Redução de marcadores inflamatórios (via inibição de TNF-α, IL-1β, NF-κB) Melhor perfil de tolerabilidade: menos efeitos adversos que mesalazina (13% vs 27%)
Resumo: Andrographis paniculata (extrato seco*, 8 a 10% de andrografolídeo) 400 mg
* Certifique-se com a farmácia de manipulação de que se trata de extrato etanólico seco, produzido das partes aéreas da espécie.
Benefícios esperados
Redução dos sintomas clínicos da retocolite ulcerativa, incluindo:
- Diarreia
- Sangramento retal
- Dor abdominal
Melhora na cicatrização mucosa, com:
- Remissão endoscópica em até 28% dos pacientes
- Resposta clínica (parcial ou completa) em 76% dos pacientes tratados
Eficácia comparável à mesalazina (4.5 g/dia)
Redução de marcadores inflamatórios (via inibição de TNF-α, IL-1β, NF-κB)
Melhor perfil de tolerabilidade: menos efeitos adversos que mesalazina (13% vs 27%)
Segurança
Segurança bem estabelecida por até 12 semanas. Na dose de 340mg, considerado seguro por até 1 ano.
Possivelmente seguro para idosos. Considerado seguro em crianças de 3 a 15 anos de idade, em doses de 48mg por até 1 mês. Possivelmente não seguro em gestantes. Sem informações para lactantes.
Efeitos adversos: Desconforto abdominal, alteração do paladar, diarreia, tontura, fadiga, dor de cabeça, náusea e vômitos, prurido, erupção cutânea e urticária.
Interações medicamentosas
Moderadas:
I) Antitrombóticos: aumento do risco de sangramento.
II) Anti-hipertensivos: aumento do risco de hipotensão.
III) Imunossupressores: redução dos efeitos.
Leves:
I) Aceclofenaco: aumento dos níveis plasmáticos.
II) Celecoxibe: aumento dos níveis plasmáticos.
III) Etoricoxibe: redução da absorção
IV) Glipizida: aumento dos níveis plasmáticos
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções
I) Pessoas com história de doenças autoimunes: O uso de Andrographis paniculata deve ser evitado ou realizado com cautela em pacientes com doenças autoimunes, como esclerose múltipla, lúpus eritematoso sistêmico (LES) e artrite reumatoide, pois há evidências laboratoriais de que o extrato pode exercer efeito imunoestimulante, potencialmente exacerbando a atividade da doença.
II) Pessoas com história de distúrbios hemorrágicos: O extrato de Andrographis paniculata pode inibir a agregação plaquetária, aumentando teoricamente o risco de sangramentos. Deve-se ter cautela em pacientes com distúrbios de coagulação ou em uso de anticoagulantes e antiagregantes plaquetários.
III) Pessoas em período perioperatório: Devido ao seu potencial antiplaquetário e anti-hipertensivo, recomenda-se suspender o uso ao menos 2 semanas antes de procedimentos cirúrgicos eletivos, a fim de evitar complicações hemorrágicas ou hemodinâmicas durante a cirurgia.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, pois drogas vegetais e derivados vegetais de Andrographis paniculata não são passíveis de composição em alimentos no Brasil, assim, não atende o que dispõe o parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Sandborn, W. J., Targan, S. R., Byers, V. S., Rutty, D. A., Mu, H., Zhang, X., and Tang, T. Andrographis paniculata extract (HMPL-004) for active ulcerative colitis. Am J Gastroenterol. 2013;108(1):90-98.
Tang, T., Targan, S. R., Li, Z. S., Xu, C., Byers, V. S., and Sandborn, W. J. Randomised clinical trial: herbal extract HMPL-004 in active ulcerative colitis - a double-blind comparison with sustained release mesalazine. Aliment.Pharmacol Ther 2011;33(2):194-202.
WD · Suplemento livre para prescricao
Doença hepática gordurosa não alcoólica
Objetivo: Redução da gravidade da DHGNA entre 30 a 79% dos pacientes. Redução da deposição de gordura hepática para 0 a 4,5%. Redução dos níveis de enzimas hepáticas, IMC, glicemia, HbA1c, colesterol total, LDL-C e TGC. Aumento dos níveis de HDL.
Resumo: Curcumina 500 mg · Piperina 5 mg
Benefícios esperados
Redução da gravidade da DHGNA entre 30 a 79% dos pacientes.
Redução da deposição de gordura hepática para 0 a 4,5%.
Redução dos níveis de enzimas hepáticas, IMC, glicemia, HbA1c, colesterol total, LDL-C e TGC.
Aumento dos níveis de HDL.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 12 semanas.
Não utilizar em gestantes (risco de efeito emenagogo já observado), lactantes e crianças (falta de evidências).
Efeitos adversos comuns: constipação, dispepsia, diarreia, distensão, refluxo gastroesofágico, náuseas e vômitos.
Interações medicamentosas:
Moderadas: agentes alquilantes e quimioterápicos, anlodipina, atorvastatina, ciclosporina, drogas antitrombóticas, antidiabéticos, drogas hepatotóxicas, sulfasalazina, tacrolimo, talinolol, tamoxifeno, inibidores de topoisomerase I, substratos de CYP1A1, 2B1, 2D6, 3A4, lítio, nevirapina, pentobarbital, substratos da glicoproteína P, pentobarbital, fenitoína, propranolol, rifampicina, teofilina.
Leves: docetaxel, estrógenos, gliburida, norfloxacino, paclitaxel, amoxicilina, carbamazepina, substratos da CYP1A2.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
A prescrição destes compostos bioativos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Referências
Mirhafez SR, Dehabeh M, Hariri M, Farimani AR, Movahedi A, Naderan RD, Jamialahmadi T, Simental-Mendía LE, Sahebkar A. Curcumin and Piperine Combination for the Treatment of Patients with Non-alcoholic Fatty Liver Disease: A Double-Blind Randomized Placebo-Controlled Trial. Adv Exp Med Biol. 2021;1328:11-19.
Mirhafez SR, Farimani AR, Gholami A, Hooshmand E, Tavallaie S, Nobakht M Gh BF. The effect of curcumin with piperine supplementation on pro-oxidant and antioxidant balance in patients with non-alcoholic fatty liver disease: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Drug Metab Pers Ther. 2019 May 30;34(2):/j/dmdi.2019.34.issue-2/dmpt-2018-0040/dmpt-2018-0040.xml.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Dor e inflamação do aparelho locomotor
Objetivo: Redução dos escores de dor, rigidez e função mioarticular em mais de 50% (avaliado por escala WOMAC), em pacientes com osteoartrite.
Resumo: Boswellia serrata (extrato seco, 20% de AKBA*) 100 mg · Curcuma longa (extrato seco, 95% de curcumina) 500 mg · Piper nigrum (extrato seco, 95% de piperina) 5 mg · +1
Benefícios esperados
Redução dos escores de dor, rigidez e função mioarticular em mais de 50% (avaliado por escala WOMAC), em pacientes com osteoartrite.
Segurança
Segurança estabelecida por no máximo 12 semanas de uso.
Fórmula não investigada em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos (ocorrência baixa reportada nos estudos): dor abdominal, diarreia, azia, prurido e náusea.
Interações medicamentosas:
Moderadas: substratos da CYP3A4/1A2/2C19/2C9/2D6, agentes alquilantes e quimioterápicos, anlodipina, atorvastatina, ciclosporina, drogas antitrombóticas, antidiabéticos, drogas hepatotóxicas, sulfasalazina, tacrolimo, talinolol, tamoxifeno, inibidores de topoisomerase I, lítio, nevirapina, pentobarbital, substratos da glicoproteína P, pentobarbital, fenitoína, propranolol, rifampicina, teofilina. Losartano, nifedipino, femprocumona.
Leves: drogas antidiabéticas, bloqueadores do canal de cálcio, ciclosporina, metronidazol. Docetaxel, estrógenos, gliburida, norfloxacino, paclitaxel, amoxicilina, carbamazepina.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
Cada componente desta fórmula foi avaliado individualmente por estudos clínicos randomizados em monoterapia, apresentando resultados leves a moderados quanto à diminuição da dor, rigidez e função mioarticular. A elaboração deste fitoterápico composto está baseada na busca da potencialização da resposta clínica a partir da sinergia farmacológica de compostos bioativos que atuam por mecanismos de ação distintos, como proposto por Bone & Mills (2012) e Saad e cols. (2021).
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por ser derivado vegetal de planta medicinal, sem alegação de uso alimentício, conforme parágrafo 1º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Yu G, Xiang W, Zhang T, Zeng L, Yang K, Li J. Effectiveness of Boswellia and Boswellia extract for osteoarthritis patients: a systematic review and meta-analysis. BMC Complement Med Ther. 2020;20(1):225.
Wang Z, Singh A, Jones G, et al. Efficacy and safety of turmeric extracts for the treatment of knee osteoarthritis: a systematic review and meta-analysis of randomised controlled trials. Curr Rheumatol Rep 2021 Jan 28;23(2):11.
Bartels EM, Folmer VN, Bliddal H, et al. Efficacy and safety of ginger in osteoarthritis patients: a meta-analysis of randomized placebo-controlled trials. Osteoarthritis Cartilage. 2015;23(1):13-21.
WD · Fitoterapico livre para prescricao
Estados de ansiedade e insônia | Passiflora + Matricaria
Objetivo: Redução da pontuação de ansiedades em pelo menos 50% (avaliados por instrumentos psicométricos). Melhora da insônia relacionada à ansiedade (latência, duração e qualidade).
Resumo: Passiflora incarnata 600 mg · Matricaria recutita 250 mg
Benefícios esperados
Redução da pontuação de ansiedades em pelo menos 50% (avaliados por instrumentos psicométricos).
Melhora da insônia relacionada à ansiedade (latência, duração e qualidade).
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 6 meses.
Gestantes, lactantes e crianças: possivelmente não seguro.
Efeitos adversos: Reações alérgicas e irritação. Sonolência.
Interações medicamentosas:
Moderadas: Benzodiazepínicos/depressores do SNC, drogas contraceptivas/estrogênios, Substratos da CYP2D6/2C9/3A4, tamoxifeno, varfarina, anti-hipertensivos.
Leves: Substratos da CYP1A2
Contraindicações: Pessoas que apresentam hipersensibilidade aos componentes da formulação.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por serem entendidos como insumos passíveis de composição em alimentos no Brasil, conforme parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Mao JJ, Li QS, Soeller I, Rockwell K, Xie SX, Amsterdam JD. Long-Term Chamomile Therapy of Generalized Anxiety Disorder: A Study Protocol for a Randomized, Double-Blind, Placebo- Controlled Trial. J Clin Trials. 2014 Nov;4(5):188.
Mao JJ, Xie SX, Keefe JR, Soeller I, Li QS, Amsterdam JD. Long-term chamomile (Matricaria chamomilla L.) treatment for generalized anxiety disorder: A randomized clinical trial. Phytomedicine. 2016 Dec 15;23(14):1735-1742.
Janda K, Wojtkowska K, Jakubczyk K, Antoniewicz J, Skonieczna-Żydecka K. Passiflora incarnata in Neuropsychiatric Disorders-A Systematic Review. Nutrients. 2020 Dec 19;12(12):3894.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Estados de ansiedade e insônia | Valeriana officinali
Objetivo: Redução da pontuação de ansiedades em pelo menos 50% (avaliados por instrumentos psicométricos) Melhora da insônia relacionada à ansiedade (latência, duração e qualidade).
Resumo: Valeriana officinalis 250 mg · Humulus lupulus 60 mg
Benefícios esperados
Redução da pontuação de ansiedades em pelo menos 50% (avaliados por instrumentos psicométricos)
Melhora da insônia relacionada à ansiedade (latência, duração e qualidade).
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 8 semanas.
Gestantes, lactantes e crianças: possivelmente não seguro.
Efeitos adversos: tontura, indisposição gastrintestinal, alergias de contato, dor de cabeça e midríase. No uso crônico, pode ocorrer síndrome de abstinência com a retirada abrupta
Interações medicamentosas:
Moderadas: Drogas depressoras do SNC (moderado). Substratos da CYP3A4 (moderado). Substratos de glicuronidases.
Contraindicações: Pessoas que apresentam hipersensibilidade aos componentes da formulação. Uso antes de dirigir ou operar máquinas.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por serem derivados vegetais de planta não alimentícia, conforme o artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
A espécie Valeriana officinalis possui monografia no Formulário Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira (2ª edição, 2021) e, pelo reconhecimento do seu uso tradicional, pode ser prescrita por nutricionistas habilitados em prescrição de fitoterápicos.
Em decorrência do forte sabor e desagradável do extrato das raízes de Valeriana officinalis, recomenda-se sua prescrição apenas na forma farmacêutica de cápsulas.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Shinjyo N, Waddell G, Green J. Valerian Root in Treating Sleep Problems and Associated Disorders-A Systematic Review and Meta-Analysis. J Evid Based Integr Med. 2020 Jan-Dec;25:2515690X20967323.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Estados de fadiga física e mental
Objetivo: Redução de pelo menos 50% da Escala de Avaliação de Fadiga (FAS-BR), tanto para indicadores de fadiga física como para fadiga mental. Melhora do desempenho e da recuperação pós-exercício, para treinamento de endurance e de resistência.
Resumo: Rhodiola rosea (extrato seco, 3% de salidrosídeos) 400 mg · Withania somnifera (extrato seco, 3% de witanolídeos) 300 mg · Panax ginseng (extrato seco, 27% de ginsenosídeos) 60 mg
Benefícios esperados
Redução de pelo menos 50% da Escala de Avaliação de Fadiga (FAS-BR), tanto para indicadores de fadiga física como para fadiga mental.
Melhora do desempenho e da recuperação pós-exercício, para treinamento de endurance e de resistência.
Segurança
Segurança estabelecida por no máximo 6 meses de uso.
Fórmula não investigada em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos comuns: tonturas, aumento ou diminuição da produção de saliva.
Interações medicamentosas:
Moderadas: Substratos da CYP2C9/2D6. Anti-hipertensivos. Substratos da glicoproteína-P. Imunossupressores. Antitrombóticos. Estrógenos. Furosemida. Imatinibe. Insulina e antidiabéticos orais. Midazolam. Inibidores da MAO. Antiarrítmicos. Raltegravir. Drogas estimulantes. Depressores do SNC. Hormônios tireoideanos.
Leves: Lopinavir/ritonavir. substratos da CYP3A4/1A1/1A2.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
Cada componente desta fórmula foi avaliado individualmente por estudos clínicos randomizados em monoterapia, apresentando resultados leves a moderados quanto à melhora do desempenho físico e mental. A elaboração deste fitoterápico composto está baseada na busca da potencialização da resposta clínica a partir da sinergia farmacológica de compostos bioativos que atuam por mecanismos de ação distintos, como proposto por Bone & Mills (2012) e Saad e cols. (2021).
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por serem derivados vegetais, conforme parágrafo 1º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Ballmann CG, Maze SB, Wells AC, Marshall MM, Rogers RR. Effects of short-term Rhodiola rosea (Golden Root Extract) supplementation on anaerobic exercise performance. J Sports Sci. 2019;37(9):998-1003.
Kim JW, Han SW, Cho JY, et al. Korean red ginseng for cancer-related fatigue in colorectal cancer patients with chemotherapy: A randomised phase III trial. Eur J Cancer. 2020;130:51-62
Salve J, Pate S, Debnath K, Langade D. Adaptogenic and anxiolytic effects of ashwagandha root extract in healthy adults: A double-blind, randomized, placebo-controlled clinical study. Cureus. 2019;11(12):e6466
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Estados de inapetência
Objetivo: Recuperação do apetite em estados agudos de inapetência;
Resumo: Arctium lappa (raiz seca) 10 g · Álcool etílico 45% qsp 100 mL
Benefícios esperados
Recuperação do apetite em estados agudos de inapetência;
Segurança
Não foram encontrados dados descritos na literatura consultada sobre o tempo máximo de utilização acima de 14 dias. Se optar por prescrever por mais de 14 dias, é necessário monitorização terapêutica de segurança.
Gestantes, lactantes e crianças (
Efeitos adversos: hipersensibilidade (rara). Febre, disúria, cólica e hematúria.
Interações medicamentosas:
Moderadas: diuréticos; insulina
Contraindicações: hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula. Gestantes, lactantes e crianças com menos de 18 anos de idade. Etilistas. Diabéticos.
Notas adicionais:
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por se tratar de derivado vegetal de planta não alimentícia, conforme o artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências:
ANVISA. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Formulário Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira, 2ª Ed. Brasília, 2021.
WD · Suplemento livre para prescricao
Estratégia nutricional adjuvante para melhora da função cognitiva global em indivíduos com Comprometimento Cognitivo Leve (CCL) e/ou Doença de Alzheimer, como complemento ao manejo clínico multidisciplinar
Objetivo: Melhora global da função cognitiva, avaliada por escalas neuropsicológicas padronizadas (MMSE, MoCA, ADAS-Cog), especialmente atenção e memória. SMD = 0,57; IC95% 0,19–0,94; p = 0,003. Maior probabilidade de resposta cognitiva quando utilizados por 12 semanas ou mais (SMD = 0,73; IC95% 0,30–1,16; p = 0,0009) e em doses elevadas (> 1 10⁹ UFC) de probióticos (SMD = 0,93; IC95% 0,36–1,49; p Obs.: A revisão sistemática de ensaios clínicos controlados mostrou que o uso de probióticos esteve associado a melhora da função cognitiva em pessoas com comprometimento cognitivo leve e doença de Alzheimer, quando comparado ao placebo. Essa melhora foi consistente, porém moderada, traduzindo-se em diferenças observáveis em testes cognitivos padronizados, sem caracterizar um efeito curativo ou modificador da doença. Os melhores resultados foram observados quando os probióticos foram utilizados por pelo menos 12 semanas e em doses mais elevadas, sugerindo que tempo de uso e dose são determinantes importantes da resposta clínica. Apesar dos resultados positivos, há variação entre os estudos, o que indica que os benefícios podem diferir entre indivíduos. Assim, os probióticos devem ser considerados uma estratégia adjuvante, integrada ao manejo clínico global, e não como substitutos das terapias convencionais.
Resumo: Lactobacillus acidophilus 1 × 10⁹ UFC · Bifidobacterium longum 1 × 10⁹ UFC · Lactiplantibacillus plantarum 1 × 10⁹ UFC
Benefícios esperados
Melhora global da função cognitiva, avaliada por escalas neuropsicológicas padronizadas (MMSE, MoCA, ADAS-Cog), especialmente atenção e memória. SMD = 0,57; IC95% 0,19–0,94; p = 0,003.
Maior probabilidade de resposta cognitiva quando utilizados por 12 semanas ou mais (SMD = 0,73; IC95% 0,30–1,16; p = 0,0009) e em doses elevadas (> 1 10⁹ UFC) de probióticos (SMD = 0,93; IC95% 0,36–1,49; p
Obs.: A revisão sistemática de ensaios clínicos controlados mostrou que o uso de probióticos esteve associado a melhora da função cognitiva em pessoas com comprometimento cognitivo leve e doença de Alzheimer, quando comparado ao placebo. Essa melhora foi consistente, porém moderada, traduzindo-se em diferenças observáveis em testes cognitivos padronizados, sem caracterizar um efeito curativo ou modificador da doença. Os melhores resultados foram observados quando os probióticos foram utilizados por pelo menos 12 semanas e em doses mais elevadas, sugerindo que tempo de uso e dose são determinantes importantes da resposta clínica. Apesar dos resultados positivos, há variação entre os estudos, o que indica que os benefícios podem diferir entre indivíduos. Assim, os probióticos devem ser considerados uma estratégia adjuvante, integrada ao manejo clínico global, e não como substitutos das terapias convencionais.
Segurança
O consumo de probióticos é considerado seguro no longo prazo.
Possivelmente seguro em pessoas idosas, gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos (comuns e leves): flatulência, distensão abdominal, alteração transitória do hábito intestinal.
Interações medicamentosas:
Moderadas: antibióticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Uso em indivíduos com imunossupressão grave, doença crítica, cateter venoso central ou valvulopatias significativas deve ocorrer apenas com avaliação e acompanhamento médico.
Precauções:
I) Esta fórmula deve ser utilizada exclusivamente como estratégia adjuvante, não substituindo terapias farmacológicas, intervenções cognitivas, manejo de comorbidades, atividade física, sono adequado ou outras estratégias não farmacológicas.
II) Os benefícios observados são funcionais, sem evidências de impacto sobre a progressão estrutural ou neuropatológica da doença.
III) O uso deve ser individualizado, considerando estágio da doença, polifarmácia, estado nutricional e acompanhamento multiprofissional.
Notas adicionais
A escolha de uma formulação multicepas dos gêneros Lactobacillus e Bifidobacterium baseia-se nos padrões observados nos ensaios clínicos incluídos na meta-análise, sem atribuição de superioridade a cepas específicas. A literatura atual sugere que, para essa indicação, a dose total e duração da intervenção são determinantes mais relevantes do que a cepa isolada.
Os efeitos dos probióticos sobre a cognição são atribuídos à modulação do eixo intestino–cérebro, envolvendo redução de inflamação sistêmica e neuroinflamação, melhora da integridade da barreira intestinal, modulação de metabólitos neuroativos (SCFAs, triptofano, neurotransmissores) e possível influência sobre fatores neurotróficos e estresse oxidativo.
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Peng TR, Lin HH, Tseng TL, Wu TW. Effectiveness of probiotic supplements on cognitive function in mild cognitive impairment and Alzheimer's disease: A meta-analysis of randomized controlled trials. Gen Hosp Psychiatry. 2025 Nov-Dec;97:284-293. doi: 10.1016/j.genhosppsych.2025.11.004. Epub 2025 Nov 11. PMID: 41237466.
Liu N, Yang D, Sun J, Li Y. Probiotic supplements are effective in people with cognitive impairment: a meta-analysis of randomized controlled trials. Nutr Rev. 2023 Aug 10;81(9):1091-1104. doi: 10.1093/nutrit/nuac113. PMID: 36629438.
WD · Suplemento livre para prescricao
Estratégia nutricional adjuvante para melhora de força muscular e desempenho funcional em indivíduos com Distrofia Muscular de Duchenne (DMD), como complemento ao manejo clínico multidisciplinar
Objetivo: * A suplementação de cálcio deve ser considerada em caso de redução do consumo de alimentos fontes de cálcio ou se houver ingestão diária inferior à RDA. A suplementação de vitamina D3 está indicada se as concentrações séricas de 25-(OH)-Vitamina D forem inferiores a 30 ng/mL. Visando melhorar adesão ao tratamento, a creatina pode ser associada ao cálcio e à vitamina D3 na mesma fórmula. Força muscular: Em distrofias musculares, a creatina melhora a força em testes quantitativos, com aumento médio de ~8–9% (MVC) vs placebo. Em DMD, houve melhora no teste manual (MMT) com escore ajustado 6,2 vs 5,8 no placebo. Desempenho funcional: Em DMD (6 meses), houve menor deterioração/melhora relativa do tempo para subir 4 degraus (−3,4 s) e percorrer 10 m (−1,0 s) vs placebo. Percepção global (paciente/cuidador): Em distrofias musculares, “relatar melhora” foi mais frequente com creatina (RR 4,51), estimando 442/1000 vs 98/1000 no placebo. Energia muscular: Em DMD, a razão PCr/Pi foi maior com creatina (4,7 vs 3,3), sugerindo melhora da bioenergética muscular. Obs.: Os benefícios observados são funcionais, sem evidência de modificação da base genética ou estrutural da doença.
Resumo: Creatina monoidratada 5 g · Cálcio (quelado)* 500 mg · Vitamina D3* 2.000 UI
* A suplementação de cálcio deve ser considerada em caso de redução do consumo de alimentos fontes de cálcio ou se houver ingestão diária inferior à RDA. A suplementação de vitamina D3 está indicada se as concentrações séricas de 25-(OH)-Vitamina D forem inferiores a 30 ng/mL. Visando melhorar adesão ao tratamento, a creatina pode ser associada ao cálcio e à vitamina D3 na mesma fórmula.
Benefícios esperados
Força muscular: Em distrofias musculares, a creatina melhora a força em testes quantitativos, com aumento médio de ~8–9% (MVC) vs placebo. Em DMD, houve melhora no teste manual (MMT) com escore ajustado 6,2 vs 5,8 no placebo.
Desempenho funcional: Em DMD (6 meses), houve menor deterioração/melhora relativa do tempo para subir 4 degraus (−3,4 s) e percorrer 10 m (−1,0 s) vs placebo.
Percepção global (paciente/cuidador): Em distrofias musculares, “relatar melhora” foi mais frequente com creatina (RR 4,51), estimando 442/1000 vs 98/1000 no placebo.
Energia muscular: Em DMD, a razão PCr/Pi foi maior com creatina (4,7 vs 3,3), sugerindo melhora da bioenergética muscular.
Obs.: Os benefícios observados são funcionais, sem evidência de modificação da base genética ou estrutural da doença.
Segurança
Segurança considerada bem estabelecida em estudos clínicos de curto a médio prazo (até 6 meses) em populações pediátricas com DMD.
Possivelmente segura quando utilizada nas doses estudadas.
Efeitos adversos (incomuns): desconforto gastrointestinal leve, náuseas ou distensão abdominal.
Interações medicamentosas:
- Creatina: Não estabelecidas para a creatina até o momento.
- Cálcio:
Graves:
I) Dolutegravir / elvitegravir: redução significativa da absorção e de níveis plasmáticos.
Moderadas:
I) Bisfosfonatos: Redução da absorção oral.
II) Levotiroxina: Redução da absorção e da eficácia terapêutica.
III) Quinolonas e tetraciclinas: Formação de quelatos e redução da absorção.
IV) Raltegravir: Redução dos níveis plasmáticos.
V) Sotalol: Redução da absorção oral.
VI) Digoxina: Aumento do risco de arritmias em contexto de hipercalcemia.
VII) Diltiazem / Verapamil: Possível redução da eficácia antiarrítmica.
VIII) Diuréticos tiazídicos: Aumento do risco de hipercalcemia e disfunção renal.
IX) Lítio: Potencial aumento do risco de hipercalcemia.
X) Calcipotrieno: Efeito aditivo sobre o cálcio sérico.
Leves:
I) Bloqueadores dos canais de cálcio (uso oral).
II) Interação clinicamente pouco relevante com cálcio oral.
III) Alumínio (dependente da forma de cálcio): Citrato de cálcio pode aumentar a absorção de alumínio; outras formas não.
- Vitamina D:
Graves:
I) Digoxina: risco de arritmias em caso de indução de hipercalcemia.
Moderadas:
I) Calcipotrieno: Risco aumentado de hipercalcemia por efeito aditivo.
II) Diltiazem: A hipercalcemia pode reduzir o efeito antiarrítmico.
III) Verapamil: Redução potencial da eficácia terapêutica em contexto de hipercalcemia.
IV) Diuréticos tiazídicos: Aumento do risco de hipercalcemia, especialmente em doses elevadas de vitamina D.
V) Atorvastatina: Possível redução da absorção da estatina.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Doença renal prévia não controlada e sem acompanhamento clínico.
Precauções
- Esta fórmula deve ser utilizada exclusivamente como estratégia adjuvante, não substituindo terapias farmacológicas, fisioterapêuticas ou outras intervenções padrão no manejo da Distrofia Muscular de Duchenne.
- Monitoramento clínico recomendado em uso prolongado, especialmente:
I) Hidratação adequada.
II) Função renal, em pacientes com comorbidades ou risco aumentado.
- Até o presente momento, não há evidências de impacto sobre a progressão genética, estrutural ou histopatológica da doença, sendo seus efeitos restritos à função muscular e desempenho físico.
- O uso deve ser individualizado, considerando idade, estágio funcional da doença, estado nutricional e acompanhamento multiprofissional.
Notas adicionais
A creatina exerce seus efeitos por meio dos seguintes mecanismos fisiológicos: aumento do pool intramuscular de fosfocreatina, favorecendo a rápida ressíntese de ATP durante esforços repetidos; melhora da eficiência energética muscular, especialmente em fibras com comprometimento estrutural parcial; efeito osmótico celular, podendo contribuir para manutenção do volume e da função muscular residual; potencial efeito citoprotetor indireto, associado à melhora do metabolismo energético em fibras distróficas viáveis.
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Tarnopolsky MA, Martin J, Jankowski E. Creatine monohydrate increases strength in patients with neuromuscular disease. Neurology. 1999;52(4):854–857.
Escolar DM, Buyse G, Henricson E, et al. CINRG randomized controlled trial of creatine and glutamine in Duchenne muscular dystrophy. Ann Neurol. 2005;58(1):151–155.
Banerjee B, Sharma U, Balasubramanian K, Kalaivani M, Kalra V. Effect of creatine supplementation in Duchenne muscular dystrophy: results of a randomized placebo-controlled clinical trial. Clin Nutr. 2010;29(4):447–451.
Kley RA, Vorgerd M, Tarnopolsky MA. Creatine for treating muscle disorders. Cochrane Database Syst Rev. 2013;(6):CD004760.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Expectorante e antitussígeno
Objetivo: Seu uso tradicional é reconhecido como tratamento como auxiliar no alívio da tosse produtiva associada ao resfriado comum.
Resumo: Eucalyptus globulus(extrato fluido* da folha) 10 mL
Benefícios esperados
Seu uso tradicional é reconhecido como tratamento como auxiliar no alívio da tosse produtiva associada ao resfriado comum.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 14 dias.
Gestantes, lactantes e crianças: possivelmente não seguro.
Efeitos adversos: diarreia, náusea, vômito.
Interações medicamentosas:
Moderadas: anfetaminas, antidiabéticos, substratos do CYP1A2/2C9/2C19/3A4, fenobarbital
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Pessoas que apresentam hipersensibilidade aos componentes da formulação. Crianças com menos de 30 meses podem apresentar laringoespasmo devido à presença de 1,8-cineol. Gestantes, lactantes e crianças menores de 12 anos. Pessoas com história anterior ou atual de convulsões, inflamação do aparelho digestivo, disfunções da vesícula biliar ou insuficiência hepática e hipotensão.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por serem derivados vegetais de planta não alimentícia, conforme o artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
ANVISA. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Formulário Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira, 2ª Ed. Brasília, 2021.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Expectorante e broncodilatador
Objetivo: Redução dos sintomas associados à tosse produtiva, promovendo o relaxamento da musculatura lisa dos brônquios, auxiliando na eliminação das secreções brônquicas.
Resumo: Mikania glomerata (tintura da folha; álcool etílico a 70%) 10%
Benefícios esperados:
Redução dos sintomas associados à tosse produtiva, promovendo o relaxamento da musculatura lisa dos brônquios, auxiliando na eliminação das secreções brônquicas.
Segurança:
Segurança estabelecida por uso tradicional reconhecido, com uso por até 15 dias continuamente.
Possivelmente seguro em pessoas idosas. Sem informações de uso por crianças, gestantes e lactantes.
Efeitos adversos: em uso prolongado, pode haver aumento da pressão arterial, vômitos, diarreia, taquicardia.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
Fármacos anticoagulantes e antiplaquetários: aumento de efeito.
Drogas depressoras: aumento de efeito.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Crianças, gestantes e lactantes.
Precauções: Uso combinado com fármacos anticoagulantes ou antiplaquetários.
Notas adicionais:
A prescrição desta fórmula requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, pois drogas vegetais e derivados vegetais de Mikania glomerata não são passíveis de composição em alimentos no Brasil, assim, não atende o que dispõe o parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Esta fórmula está baseada no uso tradicional reconhecido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a partir do Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Em caso de dúvidas sobre procedimento de preparo por parte da farmácia de manipulação, orientamos encaminhar essa informação para que se proceda com a correta farmacotécnica.
Referência:
ANVISA. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Formulário Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira, 2ª Ed. Brasília, 2021.
WD · Suplemento livre para prescricao
Fibromialgia
Objetivo: Melhora da dor em 24% a 56% Melhora da fadiga em 22% a 47% Melhora de distúrbios do sono em 33% Melhora do cansaço matinal em 56 % Melhora dos tender points em 44%
Resumo: Coenzima Q10 150 mg · Coenzima Q10 150 mg / 10 gotas
Benefícios esperados
Melhora da dor em 24% a 56%
Melhora da fadiga em 22% a 47%
Melhora de distúrbios do sono em 33%
Melhora do cansaço matinal em 56 %
Melhora dos tender points em 44%
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 5 anos.
Em crianças: provavelmente seguro em doses de 1-10 mg/kg por até 9 meses.
Em gestantes: provavelmente seguro em doses de 100 mg, 2 vezes ao dia, iniciando na 20ª semana até o parto.
Em lactantes: não utilizar (falta de evidências de segurança).
Efeitos adversos (
Interações medicamentosas:
Moderadas: varfarina e agentes alquilantes (quimioterápicos).
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
A prescrição destes compostos bioativos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
De acordo com os estudos clínicos, a dose pode ser aumentada para até 200 mg, 2 vezes ao dia. Estes estudos foram conduzidos por 40 a 90 dias, mas é razoável o uso por pelo menos 1 ano, caso a terapia seja efetiva.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Cordero MD, Alcocer-Gómez E, de Miguel M, et al. Can coenzyme Q10 improve clinical and molecular parameters in fibromyalgia? Antioxid Redox Signal. 2013;19(12):1356-61.
Alcocer-Gomez E, Culic O, Navarro-Pando JM, Sanchez-Alcazar JA, Bullon P. Effect of coenzyme Q10 on psychopathological symptoms in fibromyalgia patients. CNS Neurosci Ther. 2017 Feb;23(2):188-189.
Di Pierro F, Rossi A, Consensi A, Giacomelli C, Bazzichi L. Role for a water-soluble form of CoQ10 in female subjects affected by fibromyalgia. A preliminary study. Clin Exp Rhuematol. 2017 May-Jun;35 Suppl 105(3):20-27.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Fórmula fitoterápica antiulcerosa
Objetivo: Como gastroprotetor e anti-inflamatório: redução de sintomas de azia, gastrites e quadros dispépticos.
Resumo: Casearia sylvestris ([guaçatonga], tintura da folha) 60 mL
Benefícios esperados
Como gastroprotetor e anti-inflamatório: redução de sintomas de azia, gastrites e quadros dispépticos.
Segurança
Segurança estabelecida por uso tradicional.
Fórmula não investigada em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: não relatados.
Interações medicamentosas:
Moderadas: anticoagulantes/antiagregantes plaquetários.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por ser derivado vegetal de planta medicinal, sem alegação de uso alimentício, conforme parágrafo 1º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
PANIZZA, S. T; VEIGA, R. S; ALMEIDA, M. C. Uso tradicional de plantas medicinais e fitoterápicos. Conselho Brasileiro de Fitoterapia, 2012.
WD · Suplemento livre para prescricao
Fórmula pré-treino
Objetivo: Melhora do desempenho de treinamento de resistência ou de endurance.
Resumo: Creatina 5,0 g · Cafeína 300 mg · L-citrulina(malato) 3,0 g · +1
Benefícios esperados:
Melhora do desempenho de treinamento de resistência ou de endurance.
Segurança:
Segurança estabelecida por no máximo 12 meses de uso (EGCG).
Fórmula não investigada em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos comuns: distensão abdominal, constipação, diarreia, dispepsia, flatulência, irritação gástrica, náusea, ansiedade, dependência com uso crônico, diurese, desidratação, cãibras musculares, retenção hídrica, cefaleia, insônia, tremores musculares e inquietação.
Interações medicamentosas:
Grave: Efedrina.
Moderadas: Adenosina. Antitrombóticos. Agonistas beta-adrenérgicos. Carbamazepina. Cimetidina. Dipiridamol. Dissulfiram. Diuréticos. Estrógenos. Etosuximida. Felbamato. Fenilpropanolamina. Fenitoína. Fenobarbital. Flutamida. Fluvoxamina. Inibidores da MAO. Lítio. Nicotina. Pentobarbital. Quinolonas. Riluzol. Drogas estimulantes. Valproato. Verapamil. Drogas depressoras do SNC. Drogas anti-hipertensivas. Inibidores da fosfodiesterase-5.
Leves: Álcool. Drogas antidiabéticas. Contraceptivos. Inibidores da CYP1A2. Fluconazol. Metoxaleno. Mexiletina. Fenotiazina. Terbinafina. Tiagabina. Ticlopidina.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
A elaboração desta fórmula está baseada na busca da potencialização da resposta clínica a partir da sinergia farmacológica de compostos bioativos que atuam por mecanismos de ação distintos, como proposto por Bone & Mills (2012) e Saad e cols. (2021).
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
A prescrição destes insumos não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por serem constituintes autorizados para uso em suplementos alimentares, conforme parágrafo 2º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
É recomendado realizar dose de ataque de creatina por 7 dias (20 a 30 g/dia), para saturação dos estoques corporais.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Grgic J, Diaz-Lara FJ, Coso JD, et al. The Effects of Caffeine Ingestion on Measures of Rowing Performance: A Systematic Review and Meta-Analysis. Nutrients. 2020;12(2):434.
Rhim HC, Kim SJ, Park J, Jang KM. Effect of citrulline on post-exercise rating of perceived exertion, muscle soreness, and blood lactate levels: A systematic review and meta-analysis. J Sport Health Sci. 2020;9(6):553-561.
Kerksick CM, Wilborn CD, Roberts MD, et al. ISSN exercise & sports nutrition review update: research & recommendations. J Int Soc Sports Nutr. 2018;15(1):38.
d'Unienville NMA, Blake HT, Coates AM, Hill AM, Nelson MJ, Buckley JD. Effect of food sources of nitrate, polyphenols, L-arginine and L-citrulline on endurance exercise performance: a systematic review and meta-analysis of randomised controlled trials. J Int Soc Sports Nutr. 2021 Dec 29;18(1):76.
WD · Suplemento livre para prescricao
Fortalecimento de fio capilar e de unhas
Objetivo: Melhora de propriedades mecânicas da pele. Diminuição do gradiente elástico. Melhora da carga de ruptura. Melhora da carga-elongação. Melhora da hidratação cutânea. Redução da fragilidade de unhas e cabelos.
Resumo: Silício (como ácido ortossilícico estabilizado em colina) 10 mg
Benefícios esperados
Melhora de propriedades mecânicas da pele.
Diminuição do gradiente elástico.
Melhora da carga de ruptura.
Melhora da carga-elongação.
Melhora da hidratação cutânea.
Redução da fragilidade de unhas e cabelos.
Segurança
Segurança bem estabelecida de uso crônico em doses de 10 mg de silício elementar, na forma química estabilizada em colina, por 20 semanas.
Estima-se que o consumo alimentar de silício seja de 20 a 50 mg/dia.
Possivelmente seguro em pessoas idosas. Sem dados em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: não relatados nos estudos.
Interações medicamentosas: Não relatadas na literatura.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Pessoas submetidas à gastrectomia podem apresentar redução de níveis plasmáticos de silício.
Notas adicionais
A prescrição deste insumo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Boqué N, Valls RM, Pedret A, Puiggrós F, Arola L, Solà R. Relative absorption of silicon from different formulations of dietary supplements: a pilot randomized, double-blind, crossover post-prandial study. Sci Rep 2021;11(1):16479.
Tatara MR, Krupski W, Szpetnar M, Dabrowski A, Bury P, Szabelska A, et al. Effects of total gastrectomy on plasma silicon and amino acid concentrations in men. Abstract. Exp Biol Med (Maywood). 2015;240(12):1557-63.
Barel, A., Calomme, M., Timchenko, A., De, Paepe K., Demeester, N., Rogiers, V., Clarys, P., and Vanden Berghe, D. Effect of oral intake of choline-stabilized orthosilicic acid on skin, nails and hair in women with photodamaged skin. Arch Dermatol.Res 2005;297(4):147-153
Wickett RR, Kossmann E, Barel A, Demeester N, Clarys P, Vanden Berghe D, Calomme M. Effect of oral intake of choline-stabilized orthosilicic acid on hair tensile strength and morphology in women with fine hair. Arch Dermatol Res. 2007 Dec;299(10):499-505. doi: 10.1007/s00403-007-0796-z.
WD · Suplemento livre para prescricao
Gerenciamento de peso | Mix de fibras solúveis e insolúveis
Objetivo: Complementação do consumo de fibras em dietas com baixo teor de fibras. Incremento da perda ponderal em 5% associada à mudança de estilo de vida, por manutenção da saciedade periférica e redução da carga glicêmica da refeição. Redução da glicemia de jejum, pós-prandial (14 a 20%), hemoglobina glicada e em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 e pré-diabéticos. Redução da de LDL-colesterol (5 a 15%), colesterol total (3 a 14%) e triglicerídeos em pacientes dislipidêmicos. Indivíduos com quadro episódico de constipação ou diarreia.
Resumo: Psyllium 2,0 g · Pectina 1,0 g · Glucomanan 1,0 g · +1
Benefícios esperados
Complementação do consumo de fibras em dietas com baixo teor de fibras.
Incremento da perda ponderal em 5% associada à mudança de estilo de vida, por manutenção da saciedade periférica e redução da carga glicêmica da refeição.
Redução da glicemia de jejum, pós-prandial (14 a 20%), hemoglobina glicada e em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 e pré-diabéticos.
Redução da de LDL-colesterol (5 a 15%), colesterol total (3 a 14%) e triglicerídeos em pacientes dislipidêmicos.
Indivíduos com quadro episódico de constipação ou diarreia.
Segurança
Segurança bem estabelecida em doses de até 20 g/dia por até 6 meses, quando acompanhado de ingestão adequada de líquidos, para evitar asfixia e obstrução intestinal.
Considerado seguro em crianças, gestantes, lactantes e idosos.
Efeitos adversos comuns: Dor abdominal, constipação, diarreia, dispepsia, flatulência e náusea.
Interações medicamentosas:
Moderadas: carbamazepina, meftormina, lítio, olanzapina.
Leves: etinilestradiol, digoxina
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos. Psyllium é fonte de fibra e constituinte autorizado para uso em suplementos alimentares, conforme parágrafo 2º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021. Pectina e glucomanan são polissacarídeos e com previsão de prescrição na Res. CFN 656/2020 (fibras).
Esta fórmula pode ser manipulada também a granel. Para maiores esclarecimentos, consulte um farmacêutico. Fórmulas a granel (em pote com colher dosadora) tendem a ter menor custo final do que em envelopes, por ter menor tempo e custo de produção.
Esta fórmula contém excipientes que melhoram características sensoriais e estabilidade. Dependendo da farmacotécnica, a farmácia poderá preparar o volume total da dose para 10 g, seja em envelope ou a granel.
O número total de doses deve ser calculado multiplicando a frequência diária de uso pela duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referência
Darooghegi Mofrad M, Mozaffari H, Mousavi SM, Sheikhi A, Milajerdi A. The effects of psyllium supplementation on body weight, body mass index and waist circumference in adults: A systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Crit Rev Food Sci Nutr 2020;60(5):859-72. doi: 10.1080/10408398.2018.1553140.
Jensen CD, Haskell W, Whittam JH. Long-term effects of water-soluble dietary fiber in the management of hypercholesterolemia in healthy men and women. Am J Cardiol 1997;79:34-7.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Gerenciamento do peso
Objetivo: Redução efetiva do peso corporal de 3,0 a 4,0 kg, da circunferência de cintura em torno de 6 cm e da circunferência de quadril entre 3 a 5 cm. Resultados observados nos 3 estudos clínicos em indivíduos com dieta de ~ 2000 kcal/dia (17% PTN, 25% LDP e 58% CHO) e participantes de programa de caminhada de 30 min/dia, com IMC 27-32 kg/m2. Foram também observadas melhorias em variáveis metabólicas. Para maiores detalhes, consulte os estudos clínicos mencionados.
Resumo: Sphaeranthus indica 300 mg · Garcinia mangostana 100 mg
Benefícios esperados
Redução efetiva do peso corporal de 3,0 a 4,0 kg, da circunferência de cintura em torno de 6 cm e da circunferência de quadril entre 3 a 5 cm. Resultados observados nos 3 estudos clínicos em indivíduos com dieta de ~ 2000 kcal/dia (17% PTN, 25% LDP e 58% CHO) e participantes de programa de caminhada de 30 min/dia, com IMC 27-32 kg/m2.
Foram também observadas melhorias em variáveis metabólicas. Para maiores detalhes, consulte os estudos clínicos mencionados.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 16 semanas.
Não utilizar em crianças, gestantes, lactantes e idosos, por falta de evidências de segurança.
Efeitos adversos (ocorrência baixa reportada nos estudos, não diferente do grupo placebo): cefaleia, náusea, irritação gastrintestinal, dores nas costas, pernas, tornozelos e articulações.
Interações medicamentosas:
As interações medicamentosas não foram avaliadas para esta fórmula. As informações abaixo são relativas à avaliação de cada componente.
1) Garcinia mangostana:
Moderadas: antitrombóticos.
Leves: donepezila.
2) Sphaeranthus indicus:
Não foram avaliadas até o presente momento.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
Esta fórmula trata-se de um fitoterápico patenteado conhecido comercialmente por Meratrim®, que consiste de uma mistura do extrato hidroalcoólico dos capítulos florais de Spherantus indicus e do exocarpo de Garcinia mangostana, na razão 3:1.
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por serem derivados vegetais, conforme parágrafo 1º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Kudiganti V, Kodur RR, Kodur SR, Halemane M, Deep DK. Efficacy and tolerability of Meratrim for weight management: a randomized, double-blind, placebo-controlled study in healthy overweight human subjects. Lipids Health Dis. 2016 Aug 24;15(1):136.
Stern JS, Peerson J, Mishra AT, Sadasiva Rao MV, Rajeswari KP. Efficacy and tolerability of a novel herbal formulation for weight management. Obesity (Silver Spring). 2013 May;21(5):921-7.
Stern JS, Peerson J, Mishra AT, Mathukumalli VS, Konda PR. Efficacy and tolerability of an herbal formulation for weight management. J Med Food. 2013 Jun;16(6):529-37.
WD · Suplemento livre para prescricao
Gerenciamento do peso | Suplementação de fibras
Objetivo: Complementação do consumo de fibras em dietas com baixo teor de fibras. Incremento da perda ponderal em 5% associada à mudança de estilo de vida, por manutenção da saciedade periférica e redução da carga glicêmica da refeição. Redução da glicemia de jejum, pós-prandial (14 a 20%), hemoglobina glicada e em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 e pré-diabéticos. Redução de LDL-colesterol (5 a 15%), colesterol total (3 a 14%) e triglicerídeos em pacientes dislipidêmicos. Indivíduos com quadro episódico de constipação ou diarreia.
Resumo: Psyllium 3,5 g · Excipiente q.s.p 5 g · Psyllium 3,5 g · +1
Benefícios esperados:
Complementação do consumo de fibras em dietas com baixo teor de fibras.
Incremento da perda ponderal em 5% associada à mudança de estilo de vida, por manutenção da saciedade periférica e redução da carga glicêmica da refeição.
Redução da glicemia de jejum, pós-prandial (14 a 20%), hemoglobina glicada e em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 e pré-diabéticos.
Redução de LDL-colesterol (5 a 15%), colesterol total (3 a 14%) e triglicerídeos em pacientes dislipidêmicos.
Indivíduos com quadro episódico de constipação ou diarreia.
Segurança:
Segurança bem estabelecida em doses de até 20 g/dia por até 6 meses, quando acompanhado de ingestão adequada de líquidos, para evitar asfixia e obstrução intestinal.
Considerado seguro em crianças, gestantes, lactantes e idosos.
Efeitos adversos comuns: dor abdominal, constipação, diarreia, dispepsia, flatulência e náusea.
Interações medicamentosas:
Moderadas: carbamazepina, metformina, lítio, olanzapina.
Leves: etinilestradiol, digoxina.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais:
A prescrição de psyllium não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por ser constituinte autorizado para uso em suplementos alimentares, conforme parágrafo 2º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
A fórmula a granel (em pote com colher dosadora) tende a ter menor custo final do que em envelopes, por ter menor tempo e custo de produção.
Ambas as fórmulas contêm excipientes para melhorar propriedades organolépticas e estabilidade. Dependendo da farmacotécnica, a farmácia poderá preparar o volume total da dose para 10 g, seja em envelope ou a granel.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referência:
Darooghegi Mofrad M, Mozaffari H, Mousavi SM, Sheikhi A, Milajerdi A. The effects of psyllium supplementation on body weight, body mass index and waist circumference in adults: A systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Crit Rev Food Sci Nutr 2020;60(5):859-72. doi: 10.1080/10408398.2018.1553140.
WD · Suplemento livre para prescricao
Gerenciamento do peso | Termogênese e estimulação
Objetivo: Redução de peso, de gordura corporal e de circunferência de cintura, em atletas e praticantes de atividade física com necessidade de perda de massa adiposa por aumento do gasto energético/termogênese, com efeito estimulante central e periférico e com redução do acúmulo de gordura no tecido adiposo. Os desfechos foram avaliados em monoterapia, e espera-se um incremento de perda de peso > 2,0 kg, acompanhado de outros dos demais desfechos secundários.
Resumo: Galato de epigalocatequina 400 mg · Capsiato 6 mg · Quercetina 125 mg
Benefícios esperados:
Redução de peso, de gordura corporal e de circunferência de cintura, em atletas e praticantes de atividade física com necessidade de perda de massa adiposa por aumento do gasto energético/termogênese, com efeito estimulante central e periférico e com redução do acúmulo de gordura no tecido adiposo.
Os desfechos foram avaliados em monoterapia, e espera-se um incremento de perda de peso > 2,0 kg, acompanhado de outros dos demais desfechos secundários.
Segurança:
Em monoterapia, são considerados seguros por até 12 meses.
Não usar em crianças, gestantes, lactantes, idosos, indivíduos com insuficiência hepática ou renal.
Efeitos adversos comuns: edemas, constipação, diarreia, dispepsia, flatulência, náusea, azia, cefaleia e rinorreia.
Interações medicamentosas: a relação de interações medicamentosas moderadas a grave com esta fórmula é ampla, como fármacos antitrombóticos, agonistas beta-adrenérgicos, quimioterápicos, anticonvulsivantes, drogas hepatotóxicas e drogas estimulantes. Antes de selecionar esta fórmula a um paciente usuário de medicamentos, verifique a ocorrência de interação potencial com a lista de medicamentos em uso (aguda ou cronicamente), qualifique e analise a interação, quanto a potenciais danos ou benefícios. Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais:
Cada componente desta fórmula foi avaliado individualmente por estudos clínicos randomizados em monoterapia, apresentando resultados leves quanto à diminuição da gordura corporal e peso corporal. A elaboração desta fórmula está baseada na busca da potencialização da resposta clínica a partir da sinergia farmacológica de compostos bioativos que atuam por mecanismos de ação distintos, como proposto por Bone & Mills (2012) e Saad e cols. (2021).
Para um melhor aproveitamento biológico das catequinas do extrato de Camellia sinensis, com incremento estimado de biodisponibilidade de 18 a 37%, recomenda-se o uso de fórmula complementar com quercetina (125 mg).
A prescrição destes compostos bioativos está prevista pela Res. CFN 656/2020.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências:
BONE, K., MILLS., S. Principles and Practice of Phytotherapy - Modern Herbal Medicine (e-book). 2nd ed. Churchill Livingstone Elservier, 2013. ISBN: 978-0-443-06992-5.
SAAD, G.A., et al. Fitoterapia contemporânea - tradição e ciência na prática clínica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2021. ISBN: 978-85-227-3750-0.
Lin Y, Shi D, Su B, et al. The effect of green tea supplementation on obesity: A systematic review and dose–response meta-analysis of randomized controlled trials. Phytother Res. 2020;1–12.
Kale A, Gawande S, Kotwal S, Netke S, Roomi W, Ivanov V, Niedzwiecki A, Rath M. Studies on the effects of oral administration of nutrient mixture, quercetin and red onions on the bioavailability of epigallocatechin gallate from green tea extract. Phytother Res. 2010 Jan;24 Suppl 1:S48-55. doi: 10.1002/ptr.2899. Erratum in: Phytother Res. 2010 Apr;24(4):632. PMID: 19585479.
WD · Suplemento livre para prescricao
Gerenciamento do peso | Termogênese e estimulação potencializada
Objetivo: Redução de peso, de gordura corporal e de circunferência de cintura, em atletas e praticantes de atividade física com necessidade de perda de massa adiposa por aumento do gasto energético/termogênese, com efeito estimulante central e periférico e com redução do acúmulo de gordura no tecido adiposo. Os desfechos foram avaliados em monoterapia, e espera-se um incremento de perda de peso > 2,0 kg, acompanhado de outros dos demais desfechos secundários.
Resumo: Galato de epigalocatequina 400 mg · Capsiato 6 mg · Quercetina 125 mg · +1
Benefícios esperados:
Redução de peso, de gordura corporal e de circunferência de cintura, em atletas e praticantes de atividade física com necessidade de perda de massa adiposa por aumento do gasto energético/termogênese, com efeito estimulante central e periférico e com redução do acúmulo de gordura no tecido adiposo.
Os desfechos foram avaliados em monoterapia, e espera-se um incremento de perda de peso > 2,0 kg, acompanhado de outros dos demais desfechos secundários.
Segurança:
Em monoterapia, são considerados seguros por até 12 meses.
Não usar em crianças, gestantes, lactantes, idosos, indivíduos com insuficiência hepática, renal ou doença cardiovascular.
Efeitos adversos comuns: edemas, constipação, diarreia, dispepsia, flatulência, náusea, azia, cefaleia e rinorreia.
Interações medicamentosas: a relação de interações medicamentosas moderadas a grave com esta fórmula é ampla, como fármacos antitrombóticos, agonistas e antagonistas adrenérgicos, quimioterápicos, anticonvulsivantes, drogas hepatotóxicas e drogas estimulantes. Antes de selecionar esta fórmula a um paciente usuário de medicamentos, verifique a ocorrência de interação potencial com a lista de medicamentos em uso (aguda ou cronicamente), qualifique e analise a interação, quanto a potenciais danos ou benefícios. Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais:
Cada componente desta fórmula foi avaliado individualmente por estudos clínicos randomizados em monoterapia, apresentando resultados leves quanto à diminuição da gordura corporal e peso corporal. A elaboração desta fórmula está baseada na busca da potencialização da resposta clínica a partir da sinergia farmacológica de compostos bioativos que atuam por mecanismos de ação distintos, como proposto por Bone & Mills (2012) e Saad e cols. (2021).
Para um melhor aproveitamento biológico das catequinas do extrato de Camellia sinensis, com incremento estimado de biodisponibilidade de 18 a 37%, recomenda-se o uso de fórmula complementar com quercetina (125 mg).
A prescrição destes compostos bioativos está prevista pela Res. CFN 656/2020.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências:
BONE, K., MILLS., S. Principles and Practice of Phytotherapy - Modern Herbal Medicine (e-book). 2nd ed. Churchill Livingstone Elservier, 2013. ISBN: 978-0-443-06992-5.
SAAD, G.A., et al. Fitoterapia contemporânea - tradição e ciência na prática clínica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2021. ISBN: 978-85-227-3750-0.
Lin Y, Shi D, Su B, et al. The effect of green tea supplementation on obesity: A systematic review and dose–response meta-analysis of randomized controlled trials. Phytother Res. 2020;1–12
Kale A, Gawande S, Kotwal S, Netke S, Roomi W, Ivanov V, Niedzwiecki A, Rath M. Studies on the effects of oral administration of nutrient mixture, quercetin and red onions on the bioavailability of epigallocatechin gallate from green tea extract. Phytother Res. 2010 Jan;24 Suppl 1:S48-55. doi: 10.1002/ptr.2899. Erratum in: Phytother Res. 2010 Apr;24(4):632. PMID: 19585479.
WD · Suplemento livre para prescricao
Gestão do peso e do humor
Objetivo: Melhor adesão ao plano alimentar, a partir da redução do consumo de carboidratos refinados e/ou ingestão calórica diária total. Redução de 1,7 a 3,3 kg, durante 6 semanas de uso (resultado influenciado pela existência ou não de restrição calórica).
Resumo: 5-HTP 10%
Benefícios esperados
Melhor adesão ao plano alimentar, a partir da redução do consumo de carboidratos refinados e/ou ingestão calórica diária total.
Redução de 1,7 a 3,3 kg, durante 6 semanas de uso (resultado influenciado pela existência ou não de restrição calórica).
Segurança
Segurança estabelecida por no máximo 12 meses de uso.
Em crianças: seguro, em doses de até 5 mg/kg/dia, por até 3 anos.
Fórmula não investigada em gestantes e lactantes.
Efeitos adversos comuns: dor abdominal, anorexia, tontura, diarreia, sonolência, fadiga, dor de cabeça, insônia, náusea e vômito. A gravidade parece ser dose-dependente.
Interações medicamentosas:
Moderadas: carbidopa. Depressores do SNC. Drogas serotoninérgicas e antiserotoninérgicas.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
A farmácia deve manipular a fórmula utilizando frascos com dosadores com cânulas calibradas e validadas, para garantir uniformidade de dose. Recomenda-se que o prescritor solicite à farmácia os laudos que comprovem esta especificação.
5-hidroxitriptofano é metabólito de aminoácido e sua prescrição por nutricionistas está apoiada na Res. CFN 656/2020.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Cangiano C, Ceci F, Cairella M, et al. Effects of 5-hydroxytryptophan on eating behavior and adherence to dietary prescriptions in obese adult subjects. Adv Exp Med Biol 1991;294:591-3.
Cangiano C, Ceci F, Cancino A, et al. Eating behavior and adherence to dietary prescriptions in obese adult subjects treated with 5-hydroxytryptophan. Am J Clin Nutr 1992;56:863-7.
Ceci F, Cangiano C, Cairella M, et al. The effects of oral 5-hydroxytryptophan administration on feeding behavior in obese adult female subjects. J Neural Transm 1989;76:109-17.
Rothman, R. B. Treatment of obesity with "combination" pharmacotherapy. Am J Ther 2010;17(6):596-603.
U.S. Food and Drug Administration. Orphan drug designations and approvals. Available at: www.accessdata.fda.gov/scripts/opdlisting/oopd/index.cfm (accessed 8/20/2015).
WD · Suplemento livre para prescricao
Hipercolesterolemia
Objetivo: Hipercolesterolemia familiar (desfechos adicionais em dietas específicas para redução de colesterol): 1) Colesterol total: - 12 mg/dL. 2) LDL-Colesterol: - 23 mg/dL Hipercolesterolemia (desfechos adicionais em dietas específicas para redução de colesterol) 1) Colesterol total: - 3% a 8% 2) LDL-Colesterol: - 5% a 15%
Resumo: Fitoesteróis 1000 mg
Benefícios esperados
Hipercolesterolemia familiar (desfechos adicionais em dietas específicas para redução de colesterol):
1) Colesterol total: - 12 mg/dL.
2) LDL-Colesterol: - 23 mg/dL
Hipercolesterolemia (desfechos adicionais em dietas específicas para redução de colesterol)
1) Colesterol total: - 3% a 8%
2) LDL-Colesterol: - 5% a 15%
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 12 meses.
Crianças: possivelmente seguro por até 6 meses.
Gestantes e lactantes: sem informações.
Efeitos adversos: Não observados nos estudos clínicos.
Interações medicamentosas: desconhecidas
Contraindicações: Pessoas que apresentam hipersensibilidade aos componentes da formulação.
Notas adicionais
A prescrição deste composto bioativo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Malhotra A, Shafiq N, Arora A, Singh M, Kumar R, Malhotra S. Dietary interventions (plant sterols, stanols, omega-3 fatty acids, soy protein and dietary fibers) for familial hypercholesterolaemia. Cochrane Database Syst Rev. 2014 Jun 10;6:CD001918.
Musa-Veloso K, Poon TH, Elliot JA, Chung C. A comparison of the LDL-cholesterol lowering efficacy of plant stanols and plant sterols over a continuous dose range: results of a meta-analysis of randomized, placebo-controlled trials. Prostaglandins Leukot Essent Fatty Acids. 2011 Jul;85(1):9-28.
Ras RT, Geleijnse JM, Trautwein EA. LDL-cholesterol-lowering effect of plant sterols and stanols across different dose ranges: a meta-analysis of randomised controlled studies. Br J Nutr. 2014 Jul 28;112(2):214-9.
WD · Suplemento livre para prescricao
Insuficiência cardíaca congestiva. Lesão de isquemia-reperfusão. Mialgia induzida por estatinas
Objetivo: Insuficiência cardíaca congestiva: I) Melhora da capacidade de exercício físico; II) Redução de hospitalizações e mortalidade em cerca de 30%; III) Melhora da qualidade de vida; IV) Redução de sintomas característicos (dispneia, edema periférico, hepatomegalia e insônia. Lesão de isquemia-reperfusão: I) Redução do dano por hipóxia durante a cirurgia. II) Sem efeito sobre função cardíaca ou nos níveis de troponina. Mialgias induzida por estatinas: I) Redução das dores musculares com causa provável por terapia com estatinas (avaliada pela escala SAMS-CI), quando outras medidas adotadas falharem (alternativas posológicas, suplementação de vitamina D, substituição de estatinas para formas mais hidrossolúveis). OBS: Se não houver melhora significativa de mialgias após 30 dias de uso, provavelmente seu benefício é improvável. OBS: As evidências atuais apontam para mais incertezas sobre benefícios em outros sintomas de miopatias induzidas por estatinas, como fadiga, cansaço e fraqueza muscular.
Resumo: Coenzima Q10 50 a 300 mg · Coenzima Q10 50 a 300 mg / 10 gotas
Benefícios esperados
Insuficiência cardíaca congestiva:
I) Melhora da capacidade de exercício físico;
II) Redução de hospitalizações e mortalidade em cerca de 30%;
III) Melhora da qualidade de vida;
IV) Redução de sintomas característicos (dispneia, edema periférico, hepatomegalia e insônia.
Lesão de isquemia-reperfusão:
I) Redução do dano por hipóxia durante a cirurgia.
II) Sem efeito sobre função cardíaca ou nos níveis de troponina.
Mialgias induzida por estatinas:
I) Redução das dores musculares com causa provável por terapia com estatinas (avaliada pela escala SAMS-CI), quando outras medidas adotadas falharem (alternativas posológicas, suplementação de vitamina D, substituição de estatinas para formas mais hidrossolúveis).
OBS: Se não houver melhora significativa de mialgias após 30 dias de uso, provavelmente seu benefício é improvável.
OBS: As evidências atuais apontam para mais incertezas sobre benefícios em outros sintomas de miopatias induzidas por estatinas, como fadiga, cansaço e fraqueza muscular.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 5 anos.
Em crianças: provavelmente seguro em doses de 1-10 mg/kg por até 9 meses.
Em gestantes: provavelmente seguro em doses de 100 mg, 2 vezes ao dia, iniciando na 20ª semana até o parto.
Em lactantes: não utilizar (falta de evidências de segurança).
Efeitos adversos (
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Varfarina: redução de efeito.
II) Agentes alquilantes (quimioterápicos): redução de efeito.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Pessoas com obstrução biliar.
Precauções: Não se aplicam.
Notas adicionais
A prescrição deste composto bioativo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Caso G, Kelly P, McNurlan MA, Lawson WE. Effect of coenzyme Q10 on myopathic symptoms in patients treated with statins. Am J Cardiol 2007;99:1409-12.
Kelly P, Vasu S Getato M McNurlan M Lawson WE. Coenzyme Q10 improves myopathic pain in statin treated patients (abstr). J Am Coll Cardiol 2005;45:3A.
Skarlovnik A, Janic M, Lunder M, Turk M, Sabovic M. Coenzyme Q10 supplementation decreases statin-related mild-to-moderate muscle symptoms: a randomized clinical study. Med Sci Monit. 2014 Nov 6;20:2183-8.
Derosa G, D'Angelo A, Maffioli P. Coenzyme q10 liquid supplementation in dyslipidemic subjects with statin-related clinical symptoms: a double-blind, randomized, placebo-controlled study. Drug Des Devel Ther. 2019 Oct 21;13:3647-3655.
Fedacko J, Pella D, Fedackova P, et al. Coenzyme Q(10) and selenium in statin-associated myopathy treatment. Can J Physiol Pharmacol 2013;91(2):165-70.
Qu H, Guo M, Chai H, Wang WT, Gao ZY, Shi DZ. Effects of Coenzyme Q10 on Statin-Induced Myopathy: An Updated Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials. J Am Heart Assoc. 2018 Oct 2;7(19):e009835.
Rosenson, R.S., Miller, K., Bayliss, M. et al. The Statin-Associated Muscle Symptom Clinical Index (SAMS-CI): Revision for Clinical Use, Content Validation, and Inter-rater Reliability. Cardiovasc Drugs Ther 31, 179–186 (2017).
Molyneux, S. L., Florkowski, C. M., George, P. M., Pilbrow, A. P., Frampton, C. M., Lever, M., and Richards, A. M. Coenzyme Q10: an independent predictor of mortality in chronic heart failure. J Am Coll.Cardiol. 10-28-2008;52(18):1435-1441
Claxton L, Simmonds M, Beresford L, Cubbon R, Dayer M, Gottlieb SS, Hartshorne-Evans N, Kilroy B, Llewellyn A, Rothery C, Sharif S, Tierney JF, Witte KK, Wright K, Stewart LA.
WD · Suplemento livre para prescricao
Intolerância à lactose
Objetivo: Em crianças não lactentes, adultos e idosos: ausência dos sintomas digestivos relacionados à intolerância à lactose.
Resumo: Lactase 5.000 FCC ALU
Benefícios esperados
Em crianças não lactentes, adultos e idosos: ausência dos sintomas digestivos relacionados à intolerância à lactose.
Segurança
Segurança estabelecida em uso contínuo.
Fórmula provavelmente segura em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos (raros): dermatite de contato e outras reações alérgicas.
Interações medicamentosas: desconhecidas
Notas adicionais
A lactase é uma enzima digestiva da família das beta-galactosidases e sua prescrição, que deve ser feita em unidades de atividade enzimática (FCC ALU = unidades de atividade de lactase definida pelo Food Chemicals Codex), não em unidades de massa (mg ou g), está apoiada na Res. CFN 656/2020.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Narang M, Shah D. Oral lactase for infantile colic: a randomized double-blind placebo-controlled trial. BMC Pediatr. 2022 Aug 3;22(1):468. doi: 10.1186/s12887-022-03531-8.
Baijal R, Tandon RK. Effect of lactase on symptoms and hydrogen breath levels in lactose intolerance: A crossover placebo-controlled study. JGH Open 2020;5(1):143-148.
Martindale W. Martindale the Extra Pharmacopoeia. Pharmaceutical Press, 1999.
WD · Suplemento livre para prescricao
Intolerância à lactose em lactentes
Objetivo: Em lactentes acometidos pela intolerância à lactose: 1) Redução do tempo médio de choro e agitação: - 88 min/dia 2) Redução do número médio de cólicas: - 5,6 dias 3) Melhora da satisfação dos pais quanto ao humor, atividade, alerta, conforto e ingestão oral do bebê.
Resumo: Lactase 600 FCC ALU / mL
Benefícios esperados
Em lactentes acometidos pela intolerância à lactose:
1) Redução do tempo médio de choro e agitação: - 88 min/dia
2) Redução do número médio de cólicas: - 5,6 dias
3) Melhora da satisfação dos pais quanto ao humor, atividade, alerta, conforto e ingestão oral do bebê.
Segurança
Segurança estabelecida em uso contínuo.
Fórmula provavelmente segura em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos (raros): dermatite de contato e outras reações alérgicas.
Interações medicamentosas: desconhecidas
Notas adicionais
A lactase é uma enzima digestiva da família das beta-galactosidases e sua prescrição, que deve ser feita em unidades de atividade enzimática (FCC ALU = unidades de atividade de lactase definida pelo Food Chemicals Codex), não em unidades de massa (mg ou g), está apoiada na Res. CFN 656/2020.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
A reação da hidrólise da lactose no leite materno deve acontecer em temperatura ambiente. Inserir o leite com a lactase antes dos 30 minutos de reação, seja na geladeira ou congelador/freezer, da mesma forma como inserir ainda em temperatura elevada (~40ºC) durante o descongelamento, pode reduzir a capacidade de hidrólise.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Narang M, Shah D. Oral lactase for infantile colic: a randomized double-blind placebo-controlled trial. BMC Pediatr. 2022 Aug 3;22(1):468. doi: 10.1186/s12887-022-03531-8.
Baijal R, Tandon RK. Effect of lactase on symptoms and hydrogen breath levels in lactose intolerance: A crossover placebo-controlled study. JGH Open 2020;5(1):143-148.
Martindale W. Martindale the Extra Pharmacopoeia. Pharmaceutical Press, 1999.
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Manejo da colestase associada à doença hepática aguda ou crônica
Objetivo: Melhora dos sintomas (prurido e fadiga). Melhora dos níveis de fosfatase alcalina, da bilirrubina total e conjugada.
Resumo: S-adenosilmetionina 500 mg
Benefícios esperados
Melhora dos sintomas (prurido e fadiga).
Melhora dos níveis de fosfatase alcalina, da bilirrubina total e conjugada.
Segurança
Segurança bem estabelecida de uso por até 2 anos.
Considerado seguro para pessoas idosas e gestantes. Não há informações sobre segurança na lactação e infância.
Efeitos adversos comuns: Anorexia, constipação, diarreia, tontura, boca seca, flatulência, dor de cabeça, insônia, náusea, nervosismo, sudorese e vômito.
Interações medicamentosas:
Moderadas
Levodopa: redução do efeito.
Fármacos serotoninérgicos: aumento dos efeitos da serotonina.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções:
I) Em caso de cirurgias, suspender o uso da fórmula 15 dias antes.
II) Uso combinado com levodopa ou fármacos serotoninérgicos.
Notas adicionais
Na doença hepática, parece haver uma deficiência de SAMe hepático. Pessoas com doença hepática aguda e crônica perdem a capacidade de sintetizar SAMe a partir da metionina, possivelmente devido à baixa atividade da metionina-adenosiltransferase (MAP), responsável pela conversão de metionina em SAMe. Isso pode levar a deficiência de cisteína e colina. Também pode levar ao esgotamento da glutationa, que desempenha um papel importante na desintoxicação do fígado e nas reações antioxidantes. Esta depleção pode, por sua vez, exacerbar a doença hepática. A suplementação de SAMe parece aumentar a síntese de glutationa.
Na doença hepática alcoólica, o SAMe pode restaurar os níveis de glutationa, diminuir a inflamação e aumentar a metilação do DNA. Em investigação pré-clínica, foi demonstrado que o SAMe diminui os efeitos negativos de vários agentes no fluxo biliar e na composição da bile, possivelmente favorecendo a produção de sais biliares sulfurados mais solúveis.
A prescrição deste insumo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referência
Martinez-Chantar ML, Garcia-Trevijano ER, Latasa MU, et al. Importance of a deficiency in S-adenosyl-L-methionine synthesis in the pathogenesis of liver injury. Am J Clin Nutr 2002;76:1177S-82S
Lieber CS. S-Adenosyl-L-methionine: its role in the treatment of liver disorders. Am J Clin Nutr 2002;76:1183S-17S
Purohit V, Russo D. Role of S-adenosyl-L-methionine in the treatment of alcoholic liver disease: introduction and summary of the symposium. Alcohol 2002;27:151-4
Coltorti, M., Bortolini, M., and Di Padova, C. A review of the studies on the clinical use of S-adenosylmethionine (SAMe) for the symptomatic treatment of intrahepatic cholestasis. Methods Find.Exp Clin Pharmacol 1990;12(1):69-78.
Yousef, I. M., Barnwell, S. G., Tuchweber, B., Weber, A., and Roy, C. C. Effect of complete sulfation of bile acids on bile formation in rats. Hepatology 1987;7(3):535-542
Manzillo G, Piccinino F, Surrenti C, et al. Multicentre double-blind placebo-controlled study of intravenous and oral S-adenosyl-L-methionine (SAMe) in cholestatic patients with liver disease. Drug Invest 1992;4 (Suppl 4):90-100
Frezza M, Centini G, Cammareri G, et al. S-adenosylmethionine for the treatment of intrahepatic cholestasis of pregnancy. Results of a controlled clinical trial. Hepatogastroenterology 1990;37:122-5.
Frezza M, Surrenti C, Manzillo G, et al. Oral S-adenosylmethionine in the symptomatic treatment of intrahepatic cholestasis. A double-blind, placebo-controlled study. Gastroenterology 1990;99:211-5
Almasio P, Bortolini M, Pagliaro L, Coltorti M. Role of S-adenosyl-L-methionine in the treatment of intrahepatic cholestasis. Drugs 1990;40:111-23
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Manejo da colite ulcerativa leve a moderada
Objetivo: Aumento da taxa de resposta ou remissão em 55 a 72% dos pacientes.
Resumo: Propionil-L-carnitina 500 mg
Benefícios esperados
Aumento da taxa de resposta ou remissão em 55 a 72% dos pacientes.
Segurança
Segurança bem estabelecida por até 6 meses de uso.
Possivelmente seguro em pessoas crianças e pessoas idosas. Não há informações confiáveis para gestantes e lactantes.
Efeitos adversos comuns: Diarreia, dor gástrica, náusea e vômito. Foi relatado que um metabólito da propionil-L-carnitina causa um odor de peixe na urina, no hálito e no suor.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Acenocumarol: aumento do efeito.
II) Levotiroxina: redução de efeito.
III) Varfartina: aumento do efeito.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções:
I) Pessoas com hipotireoirismo.
II) Pessoas com história de quadros convulsivos.
Notas adicionais
A prescrição deste insumo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Merra G, Gasbarrini G, Laterza L, et al. Propionyl-L-carnitine hydrochloride for treatment of mild to moderate colonic inflammatory bowel diseases. World J Gastroenterol 2012;18:5065-71.
Mikhailova TL, Sishkova E, Poniewierka E, et al. Randomised clinical trial: the efficacy and safety of propionyl-L-carnitine therapy in patients with ulcerative colitis receiving stable oral treatment. Aliment Pharmacol Ther 2011;34:1088-97.Scioli MG, Stasi MA, Passeri D, et al. Propionyl-l-carnitine is efficacious in ulcerative colitis through its action on the immune function and microvasculature. Clin Transl Gastroenterol 2014;5:e55.
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Manejo da diarreia associada à antibioticoterapia I
Objetivo: Redução do risco de diarreia associada à terapia com antibióticos em 60 a 71%. Benefício observado em pacientes adultos e crianças, hospitalizados ou ambulatoriais. Acredita-se que o uso de probióticos durante o tratamento com antibióticos pode prevenir ou minimizar a depleção da flora normal e a colonização por bactérias patogênicas, e há algumas evidências que apoiam essa teoria. Quando os lactobacilos se fixam e colonizam a mucosa intestinal e urogenital, eles parecem impedir a adesão de bactérias patogênicas ao epitélio. Esse efeito ocorre através do aumento da produção de muco epitelial e da competição com os patógenos pelos locais de ligação na mucosa, possivelmente por impedimento estérico. Além disso, os lactobacilos inibem patógenos bacterianos por meio da produção de ácido lático, e algumas cepas também produzem peróxido de hidrogênio.
Resumo: Lacticaseibacillus rhamnosus GG 10 bi UFC
Benefícios esperados
Redução do risco de diarreia associada à terapia com antibióticos em 60 a 71%.
Benefício observado em pacientes adultos e crianças, hospitalizados ou ambulatoriais.
Acredita-se que o uso de probióticos durante o tratamento com antibióticos pode prevenir ou minimizar a depleção da flora normal e a colonização por bactérias patogênicas, e há algumas evidências que apoiam essa teoria. Quando os lactobacilos se fixam e colonizam a mucosa intestinal e urogenital, eles parecem impedir a adesão de bactérias patogênicas ao epitélio. Esse efeito ocorre através do aumento da produção de muco epitelial e da competição com os patógenos pelos locais de ligação na mucosa, possivelmente por impedimento estérico. Além disso, os lactobacilos inibem patógenos bacterianos por meio da produção de ácido lático, e algumas cepas também produzem peróxido de hidrogênio.
Segurança
O consumo de probióticos é considerado seguro no longo prazo.
Possivelmente seguro em pessoas idosas, gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: não foram observados efeitos adversos relacionados ao uso dos probióticos.
Interações medicamentosas:
Moderadas: antibióticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Não se aplicam.
Notas adicionais
A prescrição deste insumo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
De acordo com a reclassificação do gênero Lactobacillus, recomendada por um grupo de especialistas em microbiologia e taxonomia bacteriana, com base em análises genômicas detalhadas e publicadas no periódico International Journal of Systematic and Evolutionary Microbiology, esta espécie da fórmula é o novo nome para Lactobacillus rhamnosus GG.
Referências
Montecillo JAV, Bae H. Reclassification of Brevibacterium frigoritolerans as Peribacillus frigoritolerans comb. nov. based on phylogenomics and multiple molecular synapomorphies. Int J Syst Evol Microbiol. 2022 May;72(5). doi: 10.1099/ijsem.0.005389. PMID: 35604831.
McFarland LV. Meta-analysis of probiotics for the prevention of antibiotic associated diarrhea and the treatment of Clostridium difficile disease. Am J Gastroenterol 2006;101:812-22.
Videlock EJ, Cremonini F. Meta-analysis: probiotics in antibiotic-associated diarrhoea. Aliment Pharmacol Ther. 2012;35(12):1355-69.
Blaabjerg S, Artzi DM, Aabenhus R. Probiotics for the Prevention of Antibiotic-Associated Diarrhea in Outpatients - A Systematic Review and Meta-Analysis. Antibiotics (Basel). 2017;6(4).
Szajewska H, Canani RB, Guarino A, et al.; ESPGHAN working group for ProbioticsPrebiotics. Probiotics for the prevention of antibiotic-associated diarrhea in children. J Pediatr Gastroenterol Nutr 2016;62(3):495-506
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE GASTROENTEROLOGIA. Probióticos e prebióticos. Diretrizes Mundiais da WGO. Fevereiro de 2023. Disponível em: https://www.worldgastroenterology.org. Acesso em: 04 out. 2024.
WD · Suplemento livre para prescricao
Manejo da diarreia associada à antibioticoterapia II
Objetivo: Redução do risco de diarreia associada à terapia com antibióticos em 37 a 63%. Benefício observado em pacientes adultos e crianças, hospitalizados ou ambulatoriais. Saccharomyces boulardii é utilizado como agente probiótico para ajudar na colonização do trato gastrointestinal, sendo empregado terapeuticamente em casos onde a doença é atribuída à depleção da flora intestinal normal ou à colonização por organismos patogênicos. Evidências in vitro sugerem que S. boulardii compete por locais de adesão e impede a fixação de Clostridioides difficile, ajudando a prevenir infecções. Além disso, acredita-se que S. boulardii auxilie no combate à infecção por C. difficile ao produzir proteases que podem reduzir a toxicidade das toxinas A e B do patógeno. Indivíduos com baixas concentrações de S. boulardii nas fezes após uso repetido apresentam maior probabilidade de recorrência de C. difficile. Além de seu efeito sobre C. difficile, S. boulardii também interage com a toxina da cólera e, na doença de Crohn, aumenta a secreção de imunoglobulina A (IgA) no intestino. Pode ainda aumentar a reabsorção de cloreto intestinal, desempenhando um papel potencial no tratamento da doença de Crohn. Acredita-se que o uso de probióticos durante o tratamento com antibióticos pode prevenir ou minimizar a depleção da flora normal e a colonização por bactérias patogênicas, e há algumas evidências que apoiam essa teoria. Quando os lactobacilos se fixam e colonizam a mucosa intestinal e urogenital, eles parecem impedir a adesão de bactérias patogênicas ao epitélio. Esse efeito ocorre através do aumento da produção de muco epitelial e da competição com os patógenos pelos locais de ligação na mucosa, possivelmente por impedimento estérico. Além disso, os lactobacilos inibem patógenos bacterianos por meio da produção de ácido lático, e algumas cepas também produzem peróxido de hidrogênio.
Resumo: Saccharomyces boulardii CNCM I-745 5 bi UFC
Benefícios esperados
Redução do risco de diarreia associada à terapia com antibióticos em 37 a 63%.
Benefício observado em pacientes adultos e crianças, hospitalizados ou ambulatoriais.
Saccharomyces boulardii é utilizado como agente probiótico para ajudar na colonização do trato gastrointestinal, sendo empregado terapeuticamente em casos onde a doença é atribuída à depleção da flora intestinal normal ou à colonização por organismos patogênicos. Evidências in vitro sugerem que S. boulardii compete por locais de adesão e impede a fixação de Clostridioides difficile, ajudando a prevenir infecções. Além disso, acredita-se que S. boulardii auxilie no combate à infecção por C. difficile ao produzir proteases que podem reduzir a toxicidade das toxinas A e B do patógeno. Indivíduos com baixas concentrações de S. boulardii nas fezes após uso repetido apresentam maior probabilidade de recorrência de C. difficile. Além de seu efeito sobre C. difficile, S. boulardii também interage com a toxina da cólera e, na doença de Crohn, aumenta a secreção de imunoglobulina A (IgA) no intestino. Pode ainda aumentar a reabsorção de cloreto intestinal, desempenhando um papel potencial no tratamento da doença de Crohn.
Acredita-se que o uso de probióticos durante o tratamento com antibióticos pode prevenir ou minimizar a depleção da flora normal e a colonização por bactérias patogênicas, e há algumas evidências que apoiam essa teoria. Quando os lactobacilos se fixam e colonizam a mucosa intestinal e urogenital, eles parecem impedir a adesão de bactérias patogênicas ao epitélio. Esse efeito ocorre através do aumento da produção de muco epitelial e da competição com os patógenos pelos locais de ligação na mucosa, possivelmente por impedimento estérico. Além disso, os lactobacilos inibem patógenos bacterianos por meio da produção de ácido lático, e algumas cepas também produzem peróxido de hidrogênio.
Segurança
Uso considerado seguro por até 15 meses.
Possivelmente seguro em pessoas idosas, gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos (rara): fungemia, em pacientes com fatores de risco.
Interações medicamentosas:
Leves: antifúngicos (redução do efeito de S. boulardii).
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções:
O uso de Saccharomyces boulardii requer cautela em populações vulneráveis devido ao risco de fungemia, especialmente em pacientes com cateteres venosos, doenças gastrointestinais, idosos e imunocomprometidos. Esses grupos são mais suscetíveis, particularmente quando o produto é administrado em pó ou cápsulas abertas à beira do leito. Além disso, pessoas com alergia a leveduras devem evitar seu uso, devido ao risco de reações alérgicas. Embora S. boulardii seja geralmente seguro, sua administração em situações de risco deve ser cuidadosamente monitorada.
Notas adicionais
A prescrição deste insumo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
McFarland LV. Meta-analysis of probiotics for the prevention of antibiotic associated diarrhea and the treatment of Clostridium difficile disease. Am J Gastroenterol 2006;101:812-22.
Szajewska H, Mrukowicz J. Meta-analysis: non-pathogenic yeast Saccharomyces boulardii in the prevention of antibiotic-associated diarrhoea. Aliment Pharmacol Ther 2005;22:365-72.
Szajewska H, Kolodziej M. Systematic review with meta-analysis: Saccharomyces boulardii in the prevention of antibiotic -associated diarrhoea. Aliment Pharmacol Ther. 2015;42(7):793-801.
Goldenberg JZ, Lytvyn L, Steurich J, Parkin P, Mahant S, Johnston BC. Probiotics for the prevention of pediatric antibiotic-associated diarrhea. Cochrane Database Syst Rev. 2015;(12):CD004827.
Szajewska H, Canani RB, Guarino A, et al.; ESPGHAN working group for ProbioticsPrebiotics. Probiotics for the prevention of antibiotic-associated diarrhea in children. J Pediatr Gastroenterol Nutr 2016;62(3):495-506.
Blaabjerg S, Artzi DM, Aabenhus R. Probiotics for the Prevention of Antibiotic-Associated Diarrhea in Outpatients - A Systematic Review and Meta-Analysis. Antibiotics (Basel). 2017;6(4).
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE GASTROENTEROLOGIA. Probióticos e prebióticos. Diretrizes Mundiais da WGO. Fevereiro de 2023. Disponível em: https://www.worldgastroenterology.org. Acesso em: 04 out. 2024.
WD · Fitoterapico livre para prescricao
Manejo da doença hepática gordurosa metabólica
Objetivo: Redução da gravidade da esteatose em 51% a 62% dos pacientes, em comparação com 16% a 26% daqueles que tomam placebo. Melhora de enzimas hepáticas (exceto fosfatase alcalina). Redução do LDL-C (5 a 10%).
Resumo: Allium sativum (pó do bulbo) 800 mg
Benefícios esperados
Redução da gravidade da esteatose em 51% a 62% dos pacientes, em comparação com 16% a 26% daqueles que tomam placebo.
Melhora de enzimas hepáticas (exceto fosfatase alcalina).
Redução do LDL-C (5 a 10%).
Segurança
Segurança bem estabelecida de uso por até 7 anos.
Considerado seguro para idosos e crianças. Provavelmente não seguro em doses medicinais para gestantes e lactantes.
Efeitos adversos comuns: Dor abdominal, odor corporal, flatulência, hálito fétido e náusea. Reações alérgicas em indivíduos com hipersensibilidade conhecida.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Fármacos antitrombóticos: aumento do risco de sangramento.
II) Fármacos antidiabéticos: aumento do risco para hipoglicemia.
III) Fármacos Anti-hipertensivos: aumento do risco de hipotensão.
IV) Substratos de CYP2E1: aumento do tempo de meia-vida.
V) Substratos de CYP3A4: a alicina pode ter efeito inibitório enzimático no intestino e indutor enzimático no fígado, podendo haver aumento ou redução do tempo de meia-vida de drogas.
VI) Isoniazida: redução da área sob a curva plasmática em 65%.
VII) Inibidores de protease: redução dos níveis plasmáticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Doenças relacionadas à hemostasia não controladas.
II) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Em caso de cirurgias, suspender o uso da fórmula 15 dias antes.
Notas adicionais
A prescrição deste insumo não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por ser entendido como passível de composição em alimentos no Brasil, conforme parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referência
Rastkar M, Nikniaz L, Abbasalizad Farhangi M, Nikniaz Z. Systematic review and meta-analysis of the effect of garlic in patients with non-alcoholic fatty liver disease. Indian J Gastroenterol 2022
Sangouni AA, Mohammad Hosseini Azar MR, Alizadeh M. Effect of garlic powder supplementation on hepatic steatosis, liver enzymes and lipid profile in patients with non-alcoholic fatty liver disease: a double-blind randomised controlled clinical trial. Br J Nutr. 2020;124(4):450-456
Soleimani D, Paknahad Z, Rouhani MH. Therapeutic effects of garlic on hepatic steatosis in nonalcoholic fatty liver disease patients: A randomized clinical trial. Diabetes Metab Syndr Obes. 2020;13:2389-2397
WD · Suplemento livre para prescricao
Manejo da dor pélvica relativa à endometriose em associação ou não à terapia convencional
Objetivo: Redução da dor pélvica em 30% a 43%, mensurada por Escala Visual Análoga: Também observado benefício para dispareunia e dismenorreia, mas com grau de certeza baixo a muito baixo.
Resumo: RRR-alfa-tocoferol 800 UI · Ácido ascórbico 1000 mg
Benefícios esperados
Redução da dor pélvica em 30% a 43%, mensurada por Escala Visual Análoga: Também observado benefício para dispareunia e dismenorreia, mas com grau de certeza baixo a muito baixo.
Segurança
Segurança bem estabelecida para uso contínuo.
Considerada segura para idosos, crianças, gestantes lactantes.
Efeitos adversos comuns: náuseas e vômito.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
Vitamina E:
I) Agentes alquilantes (quimioterápicos): redução de efeito.
II) Drogas antitrombóticas: aumento do risco para sangramentos.
III) Antibióticos antitumorais: redução de efeito.
IV) Substratos de CYP3A4: aumento da metabolização.
V) Selumetinibe: aumento dos níveis de vitamina E.
Vitamina C:
I) Agentes alquilantes (quimioterápicos): redução de efeito.
II) Alumínio: aumento de biodisponibilidade
III) Antibióticos antitumorais: redução de efeito.
IV) Estrogênios: aumento dos níveis plasmáticos.
V) Flufenazina: redução de níveis plasmáticos.
VI) Indinavir: redução de níveis plasmáticos.
VII) Levotiroxina: aumento de biodisponibilidade.
VIII) Varfarina: redução de níveis plasmáticos.
Leves:
Vitamina C:
I) Paracetamol: aumento dos níveis plasmáticos.
II) Ácido acetilsalicílico: aumento dos níveis plasmáticos.
III) Niacina: redução dos níveis plasmáticos.
IV) Salsalato: aumento dos níveis plasmáticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Vitamina C: contraindicada em doenças sanguíneas como talassemia, deficiência de G6PD, doença falciforme e hemocromatose.
III) Vitamina E: não se aplica.
Precauções:
I) Vitamina C: pessoas com diabetes mellitus (possível aumento da glicemia). pessoas com nefropatia por oxalato ou na nefrolitíase, pois a acidificação pelo ácido ascórbico aumenta as chances de precipitação de cálculos de cisteína, urato e oxalato.
II) Vitamina E: não se aplica.
Notas adicionais
A prescrição destes nutrientes está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Amini L, Chekini R, Nateghi MR, et al. The effect of combined Vitamin C and Vitamin E Supplementation on oxidative stress markers in women with endometriosis: a randomized, triple-blind placebo-controlled clinical trial [J]. Pain Res Manag. 2021;2021:5529741.
Al-Naggar MA, Saeed I, Abdelfattah AT. Role of Antioxidants (Vitamin E and Vitamin C) Supplementation for Management of Chronic Pelvic Pain Related to Endometriosis. Zagazig University Med J. 2022;28(6):1269–73.
Ibrahim Abd El-Fadil Sehsah F, Taha Abd El-Fattah A, Mohammed Saeed A. The role of antioxidant supplementation in reducing the endometriosis related chronic pelvic pain in women. Al-Azhar Med J. 2022;51(1):121–34.
Santanam N, Kavtaradze N, Murphy A, et al. Antioxidant supplementation reduces endometriosis-related pelvic pain in humans [J]. Transl Res. 2013;161(3):189–95.
WD · Fitoterapico livre para prescricao
Manejo das dores pélvicas relacionadas à endometriose
Objetivo: Redução dos escores gerais de dor (avaliado por Escala Análoga Visual) em relação ao valor basal em 72% no grupo tratamento, em comparação com um aumento de 4% em relação ao valor basal do grupo placebo.
Resumo: Allium sativum (pó do bulbo) 400 mg*
Benefícios esperados
Redução dos escores gerais de dor (avaliado por Escala Análoga Visual) em relação ao valor basal em 72% no grupo tratamento, em comparação com um aumento de 4% em relação ao valor basal do grupo placebo.
Segurança
Segurança bem estabelecida de uso por até 7 anos.
Considerado seguro para idosos e crianças. Provavelmente não seguro em doses medicinais para gestantes e lactantes.
Efeitos adversos comuns: Dor abdominal, odor corporal, flatulência, hálito fétido e náusea. Reações alérgicas em indivíduos com hipersensibilidade conhecida.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Fármacos antitrombóticos: aumento do risco de sangramento.
II) Fármacos antidiabéticos: aumento do risco para hipoglicemia.
III) Fármacos Anti-hipertensivos: aumento do risco de hipotensão.
IV) Substratos de CYP2E1: aumento do tempo de meia-vida.
V) Substratos de CYP3A4: a alicina pode ter efeito inibitório enzimático no intestino e indutor enzimático no fígado, podendo haver aumento ou redução do tempo de meia-vida de drogas.
VI) Isoniazida: redução da área sob a curva plasmática em 65%.
VII) Inibidores de protease: redução dos níveis plasmáticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Doenças relacionadas à hemostasia não controladas.
II) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Em caso de cirurgias, suspender o uso da fórmula 15 dias antes.
Notas adicionais
A prescrição deste insumo não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por ser entendido como passível de composição em alimentos no Brasil, conforme parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referência
Amirsalari S, Behboodi Moghadam Z, Taghizadeh Z, et al. The Effect of Garlic Tablets on the Endometriosis-Related Pains: A Randomized Placebo-Controlled Clinical Trial. Evid Based Complement Alternat Med 2021;2021:5547058
WD · Fitoterapico livre para prescricao
Manejo de dor pélvica relacionada à dismenorreia primária
Objetivo: Redução de dor pélvica mensurada por Escala Visual Análoga (2,3 a 2,7 pontos).
Resumo: Zingiber officinale (pó do rizoma) 500 mg
Benefícios esperados
Redução de dor pélvica mensurada por Escala Visual Análoga (2,3 a 2,7 pontos).
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 12 semanas.
Considerado em crianças (14 a 18 anos), o uso é considerado seguro em doses de 750 mg (gengibre em pó), por 4 dias. Sem evidências de segurança na lactação.
A indicação de uso desta fórmula não se aplica a pessoas idosas e gestantes.
Efeitos adversos comuns: desconforto abdominal, eructação, diarreia, azia e, para formas de envelope, irritação oral e faríngea.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Drogas antitrombóticas: aumento de risco para sangramento.
II) Drogas antidiabéticas: aumento de efeito anti-hiperglicemiante.
III) Iosartano: aumento de efeito anti-hipertensivo.
IV) Nifedipino: aumento de efeito anti-hipertensivo.
V) Femprocumona: aumento do risco para sangramento.
Leves:
I) Bloqueadores do canal de cálcio: aumento do efeito anti-hipertensivo.
II) Ciclosporina: redução dos níveis plasmáticos.
III) Substratos de CYP1A2/2B6/2C9/3A4: aumento de níveis plasmáticos.
IV) Metronidazol: aumento de níveis plasmáticos.
V) Substratos da glicoproteína-P: aumento de níveis plasmáticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
A prescrição deste insumo não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por serem constituintes autorizados para uso em suplementos alimentares, conforme parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 731/2022.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Negi R, Sharma SK, Gaur R, Bahadur A, Jelly P. Efficacy of ginger in the treatment of primary dysmenorrhea: A systematic review and meta-analysis. Cureus 2021;13(3):e13743.
Daily JW, Zhang X, Kim da S, et al. Efficacy of Ginger for Alleviating the Symptoms of Primary Dysmenorrhea: A Systematic Review and Meta-analysis of Randomized Clinical Trials. Pain Med. 2015;16(12):2243-55.
Adib Rad H, Basirat Z, Bakouei F, et al. Effect of Ginger and Novafen on menstrual pain: A cross-over trial. Taiwan J Obstet Gynecol. 2018 Dec;57(6):806-809. doi: 10.1016/j.tjog.2018.10.006.
WD · Suplemento livre para prescricao
Manejo de dor pélvica relacionada à dismenorreia primária II
Objetivo: Redução de dor pélvica mensurada por Escala Visual Análoga (2,7 a 4,3 pontos).
Resumo: Tiamina (cloridrato) 100 mg · RRR-alfa-tocoferol 500 UI
Benefícios esperados
Redução de dor pélvica mensurada por Escala Visual Análoga (2,7 a 4,3 pontos).
Segurança
Segurança bem estabelecida mesmo quando usada continuamente (doses abaixo da UL).
Considerado seguro em crianças (14 a 18 anos) e lactantes.
A indicação de uso desta fórmula não se aplica a pessoas idosas e gestantes.
Efeitos adversos comuns: desconforto abdominal, náuseas e vômito.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
Vitamina E:
I) Agentes alquilantes (quimioterápicos): redução de efeito.
II) Ddrogas antitrombóticas: aumento do risco para sangramentos.
III) Antibióticos antitumorais: redução de efeito.
IV) Substratos de CYP3A4: aumento da metabolização.
V) Selumetinibe: aumento dos níveis de vitamina E.
Leves:
Vitamina B1:
I) Trimetoprima
II) Aumento dos níveis plasmáticos de B1
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Não se aplicam.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Pattanittum P, Kunyanone N, Brown J, Sangkomkamhang US, Barnes J, Seyfoddin V, Marjoribanks J. Dietary supplements for dysmenorrhoea. Cochrane Database Syst Rev. 2016 Mar 22;3(3):CD002124. doi: 10.1002/14651858.CD002124.pub2. PMID: 27000311; PMCID: PMC7387104.
Alikamali M, Mohammad-Alizadeh-Charandabi S, Maghalian M, Mirghafourvand M. The effects of vitamin E on the intensity of primary dysmenorrhea: A systematic review and meta-analysis. Clin Nutr ESPEN 2022;52:50-59.
Sadeghi N, Paknezhad F, Rashidi Nooshabadi M, Kavianpour M, Jafari Rad S, Khadem Haghighian H. Vitamin E and fish oil, separately or in combination, on treatment of primary dysmenorrhea: a double-blind, randomized clinical trial. Gynecol Endocrinol. 2018;34(9):804-808.
Ziaei S, Zakeri M, Kazemnejad A. A randomised controlled trial of vitamin E in the treatment of primary dysmenorrhoea. BJOG 2005;112:466-9.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Manejo de sintomas do trato urinário inferior associados à hiperplasia prostática benigna I (HPB), como alternativa ou complemento à terapia convencional I
Objetivo: Redução de noctúria (cerca de 19%) Diminuição do volume urinário residual (24%) Aumento do pico de fluxo urinário (23%) Pode dobrar a chance de melhora global dos sintomas em relação ao placebo.
Resumo: Pygeum africanum (extrato seco das folhas, 25% de fitoesterois) 100 a 200 mg
Benefícios esperados
Redução de noctúria (cerca de 19%)
Diminuição do volume urinário residual (24%)
Aumento do pico de fluxo urinário (23%)
Pode dobrar a chance de melhora global dos sintomas em relação ao placebo.
Segurança
Segurança bem estabelecida por até 12 meses.
Possivelmente seguro para idosos. Sem informações de segurança em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos (raros): Desconforto abdominal e náuseas.
Interações medicamentosas: desconhecidas até o momento.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções:
I) Esta fórmula deve ser utilizada apenas e exclusivamente em casos de não tolerância por parte dos pacientes ou a preferência pelo não uso da terapia convencional, que é feita com alfa-bloqueadores, inibidores da fosfodiesterase ou inibidores da 5-fosfodiesterase.
II) Até o presente momento, as evidências demonstram que não foi observado impacto sobre progressão estrutural (redução prostática).
Notas adicionais
O Pygeum africanum exerce redução funcional da obstrução, melhora da sintomatologia urinária e do fluxo vesical a partir dos seguintes mecanismos:
I) Ações anti-inflamatórias e antiandrogênicas locais:
- Inibição de 5-lipoxigenase, reduzindo leucotrienos e mediadores inflamatórios prostáticos
- Modulação da produção de andrógenos adrenais, diminuindo hiperplasia estromal.
II) Efeitos sobre a fisiologia vesico-uretral:
- Melhora da contratilidade vesical (modelos animais).
- Redução de edema e hiperplasia que contribuem para obstrução mecânica.
III) Ação antiproliferativa:
- Inibição de proliferação de fibroblastos prostáticos.
- Potencial modulação de fatores de crescimento (bFGF, EGF).
A prescrição desta fórmula requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, pois drogas vegetais e derivados vegetais de Pygeum africanum não são passíveis de composição em alimentos no Brasil, assim, não atende o que dispõe o parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Chatelain C, Autet W, Brackman F. Comparison of once and twice daily dosage forms of Pygeum africanum extract in patients with benign prostatic hyperplasia: a randomized, double-blind study, with long-term open label extension. Urology 1999;54:473-8.
Ishani A, MacDonald R, Nelson D, Rutks I, Wilt TJ. Pygeum africanum for the treatment of patients with benign prostatic hyperplasia: a systematic review and quantitative meta-analysis. Am J Med. 2000 Dec 1;109(8):654-64. doi: 10.1016/s0002-9343(00)00604-5. PMID: 11099686.
Wilt T, Ishani A, Mac Donald R, et al. Pygeum africanum for benign prostatic hyperplasia. Cochrane Database Syst Rev 2002;CD001044
Csikós E, Horváth A, Ács K, Papp N, Balázs VL, Dolenc MS, Kenda M, Kočevar Glavač N, Nagy M, Protti M, Mercolini L, Horváth G, Farkas Á, On Behalf Of The Oemonom. Treatment of Benign Prostatic Hyperplasia by Natural Drugs. Molecules. 2021 Nov 25;26(23):7141. doi: 10.3390/molecules26237141. PMID: 34885733; PMCID: PMC8659259.
WD · Suplemento livre para prescricao
Manejo de sintomas do trato urinário inferior associados à hiperplasia prostática benigna I (HPB), como alternativa ou complemento à terapia convencional II
Objetivo: Melhora dos sintomas urinários (IPSS) - Redução média do escore IPSS entre 3 a 4 pontos acima do placebo (variação conforme o estudo). - Melhora percebida em fluxo urinário, hesitação, jato fraco, sensação de esvaziamento incompleto. Aumento do fluxo urinário máximo (Qmax) de +2,5 a +3,0 mL/s em relação ao placebo — magnitude comparável a Serenoa repens e Pygeum africanum. Redução de –20 a –30 mL do volume pós-miccional, conforme estudos com seguimento de 3–6 meses. Melhora da qualidade de vida relacionada ao trato urinário, com redução de 0,5–1,0 ponto em escalas de QOL urinário
Resumo: Beta-sitosterol 60 a 130 mg
Benefícios esperados
Melhora dos sintomas urinários (IPSS)
- Redução média do escore IPSS entre 3 a 4 pontos acima do placebo (variação conforme o estudo).
- Melhora percebida em fluxo urinário, hesitação, jato fraco, sensação de esvaziamento incompleto.
Aumento do fluxo urinário máximo (Qmax) de +2,5 a +3,0 mL/s em relação ao placebo — magnitude comparável a Serenoa repens e Pygeum africanum.
Redução de –20 a –30 mL do volume pós-miccional, conforme estudos com seguimento de 3–6 meses.
Melhora da qualidade de vida relacionada ao trato urinário, com redução de 0,5–1,0 ponto em escalas de QOL urinário
Segurança
Segurança bem estabelecida por até 18 meses.
Possivelmente seguro para idosos. Sem informações de segurança em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos (raros): Constipação, diarreia, flatulência, indigestão e náuseas.
Interações medicamentosas: Carotenoides (redução da absorção)
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções
I) Esta fórmula deve ser utilizada apenas e exclusivamente em casos de não tolerância por parte dos pacientes ou a preferência pelo não uso da terapia convencional, que é feita com alfa-bloqueadores, inibidores da fosfodiesterase ou inibidores da 5-fosfodiesterase.
II) Até o presente momento, as evidências demonstram que não foi observado impacto sobre progressão estrutural (redução prostática).
Notas adicionais
O beta-sitosterol exerce redução funcional da obstrução, melhora da sintomatologia urinária e do fluxo vesical a partir dos seguintes mecanismos:
I) Ação anti-inflamatória prostática
- Inibição parcial da 5-lipoxigenase, reduzindo leucotrienos.
- Modulação de citocinas inflamatórias na próstata (IL-6, TNF-α).
II) Modulação do receptor androgênico e da proliferação
- Interferência leve na atividade do receptor de DHT, sem bloquear a 5-alfa-redutase.
- Redução da proliferação estromal via inibição de mediadores do crescimento prostático.
Efeito sobre a contratilidade vesical e o fluxo urinário
- Melhora da resistência uretral funcional e da performance miccional.
A prescrição deste insumo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Berges RR, Windeler J, Trampisch HJ, et al. Randomised, placebo-controlled, double-blind clinical trial of beta-sitosterol in patients with benign prostatic hyperplasia. Beta-sitosterol Study Group. Lancet 1995;345:1529-32
Klippel KF, Hiltl DM, Schipp B. A multicentric, placebo-controlled, double-blind clinical trial of beta-sitosterol (phytosterol) for the treatment of benign prostatic hyperplasia. Br J Urol 1997;80:427-32.
Wilt TJ, MacDonald R, Ishani A. beta-sitosterol for the treatment of benign prostatic hyperplasia: a systematic review. BJU Int 1999;83:976-83
Berges RR, Kassen A, Senge T. Treatment of symptomatic benign prostatic hyperplasia with beta-sitosterol: an 18-month follow-up. BJU Int 2000;85:842-6
Wilt, T., Ishani, A., MacDonald, R., Stark, G., Mulrow, C., and Lau, J. Beta-sitosterols for benign prostatic hyperplasia. Cochrane.Database.Syst.Rev 2000;(2):CD001043.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Manejo e prevenção da insuficiência venosa de membros inferiores (pés e pernas). Recuperação em quadros de hemorroida
Objetivo: Diminuição dos escores de dor nas pernas, inchaços e sensação de queimação relacionados a veias varicosas e insuficiência venosa crônica. Terapia complementar sintomática em insuficiência venosa do plexo hemorroidário - Esses efeitos ocorrem pela ação venotônica, melhorando o tônus e a elasticidade da parede dos vasos sanguíneos pelo aumento da produção de colágeno e elastina vascular, normalizando a circulação venosa.
Resumo: Centella asiatica (extrato seco, 33% de triterpenos expressos como asiaticosídeo) 66mg
Benefícios esperados:
Diminuição dos escores de dor nas pernas, inchaços e sensação de queimação relacionados a veias varicosas e insuficiência venosa crônica.
Terapia complementar sintomática em insuficiência venosa do plexo hemorroidário
- Esses efeitos ocorrem pela ação venotônica, melhorando o tônus e a elasticidade da parede dos vasos sanguíneos pelo aumento da produção de colágeno e elastina vascular, normalizando a circulação venosa.
Segurança:
Segurança bem estabelecida por uso até 12 meses continuamente.
Possivelmente seguro em pessoas idosas. Sem informações de uso por crianças, gestantes e lactantes.
Efeitos adversos: irritação gástrica e náusea.
Interações medicamentosas
Moderadas
I) Fármacos depressores do sistema nervoso central: teoricamente, pode aumentar o efeito sedativo.
II) Fármacos hepatotóxicos: teoricamente, pode exacerbar efeitos hepatotóxicos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Crianças, gestantes e lactantes.
III) Pacientes com queixas gástricas (gastrites/úlceras) não tratadas.
Precauções: Não se aplica.
Notas adicionais:
A prescrição desta fórmula requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, pois drogas vegetais e derivados vegetais de Centella asiatica não são passíveis de composição em alimentos no Brasil, assim, não atende o que dispõe o parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
A Centella asiatica demonstra eficácia na melhoria de sintomas relacionados à insuficiência venosa periférica, particularmente em casos crônicos nos membros inferiores. Estudos, incluindo revisões sistemáticas e ensaios clínicos randomizados, indicam que a administração oral de extratos padronizados desta planta atenua sensações de peso e dor nas pernas, além de reduzir o edema (inchaço). Adicionalmente, observa-se uma otimização dos parâmetros microcirculatórios, como a oxigenação e a resposta venoarteriolar. Os benefícios, que parecem ser dose-dependentes, abrangem a diminuição da filtração capilar e do edema maleolar, culminando em uma melhora na avaliação clínica geral dos pacientes (Chong; Aziz, 2013).
A Centella asiatica demonstrou eficácia na cicatrização, redução do edema e melhora da microcirculação, com destaque para seu efeito regenerador tecidual. Em comparação com um mix de flavonoides (diosmina, hesperidina, rutina, quercetina e troxerutina) foram mais eficazes na redução do sangramento e irritação anal, graças à sua ação venotônica e anti-inflamatória. Ambos superaram o tratamento convencional, com a Centella favorecendo a regeneração e os flavonoides, o controle dos sintomas vasculares. (Chiaretti, M; Chiaretti, AI, 2021).
O extrato é padronizado para conter 33% de triterpenos, incluindo asiaticosídeo, madecassosídeo, ácido asiático e ácido madecássico. Antes de prescrever, certifique-se de que o extrato disponível na farmácia de manipulação possui essa especificação.
Referências:
Chong, N., & Aziz, Z. (2013). A Systematic Review of the Efficacy of Centella asiatica for Improvement of the Signs and Symptoms of Chronic Venous Insufficiency. Evidence-based Complementary and Alternative Medicine : eCAM, 2013.
Chiaretti M, Chiaretti AI. Centella Asiatica in the Conservative Treatment of Anal Fissure and Hemorrhoids in Comparison with Flavonoids. Austin J Pharmacol Ther. 2021;9(7):1157.
Yan, Z., Shi, X., & Jiang, H. (2023). Phytochemistry, pharmacology, and clinical applications of Centella asiatica (L.) Urban. World Journal of Traditional Chinese Medicine, 9, 369 - 398.
WD · Suplemento livre para prescricao
Manejo paliativo da insônia. Manejo profilático complementar da enxaqueca
Objetivo: Insônia: 1) Redução do tempo de latência para o sono (7-12 minutos). 2) Melhora da qualidade do sono, avaliada por PSQI (resultado mais efetivo em idosos). Enxaqueca: 1) Aumento da probabilidade de redução de 50% na frequência basal de dias de enxaqueca. 2) Diminuição da redução da frequência, intensidade e duração da enxaqueca, bem como na redução do uso de analgésicos, de forma similar à amitriptilina de 25 mg.
Resumo: Melatonina 0,5 - 5 mg · Melatonina 0,5 - 5 mg / 10 gotas
Benefícios esperados
Insônia:
1) Redução do tempo de latência para o sono (7-12 minutos).
2) Melhora da qualidade do sono, avaliada por PSQI (resultado mais efetivo em idosos).
Enxaqueca:
1) Aumento da probabilidade de redução de 50% na frequência basal de dias de enxaqueca.
2) Diminuição da redução da frequência, intensidade e duração da enxaqueca, bem como na redução do uso de analgésicos, de forma similar à amitriptilina de 25 mg.
Segurança
Segurança estabelecida por até 6 meses de uso.
Provavelmente não seguro em gestantes e lactantes.
Possivelmente seguro em crianças.
Efeitos adversos: tonturas, sonolência, dor de cabeça e náuseas.
Interações medicamentosas:
Moderadas: antitrombóticos, anticonvulsivantes, antidiabéticos, anti-hipertensivos, cafeína, depressores do SNC, contraceptivos, substratos do CYP1A2/2C19, fluvoxamina, imunossupressores, metanfetamina, nifedipina, varfarina, anticonvulsivantes.
Leves: substratos do CYP2D6/3A4, flumazenil.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
O componente desta fórmula é permitido como constituinte de suplementos alimentares e sua prescrição está apoiada na Res. CFN 656/2020.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Recomenda-se a titulação terapêutica, com aumento gradativo da concentração de melatonina, à medida em que não houver resposta significativa em 1 semana, não ultrapassando 5 mg. Fórmulas com concentrações maiores usualmente são investigadas até 8 mg, mas com apresentações de liberação sustentada, ou seja, com um perfil farmacocinético distinto da apresentação de liberação simples.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Tseng PT, Yang CP, Su KP, et al. The association between melatonin and episodic migraine: A pilot network meta-analysis of randomized controlled trials to compare the prophylactic effects with exogenous melatonin supplementation and pharmacotherapy. J Pineal Res. 2020;69(2):e12663.
Gonçalves AL, Martini Ferreira A, Ribeiro RT, Zukerman E, Cipolla-Neto J, Peres MF. Randomised clinical trial comparing melatonin 3 mg, amitriptyline 25 mg and placebo for migraine prevention. J Neurol Neurosurg Psychiatry 2016;87(10):1127-32.
Ferracioli-Oda E, Qawasmi A, Bloch MH. Meta-analysis: melatonin for the treatment of primary sleep disorders. PLoS One 2013;8(5):e63773.
WD · Suplemento livre para prescricao
Manejo preventivo e de controle de osteopenia e osteoporose
Objetivo: Aumento da densidade mineral óssea em pessoas com diagnóstico de osteopenia ou osteoporose, em pacientes com ou sem terapia farmacológica específica.
Resumo: Ipriflavona 200 mg · Cálcio (quelado) 333 mg · Vitamina D3 1.333 UI
Benefícios esperados
Aumento da densidade mineral óssea em pessoas com diagnóstico de osteopenia ou osteoporose, em pacientes com ou sem terapia farmacológica específica.
Segurança
Segurança bem estabelecida de uso por até 3 anos.
Considerado seguro em idosos. Sem informações em gestantes e lactantes.
Efeitos adversos comuns: Dor epigástrica, diarreia e tonturas.
Linfocitopenia em alguns pacientes que utilizaram por mais de 6 meses.
Interações medicamentosas:
Graves:
Cálcio: dolutegravir, elvitegravir, raltegravir (redução de efeito);
Moderadas:
I) Cálcio: antagonistas de canais de cálcio (redução de efeito terapêutico); antibióticos quinolonas e tetraciclinas (redução de biodisponibilidade); alumínio (aumento da absorção de alumínio na forma de citrato de cálcio); bifosfonados (redução de efeito); calcipotrieno (hipercalcemia); digoxina (arritmia cardíaca, se houver hipercalcemia); antiácidos e antiulcerosos (redução da biodisponibilidade de cálcio); levotiroxina (redução da absorção); diuréticos tiazídicos (hipercalcemia); lítio (aumento do risco de hipercalcemia); sotalol (redução da biodisponibilidade);
II) Ipriflavona: substratos de CYP1A2 / CYP2C9 (aumento de meia-vida); imunossupressores (aumento de efeito)
III) Vitamina D3: alumínio (aumento da biodisponibilidade); atorvastatina (redução da biodisponibilidade); calcipotrieno (risco para hipercalcemia); digoxina (risco de arritmias, se houver hipercalcemia); diltiazem (redução de efeito, se houver hipercalcemia); diuréticos tiazídicos (hipercalcemia);
Leves:
Vitamina D3: substratos da CYP3A4 (indução enzimática).
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Condições relacionadas à imunosupressão.
II) Doença renal crônica. Diarreia. Hipercalcemia. Hipomagnesemia. Níveis plasmáticos de 25-(OH)-vitamina D > 100 ng/mL.
III) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Não se aplica.
Notas adicionais
A maioria dos estudos clínicos com ipriflavona (600 mg/dia) mostram maior aumento da densidade mineral óssea quando associado ao cálcio (1.000 mg/dia). A vitamina D3 está presente na fórmula em razão das recomendações de aumento de sua ingestão em mulheres no pós-menopausa. Porém deve-se individualizar a fórmula levando em conta o consumo dietético destes nutrientes, podendo-se excluir ou alterar suas concentrações.
Deve haver também aconselhamento sobre a prevenção de quedas, exercício anaeróbico (pelo menos 30 minutos, três vezes por semana), cessação do tabagismo, evitar o consumo excessivo de álcool e evitar, se possível, medicamentos que podem aumentar a perda óssea (por ex, glicocorticoides).
Pacientes com taxa de filtração glomerular estimada inferior a 35 mL/min devem ser encaminhados para nefrologista. Caso esteja entre 35 e 60 mL/min, deve-se avaliar PTH e fosfatemia, história de faturas e anormalidades metabólicas.
Ipriflavona é um flavonoide obtido da semissíntese de daidzeína, presente na soja.
A prescrição destes nutrientes está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Hu Q, Long C, Wu D, et al. The efficacy and safety of ipriflavone in postmenopausal women with osteopenia or osteoporosis: A systematic review and meta-analysis. Pharmacol Res. 2020;159:104860
US Preventive Services Task Force. Vitamin D, Calcium, or Combined Supplementation for the Primary Prevention of Fractures in Community-Dwelling AdultsUS Preventive Services Task Force Recommendation Statement. JAMA. 2018;319(15):1592-1599
Crandall CJ, Aragaki AK, LeBoff MS, et al. Calcium plus vitamin D supplementation and height loss: findings from the Women's Health Initiative Calcium and Vitamin D clinical trial. Menopause. 2016;23(12):1277-1286
LeBoff MS, Greenspan SL, Insogna KL, et al. The clinician's guide to prevention and treatment of osteoporosis. Osteoporosis International. 2022. Available at: https://link.springer.com/content/pdf/10.1007/s00198-021-05900-y.pdf
WD · Suplemento livre para prescricao
Mastalgia cíclica | Óleo de prímula
Objetivo: Redução das dores relacionadas à mastalgia cíclica. As referências apontam para redução de pontuação na Escala Análoga Visual (VAS), questionário de McGill e Checklist de Cardiff, superior ao placebo.
Resumo: Óleo de prímula 1000 mg
Benefícios esperados
Redução das dores relacionadas à mastalgia cíclica.
As referências apontam para redução de pontuação na Escala Análoga Visual (VAS), questionário de McGill e Checklist de Cardiff, superior ao placebo.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 12 meses.
Gestantes, lactantes e crianças: possivelmente seguro.
Efeitos adversos (raros): dor e distensão abdominal, diarreia, dispepsia, flatulência, náuseas e vômitos.
Interações medicamentosas:
Moderadas: fármacos antitrombóticos, lítio, lopinavir/ritonavir, fenotiazinas.
Leves: fármacos substratos da CYP2C9.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: sem informações.
Notas adicionais
O óleo de prímula possui 8% a 10,5% de ácido gama-linolênico (GLA), 70% a 75% de ácido linoleico (LA), 5% a 6,5% de ácido palmítico, 6,4% a 11,8% de ácido oleico e 1,8% a 2% de ácido esteárico.
A prescrição de óleo de prímula não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por ser constituinte autorizado para uso em suplementos alimentares, conforme parágrafo 2º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Mirzaee F, Fakari FR, Babakhanian M, Roozbeh N, Ghazanfarpour M. The Effectiveness of Herbal Medicines on Cyclic Mastalgia: A Systematic Review on Meta-analysis. Rev Bras Ginecol Obstet. 2022 Oct;44(10):972-985. doi: 10.1055/s-0042-1755456.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Melhora da constipação funcional, auxiliando na regulação do trânsito intestinal e promovendo equilíbrio na função digestiva e neuroendócrina
Objetivo: Aumento da frequência de evacuações espontâneas completas (CSBM) em: - Placebo: + 25,36% - 300 mg (135 + 135 mg): + 118,06% (p Melhora do tempo de trânsito gastrointestinal (GIT) - Placebo: ~2,00 horas - 300 mg (135 + 135 mg): + 2,97 horas (p = 0,108 vs. Placebo)* - 500 mg (225 + 225 mg): + 145,95% (p Melhora dos sintomas de constipação (PAC-SYM) - Pontuação geral Placebo: -24,18% (p Dor abdominal Placebo: -13,07% (p Sensação de evacuação incompleta Placebo: -18,82% (p Também foram observados benefícios significativos em relação à melhora da qualidade de vida relacionada à constipação (PAC-QOL), modulação de biomarcadores inflamatórios (IL-6, IL-10), melhora da permeabilidade intestinal (redução da zonulina), regulação do eixo intestino-cérebro (aumento de serotonina e redução de cortisol) e melhora da qualidade do sono (LSEQ). * diferença não estatisticamente significativa
Resumo: Withania somnifera (extrato hidroalcoólico da raiz, ≥ 0,2% de vitanolídeos) 135 a 225 mg · Abelmoschus esculentus (extrato aquoso do fruto, ≥ 5% de polissacarídeos) 135 a 225 mg
Benefícios esperados
Aumento da frequência de evacuações espontâneas completas (CSBM) em:
- Placebo: + 25,36%
- 300 mg (135 + 135 mg): + 118,06% (p
Melhora do tempo de trânsito gastrointestinal (GIT)
- Placebo: ~2,00 horas
- 300 mg (135 + 135 mg): + 2,97 horas (p = 0,108 vs. Placebo)*
- 500 mg (225 + 225 mg): + 145,95% (p
Melhora dos sintomas de constipação (PAC-SYM)
- Pontuação geral
Placebo: -24,18% (p Dor abdominal
Placebo: -13,07% (p Sensação de evacuação incompleta
Placebo: -18,82% (p
Também foram observados benefícios significativos em relação à melhora da qualidade de vida relacionada à constipação (PAC-QOL), modulação de biomarcadores inflamatórios (IL-6, IL-10), melhora da permeabilidade intestinal (redução da zonulina), regulação do eixo intestino-cérebro (aumento de serotonina e redução de cortisol) e melhora da qualidade do sono (LSEQ).
* diferença não estatisticamente significativa
Segurança
Segurança bem estabelecida para uso por até 60 dias.
Sem informação de segurança em populações especiais.
Efeitos adversos: náusea, cefaleia, desconforto abdominal e sonolência.
Interações medicamentosas:
I) Withania somnifera (ashwagandha):
- Fármacos anti-hipertensivos: aumento do risco para hipotensão.
- Fármacos antitrombóticos: aumento do risco de sangramento.
- Fármacos antidiabéticos: aumento do risco para hipoglicemia.
- Fármacos depressores do SNC: aumento do risco de sedação.
- Fármacos imunossupressores: redução do efeito imunossupressor.
- Levotiroxina: aumento de efeito hormonal.
A Withania somnifera pode aumentar a produção de T3 e T4 e reduzir TSH, confirmado em seres humanos.
- Teofilina: redução do tempo de meia-vida.
II) Abelmoschus esculentus:
- Fármacos antidiabéticos: aumento do risco para hipoglicemia.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Pessoas com hipotireoidismo não controlado.
Precauções: Pessoas com hipotireoidismo tratado e controlado.
Notas adicionais
A prescrição deste composto bioativo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Este insumo é conhecido comercialmente em farmácias de manipulação no Brasil como Motility®, cujo nome comercial internacional é Digexin®. Ele consiste de uma proporção de 45% do extrato hidroalcoólico de Withania somnifera (ashwagandha), 45% de extrato de Abelmoschus esculentus (quiabo) e 10% de excipiente. A soma de 135 mg de cada extrato equivale a 300 mg de dose unitária proposta pelo fornecedor. A soma de 225 mg de cada extrato equivale a 500 mg de dose unitária proposta pelo fornecedor.
Referências
EVANS, Cassandra; KALMAN, Douglas. Addressing GI Health Through the Bidirectional Modulation of the Gut-Brain Axis With Herbal Extracts: A Narrative Review. Cureus, v. 16, n. 8, p. e66698, 12 ago. 2024. DOI: 10.7759/cureus.66698.
SINGH, Gaurav; DIXIT, Indresh; KALMAN, Douglas; GOGINENI, Naga Tejaswi. A Novel Herbal Composition Alleviates Functional Constipation, Reduces Gastrointestinal Transit Time, and Improves Bowel Function in Adults: A Double-Blind, Randomized Clinical Study. Journal of the American Nutrition Association, 2024. DOI: 10.1080/27697061.2024.2346073.
PUNUKOLLU, Raghu Sarath; CHADALAWADA, Arun Kumar; SIDDABATTUNI, Kalyani; GOGINENI, Naga Tejaswi. A blend of Withania somnifera (L.) Dunal root and Abelmoschus esculentus (L.) Moench fruit extracts relieves constipation and improves bowel function: A proof-of-concept clinical investigation. Journal of Ethnopharmacology, v. 318, p. 116997, 2024. DOI: 10.1016/j.jep.2023.116997.
WD · Fitoterapico livre para prescricao
Melhora da função cognitiva relativa à memória e agilidade reativa, em estados de fadiga física e/ou mental
Objetivo: Melhora da atenção sustentada e complexa; Melhora da memória espacial e de trabalho; Melhora da agilidade reativa; Melhora da qualidade do sono; Melhora do humor e fadiga.
Resumo: Mentha spicata (extrato seco padronizado em 14,5% de ácido rosmarínico e 24% de polifenois totais) 900 mg
Benefícios esperados
Melhora da atenção sustentada e complexa;
Melhora da memória espacial e de trabalho;
Melhora da agilidade reativa;
Melhora da qualidade do sono;
Melhora do humor e fadiga.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 12 semanas.
Seguro para idosos.
Sem informações de uso em crianças e lactantes.
Possivelmente não seguro na gestação: estudos pré-clínicos observaram lesão uterina com o uso de grandes quantidades do chá da planta. Sem evidências em seres humanos do uso do extrato.
Efeitos adversos: Dermatite de contato e queilite.
A fórmula foi bem tolerada, sem efeitos adversos graves. Houve um relato isolado de insônia leve, possivelmente relacionado ao suplemento, mas que não resultou em descontinuação do estudo. Parâmetros de segurança, como hemograma, perfil metabólico, lipídios sanguíneos e função hepática e renal, não apresentaram alterações significativas entre os grupos que tomaram a fórmula e o placebo.
Interações medicamentosas:
Moderadas: Depressores do SNC: potencialização de efeito.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções:
1) O uso da Mentha spicata pode, teoricamente, agravar a disfunção renal ou hepática, especialmente em pacientes com doenças preexistentes e quando consumido em grandes quantidades. Estudos em animais indicam que o consumo do chá, por 30 dias, pode aumentar marcadores de dano renal, como ureia e creatinina, e causar alterações nefrotóxicas no tecido renal, além de AST e ALT. Não há evidências em seres humanos destes efeitos danosos. Até que mais dados estejam disponíveis, é aconselhável evitar ou usar com cautela em pacientes com doenças renais ou hepáticas.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula por nutricionistas não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por se tratar de planta alimentícia, conforme o artigo 2º, parágrafo 2º, da Res. CFN 680/2021.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
O insumo da fórmula foi investigado clinicamente e é conhecido comercialmente como Neumentix®.
Referências
AKDOGAN, M.; KILINC, I.; ONCU, M.; KARAOZ, E.; DELIBAS, N. Investigation of biochemical and histopathological effects of Mentha piperita L. and Mentha spicata L. on kidney tissue in rats. Human & Experimental Toxicology, v. 22, n. 4, p. 213-219, 2003.
AKDOGAN, M.; OZGUNER, M.; AYDIN, G.; GOKALP, O. Investigation of biochemical and histopathological effects of Mentha piperita Labiatae and Mentha spicata Labiatae on liver tissue in rats. Human & Experimental Toxicology, v. 23, p. 21-28, 2004.
FALCONE, Paul H. et al. Efficacy of a nootropic spearmint extract on reactive agility: a randomized, double-blind, placebo-controlled, parallel trial. Journal of the International Society of Sports Nutrition, v. 15, n. 58, 2018. DOI: https://doi.org/10.1186/s12970-018-0264-5.
HERRLINGER, Kelli A. et al. Spearmint Extract Improves Working Memory in Men and Women with Age-Associated Memory Impairment. The Journal of Alternative and Complementary Medicine, v. 24, n. 1, p. 37-47, 2018. DOI: https://doi.org/10.1089/acm.2016.0379.
HERRLINGER, Kelli A. et al. Cognitive performance and reaction time improvements with a spearmint extract in healthy adults. Nutrition Research, v. 60, p. 20-26, 2019. DOI: https://doi.org/10.1016/j.nutres.2018.11.007.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Melhora da performance da atenção e memória
Objetivo: Redução de pelo menos 50% da Escala de Avaliação de Fadiga (FAS-BR), tanto para indicadores de fadiga física como para fadiga mental. Melhora do desempenho cognitivo de atenção e memória, avaliados pelo teste Trail B encurtado (-17,9 ms) e tempo de reação de escolha (-10,6 ms).
Resumo: Bacopa monnieri(extrato seco, 30% de bacopasídeos) 450 mg · Rhodiola rosea(extrato seco, 3% de rosavina) 400 mg · Panax ginseng(extrato seco, 27% de ginsenosídeos) 60 mg
Benefícios esperados
Redução de pelo menos 50% da Escala de Avaliação de Fadiga (FAS-BR), tanto para indicadores de fadiga física como para fadiga mental.
Melhora do desempenho cognitivo de atenção e memória, avaliados pelo teste Trail B encurtado (-17,9 ms) e tempo de reação de escolha (-10,6 ms).
Segurança
Segurança estabelecida por no máximo 3 meses de uso.
Fórmula não investigada em gestantes, lactantes e crianças
Efeitos adversos comuns: tonturas, aumento ou diminuição da produção de saliva, cólicas abdominais, diarréia, boca seca, náusea
Interações medicamentosas:
Moderadas: Substratos da CYP2C9/2D6. Anti-hipertensivos. Substratos da glicoproteína-P. Imunossupressores. Antitrombóticos. Estrógenos. Furosemida. Imatinibe. Insulina e antidiabéticos orais. Midazolam. Inibidores da MAO. Antiarrítmicos.Raltegravir. Drogas estimulantes. Depressores do SNC. Hormônios tireoideanos. Drogas colinérgicas e anticolinérgicas. Substratos do CYP1A2/2C19/2C9/3A4.
Leves: Lopinavir/ritonavir. Substratos da CYP1A1. Levotiroxina.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
Cada componente desta fórmula foi avaliado individualmente por estudos clínicos randomizados em monoterapia, apresentando resultados leves a moderados quanto à melhora do desempenho físico e mental. A elaboração deste fitoterápico composto está baseada na busca da potencialização da resposta clínica a partir da sinergia farmacológica de compostos bioativos que atuam por mecanismos de ação distintos, como proposto por Bone & Mills (2012) e Saad e cols. (2021).
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por serem derivados vegetais, conforme parágrafo 1º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Kongkeaw C, Dilokthornsakul P, Thanarangsarit P, Limpeanchob N, Norman Scholfield C. Meta-analysis of randomized controlled trials on cognitive effects of Bacopa monnieri extract. J Ethnopharmacol. 2014;151(1):528-35.
Shevtsov VA, Zholus BI, Shervarly VI, Vol'skij VB, Korovin YP, Khristich MP, Roslyakova NA, Wikman G. A randomized trial of two different doses of a SHR-5 Rhodiola rosea extract versus placebo and control of capacity for mental work. Phytomedicine. 2003 Mar;10(2-3):95-105.
Reay JL, Kennedy DO, Scholey AB. Effects of Panax ginseng, consumed with and without glucose, on blood glucose levels and cognitive performance during sustained 'mentally demanding' tasks. J Psychopharmacol. 2006 Nov;20(6):771-81.
WD · Suplemento livre para prescricao
Melhora do estado de alerta e vigília. Redução do estresse em situações que exigem foco e concentração
Objetivo: Melhora do estado de alerta, do desempenho cognitivo e do estresse em situações que exigem foco mental e atenção, como: - Tratamento de distúrbios de atenção ou concentração – em condições não patológicas, pode ser indicado para pessoas que precisam de um aumento temporário de alerta e foco, como em períodos de estudo ou trabalho intenso. - Suporte em casos de fadiga mental leve – para pessoas que sofrem de cansaço mental ou esgotamento, mas que precisam manter a produtividade e o foco. - Redução leve da ansiedade sem causar sedação – com base no potencial ansiolítico leve da L-teanina, poderia ser indicado para reduzir o estresse e promover um estado de calma enquanto mantém a alerta, sem os efeitos colaterais sedativos comuns em outros ansiolíticos. - Auxílio em atividades cognitivas exigentes – usado como um auxiliar em tarefas que exigem uma alta carga cognitiva e atenção sustentada, como por exemplo, em profissionais ou estudantes. Os efeitos apresentam duração média de 2 horas, com melhores resultados observados na primeira hora.
Resumo: L-Teanina 250 mg · Cafeína 150 mg
Benefícios esperados
Melhora do estado de alerta, do desempenho cognitivo e do estresse em situações que exigem foco mental e atenção, como:
- Tratamento de distúrbios de atenção ou concentração – em condições não patológicas, pode ser indicado para pessoas que precisam de um aumento temporário de alerta e foco, como em períodos de estudo ou trabalho intenso.
- Suporte em casos de fadiga mental leve – para pessoas que sofrem de cansaço mental ou esgotamento, mas que precisam manter a produtividade e o foco.
- Redução leve da ansiedade sem causar sedação – com base no potencial ansiolítico leve da L-teanina, poderia ser indicado para reduzir o estresse e promover um estado de calma enquanto mantém a alerta, sem os efeitos colaterais sedativos comuns em outros ansiolíticos.
- Auxílio em atividades cognitivas exigentes – usado como um auxiliar em tarefas que exigem uma alta carga cognitiva e atenção sustentada, como por exemplo, em profissionais ou estudantes.
Os efeitos apresentam duração média de 2 horas, com melhores resultados observados na primeira hora.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 12 semanas.
Seguro para idosos.
Em crianças de 8 a 12 anos, a L-teanina é possivelmente segura quando usada em doses de até 200 mg, 2x ao dia, por até 6 semanas. A cafeína é considerada segura em doses inferiores a 2,5 mg/kg/dia.
Sem informações de uso em gestantes e lactantes.
Efeitos adversos comuns:
I) L-teanina: sonolência e dor abdominal.
II) Cafeína: Ansiedade, dependência com uso crônico, diarreia, diurese, irritação gástrica, dor de cabeça, insônia, tremores musculares, náusea e inquietação.
Interações medicamentosas:
- L-teanina:
Moderadas: Anti-hipertensivos: potencialização de efeito.
Leves: Depressores do SNC: potencialização de efeito.
- Cafeína:
Grave: Efedrina: aumento de efeito estimulante.
Moderadas:
1) Adenosina: redução de efeito.
2) Antitrombóticos: potencialização de efeito.
3) Agonistas beta-adrenérgicos: potencialização de efeito.
4) Carbamazepina: redução de efeito.
5) Cimetidina: aumento dos níveis e efeitos da cafeína.
6) Clozapina: aumento de efeito.
7) Dipiridamol: redução de efeito.
8) Dissulfiram: aumento dos níveis e efeitos da cafeína.
9) Diuréticos: aumento do risco de hipocalemia.
10) Estrógenos: aumentos dos níveis e efeitos da cafeína.
11) Etosuximida: redução do efeito.
12) Felbamato: redução do efeito.
13) Fenitoína: redução do efeito.
14) Fenobarbital: redução do efeito.
15) Fenilpropanolamina: aumento do risco de hipertensão arterial sistêmica.
16) Flutamida: aumento do efeito.
17) Fluvoxamina: aumento dos níveis e efeitos da cafeína.
18) Lítio: aumento dos efeitos.
19) Inibidores da MAO: aumento do risco de crise hipertensiva.
20) Nicotina: aumento do risco de hipertensão arterial sistêmica.
21) Pentobarbital: redução de efeito
22) Pioglitazona: aumento dos efeitos.
23) Quinolonas: aumento dos níveis e efeitos da cafeína.
24) Riluzol: aumentos dos níveis e efeitos de ambos.
25) Fármacos estimulantes: aumento dos efeitos.
26) Teofilina: aumento dos efeitos.
27) Valproato: aumento do risco de convulsões.
28) Verapamil: aumento dos níveis e efeitos da cafeína.
Leves:
1) Etanol: aumento dos níveis e efeitos da cafeína.
2) Antidiabéticos: aumento dos efeitos.
3) Contraceptivos: aumento dos níveis e efeitos da cafeína.
4) Inibidores da CYP1A2: aumento dos níveis e efeitos da cafeína.
5) Fluconazol: aumento dos níveis e efeitos da cafeína.
6) Metformina: aumento dos níveis e efeitos da cafeína.
7) Metoxaleno: aumento dos níveis e efeitos da cafeína.
8) Mexiletina: aumento dos níveis e efeitos da cafeína.
9) Fenotiazinas: aumento dos níveis e efeitos da cafeína.
10) Terbinafina: aumento dos níveis e efeitos da cafeína.
11) Tiagabina: aumento dos níveis.
12) Ticlopidina: aumento dos níveis e efeitos da cafeína.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções:
1) O uso de cafeína pode agravar diversos distúrbios e condições de saúde. Em transtornos de ansiedade, doses superiores a 400 mg por dia podem piorar os sintomas. Em transtorno bipolar, o consumo excessivo pode desencadear episódios maníacos.
2) A cafeína também pode interferir em distúrbios hemorrágicos, prolongando o tempo de sangramento. Em pacientes com condições cardíacas, a cafeína em doses superiores a 10 mg/kg/dia pode induzir arritmias.
3) Pacientes com diabetes devem ter cautela, pois a cafeína pode afetar o controle glicêmico e intensificar sintomas de hipoglicemia.
4) Grandes quantidades de cafeína podem agravar a diarreia, e em epilepsia, pode reduzir o limiar de convulsão e diminuir a eficácia de medicamentos anticonvulsivantes.
5) A cafeína pode aumentar a pressão intraocular em pacientes com glaucoma e elevar temporariamente a pressão arterial em pessoas com hipertensão, especialmente logo após o consumo. Além disso, pode agravar a incontinência urinária e os sintomas de síndrome do intestino irritável.
6) Em relação à osteoporose, o consumo de cafeína pode aumentar o risco de perda óssea em pessoas com variantes genéticas, mas, em geral, é considerado seguro até 400 mg por dia, desde que a ingestão de cálcio seja adequada.
7) A cafeína pode piorar a progressão da doença de Parkinson quando combinada com creatina e pode agravar os sintomas de psicose em pacientes com esquizofrenia.
Notas adicionais
A prescrição destes compostos bioativos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Einöther SJ, Martens VE, Rycroft JA, De Bruin EA. L-theanine and caffeine improve task switching but not intersensory attention or subjective alertness. Appetite 2010;54(2):406-9
Owen GN, Parnell H, De Bruin EA, Rycroft JA. The combined effects of L-theanine and caffeine on cognitive performance and mood. Nutr Neurosci 2008;11(4):193-8
Camfield DA, Stough C, Farrimond J, Scholey AB. Actue effects of tea constituents L-theanine, caffeine, and epigallocatechin gallate on cognitive function and mood: a systematic review and meta-analysis. Nutr Rev. 2014;72(8):507-522
Giesbrecht, T., Rycroft, J. A., Rowson, M. J., and De Bruin, E. A. The combination of L-theanine and caffeine improves cognitive performance and increases subjective alertness. Nutr Neurosci. 2010;13(6):283-290.
WD · Suplemento livre para prescricao
Melhora dos sintomas vasomotores e psíquicos da menopausa
Objetivo: Redução dos escores gerais de sintomas da menopausa. Redução da frequência e intensidade de fogachos. Redução da frequência de intensidade de alterações do humor. Melhora da rigidez muscular na região do pescoço e ombros.
Resumo: S-equol 10 mg
Benefícios esperados
Redução dos escores gerais de sintomas da menopausa.
Redução da frequência e intensidade de fogachos.
Redução da frequência de intensidade de alterações do humor.
Melhora da rigidez muscular na região do pescoço e ombros.
Segurança
Segurança bem estabelecida de uso por até 12 meses.
Seguro em pessoas idosas. Sem informações em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos comuns: distensão abdominal e constipação.
Interações medicamentosas
Moderadas:
I) Drogas estrogênicas: aumento da biodisponibilidade.
II) Diuréticos: efeito aditivo.
III) Testosterona: aumento da biodisponibilidade.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Pessoas com história de câncer de mama.
Notas adicionais
A prescrição deste insumo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
O equol é um estrogênio não esteroidal (isoflavano) formado a partir da daidzeína (uma das isoflavonas da soja) por várias bactérias intestinais, especialmente Asaccharobacter celatus e Slackia isoflanoniconvertans. O equol existe em duas formas enantioméricas, R-equol e S-equol. O S-equol parece ser o único enantiômero formado após a conversão bacteriana da daidzeína e é considerado responsável pelos efeitos biológicos do equol. A extensão na qual o S-equol é formado varia dependendo do conteúdo de soja na dieta, idade, etnia e outros fatores. Cerca de 20% a 30% dos adultos em países ocidentais são produtores de equol, enquanto 40% a 60% dos vegetarianos ocidentais e adultos de países asiáticos são produtores de equol.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Daily JW, Ko BS, Ryuk J, Liu M, Zhang W, Park S. Equol decreases hot flashes in postmenopausal women: a systematic review and meta-analysis of randomized clinical trials. J Med Food 2019;22(2):127-139.
Aso T, Uchiyama S, Matsumura Y, et al. A natural S-equol supplement alleviates hot flushes and other menopausal symptoms in equol nonproducing postmenopausal Japanese women. J Womens Health (Larchmt) 2012;21:92-100.
Ishiwata N, Melby MK, Mizuno S, Watanabe S. New equol supplement for relieving menopausal symptoms: randomized, placebo-controlled trial of Japanese women. Menopause 2009;16:141-8.
Yoshikata R, Myint KZY, Ohta H, Ishigaki Y. Effects of an equol-containing supplement on advanced glycation end products, visceral fat and climacteric symptoms in postmenopausal women: a randomized controlled trial. PLoS One 2021;16(9):e0257332.
Jenks BH, Iwashita S, Nakagawa Y, et al. A pilot study on the effects of S-equol compared to soy isoflavones on menopausal hot flash frequency. J Womens Health (Larchmt) 2012;21:674-82.
Iino C, Shimoyama T, Iino K, et al. Daidzein intake is associated with equol producing status through an increase in the intestinal bacteria responsible for equol production. Nutrients 2019 Feb 19;11(2). pii: E433.
Setchell KD, Clerici C. Equol: history, chemistry, and formation. J Nutr 2010;140:1355S-62S.
Mayo B, Váazquez L, Flóorez AB. Equol: a bacterial metabolite from the daidzein isoflavone and its presumed beneficial health effects. Nutrients 2019;11(9):2231.
Muthyala RS, Ju YH, Sheng S, et al. Equol, a natural estrogenic metabolite from soy isoflavones: convenient preparation and resolution of R- and S-equols and their differing binding and biological activity through estrogen receptors alpha and beta. Bioorg Med Chem 2004;12(6):1559-67
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Náuseas
Objetivo: Remissão dos sintomas de náusea e prevenção de vômitos.
Resumo: Zingiber officinale (pó) 1.000 mg
Benefícios esperados
Remissão dos sintomas de náusea e prevenção de vômitos.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 12 semanas.
Em crianças (14 a 18 anos), o uso é considerado seguro em doses de 750 mg (gengibre em pó), por 4 dias.
Em lactantes: não utilizar (falta de evidências de segurança).
Efeitos adversos comuns: desconforto abdominal, eructação, diarreia, azia e, para formas de envelope, irritação oral e faríngea.
Interações medicamentosas:
Moderadas: drogas antitrombóticas, losartano, nifedipino, femprocumona.
Leves: drogas antidiabéticas, bloqueadores do canal de cálcio, ciclosporina, metronidazol.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por serem constituintes autorizados para uso em suplementos alimentares, conforme parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 731/2022.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Saneei Totmaj A, Emamat H, Jarrahi F, Zarrati M. The effect of ginger (Zingiber officinale) on chemotherapy-induced nausea and vomiting in breast cancer patients: A systematic literature review of randomized controlled trials. Phytother Res. 2019 Aug;33(8):1957-196.
BRASIL. Instrução Normativa nº 02, de 13 de maio de 2014. “Publica a “Lista de medicamentos fitoterápicos de registro simplificado” e a “Lista de produtos tradicionais fitoterápicos de registro simplificado”. Órgão emissor: ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Chaiyakunapruk N, Kitikannakorn N, Nathisuwan S, Leeprakobboon K, Leelasettagool C. The efficacy of ginger for the prevention of postoperative nausea and vomiting: a meta-analysis. Am J Obstet Gynecol. 2006 Jan;194(1):95-9.
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Osteopenia e osteoporose
Objetivo: Aumento da densidade mineral óssea em pessoas com diagnóstico de osteopenia ou osteoporose, em pacientes com ou sem terapia farmacológica específica.
Resumo: Cálcio (quelado) 500 mg · Magnésio (quelado) 175 mg · Silício (como ácido ortosilícico estabilizado em colina) 5 mg · +2
Benefícios esperados
Aumento da densidade mineral óssea em pessoas com diagnóstico de osteopenia ou osteoporose, em pacientes com ou sem terapia farmacológica específica.
Segurança
Segurança bem estabelecida de uso contínuo.
Considerado seguro em idosos, gestantes e lactantes.
Efeitos adversos comuns: Dor abdominal, diarreia, constipação, náuseas e vômitos.
Interações medicamentosas:
Graves:
I) Cálcio: dolutegravir, elvitegravir, raltegravir (redução de efeito);
II) Magnésio: levodopa/carbidopa (redução de biodisponibilidade);
III) Menaquinona K7: varfarina (redução de efeito)
Moderadas
I) Cálcio: antagonistas de canais de cálcio (redução de efeito terapêutico); antibióticos quinolonas e tetraciclinas (redução de biodisponibilidade); alumínio (aumento da absorção de alumínio na forma de citrato de cálcio); bifosfonados (redução de efeito); calcipotrieno (hipercalcemia); digoxina (arritmia cardíaca, se houver hipercalcemia); antiácidos e antiulcerosos (redução da biodisponibilidade de cálcio); levotiroxina (redução da absorção); diuréticos tiazídicos (hipercalcemia); lítio (aumento do risco de hipercalcemia); sotalol (redução da biodisponibilidade);
II) Magnésio: antagonistas do canal de cálcio (efeito aditivo); digoxina (redução de biodisponibilidade); antibióticos aminoglicosídeos (fraqueza muscular); antiácidos e antiulcerosos (redução da biodisponibilidade de magnésio); bifosfonatos (redução da biodisponibilidade de magnésio); diuréticos poupadores de potássio (hipermagnesemia); miorrelaxantes (aumento de efeito); sulfonilureias (aumento de efeito);
III) Menaquinona K7: coenzima Q10 (potencialização do efeito da vitamina K).
IV) Vitamina D3: alumínio (aumento da biodisponibilidade); atorvastatina (redução da biodisponibilidade); calcipotrieno (risco para hipercalcemia); digoxina (risco de arritmias, se houver hipercalcemia); diltiazem (redução de efeito, se houver hipercalcemia); diuréticos tiazídicos (hipercalcemia);
Leves:
I) Magnésio: gabapentina (redução da absorção).
II) Vitamina D3: substratos da CYP3A4 (indução enzimática).
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Doença renal crônica. Diarreia. Hipercalcemia. Hipermagnesemia. Níveis plasmáticos de 25-(OH)-vitamina D > 100 ng/mL.
II) Uso concomitante com terapia antitrombótica, especialmente varfarina.
III) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções:
Deve-se avaliar periodicamente o INR do paciente. Porém as evidências mostram que a dose de até 45 mg/dia de menaquinona K7 não demonstram risco para alterações na coagulação.
Notas adicionais
Deve-se individualizar a fórmula levando em conta o consumo dietético destes nutrientes, podendo excluir itens ou alterar concentrações.
Deve haver também aconselhamento sobre a prevenção de quedas, exercício anaeróbico (pelo menos 30 minutos, três vezes por semana), cessação do tabagismo, evitar o consumo excessivo de álcool e evitar, se possível, medicamentos que podem aumentar a perda óssea (por ex, glicocorticoides).
Pacientes com taxa de filtração glomerular estimada inferior a 35 mL/min devem ser encaminhados para nefrologista. Caso esteja entre 35 e 60 mL/min, deve-se avaliar PTH e fosfatemia, história de faturas e anormalidades metabólicas.
A prescrição destes nutrientes está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
A dose máxima de magnésio elementar que pode ser prescrita por nutricionistas é de 350 mg, valor de UL, conforme Res. CFN 656/2020, artigo 3º, inciso VII.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
US Preventive Services Task Force. Vitamin D, Calcium, or Combined Supplementation for the Primary Prevention of Fractures in Community-Dwelling AdultsUS Preventive Services Task Force Recommendation Statement. JAMA. 2018;319(15):1592-1599
Crandall CJ, Aragaki AK, LeBoff MS, et al. Calcium plus vitamin D supplementation and height loss: findings from the Women's Health Initiative Calcium and Vitamin D clinical trial. Menopause. 2016;23(12):1277-1286
Aydin, H., Deyneli, O., Yavuz, D., Gozu, H., Mutlu, N., Kaygusuz, I., and Akalin, S. Short-term oral magnesium supplementation suppresses bone turnover in postmenopausal osteoporotic women. Biol.Trace Elem.Res 2010;133(2):136-143
LeBoff MS, Greenspan SL, Insogna KL, et al. The clinician's guide to prevention and treatment of osteoporosis. Osteoporosis International. 2022. Available at: https://link.springer.com/content/pdf/10.1007/s00198-021-05900-y.pdf
Zhou M, Han S, Zhang W, Wu D. Efficacy and safety of vitamin K2 for postmenopausal women with osteoporosis at a long-term follow-up: meta-analysis and systematic review. J Bone Miner Metab. 2022 Sep;40(5):763-772.
WD · Suplemento livre para prescricao
Pessoas submetidas a cirurgia bariátrica
Objetivo: Redução da frequência de episódios de compulsão alimentar (avaliado por ECAP) Redução da intensidade de dependência alimentar (avaliado pela Yale Addiction Food Scale) É possível esperar também efeitos metabólicos positivos, conforme Wang et al. (2023). Porém trata-se de uma análise que agrupou estudos com intervenções com diferentes probióticos. Foram observadas diferenças significativas para AST, TGC, peso corporal, vitamina B12 e consumo calórico.
Resumo: Lactobacillus acidophilus NCFM 5 bi UFC · Bifidobacterium lactis Bi-07 5 bi UFC
Benefícios esperados
Redução da frequência de episódios de compulsão alimentar (avaliado por ECAP)
Redução da intensidade de dependência alimentar (avaliado pela Yale Addiction Food Scale)
É possível esperar também efeitos metabólicos positivos, conforme Wang et al. (2023). Porém trata-se de uma análise que agrupou estudos com intervenções com diferentes probióticos. Foram observadas diferenças significativas para AST, TGC, peso corporal, vitamina B12 e consumo calórico.
Segurança
O consumo de probióticos é considerado seguro no longo prazo.
O estudo clínico (Carlos et al, 2022) realizou intervenção por 90 dias e realizou modelo de regressão GAMLSS class para estimar efeitos para 12 meses.
Possivelmente seguro em pessoas idosas, gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: não foram observados efeitos adversos relacionados ao uso dos probióticos.
Interações medicamentosas:
Moderadas: antibióticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Não se aplicam.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Carlos LO, Ramos MRZ, Wagner NRF, Freitas LAC, Felicidade I, Campos ACL. PROBIOTIC SUPPLEMENTATION ATTENUATES BINGE EATING AND FOOD ADDICTION 1 YEAR AFTER ROUX-EN-Y GASTRIC BYPASS: A RANDOMIZED, DOUBLE-BLIND, PLACEBO-CONTROLLED TRIAL. Arq Bras Cir Dig. 2022 Jun 24;35:e1659.
Wang Y, Zheng Y, Kuang L, Yang K, Xie J, Liu X, Shen S, Li X, Wu S, Yang Y, Shi J, Wu J, Wang Y. Effects of probiotics in patients with morbid obesity undergoing bariatric surgery: a systematic review and meta-analysis. Int J Obes (Lond). 2023 Nov;47(11):1029-1042.
WD · Fitoterapico livre para prescricao
Prevenção de infecções do trato urinário (ITUs)
Objetivo: Redução do risco de recorrência de ITUs em 26 a 53%, em mulheres com ITUs recorrentes, crianças e indivíduos com maior suscetibilidade a ITUs devido a uma intervenção (como radioterapia na bexiga).
Resumo: Vaccinium macrocarpon (extrato seco, 25% de procianidinas) 144 mg
Benefícios esperados
Redução do risco de recorrência de ITUs em 26 a 53%, em mulheres com ITUs recorrentes, crianças e indivíduos com maior suscetibilidade a ITUs devido a uma intervenção (como radioterapia na bexiga).
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por 6 meses.
Não utilizar em crianças, gestantes, lactantes, por falta de evidências de segurança.
Efeitos adversos (ocorrência baixa reportada nos estudos): diarreia e desconforto gastrintestinal.
Interações medicamentosas:
Moderadas: atorvastatina, nifedipina, varfarina, substratos de CYP3A4.
Leves: diclofenaco, substratos de CYP2C9.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
Em 2019, a American Urology Association passou a recomendar o uso de produtos à base de cranberry para prevenção de ITUs.
A prescrição de Vaccinium macrocarpon não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por ser constituinte autorizado para uso em suplementos alimentares, conforme parágrafo 2º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
Até o presente momento, não foi demonstrado benefício clínico do cranberry, seja na forma de suco ou extratos, para o terapia de recuperação de ITUs não complicadas, associada ou não à antibioticoterapia.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Williams G, Stothart CI, Hahn D, Stephens JH, Craig JC, Hodson EM. Cranberries for preventing urinary tract infections. Cochrane Database Syst Rev. 2023;(11):CD001321
Anger J, Lee U, Ackerman AL, Chou R, Chughtai B, Clemens JQ, Hickling D, Kapoor A, Kenton KS, Kaufman MR, Rondanina MA, Stapleton A, Stothers L, Chai TC. Recurrent Uncomplicated Urinary Tract Infections in Women: AUA/CUA/SUFU Guideline. J Urol. 2019 Aug;202(2):282-289.
Bixler BR, Anger JT. Updates to recurrent uncomplicated urinary tract infections in women: AUA/CUA/SUFU guideline. J Urol. 2022;208(4):754-756. doi:10.1097/JU.0000000000002888.
Tempera, G., Corsello, S., Genovese, C., Caruso, F. E., and Nicolosi, D. Inhibitory activity of cranberry extract on the bacterial adhesiveness in the urine of women: an ex-vivo study. Int J Immunopathol.Pharmacol. 2010;23(2):611-618.
Xia JY, Yang C, Xu DF, Xia H, Yang LG, Sun GJ. Consumption of cranberry as adjuvant therapy for urinary tract infections in susceptible populations: A systematic review and meta-analysis with trial sequential analysis. PLoS One. 2021 Sep 2;16(9):e0256992.
WD · Suplemento livre para prescricao
Prevenção de mucosite oral grave em pacientes submetidos à quimioterapia, reduzindo a severidade das lesões orais
Objetivo: Redução do risco de desenvolvimento de forma grave de mucosite oral induzida por quimioterapia em 65%.
Resumo: Extrato de própolis 15%
Benefícios esperados
Redução do risco de desenvolvimento de forma grave de mucosite oral induzida por quimioterapia em 65%.
Segurança
Segurança estabelecida em concentrações de até 30%.
Considerado seguro na lactação, infância e em pessoas idosas. Não investigado em gestantes.
Efeitos adversos: Cefaleia.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Antitrombóticos: aumento do risco de sangramentos
II) Substratos de CYP1A2, CYP2C19, CYP2C9, CYP2D6, CYP2E1 e CYP3A4: redução da metabolização.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
O própolis é um material resinoso produzido pelas abelhas a partir de botões e cascas de árvores digeridos, utilizado na manutenção das colmeias. Como ele é incorporado à estrutura da colmeia, a obtenção do produto puro é difícil, exigindo processos de extração com glicóis ou álcool etílico para remoção da cera. Muitas preparações comerciais apresentam contaminação por subprodutos da colmeia. Em sua forma bruta, o própolis contém cerca de 50% de resinas e bálsamos vegetais, 30% de ceras, 10% de óleos essenciais e aromáticos, 5% de pólen e 5% de outros compostos bioativos. Entre esses compostos destacam-se fenóis e flavonoides — como quercetina e galangina — além de terpenos, ácido cinâmico e seus ésteres, ácido cafeico e seus ésteres, artepelina C, culifolina, aminas, amidas, polissacarídeos, aminoácidos e minerais. A composição química e a atividade farmacológica do própolis variam significativamente conforme a origem geográfica e a flora local, o que dificulta o estabelecimento de padrões de qualidade uniformes. No Brasil, por exemplo, já foram identificados diferentes tipos de própolis com coloração verde, vermelha, amarela e marrom. O própolis verde — também chamado de própolis brasileiro — é um dos mais exportados, enquanto o própolis vermelho contém flavonois como retusapurpurina A e B, que conferem sua cor característica. Apesar da variabilidade composicional, um estudo clínico utilizou com sucesso um extrato seco padronizado com 8% a 12% de galangina, destacando a importância da padronização para garantir reprodutibilidade e eficácia terapêutica.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Kuo CC, Wang RH, Wang HH, Li CH. Meta-analysis of randomized controlled trials of the efficacy of propolis mouthwash in cancer therapy-induced oral mucositis. Support Care Cancer. 2018;26(12):4001-4009
Akhavan-Karbassi MH, Yazdi MF, Ahadian H, Sadr-Abad MJ. Randomized double-blind placebo-controlled trial of propolis for oral mucositis in patients receiving chemotherapy for head and neck cancer. Asian Pac J Cancer Prev 2016;17(7):3611-4
Eslami H, Pouralibaba F, Falsafi P, et al. Efficacy of Hypozalix spray and propolis mouthwash for prevention of chemotherapy-induced oral mucositis in leukemic patients: A double-blind randomized clinical trial. J Dent Res Dent Clin Dent Prospects. 2016;10(4):226-233
Piredda M, Facchinetti G, Biagioli V, et al. Propolis in the prevention of oral mucositis in breast cancer patients receiving adjuvant chemotherapy: A pilot randomised controlled trial. Eur J Cancer Care (Engl). 2017;26(6)
Marucci L, Farneti A, Di Ridolfi P, et al. Double-blind randomized phase III study comparing a mixture of natural agents versus placebo in the prevention of acute mucositis during chemoradiotherapy for head and neck cancer. Head Neck. 2017;39(9):1761-1769
WD · Suplemento livre para prescricao
Prevenção e manejo da deficiência de ferro e anemia ferropriva
Objetivo: Aumento dos níveis de ferritina/ou hemoglobina. As metas terapêuticas e posologia devem ser estabelecidas com base na avaliação do estado nutricional do paciente relativo ao ferro. Ambas as fórmulas propõem doses máximas diárias de 45 mg de ferro elementar, que é a dose máxima permitida para prescrição por nutricionistas (UL = 45 mg). Havendo necessidade de doses maiores, deve-se realizar encaminhamento ao médico.
Resumo: Ferro (polimaltose) 30 a 45 mg · Ferro (polimaltose) 3,0 a 4,5 mg · Solução oral qsp 1 ml
Benefícios esperados
Aumento dos níveis de ferritina/ou hemoglobina.
As metas terapêuticas e posologia devem ser estabelecidas com base na avaliação do estado nutricional do paciente relativo ao ferro.
Ambas as fórmulas propõem doses máximas diárias de 45 mg de ferro elementar, que é a dose máxima permitida para prescrição por nutricionistas (UL = 45 mg). Havendo necessidade de doses maiores, deve-se realizar encaminhamento ao médico.
Segurança
Segurança bem estabelecida para uso contínuo.
Provavelmente seguro para idosos, crianças, gestantes e lactantes.
Efeitos adversos comuns: dor abdominal, constipação, diarreia, irritação gastrintestinal, náuseas e vômitos.
Interações medicamentosas: Desconhecidas até o momento, para a forma química de ferripolimaltose.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Pessoas com história de anemias não causadas por deficiência de ferro, como hemocromatose, anemia falciforme, anemia hemolítica, anemia por chumbo, talassemia e anemias por tumores ou infecções.
III) Pessoas com história de doenças hepáticas agudas ou problemas gastrointestinais.
Precauções:
I) História atual de alcoolismo, hepatite, infecções agudas e estados inflamatórios do trato gastrintestinal (enterites, colite ulcerativa), pancreatite e úlcera péptica.
II) Pessoas submetidas a transfusões repetidas de sangue (risco de sobrecarga férrica).
III) Em casos de anemias associadas às infecções ou neoplasias, o ferro substituído é armazenado no sistema retículo-endotelial, de onde é mobilizado e utilizado somente após a cura da doença primária.
Notas adicionais
A prescrição deste nutriente está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
World Health Organization. (2016). Guideline: Daily iron supplementation in infants and children. Geneva: World Health Organization. Disponível em: https://www.who.int/publications/i/item/9789241549523.
BAKER, Robert D.; GREER, Frank R. Diagnosis and Prevention of Iron Deficiency and Iron-Deficiency Anemia in Infants and Young Children (0-3 Years of Age). Pediatrics, v. 126, n. 5, p. 1040-1050, 2010. Disponível em: https://publications.aap.org/pediatrics/article/126/5/1040/65343/Diagnosis-and-Prevention-of-Iron-Deficiency-and?autologincheck=redirected.
Silva Neto LGR, Santos Neto JED, Bueno NB, de Oliveira SL, Ataide TDR. Effects of iron supplementation versus dietary iron on the nutritional iron status: Systematic review with meta-analysis of randomized controlled trials. Crit Rev Food Sci Nutr. 2019;59(16):2553-2561. doi: 10.1080/10408398.2018.1459469. Epub 2018 Apr 30. PMID: 29611716.
WD · Suplemento livre para prescricao
Prevenção e manejo da esteato-hepatite secundária à DHGM, independente da presença ou não de fibrose e sem o diagnóstico de diabetes mellitus
Objetivo: Redução do NAS, inflamação e balonismo hepatocelular, sem piora da fibrose. Redução significativa na mortalidade geral, descompensação hepática e sobrevida sem transplante de fígado em pacientes com ou sem DM com fibrose em ponte e cirrose devido a esteato-hepatite não alcoólica. Não há ainda recomendação para uso em pacientes com diabetes mellitus, por haver evidências limitadas e incertezas sobre a relação risco x benefício.
Resumo: RRR-alfa-tocoferol 800 UI
Benefícios esperados
Redução do NAS, inflamação e balonismo hepatocelular, sem piora da fibrose.
Redução significativa na mortalidade geral, descompensação hepática e sobrevida sem transplante de fígado em pacientes com ou sem DM com fibrose em ponte e cirrose devido a esteato-hepatite não alcoólica.
Não há ainda recomendação para uso em pacientes com diabetes mellitus, por haver evidências limitadas e incertezas sobre a relação risco x benefício.
Segurança
Segurança bem estabelecida mesmo quando usada continuamente.
Considerado seguro em pessoas idosas, gestantes e lactantes e crianças.
Efeitos adversos comuns: desconforto abdominal, náuseas e vômito.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
Vitamina E:
I) Agentes alquilantes (quimioterápicos): redução de efeito.
II) Drogas antitrombóticas: aumento do risco para sangramentos.
III) Antibióticos antitumorais: redução de efeito.
IV) Substratos de CYP3A4: aumento da metabolização.
V) Selumetinibe: aumento dos níveis de vitamina E.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Não se aplicam.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Vilar-Gomez E, Vuppalanchi R, Gawrieh S, Ghabril M, Saxena R, Cummings OW, Chalasani N. Vitamin E Improves Transplant-Free Survival and Hepatic Decompensation Among Patients With Nonalcoholic Steatohepatitis and Advanced Fibrosis. Hepatology. 2020 Feb;71(2):495-509. doi: 10.1002/hep.30368. Epub 2019 Mar 6. PMID: 30506586.
Sanyal AJ, Chalasani N, Kowdley KV, McCullough A, Diehl AM, Bass NM, Neuschwander-Tetri BA, Lavine JE, Tonascia J, Unalp A, Van Natta M, Clark J, Brunt EM, Kleiner DE, Hoofnagle JH, Robuck PR; NASH CRN. Pioglitazone, vitamin E, or placebo for nonalcoholic steatohepatitis. N Engl J Med. 2010 May 6;362(18):1675-85. doi: 10.1056/NEJMoa0907929. Epub 2010 Apr 28. PMID: 20427778; PMCID: PMC2928471.
Moreira RO, Valerio CM, Villela-Nogueira CA, Cercato C, Gerchman F, Lottenberg AMP, Godoy-Matos AF, Oliveira RA, Brandão Mello CE, Álvares-da-Silva MR, Leite NC, Cotrim HP, Parisi ER, Silva GF, Miranda PAC, Halpern B, Pinto Oliveira C. Brazilian evidence-based guideline for screening, diagnosis, treatment, and follow-up of metabolic dysfunction-associated steatotic liver disease (MASLD) in adult individuals with overweight or obesity: A joint position statement from the Brazilian Society of Endocrinology and Metabolism (SBEM), Brazilian Society of Hepatology (SBH), and Brazilian Association for the Study of Obesity and Metabolic Syndrome (Abeso). Arch Endocrinol Metab. 2023 Nov 27;67(6):e230123.
WD · Suplemento livre para prescricao
Prevenção e manejo de reações adversas à terapia com metotrexato ou aminossalicilatos
Objetivo: Prevenção e redução de efeitos colaterais relacionados à deficiência de folato secundária à farmacoterapia com estes medicamentos utilizados para colite ulcerativa.
Resumo: L-5-metiltetraidrofolato 1 mg
Benefícios esperados
Prevenção e redução de efeitos colaterais relacionados à deficiência de folato secundária à farmacoterapia com estes medicamentos utilizados para colite ulcerativa.
Segurança
Segurança bem estabelecida de uso crônico em doses de até 1 mg/dia.
Possivelmente seguro em pessoas idosas, gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: náuseas e vômitos.
Em doses de 5 mg por dia: cólicas abdominais, diarréia e erupção cutânea.
Em doses de 15 mg por dia: sabor amargo, confusão, hiperatividade, julgamento prejudicado, irritabilidade, náusea, distúrbios do sono.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) 5-fluouracila: aumento da toxicidade (apenas em altas doses de L-5-MTHF ou folato)
II) Capecitabina: aumento da toxicidade (apenas em altas doses de L-5-MTHF ou folato)
III) Metotrexato: redução da efetividade na terapia do câncer.
IV) Fenobarbital: aumento do risco para convulões.
V) Fenitoína: redução de níveis plasmáticos.
VI) Primidona: aumento do risco para convulsões.
VII) Pirimetamina: redução de efeito.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções:
I) Pessoas submetidas à angioplastia (risco para estenose).
II) Pessoas com história de câncer.
III) Pessoas com história de convulsões.
IV) Pessoas com história de deficiência de vitamina B12.
Notas adicionais
A prescrição deste insumo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Hashash, JA, Regueiro, M. Medical management of low-risk adult patients with mild to moderate ulcerative colitis. UpToDate Database 2023. Disponível em: https://www.uptodate.com/contents/medical-management-of-low-risk-adult-patients-with-mild-to-moderate-ulcerative-colitis. Acesso em 14/02/2024.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Prevenção e redução dos sintomas de infecções respiratórias agudas, como resfriados, dor de garganta, sinusite e bronquite, especialmente as causadas por vírus
Objetivo: Redução da intensidade da tosse e sintomas gerais. Aumento da taxa de resolução completa dos sintomas. Menor uso de analgésicos e menos dias de afastamento do trabalho. Efeito semelhante em infecções por coronavírus sazonais (exceto COVID-19).
Resumo: Pelargonium sidoides (extrato etanólico da raiz, 0,08% a 0,32% de fenois totais, expressos em epicatequina) 825 mg · Solução oral qsp 1 mL
Benefícios esperados:
Redução da intensidade da tosse e sintomas gerais.
Aumento da taxa de resolução completa dos sintomas.
Menor uso de analgésicos e menos dias de afastamento do trabalho.
Efeito semelhante em infecções por coronavírus sazonais (exceto COVID-19).
Segurança:
Segurança bem estabelecida com uso por até 24 semanas continuamente.
Possivelmente seguro em pessoas idosas, crianças. Sem informações em gestantes e lactantes.
Efeitos adversos: dermatites alérgicas e queixas gastrointestinais leves.
Interações medicamentosas
Moderadas:
I) Imunossupressores: redução de efeito.
Leves:
I) Anticoagulantes: aumento de efeito.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Crianças menores de 1 ano de idade.
Precauções: Deve consultar novamente o profissional caso não haja melhora dos sintomas em 1 semana de tratamento.
Notas adicionais:
A prescrição desta fórmula requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, pois drogas vegetais e derivados vegetais de Pelargonium sidoides não são passíveis de composição em alimentos no Brasil, assim, não atende o que dispõe o parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências:
Agbabiaka TB, Guo R, Ernst E. Pelargonium sidoides for acute bronchitis. A systematic review and meta-analysis. Phytomedicine 2008;15:378-85
Schapowal A, Dobos G, Cramer H, et al. Treatment of signs and symptoms of the common cold using EPs 7630 - results of a meta-analysis. Heliyon. 2019 Nov 26;5(11):e02904
Kardos P, Lehmacher W, Zimmermann A, et al. Effects of Pelargonium sidoides extract EPs 7630 on acute cough and quality of life - a meta-analysis of randomized, placebo-controlled trials. Multidiscip Respir Med 2022;17:868
Hoang MP, Seresirikachorn K, Chitsuthipakorn W, Snidvongs K. Herbal Medicines for Rhinosinusitis: A Systematic Review and Network Meta-analysis. Curr Allergy Asthma Rep 2023;23(2):93-109
Seifert G, Brandes-Schramm J, Zimmermann A, Lehmacher W, Kamin W. Faster recovery and reduced paracetamol use - a meta-analysis of EPs 7630 in children with acute respiratory tract infections. BMC Pediatr 2019;19(1):119
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Prevenção e terapia coadjuvante de resfriados e infecções do trato respiratório e urinário
Objetivo: Três meta-análises mostram uma redução de 10% a 58% no risco de desenvolver um resfriado ao tomar várias formas de echinacea. Seu uso tradicional é reconhecido como tratamento de suporte para infecções do tipo influenza e infecções recorrentes do trato respiratório e do trato urinário inferior.
Resumo: Echinacea purpurea 200 mg
Benefícios esperados
Três meta-análises mostram uma redução de 10% a 58% no risco de desenvolver um resfriado ao tomar várias formas de echinacea.
Seu uso tradicional é reconhecido como tratamento de suporte para infecções do tipo influenza e infecções recorrentes do trato respiratório e do trato urinário inferior.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 6 meses.
Gestantes e crianças: possivelmente seguro.
Lactantes: não utilizar (falta de evidências de segurança).
Efeitos adversos: dor abdominal, constipação, diarreia, azia, náuseas e vômitos, erupções cutâneas e dor de estômago.
Interações medicamentosas:
Moderadas: cafeína, substratos de CYP1A2/3A4, etoposídeo, imunossupressores.
Leves: darunavir, docetaxel, etravirina, lopinavir/ritonavir, midazolam, varfarina.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: hipersensibilidade conhecida a algum componente da fórmula. Não se recomenda a administração deste medicamento a pacientes com esclerose múltipla, asma, colagenose, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) ou tuberculose, sem supervisão médica.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por serem derivados vegetais de planta não alimentícia, conforme o artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
As espécies Echinacea angustifolia DC e Echinacea purpurea (L.) Moench possuem monografia no Formulário Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira (2ª edição, 2021) e, pelo reconhecimento do seu uso tradicional, pode ser prescrito por nutricionistas habilitados em prescrição de fitoterápicos.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Shah SA, Sander S, White CM, et al. Evaluation of echinacea for the prevention and treatment of the common cold: a meta-analysis. Lancet Infect Dis 2007;7:473-80.
Schoop R, Klein P, Suter A, Johnston SL. Echinacea in the prevention of induced rhinovirus colds: a meta-analysis. Clin Ther 2006;28:174-83.
Karsch-Völk M, Barrett B, Kiefer D, Bauer R, Ardjomand-Woelkart K, Linde K. Echinacea for preventing and treating the common cold. Cochrane Database Syst Rev.2014;(2):CD000530. doi: 10.1002/14651858.CD000530.pub3.
British Herbal Medicine Association. A Guide to traditional Herbal Medicines Bournemouth: British Herbal Medicine Association Publishing, 2003.
WD · Suplemento livre para prescricao
Quadros dispépticos associados à hipocloridria induzidos por medicamentos
Objetivo: Em indivíduos acometidos por hipocloridria induzida por medicamentos: 1) Acidificação gástrica (pH
Resumo: Betaína(cloridrato) 1500 mg
Benefícios esperados
Em indivíduos acometidos por hipocloridria induzida por medicamentos:
1) Acidificação gástrica (pH
Segurança
Segurança estabelecida em uso agudo, e teoricamente, é considerada segura no longo prazo.
Fórmula não investigada em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: não relatados. Teoricamente, podem provocar azia ou outros desconfortos gástricos.
Interações medicamentosas: não relatadas.
Notas adicionais
O componente desta fórmula trata-se de um composto bioativo de alimentos modificado e sua prescrição está apoiada na Res. CFN 656/2020.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Yago MR, Frymoyer AR, Smelick GS, Frassetto LA, Budha NR, Dresser MJ, Ware JA, Benet LZ. Gastric reacidification with betaine HCl in healthy volunteers with rabeprazole-induced hypochlorhydria. Mol Pharm. 2013 Nov 4;10(11):4032-7.
Guilliams TG, Drake LE. Meal-Time Supplementation with Betaine HCl for Functional Hypochlorhydria: What is the Evidence? Integr Med (Encinitas). 2020 Feb;19(1):32-36.
Yago MR, Frymoyer A, Benet LZ, Smelick GS, Frassetto LA, Ding X, Dean B, Salphati L, Budha N, Jin JY, Dresser MJ, Ware JA. The use of betaine HCl to enhance dasatinib absorption in healthy volunteers with rabeprazole-induced hypochlorhydria. AAPS J. 2014 Nov;16(6):1358-65.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Quadros dispépticos idiopáticos
Objetivo: Auxiliar no alívio de sintomas dispépticos agudos; como colerético; como antiflatulento; como antiespasmódico; e como anti-inflamatório.
Resumo: Achillea millefolium(droga vegetal rasurada das partes aéreas) 20 g · Álcool etílico 45% qsp 100 mL
Benefícios esperados
Auxiliar no alívio de sintomas dispépticos agudos; como colerético; como antiflatulento; como antiespasmódico; e como anti-inflamatório.
Segurança
Segurança estabelecida em uso por no máximo 14 dias.
Fórmula não investigada em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: não relatados.
Interações medicamentosas:
Moderadas: lítio
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por ser derivado vegetal de planta medicinal, sem alegação de uso alimentício, conforme parágrafo 1º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
EMA, European Medicines Agency. Community herbal monograph on Achillea millefolium L., herbal. London: Committee on Herbal Medicinal Products (HMPC), 2011. Disponível em: . Acesso em: 22 fev. 2018
WD · Suplemento livre para prescricao
Quadros dispépticos relacionados a intolerâncias alimentares
Objetivo: Melhora da digestibilidade e redução de sintomas digestivos em indivíduos com quadros dispépticos gerais.
Resumo: α-Amilase 5.000 SKB · α-Galactosidase 800 GalU · Lipase 1.400 FIP · +3
Benefícios esperados
Melhora da digestibilidade e redução de sintomas digestivos em indivíduos com quadros dispépticos gerais.
Segurança
Segurança estabelecida em uso contínuo.
Fórmula provavelmente segura em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos (raros): dermatite de contato e outras reações alérgicas.
Interações medicamentosas: desconhecidas.
Notas adicionais
A prescrição das enzimas digestivas desta fórmula, inclusive baseada em unidades de atividade enzimática específica, está apoiada na Res. CFN 656/2020.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
A fórmula acima deve ser personalizada com base nas necessidades individuais do paciente, excluindo enzimas que não sejam necessárias, visando a otimização do custo final da fórmula.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Martindale W. Martindale the Extra Pharmacopoeia. Pharmaceutical Press, 1999.
The United States Pharmacopeia: Dietary Supplements Compendium. Rockville (MD): The United States Pharmacopeia Convention; 2015.
WD · Fitoterapico livre para prescricao
Recurso ergogênico e recuperação pós-exercício
Objetivo: Redução (moderada) do tempo de recuperação da força e potência muscular de exercícios extenuantes. Recuperação (intensa) da altura de salto e redução (pequena) do tempo de corrida (sprint). Redução (pequena) de marcadores inflamatórios (PCR, IL-6). Redução da percepção da dor, creatinina sérica e proteína total sérica em exercício de agachamento com barra.
Resumo: Prunus cerasus 480 mg
Benefícios esperados
Redução (moderada) do tempo de recuperação da força e potência muscular de exercícios extenuantes.
Recuperação (intensa) da altura de salto e redução (pequena) do tempo de corrida (sprint).
Redução (pequena) de marcadores inflamatórios (PCR, IL-6).
Redução da percepção da dor, creatinina sérica e proteína total sérica em exercício de agachamento com barra.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 10 dias.
Não utilizar em crianças, gestantes, lactantes e idosos, por falta de evidências de segurança.
Efeitos adversos (ocorrência baixa reportada nos estudos, não diferente do grupo placebo): desconforto gastrintestinal e amolecimento fecal.
Interações medicamentosas desconhecidas até o momento.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
Esta fórmula trata-se de um fitoterápico patenteado conhecido comercialmente por Cherry Pure®. A concentração de 480 mg do pó liofilizado da casca do fruto da cereja azeda (Prunus cerasus) equivale a 51,3 ml do suco, que contém 66 mg de antocianinas.
A prescrição de Prunus cerasus não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por ser constituinte autorizado para uso em suplementos alimentares, conforme parágrafo 2º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Gao R, Chilibeck PD. Effect of tart cherry concentrate on endurance exercise performance: a meta-analysis. J Am Coll Nutr 2020:1-8. doi: 10.1080/07315724.2020.1713246.
Hill JA, Keane KM, Quinlan R, Howatson G. Tart Cherry Supplementation and Recovery From Strenuous Exercise: A Systematic Review and Meta-Analysis. Int J Sport Nutr Exerc Metab. 2021;31(2):154-167.
WD · Suplemento livre para prescricao
Redução de dor aguda e necessidade de opioides no período pós-operatório em cirurgias eletivas laparoscópicas e não laparoscópicas. Redução de dor crônica em cirurgias de trauma no pé e tornozelo
Objetivo: Para redução da dor e do uso de analgésicos no pós-operatório Uma meta-análise de 7 estudos clínicos em cirurgias laparoscópicas (como colecistectomia, colectomia e histerectomia) mostrou que a administração de vitamina C: I) Reduziu a dor aguda e a necessidade de opioides por até 24 horas após a cirurgia. II) Reduziu significativamente o consumo de analgésicos (opioides e não opioides) em comparação ao grupo controle. Para redução da dor crônica pós-cirúrgica: Em cirurgias de trauma no pé e tornozelo, pacientes que receberam vitamina C: - 500 mg, 2 vezes ao dia por 6 semanas, apresentaram menor intensidade de dor - em 2 semanas e 6 semanas pós-operatórias. - Redução da incidência da síndrome de dor regional complexa. - A suplementação também reduziu o consumo total de diclofenaco durante o período de 6 semanas: De 5,7 g no grupo placebo para 3,4 g no grupo tratado com vitamina C.
Resumo: Vitamina C 1.000 mg
Benefícios esperados:
Para redução da dor e do uso de analgésicos no pós-operatório
Uma meta-análise de 7 estudos clínicos em cirurgias laparoscópicas (como colecistectomia, colectomia e histerectomia) mostrou que a administração de vitamina C:
I) Reduziu a dor aguda e a necessidade de opioides por até 24 horas após a cirurgia.
II) Reduziu significativamente o consumo de analgésicos (opioides e não opioides) em comparação ao grupo controle.
Para redução da dor crônica pós-cirúrgica:
Em cirurgias de trauma no pé e tornozelo, pacientes que receberam vitamina C:
- 500 mg, 2 vezes ao dia por 6 semanas, apresentaram menor intensidade de dor - em 2 semanas e 6 semanas pós-operatórias.
- Redução da incidência da síndrome de dor regional complexa.
- A suplementação também reduziu o consumo total de diclofenaco durante o período de 6 semanas: De 5,7 g no grupo placebo para 3,4 g no grupo tratado com vitamina C.
Segurança:
Segurança bem estabelecida para uso crônico, quando abaixo de 2.000 mg/dia (UL).
Provavelmente seguro para idosos, gestantes e lactantes. Segurança estabelecida em crianças em doses ajustadas pela faixa etária (todas ≤ 1.800 mg/dia).
Efeitos adversos: Cãibras abdominais, esofagite, azia, dor de cabeça, diarreia osmótica, náusea, vômito. Cálculos renais foram relatados em indivíduos predispostos a esse problema. Os efeitos adversos são mais propensos a ocorrer em doses acima do limite superior tolerável de ingestão, que é de 2 gramas por dia.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) agentes alquilantes (quimioterápicos): redução de efeito.
II) alumínio: aumento de biodisponibilidade
III) antibióticos antitumorais: redução de efeito.
IV) estrogênios: aumento dos níveis plasmáticos.
V) flufenazina: redução de níveis plasmáticos.
VI) indinavir: redução de níveis plasmáticos.
VII) levotiroxina: aumento de biodisponibilidade.
VIII) varfarina: redução de níveis plasmáticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Uso em pacientes com risco de hiperoxalúria ou litíase renal por oxalato
Precauções
I) Uso de álcool: O consumo crônico de álcool pode aumentar a excreção urinária de vitamina C em até 50%, levando à deficiência em casos de doença crítica ou internação prolongada. Suplementação prolongada pode ser necessária.
II) Câncer: Células cancerígenas acumulam vitamina C, mas não há evidências claras sobre benefícios ou riscos no tratamento. Uso deve ser orientado pelo oncologista.
III) Doença Renal Crônica (DRC): Pacientes com DRC têm maior risco de oxalose e cálculos renais com suplementação. Doses elevadas podem levar à falência renal em casos raros.
IV) Deficiência de G6PD: Altas doses de vitamina C podem causar anemia hemolítica em indivíduos com deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase, especialmente crianças.
V) Litíase urinária: Suplementação pode aumentar o risco de cálculos de oxalato em indivíduos predispostos, mesmo em doses diárias de 250 mg. Evitar altas doses nesses pacientes.
VI) Tabagismo e nicotina: Fumantes possuem níveis plasmáticos mais baixos de vitamina C. É recomendado um consumo diário entre 124-200 mg para compensar essa deficiência.
VII) Uso de tabaco não fumado: Usuários de tabaco mastigável apresentam níveis mais baixos de vitamina C, aumentando o risco de lesões orais pré-cancerosas.
VIII) Interferência em testes diagnósticos: Altas doses de vitamina C podem alterar resultados de testes laboratoriais para glicose, bilirrubina, creatinina, vitamina B12, e outros, causando falsos positivos ou negativos.
IX) Interação com medicamentos: Suplementação pode interferir nos níveis séricos de teofilina, carbamazepina e em testes de função hepática (AST, LDH), comprometendo a acurácia dos exames.
X) Sangue oculto nas fezes: Doses acima de 250 mg podem causar resultados falso-negativos. Suspender vitamina C três dias antes do teste.
Notas adicionais:
A prescrição deste composto bioativo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências:
Meena S, Sharma P, Gangary SK, Chowdhury B. Role of vitamin C in prevention of complex regional pain syndrome after distal radius fractures: a meta-analysis. Eur J Orthop Surg Traumatol. 2015;25(4):637-41
Aïm F, Klouche S, Frison A, Bauer T, Hardy P. Efficacy of vitamin C in preventing complex regional pain syndrome after wrist fracture: A systematic review and meta-analysis. Orthop Traumatol Surg Res. 2017;103(3):465-470
Zollinger PE, Tuinebreijer WE, Breederveld RS, Kreis RW. Can vitamin C prevent complex regional pain syndrome in patients with wrist fractures? A randomized, controlled, multicenter dose-response study. J Bone Joint Surg Am 2007;89:1424-31
Hung KC, Lin YT, Chen KH, et al. The Effect of Perioperative Vitamin C on Postoperative Analgesic Consumption: A Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials. Nutrients. 2020;12(10):3109.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Redução do consumo de álcool e recuperação da ressaca
Objetivo: Redução do consumo de doses de bebidas alcoólicas e de dias de consumo. Um estudo demonstrou que 2 g, em dose única, mostrou reduzir o consumo em 37% do volume de cerveja dos pacientes submetidos ao estudo, durante um 90 minutos de acompanhamento num evento social.
Resumo: Pueraria lobata (extrato seco, 25% de isoflavonas*) 500 mg
Benefícios esperados
Redução do consumo de doses de bebidas alcoólicas e de dias de consumo.
Um estudo demonstrou que 2 g, em dose única, mostrou reduzir o consumo em 37% do volume de cerveja dos pacientes submetidos ao estudo, durante um 90 minutos de acompanhamento num evento social.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 4 meses.
Gestantes, lactantes e crianças: não utilizar (falta de evidências de segurança).
Efeitos adversos (raros): elevação de transaminases hepáticas.
Interações medicamentosas:
Moderadas: fármacos antitrombóticos, cafeína, estrógenos, fármacos hepatotóxicos, metotrexato, tamoxifeno.
Leves: fármacos antidiabéticos
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contra-indicações: estados de doença hepática (esteato-hepatite, cirrose, hepatites, insuficiência hepática)
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por serem derivados vegetais, conforme parágrafo 1º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
O extrato obtido da raiz deve conter não menos de 19% puerarina, 4% daidzina e 2% daidzeína.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Lukas SE, Penetar D, Berko J, et al. An extract of the Chinese herbal root kudzu reduces alcohol drinking by heavy drinkers in a naturalistic setting. Alcohol Clin Exp Res 2005;29:756-62.
Lukas SE, Penetar D, Su Z, Geaghan T, Maywalt M, Tracy M, Rodolico J, Palmer C, Ma Z, Lee DY. A standardized kudzu extract (NPI-031) reduces alcohol consumption in nontreatment-seeking male heavy drinkers. Psychopharmacology (Berl). 2013 Mar;226(1):65-73.
Penetar DM, Toto LH, Lee DY, Lukas SE. A single dose of kudzu extract reduces alcohol consumption in a binge drinking paradigm. Drug Alcohol Depend. 2015 Aug 1;153:194-200.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Redução do consumo de alimentos doces
Objetivo: Benefício esperado Redução do apetite por alimentos doces.
Resumo: Gymnema sylvestre (tintura da folha) 20% · Solução spray oral qsp 50 mL
Benefício esperado
Redução do apetite por alimentos doces.
Segurança
Uso seguro por até 12 semanas de uso.
Fórmula não investigada em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: não relatados.
Interações medicamentosas:
Moderadas: antidiabéticos, substratos de CYP1A2/2C9, fenacetina e tolbutamida.
Leves: substratos de CYP3A4.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por serem derivados vegetais, conforme parágrafo 1º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
Esta fórmula está baseada no reconhecimento de uso tradicional da espécie.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
PANIZZA, S.T., VEIGA, R.S., ALMEIDA, M.C. Uso tradicional de plantas medicinais e fitoterápicos. São Luís: Conbrafito, 2012. 267 p. ISBN: 978-85-63766-01-4.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Redução do estresse e ansiedade
Objetivo: Redução dos níveis de estresse e ansiedade em pessoas saudáveis, como estratégia complementar a medidas não farmacológicas.
Resumo: Magnolia officinalis (extrato seco, 1,5% de honokinol) 125 mg · Phellodendron amurense (extrato seco, 0,1% de berberina) 125 mg · Crocus sativus (extrato seco, 0,3% de safranal) 30 mg
Benefícios esperados
Redução dos níveis de estresse e ansiedade em pessoas saudáveis, como estratégia complementar a medidas não farmacológicas.
Segurança
Segurança estabelecida por no máximo 6 semanas de uso.
Fórmula não investigada em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos (ocorrência baixa reportada nos estudos): azia, tremores nas mãos, dormência perilabial, disfunção sexual e disfunção da tireoide.
Interações medicamentosas:
Moderadas: substratos da CYP3A4. Antitrombóticos. Drogas depressoras do SNC. Antidiabéticos orais. Cafeína. Drogas anti-hipertensivas.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
A inclusão do extrato de Crocus sativus na fórmula tem por objetivo a otimizar a redução dos níveis de estresse e ansiedade, quando não for responsiva apenas à associação de Magnolia officinalis e Phellodendron amurense. A elaboração deste fitoterápico composto está baseada na busca da potencialização da resposta clínica a partir da sinergia farmacológica de compostos bioativos que atuam por mecanismos de ação distintos, como proposto por Bone & Mills (2012) e Saad e cols. (2021).
Havendo necessidade de gerenciamento do peso, esta fórmula deve ser usada como estratégia complementar à prescrição dietética e outras medidas não farmacológicas. Não é esperado que, isoladamente, esta fórmula promova mudanças na composição corporal, por falta de evidências.
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por ser derivado vegetal de planta medicinal, sem alegação de uso alimentício, conforme parágrafo 1º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Kalman DS, Feldman S, Feldman R, Schwartz HI, Krieger DR, Garrison R. Effect of a proprietary Magnolia and Phellodendron extract on stress levels in healthy women: a pilot, double-blind, placebo-controlled clinical trial. Nutr J. 2008 Apr 21;7:11. doi: 10.1186/1475-2891-7-11.
Talbott SM, Talbott JA, Pugh M. Effect of Magnolia officinalis and Phellodendron amurense (Relora®) on cortisol and psychological mood state in moderately stressed subjects. J Int Soc Sports Nutr. 2013 Aug 7;10(1):37.
Hausenblas HA, Heekin K, Mutchie HL, Anton S. A systematic review of randomized controlled trials examining the effectiveness of saffron (Crocus sativus L.) on psychological and behavioral outcomes. J Integr Med. 2015 Jul;13(4):231-40.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Saúde da mulher
Objetivo: Melhora de sinais e sintomas de: 1) Oligomenorreia, polimenorreia e amenorreia secundária; 2) Síndrome pré-menstrual, principalmente sintomas como mastalgia; 3) Hiperprolactinemia (níveis elevados de prolactina no sangue).
Resumo: Vitex agnus-castus (extrato seco, 0,6% de aucubina) 40 mg
Benefícios esperados
Melhora de sinais e sintomas de:
1) Oligomenorreia, polimenorreia e amenorreia secundária;
2) Síndrome pré-menstrual, principalmente sintomas como mastalgia;
3) Hiperprolactinemia (níveis elevados de prolactina no sangue).
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 6 meses.
Efeitos adversos: diarreia, fadiga, dor de cabeça, insônia, menstruação irregular, náusea/vômitos, irritação da pele, dor de estômago.
Interações medicamentosas:
Moderadas: fármacos antipsicóticos, contraceptivos, agonistas dopaminérgicos, estrogênios, metoclopramida.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: gestantes, lactantes e crianças.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por serem derivados vegetais de planta não alimentícia, conforme o artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
Vitex agnus-castus possui monografia no Formulário Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira (2ª edição, 2021) e, pelo reconhecimento do seu uso tradicional, pode ser prescrito por nutricionistas habilitados em prescrição de fitoterápicos.
Não é permitida a prescrição de produtos industrializados na forma de medicamento fitoterápico de venda sob prescrição médica.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Ooi SL, Watts S, McClean R, Pak SC. Vitex agnus-castus for the treatment of cyclic mastalgia: A systematic review and meta-analysis. J Womens Health (Larchmt). 2020;29(2):262-278.
Verkaik S, Kamperman AM, van Westrhenen R, Schulte PFJ. The treatment of premenstrual syndrome with preparations of vitex agnus castus: a systematic review and meta-analysis. Am J Obstet Gynecol. 2017 Aug;217(2):150-166.
Aksoy AN, Gozukara I, Kucur SK. Evaluation of the efficacy of fructus agni casti in women with severe primary dysmenorrhea: a prospective comparative Doppler study. J Obstet Gynaecol Res 2014;40(3):779-84.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Sinais e sintomas de ansiedade e insônia
Objetivo: Redução dos escores de ansiedade em pelo menos 50%, avaliados por escala psicométrica. Redução/remissão de queixas relacionadas à sonolência diurna em caso de insônia.
Resumo: Withania somnifera 300 mg · Matricaria chamomilla 500 mg
Benefícios esperados
Redução dos escores de ansiedade em pelo menos 50%, avaliados por escala psicométrica.
Redução/remissão de queixas relacionadas à sonolência diurna em caso de insônia.
Segurança
Segurança bem estabelecida de uso por até 6 meses.
Considerado seguro para idosos. Provavelmente não seguro para gestantes. Sem informações confiáveis na lactação e infância.
Efeitos adversos comuns: Diarreia, distúrbios gastrointestinais, náuseas e vômitos.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
Withania somnifera:
I) Fármacos anti-hipertensivos: aumento do risco para hipotensão.
II) Fármacos antitrombóticos: aumento do risco de sangramento.
III) Fármacos antidiabéticos: aumento do risco para hipoglicemia.
IV) Fármacos depressores do SNC: aumento do risco de sedação.
V) Fármacos imunossupressores: redução do efeito imunossupressor.
VI) Levotiroxina: aumento de efeito hormonal. A Withania somnifera pode aumentar produção de T3 e T4 e reduzir TSH, confirmado em seres humanos.
VII) Teofilina: redução do tempo de meia-vida.
Matricaria chamomilla:
I) Fármacos benzodiazepínicos/depressores do SNC: possível efeito aditivo ou sinérgico.
II) Drogas contraceptivas/estrogênios: redução da efetividade de contraceptivo (efeito antiestrogênico).
III) Substratos da CYP2D6/2C9/3A4: aumento do tempo de meia-vida.
IV) Tamoxifeno: possível interferência no efeito (efeito antiestrogênico)
V) Varfarina: aumento do risco para sangramento
VI) Anti-hipertensivos: aumento do risco para hipotensão.
Leves:
Matricaria chamomilla
I) Substratos da CYP1A2
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Hipertireoidismo.
Precauções:
I) Pessoas com hipotireoidismo e em terapia com levotiroxina.
II) Pessoas com doenças autoimunes e em terapia com imunossupressores.
III) Em razão dos efeitos depressores do SNC, deve-se suspender o uso da fórmula 15 dias antes de procedimentos cirúrgicos eletivos.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, pois drogas vegetais e derivados vegetais de Withania somnifera não são passíveis de composição em alimentos no Brasil, assim, não atende o que dispõe o parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Sarris J, Ravindran A, Yatham LN, et al. Clinician guidelines for the treatment of psychiatric disorders with nutraceuticals and phytoceuticals: The World Federation of Societies of Biological Psychiatry (WFSBP) and Canadian Network for Mood and Anxiety Treatments (CANMAT) Taskforce. World J Biol Psychiatry. 2022 Jul;23(6):424-455.
Sharma AK, Basu I, Singh S. Efficacy and safety of Ashwagandha root extract in subclinical hypothyroid patients: a double-blind, randomized placebo-controlled trial. J Altern Complement Med. 2018 Mar;24(3):243-248
WD · Fitoterapico livre para prescricao
Síndrome do intestino irritável
Objetivo: Melhora dos sintomas globais da síndrome do intestino irritável, relacionados ao relaxamento da musculatura lisa intestinal e redução de dores abdominais. Recomendação presente no Guideline da American College of Gastroenterology (2021). NNT = 3
Resumo: Mentha piperita 200 mg
Benefícios esperados
Melhora dos sintomas globais da síndrome do intestino irritável, relacionados ao relaxamento da musculatura lisa intestinal e redução de dores abdominais.
Recomendação presente no Guideline da American College of Gastroenterology (2021).
NNT = 3
Segurança
Segurança bem estabelecida em até 12 semanas.
Considerado seguro em crianças (≥ 8 anos) e idosos.
Sem segurança estabelecida em gestantes e lactantes.
Efeitos adversos comuns: Dor abdominal, queimação anal, eructação, diarreia, boca seca, azia, náuseas e vômitos.
Interações medicamentosas:
Moderadas: ciclosporina (aumento de meia-vida). Substratos de CYP2C19, CYP2C9, CYP3A4 (aumento de meia-vida).
Leves: Substratos de CYP1A2 (aumento de meia-vida). Ferro (redução de biodisponibilidade)
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
1) Inflamação do trato gastrointestinal e da vesícula biliar, obstrução dos ductos biliares e em casos severos de disfunção hepática.
2) Hipersensibilidade ao óleo essencial de menta.
3) Gestantes (por efeito emenagogo) e Lactação (por efeito hipogaláctico).
Precauções:
1) As cápsulas devem ser engolidas inteiras, não devem ser quebradas ou mastigadas.
2) Pacientes com história recente de pirose podem apresentar eventualmente exacerbação de sintomas. Se houver, deve-se suspender o uso do produto.
Notas adicionais
A prescrição deste insumo não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por ser entendido como passível de composição em alimentos no Brasil, conforme parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referência
Lacy BE, Pimentel M, Brenner DM, Chey WD, Keefer LA, Long MD, Moshiree B. ACG Clinical Guideline: Management of Irritable Bowel Syndrome. Am J Gastroenterol. 2021 Jan 1;116(1):17-44.
WD · Suplemento livre para prescricao
Síndrome metabólica em mulheres gestantes ou não
Objetivo: Em indivíduos portadores de síndrome metabólica na pós-menopausa (sem ácido fólico): 1) Redução dos níveis de LDL-C em 29 mg/dL. 2) Redução dos níveis de triglicerídeos em 64 mg/dL. 3) Redução da pressão arterial em 9 mmHg e 6 mmHg (PAS e PAD). 4) Aumento de HDL-C em 6 mg/dL. 5) Melhora da resistência insulínica. Em gestantes (com ácido fólico): 1) Redução do risco de parto prematuro em 64%. 2) Redução do risco de diabetes gestacional em 57%.
Resumo: Mio-inositol 2.000 mg · Ácido fólico 200 mcg
Benefícios esperados
Em indivíduos portadores de síndrome metabólica na pós-menopausa (sem ácido fólico):
1) Redução dos níveis de LDL-C em 29 mg/dL.
2) Redução dos níveis de triglicerídeos em 64 mg/dL.
3) Redução da pressão arterial em 9 mmHg e 6 mmHg (PAS e PAD).
4) Aumento de HDL-C em 6 mg/dL.
5) Melhora da resistência insulínica.
Em gestantes (com ácido fólico):
1) Redução do risco de parto prematuro em 64%.
2) Redução do risco de diabetes gestacional em 57%.
Segurança
Segurança estabelecida como uso contínuo por até 6 meses.
Provavelmente seguro em gestantes (até 4 g/dia) e crianças (até 80 mg/kg ou 2 g/dia). Sem investigação em lactantes.
Efeitos adversos: diarreia, gases e náuseas.
Interações medicamentosas:
Moderadas: drogas antidiabéticas.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
O componente desta fórmula é permitido como constituinte de suplementos alimentares e sua prescrição está apoiada na Res. CFN 656/2020.
Inositol é uma coleção de nove estereoisômeros diferentes, mas o nome geralmente é usado para descrever apenas o tipo mais comum de inositol, mio-inositol. Não confundir com D-quiro-inositol, nicotinato de inositol ou hexafosfato de inositol (IP-6).
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Santamaria A, Giordano D, Corrado F, et al. One-year effects of myo-inositol supplementation in postmenopausal women with metabolic syndrome. Climacteric 2012;15(5):490-5.
Zhang H, Lv Y, Li Z, Sun L, Guo W. The efficacy of myo-inositol supplementation to prevent gestational diabetes onset: a meta-analysis of randomized controlled trials. J Matern Fetal Neonatal Med 2019;32(13):2249-55.
Li L, Fang J. Myo-inositol supplementation for the prevention of gestational diabetes: A meta-analysis of randomized controlled trials. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2022 Jun;273:38-43.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Sintomas de ansiedade e depressão
Objetivo: Redução dos escores de ansiedade em pelo menos 50%, avaliados por escala psicométrica. Há evidências de benefício de forma superior à paroxetina e lorazepam no manejo de TAG. Redução/remissão de queixas relacionadas à sonolência diurna em caso de insônia. Redução de sintomas de depressão associados a formas de transtornos ou não.
Resumo: Lavandula angustifolia 80 mg
Benefícios esperados
Redução dos escores de ansiedade em pelo menos 50%, avaliados por escala psicométrica.
Há evidências de benefício de forma superior à paroxetina e lorazepam no manejo de TAG.
Redução/remissão de queixas relacionadas à sonolência diurna em caso de insônia.
Redução de sintomas de depressão associados a formas de transtornos ou não.
Segurança
Segurança bem estabelecida de uso por até 3 meses.
Considerado seguro para idosos. Sem informações confiáveis para uso por gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos comuns: Odor respiratório, constipação, diarreia, dispepsia, eructação, dor de cabeça e náusea.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
Fármacos benzodiazepínicos/depressores do SNC: possível efeito aditivo ou sinérgico.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções:
1) Pessoas em uso crônico de drogas depressoras do SNC.
2) Em razão dos efeitos depressores do SNC, deve-se suspender o uso da fórmula 15 dias antes de procedimentos cirúrgicos eletivos.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, pois drogas vegetais e derivados vegetais de Lavandula spp. não são passíveis de composição em alimentos no Brasil, assim, não atende o que dispõe o parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Sarris J, Ravindran A, Yatham LN, et al. Clinician guidelines for the treatment of psychiatric disorders with nutraceuticals and phytoceuticals: The World Federation of Societies of Biological Psychiatry (WFSBP) and Canadian Network for Mood and Anxiety Treatments (CANMAT) Taskforce. World J Biol Psychiatry. 2022 Jul;23(6):424-455.
Firoozeei TS, Feizi A, Rezaeizadeh H, Zargaran A, Roohafza HR, Karimi M. The antidepressant effects of lavender (Lavandula angustifolia Mill.): A systematic review and meta-analysis of randomized controlled clinical trials. Complement Ther Med 2021;59:102679
Möller HJ, Volz HP, Dienel A, Schläfke S, Kasper S. Efficacy of Silexan in subthreshold anxiety: meta-analysis of randomised, placebo-controlled trials. Eur Arch Psychiatry Clin Neurosci. 2019 Mar;269(2):183-193.
WD · Suplemento livre para prescricao
Suplementação de fibras solúveis em chocolate amargo
Objetivo: Aumento do aporte dietético de fibras solúveis. Recuperação de quadro de constipação episódica. Melhora do controle glicêmico e lipídico.
Resumo: Glucomanan 1 g · Beta-glucana 1 g
Benefícios esperados
Aumento do aporte dietético de fibras solúveis.
Recuperação de quadro de constipação episódica.
Melhora do controle glicêmico e lipídico.
Segurança
Segurança estabelecida por no máximo 6 meses de uso.
Possivelmente segura em gestantes, lactantes e crianças
Efeitos adversos: dor abdominal, inchaço, constipação, diarreia, flatulência, náusea e vômitos.
Interações medicamentosas
Moderadas: medicamentos utilizados por via oral. Drogas antidiabéticas. Vitaminas A/D/E/K.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Não utilizar em indivíduos com quadros de obstrução intestinal.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por serem constituintes autorizados para uso em suplementos alimentares, conforme parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 731/2022.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Han Y, Zhang L, Liu XQ, Zhao ZJ, Lv LX. Effect of glucomannan on functional constipation in children: a systematic review and meta-analysis of randomised controlled trials. Asia Pac J Clin Nutr 2017;26(3):471-7.
Tessari P, Lante A. A multifunctional bread rich in beta glucans and low in starch improves metabolic control in type 2 diabetes: a controlled trial. Nutrients 2017;9(3). pii:E297.
WD · Suplemento livre para prescricao
Suplementação de micronutrientes do sistema antioxidante
Objetivo: Aumento da capacidade antioxidante total, em indivíduos com baixa ingestão dietética de micronutrientes antioxidantes.
Resumo: Vitamina C 200 mg · Vitamina E 200 UI · Zinco (quelado) 15 mg · +4
Benefícios esperados
Aumento da capacidade antioxidante total, em indivíduos com baixa ingestão dietética de micronutrientes antioxidantes.
Segurança
Com base nas doses de cada componente, pode ser utilizada de forma contínua.
Fórmula não investigada em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos possíveis: dor abdominal, diarreia, azia, prurido e náusea.
Interações medicamentosas:
Moderadas: fármacos antidiabéticos, anti-hipertensivos, ciclosporina, fármacos substratos das enzimas CYP2C8/2C9/2D6/3A4, diclofenaco, midazolam, mitoxantrona, fármacos substratos dos transportadores OAT1/OAT3/OATP e da glicoproteína-P.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
A prescrição de quercetina não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por ser constituinte autorizado para uso em suplementos alimentares, conforme parágrafo 2º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Boots, A. W., Haenen, G. R., and Bast, A. Health effects of quercetin: from antioxidant to nutraceutical. Eur.J Pharmacol 5-13-2008;585(2-3):325-337.
Margaritelis NV, Paschalis V, Theodorou AA, Kyparos A, Nikolaidis MG. Antioxidants in Personalized Nutrition and Exercise. Adv Nutr. 2018 Nov 1;9(6):813-823
WD · Suplemento livre para prescricao
Suplementação de probióticos para modulação intestinal
Objetivo: Recolonização da microbiota por bactérias probióticas, como estratégia de complemento da prescrição dietética, no manejo da disbiose. Recuperação mais rápida de quadros diarreicos secundários à antibioticoterapia ou quimioterapia; Suporte imunológico (rinites alérgicas, dermatite atópica, infecções vaginais bacterianas/fúngicas, infecções por H. pylori, síndrome do intestino irritável, infecções do trato respiratório, colite ulcerativa).
Resumo: Lactobacillus acidophilus CCT 7947 2 x 10^9 UFC · Lacticaseibacillus casei CCT 7859 2 x 10^9 UFC · Ligilactobacillus salivarius CCT 7864 2 x 10^9 UFC · +2
Benefícios esperados
Recolonização da microbiota por bactérias probióticas, como estratégia de complemento da prescrição dietética, no manejo da disbiose.
Recuperação mais rápida de quadros diarreicos secundários à antibioticoterapia ou quimioterapia;
Suporte imunológico (rinites alérgicas, dermatite atópica, infecções vaginais bacterianas/fúngicas, infecções por H. pylori, síndrome do intestino irritável, infecções do trato respiratório, colite ulcerativa).
Segurança
Segurança estabelecida por até 12 meses de uso.
Possivelmente seguro em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: não foram observados efeitos adversos relacionados ao uso dos probióticos.
Interações medicamentosas:
Moderadas: antibióticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
As concentrações de cada linhagem podem ser ajustadas conforme a intenção de dose total de probióticos ao dia.
O número total de doses deve ser calculado multiplicando a frequência diária de uso pela duração do tratamento.
A prescrição de probióticos por nutricionistas está apoiada na Res. CFN 656/2020.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Begtrup LM, de Muckadell OB, Kjeldsen J, Christensen RD, Jarbøl DE. Long-term treatment with probiotics in primary care patients with irritable bowel syndrome - a randomised, double-blind, placebo controlled trial. Scand J Gastroenterol 2013;48(10):1127-35.
Chau K, Lau E, Greenberg S, Jacobson S, Yazdani-Brojeni P, Verma N, Koren G.Probiotics for infantile colic: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial investigating Lactobacillus reuteri DSM 17938. J Pediatr 2015;166(1):74-8.
Hempel S, Newberry SJ, Maher AR, Wang Z, Miles JN, Shanman R, Johnsen B, Shekelle PG. Probiotics for the prevention and treatment of antibiotic-associated diarrhea: a systematic review and meta-analysis. JAMA. 2012 9;307(18):1959-69.
Dimidi E, Christodoulides S, Fragkos KC, Scott SM, Whelan K. The effect of probiotics on functional constipation in adults: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2014;100(4):1075-84.
WD · Suplemento livre para prescricao
Suplementação nutricional com ômega 3
Objetivo: Não existem valores de RDA estabelecidos para ácidos graxos poli-insaturados (PUFAs), entretanto, a National Academy of Medicine (antigo Institute of Medicine) definiu valores de Ingestão Adequada (AI), que são valores de recomendações de ingestão quando a evidência é insuficiente para se estabelecer valores de RDA: Idade Masculino Feminino Gravidez Lactação Nascimento a 6 meses 0,5g 0,5g 7-12 meses 0,5g 0,5g 1-3 anos 0,7g 0,7g 4-8 anos 0,9g 0,9g 9-13 anos 1,2g 1,0g 14-18 anos 1,6g 1,1g 1,4g 1,3g 19-50 anos 1,6g 1,1g 1,4g 1,3g Mais de 51 anos 1,6g 1,1g Aumento da ingestão dietética de PUFAs.
Resumo: Óleo de peixe(330 mg de EPA + 220 mg de DHA/cápsula) 1 g
Não existem valores de RDA estabelecidos para ácidos graxos poli-insaturados (PUFAs), entretanto, a National Academy of Medicine (antigo Institute of Medicine) definiu valores de Ingestão Adequada (AI), que são valores de recomendações de ingestão quando a evidência é insuficiente para se estabelecer valores de RDA:
Idade
Masculino
Feminino
Gravidez
Lactação
Nascimento a 6 meses
0,5g
0,5g
7-12 meses
0,5g
0,5g
1-3 anos
0,7g
0,7g
4-8 anos
0,9g
0,9g
9-13 anos
1,2g
1,0g
14-18 anos
1,6g
1,1g
1,4g
1,3g
19-50 anos
1,6g
1,1g
1,4g
1,3g
Mais de 51 anos
1,6g
1,1g
Benefícios esperados
Aumento da ingestão dietética de PUFAs.
Segurança
Segurança estabelecida por uso contínuo em doses baixas (≤ 1,5 g/dia).
Provavelmente seguro em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: Dor abdominal, mau hálito, sabor residual de peixe, azia.
Interações medicamentosas
Moderadas: anti-hipertensivos, contraceptivos, ciclosporina, orlistat, sirolimo, tacrolimo.
Leves: antitrombóticos, cisplatina.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
O óleo de peixe é fonte de ácidos graxos poli-insaturados da família ômega 3, principalmente o ácido eicosapentaenoico (EPA) e ácido docosahexaenoico (DHA) e sua prescrição está apoiada na Res. CFN 656/2020.
Deve-se optar por produtos industrializados ou manipulados com a certificação internacional de qualidade e segurança IFOS/International Fish Oil Standards, que pode ser consultada no site .
Para garantir a dose correta de Ω3, deve-se avaliar o teor de EPA e de DHA por cápsula. Para melhor conveniência da suplementação, a soma destes teores deve fornecer não menos do que 550 mg/cápsula.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Rimm EB, Appel LJ, Chiuve SE, Djoussé L, Engler MB, et al.; American Heart Association Nutrition Committee of the Council on Lifestyle and Cardiometabolic Health; Council on Epidemiology and Prevention; Council on Cardiovascular Disease in the Young; Council on Cardiovascular and Stroke Nursing; and Council on Clinical Cardiology. Seafood long-chain n-3 polyunsaturated fatty acids and cardiovascular disease: a science advisory from the American Heart Association. Circulation 2018;138:e35-e47.
Siscovick DS, Barringer TA, Fretts AM, Wu JH, Lichtenstein AH, et al.; American Heart Association Nutrition Committee of the Council on Lifestyle and Cardiometabolic Health; Council on Epidemiology and Prevention; Council on Cardiovascular Disease in the Young; Council on Cardiovascular and Stroke Nursing; and Council on Clinical Cardiology. Omega-3 polyunsaturated fatty acid (fish oil) supplementation and the prevention of clinical cardiovascular disease: a science advisory from the American Heart Association. Circulation 2017;135:e867-84.
Skulas-Ray AC, Wilson PWF, Harris WS, Brinton EA, Kris-Etherton PM, et al.; American Heart Association Council on Arteriosclerosis, Thrombosis and Vascular Biology; Council on Lifestyle and Cardiometabolic Health; Council on Cardiovascular Disease in the Young; Council on Cardiovascular and Stroke Nursing; and Council on Clinical Cardiology. Omega-3 fatty acids for the management of hypertriglyceridemia: a science advisory from the American Heart Association. Circulation 2019;140:e673-91.
WD · Suplemento livre para prescricao
Suplementação nutricional de vitamina B12
Objetivo: Melhora do estado nutricional relativo à vitamina B12, em estados carenciais ou em condições de má absorção por via oral, como uso crônico de fármacos antiulcerosos, acloridria ou cirurgia bariátrica.
Resumo: Metilcobalamina 200 mcg
Benefícios esperados
Melhora do estado nutricional relativo à vitamina B12, em estados carenciais ou em condições de má absorção por via oral, como uso crônico de fármacos antiulcerosos, acloridria ou cirurgia bariátrica.
Segurança
Segurança estabelecida como uso contínuo.
Provavelmente seguro em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: não observados nos estudos.
Interações medicamentosas: desconhecidas até o momento
Notas adicionais
O componente desta fórmula é permitido como constituinte de suplementos alimentares e sua prescrição está apoiada na Res. CFN 656/2020.
A metilcobalamina é a forma ativa da vitamina B12. A cianocobalamina e a hidroxicobalamina, também utilizada como constituintes de suplementos, devem ser metabolizadas para a forma ativa.
Há fortes evidências que apontam para terapia sublingual de B12 como sendo igualmente eficaz ou levemente superior, quando comparada à terapia intramuscular. A via sublingual, neste caso, supera os desafios das injeções intramusculares e pode ser a opção de primeira linha para pacientes com deficiência de vitamina B12.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Bensky MJ, Ayalon-Dangur I, Ayalon-Dangur R, Naamany E, Gafter-Gvili A, Koren G, Shiber S. Comparison of sublingual vs. intramuscular administration of vitamin B12 for the treatment of patients with vitamin B12 deficiency. Drug Deliv Transl Res. 2019 Jun;9(3):625-630.
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Suplementação nutricional de vitamina D3
Objetivo: Melhora do estado nutricional relativo à vitamina D na fase de manutenção, em estados carenciais ou em condições que representem risco de carência nutricional, como síndromes de má absorção, uso de fármacos anticonvulsivantes ou de orlistat, ou na obesidade.
Resumo: Colecalciferol 1000 - 4000 UI/10 gotas · Colecalciferol 1000 - 4000 UI
Benefícios esperados
Melhora do estado nutricional relativo à vitamina D na fase de manutenção, em estados carenciais ou em condições que representem risco de carência nutricional, como síndromes de má absorção, uso de fármacos anticonvulsivantes ou de orlistat, ou na obesidade.
Segurança
Segurança estabelecida como uso contínuo.
Provavelmente seguro em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: não observados nos estudos.
Interações medicamentosas:
Moderada: alumínio, atorvastatina, calcipotrieno, substratos do CYP3A4, digoxina, diltiazem, diuréticos tiazídicos, verapamil.
Em casos de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
O componente desta fórmula é permitido como constituinte de suplementos alimentares e sua prescrição está apoiada na Res. CFN 656/2020. Por ter UL definida, a dose máxima diária permitida para prescrição pelo nutricionista é de 4.000 UI.
O colecalciferol (vitamina D3) possui maior atividade biológica do que o ergocalciferol (vitamina D2), razão pela qual esta última tem deixado de compor suplementos alimentares.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Williams CE, Williams EA, Corfe BM. Rate of change of circulating 25-hydroxyvitamin D following sublingual and capsular vitamin D preparations. Eur J Clin Nutr. 2019 Dec;73(12):1630-1635.
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Suplementação nutricional para fragilidade capilar e ungueal
Objetivo: Fortalecimento das unhas e dos fios capilares.
Resumo: Vitamina B5 60 mg · Vitamina B1 60 mg · Cistina 20 mg · +4
Benefícios esperados
Fortalecimento das unhas e dos fios capilares.
Segurança
Segurança estabelecida como uso contínuo.
Provavelmente não seguro em gestantes e lactantes.
Possivelmente seguro em crianças.
Efeitos adversos: dor abdominal, diarreia, flatulência, náusea e vômitos.
Interações medicamentosas
Graves: dapsona, antibióticos sulfonamidas, inibidores da MAO.
Moderadas: cortisona, lítio, drogas antidiabéticas.
Leves: antifúngicos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
Os componentes desta fórmula são permitidos como constituintes de suplementos alimentares e sua prescrição está apoiada na Res. CFN 656/2020.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Referências
Burns EK, Perez-Sanchez A, Katta R. Risks of Skin, Hair, and Nail Supplements. Dermatol Pract Concept. 2020 Oct 26;10(4):e2020089. doi: 10.5826/dpc.1004a89.
Katta R, Huang S. Skin, Hair and Nail Supplements: An Evidence-Based Approach. Skin Therapy Lett. 2019 Sep;24(5):7-13.
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Suplementação para síndrome dos ovários policísticos com mio-inositol e D-quiro-inositol
Objetivo: Em indivíduos portadores de síndrome dos ovários policísticos: 1) Aumento da taxa de gravidez em 10% 2) Aumento da taxa de nascidos vivos em 11% 3) Redução da taxa de hiperestimulação ovariana em 15%
Resumo: Mio-inositol 550 mg · D-quiro-inositol 50 mg
Benefícios esperados
Em indivíduos portadores de síndrome dos ovários policísticos:
1) Aumento da taxa de gravidez em 10%
2) Aumento da taxa de nascidos vivos em 11%
3) Redução da taxa de hiperestimulação ovariana em 15%
Segurança
Segurança estabelecida como uso contínuo por até 6 meses.
Provavelmente seguro em gestantes (até 4 g/dia) e crianças (até 80 mg/kg ou 2 g/dia). Sem investigação em lactantes.
Efeitos adversos: diarreia, gases e náuseas.
Interações medicamentosas:
Moderadas: drogas antidiabéticas.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
O componente desta fórmula é permitido como constituinte de suplementos alimentares e sua prescrição está apoiada na Res. CFN 656/2020.
Inositol é uma coleção de nove estereoisômeros diferentes, mas o nome geralmente é usado para descrever apenas o tipo mais comum de inositol, mio-inositol. Não confundir com D-quiro-inositol, nicotinato de inositol ou hexafosfato de inositol (IP-6).
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Bahadur A, Arora H, Ravi AK, et al. Comparison of Clinical, Metabolic and Hormonal Effects of Metformin Versus Combined Therapy of Metformin With Myoinositol Plus D-Chiro-Inositol in Women With Polycystic Ovary Syndrome (PCOS): A Randomized Controlled Trial. Cureus 2021;13(6):e15510.
WD · Suplemento livre para prescricao
Suporte articular anti-inflamatório com colágeno tipo 2
Objetivo: Redução da pontuação na escala WOMAC para dor, rigidez e funcionalidade em indivíduos com osteoartrose. Redução de dor em indivíduos com artrite reumatoide. Redução da dor articular nos joelhos relacionada ao exercício em indivíduos saudáveis.
Resumo: Colágeno não desnaturado tipo 2 40 mg
Benefícios esperados
Redução da pontuação na escala WOMAC para dor, rigidez e funcionalidade em indivíduos com osteoartrose.
Redução de dor em indivíduos com artrite reumatoide.
Redução da dor articular nos joelhos relacionada ao exercício em indivíduos saudáveis.
Segurança
Segurança estabelecida por até 24 semanas de uso.
Fórmula não avaliada em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: dor abdominal, constipação, náuseas e vômitos.
Interações medicamentosas desconhecidas até o momento.
Notas adicionais
O número total de doses deve ser calculado multiplicando a frequência diária de uso pela duração do tratamento.
Não confundir esta forma de colágeno (tipo 2, não desnaturada) com colágeno tipo 1 (hidrolisado ou não desnaturado), incluindo gelatina, que contém peptídeos longos ou pequenos oriundos do colágeno tipo 1.
O colágeno não hidrolisado tipo 2 é uma proteína e sua prescrição por nutricionistas está apoiada na Res. CFN 656/2020.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Lugo JP, Saiyed ZM, Lau FC, Molina JP, Pakdaman MN, Shamie AN, Udani JK. Undenatured type II collagen (UC-II®) for joint support: a randomized, double-blind, placebo-controlled study in healthy volunteers. J Int Soc Sports Nutr. 2013 Oct 24;10(1):48..
Lugo JP, Saiyed ZM, Lane NE. Efficacy and tolerability of an undenatured type II collagen supplement in modulating knee osteoarthritis symptoms: a multicenter randomized, double-blind, placebo-controlled study. Nutr J. 2016 Jan 29;15:14.
WD · Suplemento livre para prescricao
Suporte ergogênico com beta-alanina
Objetivo: Aumento da melhora da performance no exercício de endurance de alta intensidade que possui duração de 1 a 10 minutos. Redução dos sintomas de fadiga neuromuscular secundária ao exercício.
Resumo: Beta-alanina 0,4 a 1,6 g
Benefícios esperados
Aumento da melhora da performance no exercício de endurance de alta intensidade que possui duração de 1 a 10 minutos.
Redução dos sintomas de fadiga neuromuscular secundária ao exercício.
Segurança
Segurança estabelecida por até 12 meses de uso.
Fórmula não avaliada em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: flushing e parestesia.
Interações medicamentosas: desconhecidas até o momento.
Notas adicionais
A utilização em veículo de absorção sustentada proporciona menor risco para provocar parestesia.
O número total de doses deve ser calculado multiplicando a frequência diária de uso pela duração do tratamento.
Beta-alanina é um aminoácido e sua prescrição por nutricionistas está apoiada na Res. CFN 656/2020.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Saunders B, Elliott-Sale K, Artioli GG, Swinton PA, Dolan E, Roschel H, Sale C, Gualano B. β-alanine supplementation to improve exercise capacity and performance: a systematic review and meta-analysis. Br J Sports Med. 2017 Apr;51(8):658-669.
WD · Suplemento livre para prescricao
Suporte ergogênico com cafeína
Objetivo: Aumento da melhora da performance no exercício de endurance de alta intensidade que possui duração de 1 a 10 minutos. Redução dos sintomas de fadiga neuromuscular secundária ao exercício. Melhora da produção de energia em indivíduos não tolerantes à ação da cafeína, sedentários e treinados, avaliados por levantamento de peso e bicicleta ergométrica (doses ≥ 5 mg/kg).
Resumo: Cafeína 3 a 6 mg/kg
Benefícios esperados
Aumento da melhora da performance no exercício de endurance de alta intensidade que possui duração de 1 a 10 minutos.
Redução dos sintomas de fadiga neuromuscular secundária ao exercício.
Melhora da produção de energia em indivíduos não tolerantes à ação da cafeína, sedentários e treinados, avaliados por levantamento de peso e bicicleta ergométrica (doses ≥ 5 mg/kg).
Segurança
Segurança estabelecida quando consumida diariamente, em doses habituais encontradas em alimentos. Uma revisão da Health Canada e outra da US Dietary Guidelines Advisory Comitee confirmam que até 400 mg/dia não há qualquer associação com efeitos adversos cardiovasculares, ósseos, comportamentais, reprodutivos ou cancerígenos em seres humanos.
A dose aguda letal é estimada em 10 a 14 g (150 - 200 mg/kg).
Fórmula não avaliada em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: ansiedade, dependência com o uso crônico, diarreia, diurese, irritação gástrica, cefaleia, insônia, tremores musculares, náuseas e inquietação.
Interações medicamentosas:
Grave: Efedrina.
Moderadas: Adenosina. Antitrombóticos. Agonistas beta-adrenérgicos. Carbamazepina. Cimetidina. Dipiridamol. Dissulfiram. Diuréticos. Estrógenos. Etosuximida. Felbamato. Fenilpropanolamina. Fenitoína. Fenobarbital. Flutamida. Fluvoxamina. Inibidores da MAO. Lítio. Nicotina. Pentobarbital. Quinolonas. Riluzol. Drogas estimulantes. Valproato. Verapamil. Drogas depressoras do SNC. Drogas anti-hipertensivas. Inibidores da fosfodiesterase-5.
Leves: Álcool. Drogas antidiabéticas. Contraceptivos. Inibidores da CYP1A2. Fluconazol. Metoxaleno. Mexiletina. Fenotiazina. Terbinafina. Tiagabina. Ticlopidina.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
O número total de doses deve ser calculado multiplicando a frequência diária de uso pela duração do tratamento.
A cafeína é absorvida rápida e quase completamente (99%) no intestino após a ingestão. Os níveis máximos na circulação ocorrem tipicamente de 30 a 60 minutos após a ingestão. No entanto, após consumir cafeína com uma refeição, o nível plasmático máximo ocorre aproximadamente 2 horas após a ingestão por voluntários saudáveis.
A cafeína já foi investigada em doses de 2 a 10 mg/kg, mostrando-se segura.
Cafeína é composto bioativo de alimentos e sua prescrição por nutricionistas está apoiada na Res. CFN 656/2020.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Grgic J, Del Coso J. Ergogenic Effects of Acute Caffeine Intake on Muscular Endurance and Muscular Strength in Women: A Meta-Analysis. Int J Environ Res Public Health. 2021 May 27;18(11):5773.
Astorino TA, Terzi MN, Roberson DW, Burnett TR. Effect of two doses of caffeine on muscular function during isokinetic exercise. Med Sci Sports Exerc. 2010 Dec;42(12):2205-10.
WD · Suplemento livre para prescricao
Terapia adjuvante dos inibidores da fosfodiesterase-5 (PDE-5) em caso de disfunção erétil de origem vasculogênica/orgânica
Objetivo: Melhora da função sexual masculina: O uso diário de L-arginina, em doses entre 2,5 g e 5 g por via oral, demonstrou melhora significativa da função erétil em homens com disfunção erétil leve a moderada, especialmente quando associada a inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5i), como sildenafil ou tadalafil. De acordo com duas revisões sistemáticas com meta-análise de ensaios clínicos randomizados, a L-arginina isolada promoveu aumento nos escores de função sexual, enquanto sua combinação com PDE5i resultou em ganhos adicionais tanto na função erétil quanto nos níveis de testosterona total, sem aumento relevante na incidência de efeitos adversos. Esses efeitos são atribuídos ao papel da L-arginina como precursora do óxido nítrico, favorecendo a vasodilatação peniana e o fluxo sanguíneo testicular, com consequente impacto positivo na performance sexual e na produção hormonal.
Resumo: L-arginina (cloridrato ou aspartato) 2,5 a 5,0g
Benefícios esperados
Melhora da função sexual masculina: O uso diário de L-arginina, em doses entre 2,5 g e 5 g por via oral, demonstrou melhora significativa da função erétil em homens com disfunção erétil leve a moderada, especialmente quando associada a inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5i), como sildenafil ou tadalafil. De acordo com duas revisões sistemáticas com meta-análise de ensaios clínicos randomizados, a L-arginina isolada promoveu aumento nos escores de função sexual, enquanto sua combinação com PDE5i resultou em ganhos adicionais tanto na função erétil quanto nos níveis de testosterona total, sem aumento relevante na incidência de efeitos adversos. Esses efeitos são atribuídos ao papel da L-arginina como precursora do óxido nítrico, favorecendo a vasodilatação peniana e o fluxo sanguíneo testicular, com consequente impacto positivo na performance sexual e na produção hormonal.
Segurança
Segurança bem estabelecida de uso crônico em doses de até 24g por até 18 meses.
Possivelmente seguro em pessoas idosas.
Efeitos adversos: dor abdominal, distensão abdominal, náusea, diarreia, dor de cabeça, insônia e rubor facial, sendo geralmente leves e autolimitados.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Inibidores da ECA: aumento do risco de hipotensão e hipercalemia.
II) Bloqueadores dos receptores de AT-II: aumento do risco de hipotensão e hipercalemia.
III) Antitrombóticos: efeitos aditivos.
IV) Antidiabéticos: efeitos aditivos.
V) Anti-hipertensivos (geral): efeitos aditivos.
VI) Poupadores de potássio: aumento do risco de hipercalemia.
Leves:
I) Testosterona: efeitos aditivos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções:
I) Usar com cautela em pessoas com histórico de hipotensão, pois o consumo combinado com inibidores da fosfodiesterase-5 pode promover aumento de hipotensão.
II) Embora não haja relação causal, estudos retrospectivos sugerem cautela na suplementação de L-arginina em pessoas portadores de vírus herpes latentes, pois pode haver exacerbação do quadro.
Notas adicionais
A prescrição deste insumo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Xu Z, Liu C, Liu S, Zhou Z. Comparison of efficacy and safety of daily oral L-arginine and PDE5Is alone or combination in treating erectile dysfunction: A systematic review and meta-analysis of randomised controlled trials. Andrologia. 2021;53(4):e14007. doi:10.1111/and.14007
Menafra D, de Angelis C, Garifalos F, et al. Long-term high-dose L-arginine supplementation in patients with vasculogenic erectile dysfunction: a multicentre, double-blind, randomized, placebo-controlled clinical trial. J Endocrinol Invest 2022;45(5):941-961
Abu El-Hamd M, Hegazy EM. Comparison of the clinical efficacy of daily use of L-arginine, tadalafil and combined L-arginine with tadalafil in the treatment of elderly patients with erectile dysfunction. Andrologia. 2020;52(7):e13640
LoBue S, Tailor P, Carlson S, Mano F, Giovane R, Schaefer E, et al. Recurrent herpes zoster ophthalmicus in a young, healthy individual taking high doses of l-Arginine. Am J Ophthalmol Case Rep. 2019;16:100547. doi:10.1016/j.ajoc.2019.100547.
LoBue S, Goldman A, Giovane R, Carlson S, Bivona M, Albear S, et al. Recurrent Herpes Zoster Ophthalmicus Preceded by Anabolic Steroids and High-Dose L-Arginine. Case Rep Ophthalmol Med. 2020;2020:8861892. doi:10.1155/2020/8861892.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Terapia adjuvante no manejo de nefrolitíase
Objetivo: Redução e eliminação de cálculos renais: Evidências clínicas indicam redução de 38% no número de cálculos e diminuição de 40% no tamanho dos mesmos após 12 semanas de uso (forma de chá/extratos). Adjuvante na recuperação pós-litotripsia (LECO): Aumento da taxa de eliminação de fragmentos (clearance) em 1 a 2 vezes em comparação ao controle, quando administrado por até 3 meses após sessões de litotripsia extracorpórea. Maior eficácia em perfis metabólicos específicos: Resultados superiores observados em subgrupos de pacientes com hiperoxalúria (excesso de oxalato) ou hiperuricosúria (excesso de ácido úrico) basais. Facilitação da expulsão de cálculos ureterais: Potencial para reduzir o tempo de expulsão em cerca de 3 dias e aumentar a taxa de sucesso na eliminação de cálculos distais menores que 10 mm, conforme observado em estudos de terapia combinada. Eficácia condicionada ao tamanho e localização: A probabilidade de benefício clínico é maior em cálculos menores (abaixo de 10 mm ou 6 mm) e situados nas porções média ou superior, podendo variar conforme a gravidade da doença.
Resumo: Phyllantus niruri (droga vegetal das partes aéreas) 10 g · Álcool etílico (70%) qsp 100 mL
Benefícios esperados
Redução e eliminação de cálculos renais: Evidências clínicas indicam redução de 38% no número de cálculos e diminuição de 40% no tamanho dos mesmos após 12 semanas de uso (forma de chá/extratos).
Adjuvante na recuperação pós-litotripsia (LECO): Aumento da taxa de eliminação de fragmentos (clearance) em 1 a 2 vezes em comparação ao controle, quando administrado por até 3 meses após sessões de litotripsia extracorpórea.
Maior eficácia em perfis metabólicos específicos: Resultados superiores observados em subgrupos de pacientes com hiperoxalúria (excesso de oxalato) ou hiperuricosúria (excesso de ácido úrico) basais.
Facilitação da expulsão de cálculos ureterais: Potencial para reduzir o tempo de expulsão em cerca de 3 dias e aumentar a taxa de sucesso na eliminação de cálculos distais menores que 10 mm, conforme observado em estudos de terapia combinada.
Eficácia condicionada ao tamanho e localização: A probabilidade de benefício clínico é maior em cálculos menores (abaixo de 10 mm ou 6 mm) e situados nas porções média ou superior, podendo variar conforme a gravidade da doença.
Segurança
Segurança bem estabelecida por até 3 semanas. Caso haja necessidade de uso prolongado, realizar uma pausa de uma semana devido à presença de alcaloides pirrolizidínicos, retomando mais um ciclo de 3 semanas.
Possivelmente seguro para idosos. Possivelmente não seguro para gestantes. Sem informações de segurança em lactantes e crianças.
Efeitos adversos (raros): dor abdominal, náuseas e vômitos.
Moderadas:
I) Antitrombóticos: pode aumentar o risco de sangramentos.
II) Diuréticos: potencialização de efeitos.
III) Substratos da CYP1A2: redução de níveis plasmáticos
IV) Substratos da CYP3A4: aumento de níveis plasmáticos
V) Lítio: aumento dos níveis plasmáticos e dos efeitos adversos.
VI) Norepinefrina: redução de efeito.
Leves
I) Antidiabéticos: potencialização de efeitos.
II) Anti-hipertensivos: potencialização de efeitos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Contraindicado para pessoas com cálculos renais de grandes dimensões, devido ao risco iminente de obstrução dos canais urinários (ureter) durante a estimulação da eliminação.
III) Obstrução das vias urinárias
IV) Gestantes, lactantes e crianças.
V) Pessoas portadoras de diabetes e transtornos de abuso de álcool.
Precauções
I) Em caso de surgimento de febre, disúria, cólicas e hematúria, suspender o uso da fórmula e procurar serviço médico.
II) Deve-se recomendar o aumento do consumo de água durante o tratamento.
Notas adicionais
O mecanismo de ação da Quebra-pedra (Phyllanthus niruri) na nefrolitíase é multifatorial e sustentado por constituintes complexos como lignanas (destaque para a filantina) e taninos (como a corilagina). A planta interfere diretamente na litogênese ao reduzir a agregação de cristais e diminuir a interação destes com as células tubulares, prevenindo a fixação do cálculo. Além de inibir a endocitose de oxalato de cálcio e reduzir a deposição de cristais nos rins, a espécie apresenta atividade diurética e hipouricêmica, onde a filantina atua inibindo a xantina oxidase e aumentando a excreção de ácido úrico, efeitos que são complementados por uma potente ação analgésica — atribuída à corilagina — que facilita o manejo da dor durante a passagem dos cálculos.
A prescrição desta fórmula requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, pois drogas vegetais e derivados vegetais de Phyllantus niruri não são passíveis de composição em alimentos no Brasil, assim, não atende o que dispõe o parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Freitas, A. M., Schor, N., and Boim, M. A. The effect of Phyllanthus niruri on urinary inhibitors of calcium oxalate crystallization and other factors associated with renal stone formation. BJU.Int. 2002;89(9):829-834
Nishiura, J. L., Campos, A. H., Boim, M. A., Heilberg, I. P., and Schor, N. Phyllanthus niruri normalizes elevated urinary calcium levels in calcium stone forming (CSF) patients. Urol.Res 2004;32(5):362-366
Barros, M. E., Lima, R., Mercuri, L. P., Matos, J. R., Schor, N., and Boim, M. A. Effect of extract of Phyllanthus niruri on crystal deposition in experimental urolithiasis. Urol.Res 2006;34(6):351-357
Micali, S., Sighinolfi, M. C., Celia, A., De, Stefani S., Grande, M., Cicero, A. F., and Bianchi, G. Can Phyllanthus niruri affect the efficacy of extracorporeal shock wave lithotripsy for renal stones? A randomized, prospective, long-term study. J Urol. 2006;176(3):1020-1022
Boim MA, Heilberg IP, Schor N. Phyllanthus niruri as a promising alternative treatment for nephrolithiasis. Int Braz J Urol. 2010;36(6):657-64; discussion 664. Review
Lee NY, Khoo WK, Adnan MA, et al. The pharmacological potential of Phyllanthus niruri. J Pharm Pharmacol. 2016;68(8):953-69
George A, Udani JK, Yusof A. Effects of Phyllanthus amarus PHYLLPRO leaves on hangover symptoms: a randomized, double-blind, placebo-controlled crossover study. Pharm Biol 2019;57(1):145-53.
Pucci ND, Marchini GS, Mazzucchi E, et al. Effect of phyllanthus niruri on metabolic parameters of patients with kidney stone: a perspective for disease prevention. Int Braz J Urol 2018;44(4):758-64
ANVISA. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Formulário Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira, 2ª Ed. Brasília, 2021.
WD · Suplemento livre para prescricao
Terapia adjuvante no tratamento da infertilidade masculina associada a alterações na motilidade espermática
Objetivo: Indicação: Terapia adjuvante no tratamento da infertilidade masculina associada a alterações na motilidade espermática, particularmente em pacientes com oligoastenoteratozoospermia ou infertilidade de etiologias variadas, incluindo prostatite crônica, astenospermia e varicocele. A suplementação de L-carnitina é uma intervenção benéfica para infertilidade masculina, com evidências que demonstram melhorias significativas nos parâmetros espermáticos. Estudos apontam que a suplementação pode aumentar a motilidade, a contagem e a morfologia dos espermatozoides, traduzindo-se em um aumento nas taxas de gravidez. Uma meta-análise recente indicou que o uso de L-carnitina combinada com micronutrientes eleva as taxas de gravidez em até 3,6 vezes (RR: 3,60; IC 95%: 1,86–6,98; p = 0,0002), com benefícios particularmente evidentes em homens com oligozoospermia (RR: 4,89), oligoastenoteratozoospermia (RR: 4,20) e asthenoteratozoospermia (RR: 3,53). A ação da L-carnitina é atribuída à sua capacidade de melhorar o metabolismo energético mitocondrial e reduzir o estresse oxidativo, fatores essenciais para a funcionalidade espermática. Além disso, sua combinação com antioxidantes (coenzima Q10) e micronutrientes (vitamina E) pode potencializar esses efeitos, mostrando-se eficaz mesmo em condições severas.
Resumo: L-carnitina 500 mg
Indicação:
Terapia adjuvante no tratamento da infertilidade masculina associada a alterações na motilidade espermática, particularmente em pacientes com oligoastenoteratozoospermia ou infertilidade de etiologias variadas, incluindo prostatite crônica, astenospermia e varicocele.
Benefícios esperados:
A suplementação de L-carnitina é uma intervenção benéfica para infertilidade masculina, com evidências que demonstram melhorias significativas nos parâmetros espermáticos. Estudos apontam que a suplementação pode aumentar a motilidade, a contagem e a morfologia dos espermatozoides, traduzindo-se em um aumento nas taxas de gravidez. Uma meta-análise recente indicou que o uso de L-carnitina combinada com micronutrientes eleva as taxas de gravidez em até 3,6 vezes (RR: 3,60; IC 95%: 1,86–6,98; p = 0,0002), com benefícios particularmente evidentes em homens com oligozoospermia (RR: 4,89), oligoastenoteratozoospermia (RR: 4,20) e asthenoteratozoospermia (RR: 3,53).
A ação da L-carnitina é atribuída à sua capacidade de melhorar o metabolismo energético mitocondrial e reduzir o estresse oxidativo, fatores essenciais para a funcionalidade espermática. Além disso, sua combinação com antioxidantes (coenzima Q10) e micronutrientes (vitamina E) pode potencializar esses efeitos, mostrando-se eficaz mesmo em condições severas.
Segurança:
Segurança bem estabelecida quando usado por até 12 meses.
Seguro em idosos. Em crianças, provavelmente seguro quando usado por até 6 semanas. Sem informações de uso em gestantes e lactantes.
Efeitos adversos comuns: Cãibras abdominais, dor abdominal, diarreia, gastrite, azia, náusea, redução do apetite e vômito. Também foi relatado odor corporal semelhante ao de peixe. De forma rara, há relatos de convulsões.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) acenocumarol: aumento do efeito anticoagulante.
II) T4/T3: redução do efeito hormonal.
III) varfarina: aumento do efeito anticoagulante.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções:
I) Pessoas com história de hipotireoidismo: a L-carnitina pode interferir na atividade do hormônio tireoidiano, reduzindo seus níveis e promovendo antagonismo em seus receptores na periferia.
II) Pessoas com história de convulsões: a L-carnitina pode aumentar o risco de convulsões em pacientes com histórico de distúrbios convulsivos.
Notas adicionais:
A prescrição deste composto bioativo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências:
Zafar, M.I., Mills, K.E., Baird, C.D. et al. Effectiveness of Nutritional Therapies in Male Factor Infertility Treatment: A Systematic Review and Network Meta-analysis. Drugs 83, 531–546 (2023). https://doi.org/10.1007/s40265-023-01853-0.
Ma L, Sun Y. Comparison of L-Carnitine vs. Coq10 and Vitamin E for idiopathic male infertility: a randomized controlled trial. Eur Rev Med Pharmacol Sci. 2022 Jul;26(13):4698-4704. doi: 10.26355/eurrev_202207_29194. PMID: 35856361.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Terapia adjuvante para insuficiência crônica leve a moderada e sintomas associados, como dor nas pernas, edema, prurido, sensação de peso e fadiga em membros inferiores
Objetivo: Redução da dor nas pernas: diferença média de 42,4 mm na escala análoga visual (VAS). Redução dos edemas em membros inferiores: redução média de 40,1 mm na VAS. Redução do volume de perna: 32,1 ml Circunferência de perna: 4,71 mm (tornozelo) e panturrilha (3,51 mm). Redução de prurido: OR = 1,98. - Eficácia semelhante à de meias compressivas e a de rutosíodeos. A castanha-da-india age da seguinte maneira: - Inibição de enzimas degradadoras da matriz vascular: A escina inibe a hialuronidase e a elastase, enzimas envolvidas na degradação dos proteoglicanos da matriz extracelular e do endotélio capilar. Isso contribui para redução da permeabilidade vascular e menor formação de edema. - Efeito anti-inflamatório: A escina reduz o acúmulo e a ativação de leucócitos nos membros inferiores afetados pela insuficiência venosa.Essa ação atenua a liberação de mediadores inflamatórios, reduzindo danos ao endotélio. - Efeito venotônico (controverso): Estudos in vitro e em animais mostram que a escina pode aumentar o tônus venoso, elevando a pressão nas veias. Porém, estudos em humanos não confirmaram esse efeito de forma consistente. - Redução da filtração capilar e do extravasamento vascular: Observada em experimentos com microscopia eletrônica e em modelos animais. Pode haver um equilíbrio favorecendo a síntese de proteoglicanos, protegendo a integridade capilar.
Resumo: Aesculus hippocastanum (extrato seco, 20% de escina) .......... 100 mg
Benefícios esperados:
Redução da dor nas pernas: diferença média de 42,4 mm na escala análoga visual (VAS).
Redução dos edemas em membros inferiores: redução média de 40,1 mm na VAS.
Redução do volume de perna: 32,1 ml
Circunferência de perna: 4,71 mm (tornozelo) e panturrilha (3,51 mm).
Redução de prurido: OR = 1,98.
- Eficácia semelhante à de meias compressivas e a de rutosíodeos.
A castanha-da-india age da seguinte maneira:
- Inibição de enzimas degradadoras da matriz vascular: A escina inibe a hialuronidase e a elastase, enzimas envolvidas na degradação dos proteoglicanos da matriz extracelular e do endotélio capilar. Isso contribui para redução da permeabilidade vascular e menor formação de edema.
- Efeito anti-inflamatório: A escina reduz o acúmulo e a ativação de leucócitos nos membros inferiores afetados pela insuficiência venosa.Essa ação atenua a liberação de mediadores inflamatórios, reduzindo danos ao endotélio.
- Efeito venotônico (controverso): Estudos in vitro e em animais mostram que a escina pode aumentar o tônus venoso, elevando a pressão nas veias. Porém, estudos em humanos não confirmaram esse efeito de forma consistente.
- Redução da filtração capilar e do extravasamento vascular: Observada em experimentos com microscopia eletrônica e em modelos animais. Pode haver um equilíbrio favorecendo a síntese de proteoglicanos, protegendo a integridade capilar.
Segurança:
Segurança bem estabelecida quando usado por até 12 semanas. O uso acima desse período requer monitorização.
Considerado seguro para idosos (se preservadas as funções hepáticas e renais). Considerado não seguro para crianças, gestantes e lactantes.
Efeitos adversos comuns: tontura, desconforto gastrintestinal, dor de cabeça e prurido.
Interações medicamentosas:
Moderadas: Fármacos antitrombóticos (potencialização de efeito).
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Uso em crianças, gestantes e lactantes
III) Pessoas com insuficiência hepática ou renal.
Precauções: Uso em idosos (conforme função renal ou hepática).
Notas adicionais:
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por serem derivados vegetais, conforme parágrafo 1º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referência:
Pittler MH, Ernst E. Horse chestnut seed extract for chronic venous insufficiency. Cochrane Database Syst Rev. 2012;(11):CD003230. doi:10.1002/14651858.CD003230.pub4
WD · Suplemento livre para prescricao
Terapia adjuvante para melhora da dor crônica neuropática, nociceptiva ou nociplástica
Objetivo: Redução da dor significativamente maior que placebo WMD = 2,03 (IC 95%: 1,19–2,87; p Comparações com medicamentos ativos: PEA > Ibuprofeno na dor de ATM (P = 0,0001). Eficácia semelhante a celecoxibe em dor pélvica crônica, mas com maior tolerabilidade. A PEA atua nos 3 tipos de dor, da seguinte maneira: I) Mecanismo na dor neuropática (neuropatia diabética, neuralgia pós-herpética, síndrome do túnel do carpo, dor pós-AVC, neuropatia por quimioterapia): modula a neuroinflamação, reduz ativação de mastócitos e microglia, atua via PPAR-α, CB1/CB2 indireto e TRPV1. II) Mecanismo na dor nociceptiva lombalgia mecânica, osteoartrite, artrite temporomandibular): efeito anti-inflamatório periférico, estabilização de mastócitos, modulação da cascata de prostaglandinas e citocinas. III) Mecanismo na dor nociplástica (fibromialgia, cistite intersticial, endometriose): regulação da excitabilidade central por ação glial e melhora da resposta do sistema endocanabinoide.
Resumo: Palmitoiletanolamida 300 mg
Benefícios esperados
Redução da dor significativamente maior que placebo
WMD = 2,03 (IC 95%: 1,19–2,87; p
Comparações com medicamentos ativos:
PEA > Ibuprofeno na dor de ATM (P = 0,0001).
Eficácia semelhante a celecoxibe em dor pélvica crônica, mas com maior tolerabilidade.
A PEA atua nos 3 tipos de dor, da seguinte maneira:
I) Mecanismo na dor neuropática (neuropatia diabética, neuralgia pós-herpética, síndrome do túnel do carpo, dor pós-AVC, neuropatia por quimioterapia): modula a neuroinflamação, reduz ativação de mastócitos e microglia, atua via PPAR-α, CB1/CB2 indireto e TRPV1.
II) Mecanismo na dor nociceptiva lombalgia mecânica, osteoartrite, artrite temporomandibular): efeito anti-inflamatório periférico, estabilização de mastócitos, modulação da cascata de prostaglandinas e citocinas.
III) Mecanismo na dor nociplástica (fibromialgia, cistite intersticial, endometriose): regulação da excitabilidade central por ação glial e melhora da resposta do sistema endocanabinoide.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 12 semanas. O uso acima desse período requer monitorização.
Considerado seguro para idosos e crianças (4 a 17 anos, com doses de 300 a 600mg/dia, por 10 a 12 semanas). Sem informações de uso em gestantes e lactantes.
Efeitos adversos comuns: náusea.
Interações medicamentosas:
I) Hipoteticamente, pode potencializar efeitos de fármacos analgésicos e anti-inflamatórios, mas não há evidências.
II) Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Uso em gestantes e lactantes
Precauções: Não se aplicam.
Notas adicionais
A prescrição desta substância bioativa está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Palmitoiletanolamida (PEA) é uma amida de ácido graxo. Na dieta, ela é encontrada na gema do ovo e em gorduras vegetais, como a lecitina de soja e o amendoim moído. A PEA também é produzida naturalmente pelo organismo em resposta ao estresse e à dor.
Referências
Artukoglu BB, Beyer C, Zuloff-Shani A, Brener E, Bloch MH. Efficacy of palmitoylethanolamide for pain: a meta-analysis. Pain Physician. 2017;20(5):353–62.
Paladini A, Fusco M, Cenacchi T, Schievano C, Piroli A, Varrassi G. Palmitoylethanolamide, a special food for medical purposes, in the treatment of chronic pain: a pooled data meta-analysis. Pain Physician. 2016;19(2):11–24.
Gatti A, Lazzari M, Di Paolo AR, Sabato E, Sabato AF. Palmitoylethanolamide in the treatment of chronic pain caused by different etiopathogenesis. Pain Med. 2012;13(9):1121–30. doi:10.1111/j.1526-4637.2012.01432.x
Gabrielsson L, Mattsson S, Fowler CJ. Palmitoylethanolamide for the treatment of pain: pharmacokinetics, safety and efficacy. Br J Clin Pharmacol. 2016;82(4):932–42. doi:10.1111/bcp.13020
Petrosino S, Di Marzo V. The pharmacology of palmitoylethanolamide and first data on the therapeutic efficacy of some of its new formulations. Br J Pharmacol. 2017;174(11):1349–65. doi:10.1111/bph.13580
WD · Suplemento livre para prescricao
Terapia adjuvante para melhora de sintomas comportamentais associados ao transtorno do espectro do autismo, especialmente irritabilidade, comportamentos repetitivos e hiperatividade
Objetivo: Redução da irritabilidade (ABC-irritability) -9,7 (grupo NAC) x -1,7 (placebo), p Melhora de estereotipias (RBS-R) F(1,24) = 7.07, p = 0,014 d = 0,90 (grande efeito) Hiperatividade (ABC - hiperactivity) F(1,22) = 5,57, p = 0,028 d = 0,72 (efeito moderado)
Resumo: N-acetilcisteína 900 mg
Benefícios esperados
Redução da irritabilidade (ABC-irritability)
-9,7 (grupo NAC) x -1,7 (placebo), p
Melhora de estereotipias (RBS-R)
F(1,24) = 7.07, p = 0,014
d = 0,90 (grande efeito)
Hiperatividade (ABC - hiperactivity)
F(1,22) = 5,57, p = 0,028
d = 0,72 (efeito moderado)
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 12 semanas.
Considerado seguro para idosos, crianças e gestantes. Sem informações confiáveis para uso por lactantes.
Efeitos adversos comuns: diarreia, boca seca, dispepsia, azia, perda de apetite, náusea e vômito.
Interações medicamentosas:
Graves:
I) Nitroglicerina: aumento do risco de hipotensão e cefaleia.
Moderadas:
I) Carvão ativado: redução de efeito do carvão e do NAC.
II) Fármacos antitrombóticos: possível aumento do risco de sangramento.
III) Fármacos anti-hipertensivos: possível aumento do risco de hipotensão.
IV) Cloroquina: redução de efeito antimalárico.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Não se aplicam.
Notas adicionais
A prescrição desta substância bioativa está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Hardan AY, Fung LK, Libove RA, Obukhanych TV, Nair S, Herzenberg LA, Frazier TW, Tirouvanziam R. A randomized controlled pilot trial of oral N-acetylcysteine in children with autism. Biol Psychiatry. 2012 Jun 1;71(11):956-61. doi: 10.1016/j.biopsych.2012.01.014. Epub 2012 Feb 18. PMID: 22342106; PMCID: PMC4914359.
Wink LK, Adams R, Wang Z, Klaunig JE, Plawecki MH, Posey DJ, McDougle CJ, Erickson CA. A randomized placebo-controlled pilot study of N-acetylcysteine in youth with autism spectrum disorder. Mol Autism. 2016 Apr 21;7:26. doi: 10.1186/s13229-016-0088-6. PMID: 27103982; PMCID: PMC4839099.
Ghanizadeh A, Moghimi-Sarani E. A randomized double blind placebo controlled clinical trial of N-Acetylcysteine added to risperidone for treating autistic disorders. BMC Psychiatry. 2013 Jul 25;13:196. doi: 10.1186/1471-244X-13-196. PMID: 23886027; PMCID: PMC3737121.
Nikoo M, Radnia H, Farokhnia M, Mohammadi MR, Akhondzadeh S. N-acetylcysteine as an adjunctive therapy to risperidone for treatment of irritability in autism: a randomized, double-blind, placebo-controlled clinical trial of efficacy and safety. Clin Neuropharmacol. 2015 Jan-Feb;38(1):11-7. doi: 10.1097/WNF.0000000000000063. PMID: 25580916.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Terapia complementar antilipêmica
Objetivo: Redução de 15 a 34% dos níveis plasmáticos de LDL-C. Redução de até 23% dos níveis plasmáticos de colesterol total. Redução de 10 a 15% dos níveis de plasmáticos de triglicerídeos. Aumento de 5 a 10% dos níveis plasmáticos de HDL-C. Redução do risco para doença arterial coronariana, acidente vascular encefálico, mortalidade por causas coronarianas e causas totais, quando utilizado por período mínimo de 4,5 anos, em adultos e idosos pós-infarto agudo no miocárdio.
Resumo: Oryza sativa 600 mg
Benefícios esperados:
Redução de 15 a 34% dos níveis plasmáticos de LDL-C.
Redução de até 23% dos níveis plasmáticos de colesterol total.
Redução de 10 a 15% dos níveis de plasmáticos de triglicerídeos.
Aumento de 5 a 10% dos níveis plasmáticos de HDL-C.
Redução do risco para doença arterial coronariana, acidente vascular encefálico, mortalidade por causas coronarianas e causas totais, quando utilizado por período mínimo de 4,5 anos, em adultos e idosos pós-infarto agudo no miocárdio.
Segurança:
Segurança estabelecida por no máximo 4,5 anos de uso.
Possivelmente não seguro em gestantes: risco teórico de teratogênese.
Em lactantes e crianças não há dados que suportem seu uso.
Efeitos adversos: desconforto abdominal, diarreia, tontura, flatulência, cefaleia, azia, miopatia e náuseas.
Interações medicamentosas
Moderadas: ciclosporina, inibidores da CYP3A4, genfibrozila, drogas hepatotóxicas, estatinas, niacina, coenzima Q10, toranja, suplementos/fitoterápicos potencialmente hepatotóxicos, Hypericum perforatum.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Não utilizar em indivíduos portadores de doença hepática ou renal.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por ser derivado vegetal, conforme parágrafo 1º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Zhu LY, Wen XY, Xiang QY, et al. Comparison of the Reductions in LDL-C and Non-HDL-C Induced by the Red Yeast Rice Extract Xuezhikang Between Fasting and Non-fasting States in Patients With Coronary Heart Disease. Front Cardiovasc Med 2021;8:674446.
WD · Suplemento livre para prescricao
Terapia complementar ao manejo da esquizofrenia
Objetivo: Redução adicional dos sintomas negativos durante terapia medicamentosa para esquizofrenia. O impacto sobre benefícios em sintomas positivos é incerto.
Resumo: N-acetilcisteína 1000 mg
Benefícios esperados
Redução adicional dos sintomas negativos durante terapia medicamentosa para esquizofrenia.
O impacto sobre benefícios em sintomas positivos é incerto.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 12 semanas.
Considerado seguro para idosos, crianças e gestantes. Sem informações confiáveis para uso por lactantes.
Efeitos adversos comuns: diarreia, boca seca, dispepsia, azia, perda de apetite, náusea e vômito.
Interações medicamentosas:
Graves:
I) Nitroglicerina: aumento do risco de hipotensão e cefaleia.
Moderadas:
I) Carvão ativado: redução de efeito do carvão e do NAC.
II) Fármacos antitrombóticos: possível aumento do risco de sangramento.
III) Fármacos anti-hipertensivos: possível aumento do risco de hipotensão.
IV) Cloroquina: redução de efeito antimalárico.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Não se aplicam.
Notas adicionais
A prescrição desta substância bioativa está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Sarris J, Ravindran A, Yatham LN, et al. Clinician guidelines for the treatment of psychiatric disorders with nutraceuticals and phytoceuticals: The World Federation of Societies of Biological Psychiatry (WFSBP) and Canadian Network for Mood and Anxiety Treatments (CANMAT) Taskforce. World J Biol Psychiatry. 2022 Jul;23(6):424-455.
WD · Fitoterapico livre para prescricao
Terapia complementar ao manejo de transtornos depressivos II
Objetivo: Redução dos sintomas depressivos de forma superior quando comparado apenas à farmacoterapia convencional.
Resumo: Curcuma longa 1000 mg
Benefícios esperados
Redução dos sintomas depressivos de forma superior quando comparado apenas à farmacoterapia convencional.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 24 semanas.
Considerado seguro para idosos. Sem informações confiáveis para uso por lactantes e crianças. Não seguro em gestantes em doses medicamentosas (efeito emenagogo observado).
Efeitos adversos comuns: Constipação, dispepsia, diarreia, distensão, refluxo gastroesofágico, náuseas e vômitos.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Agentes alquilantes e quimioterápicos: redução de efeito do QT.
II) Anlodipina: aumento dos níveis plasmáticos.
III) Drogas antitrombóticas: aumento do risco de sangramento.
IV) Antidiabéticos: aumento do risco de hipoglicemia.
V) Drogas hepatotóxicas: possível risco de lesão hepática.
VI) Sulfasalazina: aumento dos níveis plasmáticos.
VII) Tacrolimo: aumento dos níveis plasmáticos.
VIII) Talinolol: redução de absorção.
IX) Tamoxifeno: redução dos níveis plasmáticos e efeitos clínicos.
X) Inibidores de topoisomerase I: redução de efeito do QT.
XI) Substratos de CYP3A4: aumento dos níveis plasmáticos.
XII) Substratos da glicoproteína P
Leves:
I) Substratos de CYP1A1 e CYP1A2: alteração dos níveis plasmáticos.
II) Docetaxel: aumento dos níveis plasmáticos
III) Estrógenos: diminuição de efeito
IV) Losartano: aumento dos níveis plasmáticos e efeito clínico.
V) Norfloxacino: aumento dos níveis plasmáticos e efeito clínico.
VI) Substratos da glicoproteína P: aumento dos níveis plasmáticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Não se aplicam.
Notas adicionais
BCM-95® (também conhecido como CurcugreenTM) consiste de uma preparação patenteada feita extrato de rizoma de Curcuma longa caracterizado como um complexo de curcuminoides (composto por curcumina, desmetoxicurcumina e bisdemetoxicurcumina em suas proporções naturais), ao qual é adicionado óleo essencial da própria planta. A mistura final contém de 86 a 91% de curcuminoides totais, sendo 65% de curcumina, e de 7 a 8% do óleo essencial, dos quais são aproximadamente 45% de ar-turmerona.
A curcumina possui uma biodisponibilidade muito baixa quando administrada isoladamente. A piperina, normalmente inserida em fórmulas com curcumina para aumentar sua biodisponibilidade, deve ser evitada em pessoas em uso de medicamentos de uso crônico, pelo aumento do risco de interações medicamentosas.
A prescrição desta substância bioativa está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Sarris J, Ravindran A, Yatham LN, et al. Clinician guidelines for the treatment of psychiatric disorders with nutraceuticals and phytoceuticals: The World Federation of Societies of Biological Psychiatry (WFSBP) and Canadian Network for Mood and Anxiety Treatments (CANMAT) Taskforce. World J Biol Psychiatry. 2022 Jul;23(6):424-455.
Barrett, ML. Proprietary Botanical Ingredient Scientific and Clinical Monograph for BCM-95® / CurcugreenTM. American Botanical Council. 2019.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Terapia complementar como diurético leve em casos de cistites, edemas periféricos episódicos (síndrome pré-menstrual e estase venosa leve)
Objetivo: Aumento do volume urinário. Diminuição visível de edemas periféricos (ex: tornozelos) e alívio da sensação de distensão abdominal e inchaço na síndrome pré-menstrual.
Resumo: Equisetum arvense (pó das partes aéreas) 500 a 570 mg
Benefícios esperados
Aumento do volume urinário.
Diminuição visível de edemas periféricos (ex: tornozelos) e alívio da sensação de distensão abdominal e inchaço na síndrome pré-menstrual.
Segurança
Segurança bem estabelecida por uso agudo (2 a 4 semanas).
Possivelmente seguro para idosos. Sem informações de segurança em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos (raros): distensão abdominal, aumento do peristaltismo e náuseas.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Antidiabéticos: potencialização de efeitos.
II) Diuréticos: aumento da perda de potássio e risco de hipocalemia.
III) Efavirenz/Inibidores da transcriptase reversa: redução dos níveis plasmáticos e dos efeitos clínicos.
IV) Lítio: aumento dos níveis plasmáticos e dos efeitos adversos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Insuficiência cardíaca congestiva
III) Insuficiência renal aguda ou crônica
IV) Obstrução das vias urinárias
V) Gestantes, lactantes e crianças
Precauções
I) Em razão do teor de tiaminase presente na planta crua, o uso excessivo pode acarretar em má absorção e deficiência de tiamina.
II) O uso excessivo pode acarretar em hipocalemia.
III) Em caso de surgimento de febre, disúria, cólicas e hematúria, suspender o uso da fórmula e procurar serviço médico.
III) Deve-se recomendar o aumento do consumo de água durante o tratamento.
IV) Avalie se a farmácia de manipulação realiza teste de pureza para garantir a ausência de adulteração com Equisetum palustre (presença do alcaloide tóxico palustrina).
Notas adicionais
O mecanismo de ação da Cavalinha (Equisetum arvense), que utiliza as partes aéreas da planta, é atribuído à presença combinada de flavonoides (como quercetina, luteolina, apigenina e kaempferol), compostos fenólicos e sais minerais, com destaque para altas concentrações de silício. Embora o mecanismo molecular exato não esteja totalmente elucidado, pesquisas indicam que esses constituintes promovem uma atividade diurética significativa — demonstrando em estudos clínicos uma potência equivalente a 25 mg de hidroclorotiazida após quatro dias de uso —, com o diferencial farmacológico de aumentar o volume urinário sem afetar a excreção de eletrólitos.
A prescrição desta fórmula requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, pois drogas vegetais e derivados vegetais de Equisetum arvense não são passíveis de composição em alimentos no Brasil, assim, não atende o que dispõe o parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Carneiro DM, Freire RC, Honório TC, Zoghaib I, Cardoso FF, Tresvenzol LM, de Paula JR, Sousa AL, Jardim PC, da Cunha LC. Randomized, Double-Blind Clinical Trial to Assess the Acute Diuretic Effect of Equisetum arvense (Field Horsetail) in Healthy Volunteers. Evid Based Complement Alternat Med. 2014;2014:760683
Lemus I, Garcia R, Erazo S, et al. Diuretic activity of an Equisetum bogotense tea (Platero herb): evaluation in healthy volunteers. J Ethnopharmacol 1996;54:55-8.
ANVISA. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Formulário Fitoterápico da Farmacopeia Brasileira, 2ª Ed. Brasília, 2021.
WD · Suplemento livre para prescricao
Terapia complementar da acne
Objetivo: Redução do número de comedões, pápulas e pústulas em 82% dos pacientes no grupo probióticos + minociclina (comparado com 67% do grupo apenas probióticos ou apenas minociclina). Melhora da qualidade de vida no grupo probióticos + minociclina (mensurado por melhor autoconfiança, autoconsciência e melhor satisfação com o aspecto físico cutâneo).
Resumo: Lactobacillus acidophilus‡ 5 x 10^9 UFC* · Lactobacillus delbrueckii sub. bulgaricus LB 51 5 x 10^9 UFC* · Bifidobacterium bifidum‡ 20 x 10^9 UFC*
Benefícios esperados
Redução do número de comedões, pápulas e pústulas em 82% dos pacientes no grupo probióticos + minociclina (comparado com 67% do grupo apenas probióticos ou apenas minociclina).
Melhora da qualidade de vida no grupo probióticos + minociclina (mensurado por melhor autoconfiança, autoconsciência e melhor satisfação com o aspecto físico cutâneo).
Segurança
Segurança estabelecida por até 12 semanas de uso.
Possivelmente seguro em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: não foram observados efeitos adversos relacionados ao uso dos probióticos.
Interações medicamentosas:
Moderadas: antibióticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
A prescrição de probióticos por nutricionistas está apoiada na Res. CFN 656/2020.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Jung GW, Tse JE, Guiha I, Rao J. Prospective, randomized, open-label trial comparing the safety, efficacy, and tolerability of an acne treatment regimen with and without a probiotic supplement and minocycline in subjects with mild to moderate acne. J Cutan Med Surg. 2013;17(2):114-22.
WD · Suplemento livre para prescricao
Terapia complementar de infecção por H. pylori
Objetivo: Aumento da taxa de erradicação em 9,1% (75% x 65%), avaliada por teste de urease após 8 semanas do término do tratamento. Redução dos níveis de gastrina sérica em 16% (28% x 12%). Menor ocorrência de efeitos colaterais da antibioticoterapia durante o tratamento (40,9% x 62,8%). Redução do escore na Escala de Pontuação de Sintomas Gastrintestinais (4±3,1 x 6,7±2,9).
Resumo: Lactobacillus reuteri DSM 17938 10^9 UFC* · Lactobacillus reuteri ATCC PTA 6475 10^9 UFC*
Benefícios esperados
Aumento da taxa de erradicação em 9,1% (75% x 65%), avaliada por teste de urease após 8 semanas do término do tratamento.
Redução dos níveis de gastrina sérica em 16% (28% x 12%).
Menor ocorrência de efeitos colaterais da antibioticoterapia durante o tratamento (40,9% x 62,8%).
Redução do escore na Escala de Pontuação de Sintomas Gastrintestinais (4±3,1 x 6,7±2,9).
Segurança
Segurança estabelecida por até 6 meses de uso.
Possivelmente seguro em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: neste estudo, os probióticos apresentaram papel protetor da ocorrência de efeitos adversos da antibioticoterapia. Foi reportada menor ocorrência de dor abdominal, dor epigástrica, distensão abdominal e diarreia no grupo tratamento, comparado ao grupo controle.
Interações medicamentosas:
Moderadas: antibióticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
Em abril de 2020, o gênero Lactobacillus foi reclassificado em 25 gêneros diferentes. L. reuteri, anteriormente classificado no gênero Lactobacillus, foi reclassificado no gênero Limisolactobacillus. No entanto, alguns rótulos de produtos ainda podem identificar esta espécie como Lactobacillus reuteri. Para maiores informações, consulte a segunda referência desta monografia.
A prescrição de probióticos por nutricionistas está apoiada na Res. CFN 656/2020.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Francavilla R, Polimeno L, Demichina A, Maurogiovanni G, Principi B, Scaccianoce G, Ierardi E, Russo F, Riezzo G, Di Leo A, Cavallo L, Francavilla A, Versalovic J. Lactobacillus reuteri strain combination in Helicobacter pylori infection: a randomized, double-blind, placebo-controlled study. J Clin Gastroenterol. 2014 May-Jun;48(5):407-13.
Zheng J, Wittouck S, Salvetti E, Franz CMAP, Harris HMB, Mattarelli P, O'Toole PW, Pot B, Vandamme P, Walter J, Watanabe K, Wuyts S, Felis GE, Gänzle MG, Lebeer S. A taxonomic note on the genus Lactobacillus: Description of 23 novel genera, emended description of the genus Lactobacillus Beijerinck 1901, and union of Lactobacillaceae and Leuconostocaceae. Int J Syst Evol Microbiol. 2020 Apr;70(4):2782-2858.
WD · Suplemento livre para prescricao
Terapia complementar no manejo de transtornos depressivos I
Objetivo: Redução adicional dos sintomas de depressão durante a terapia medicamentosa com antidepressivos.
Resumo: Óleo de peixe (33% de EPA + 22% de DHA) 1,8 g
Benefícios esperados
Redução adicional dos sintomas de depressão durante a terapia medicamentosa com antidepressivos.
Segurança
Segurança estabelecida na dose de 6 g/dia de Ω3, por até 1 ano. Doses acima de 3 g/dia de Ω3 podem inibir a agregação plaquetária, aumentando o risco de sangramentos, além de levar a imunossupressão. Recomenda-se monitorização do INR (razão normalizada internacional) a cada 4 semanas, especialmente em pacientes em uso de terapia antitrombótica, ou em acordo com o médico.
Provavelmente seguro em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: Dor abdominal, mau hálito, sabor residual de peixe, azia, sangramentos, imunossupressão, elevação dos níveis de LDL-C, fibrilação atrial.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Anti-hipertensivos: aumento de efeito clínico.
II) Contraceptivos: redução de efeito redutor de TGC do Ω3.
III) Ciclosporina: aumento dos níveis plasmáticos e efeito clínico.
IV) Orlistate: redução da absorção de Ω3.
V) Sirolimo e tacrolimo: aumento dos níveis plasmáticos e efeito clínico.
Leves:
I) Antitrombóticos: aumento de efeito clínico.
II) Cisplatina: redução de efeito clínico.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
As Diretrizes da Federação Mundial de Sociedades de Psiquiatria Biológica (WFSBP) e da Rede Canadense para Tratamentos de Humor e Ansiedade (CANMAT) afirmam que ácidos graxos ômega-3 fornecendo 1-2 gramas de EPA são recomendados para uso adjuvante em pacientes com transtorno depressivo maior. No entanto, ácidos graxos ômega-3 não são recomendados como monoterapia e produtos contendo outras doses de EPA não são recomendados como adjuvantes ou monoterapia nesses pacientes.
O óleo de peixe é fonte de ácidos graxos poli-insaturados da família ômega 3, principalmente o ácido eicosapentaenoico (EPA) e ácido docosahexaenoico (DHA).
A prescrição desta substância bioativa está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
Deve-se optar por produtos industrializados ou manipulados com a certificação internacional de qualidade e segurança IFOS/International Fish Oil Standards, que pode ser consultada no site .
Para garantir a dose correta de Ω3, deve-se avaliar o teor de EPA e de DHA por cápsula. Para melhor conveniência da suplementação, a soma destes teores deve fornecer não menos do que 550 mg/cápsula.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Sarris J, Ravindran A, Yatham LN, et al. Clinician guidelines for the treatment of psychiatric disorders with nutraceuticals and phytoceuticals: The World Federation of Societies of Biological Psychiatry (WFSBP) and Canadian Network for Mood and Anxiety Treatments (CANMAT) Taskforce. World J Biol Psychiatry. 2022 Jul;23(6):424-455.
WD · Suplemento livre para prescricao
Terapia complementar paliativa do declínio cognitivo relacionado à idade
Objetivo: A suplementação com citicolina (500 mg/dia) por 12 semanas melhorou significativamente a memória episódica, avaliada pelo teste de Paired Associates, com um aumento médio de 0,15 em comparação a 0,06 no grupo placebo (P = 0,0025). Uma meta-análise de testes de memória em 10 estudos com 924 sujeitos (456 no grupo de citicolina e 468 no placebo) mostrou um tamanho de efeito significativo de 0,38 [0.11, 0.65]. Após a exclusão de um estudo com método de avaliação não padronizado, o tamanho de efeito ajustado foi de 0,19 [0.06, 0.32]. Houve também uma tendência de melhora na memória em pacientes com distúrbios cerebrovasculares, com tamanho de efeito de 0,22 [0.07, 0.37]. Não parece exercer benefícios em estados demenciais.
Resumo: Citicolina 500 mg
Benefícios esperados
A suplementação com citicolina (500 mg/dia) por 12 semanas melhorou significativamente a memória episódica, avaliada pelo teste de Paired Associates, com um aumento médio de 0,15 em comparação a 0,06 no grupo placebo (P = 0,0025).
Uma meta-análise de testes de memória em 10 estudos com 924 sujeitos (456 no grupo de citicolina e 468 no placebo) mostrou um tamanho de efeito significativo de 0,38 [0.11, 0.65]. Após a exclusão de um estudo com método de avaliação não padronizado, o tamanho de efeito ajustado foi de 0,19 [0.06, 0.32]. Houve também uma tendência de melhora na memória em pacientes com distúrbios cerebrovasculares, com tamanho de efeito de 0,22 [0.07, 0.37].
Não parece exercer benefícios em estados demenciais.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 12 meses.
Seguro em idosos. Em crianças, provavelmente seguro quando usado em doses de até 250 mg até 5 anos de idade, e de 5 a 13 anos, na dose de 500 mg, ambos por até 1 ano.
Sem informações de uso em gestantes e lactantes.
Efeitos adversos comuns: dor abdominal, dor nas costas, visão turva, constipação, diarreia, edema, dor de cabeça, insônia, náusea, erupção cutânea.
Interações medicamentosas desconhecidas até o momento.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções desconhecidas até o momento.
Notas adicionais
A prescrição deste composto bioativo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
A citicolina, também conhecida como citidina-5’-difosfocolina (CDP-colina), é um intermediário essencial na via de síntese da fosfatidilcolina a partir da colina, uma molécula fundamental para a formação e manutenção das membranas celulares. Bioquimicamente, a citicolina desempenha um papel crucial na reparação de membranas neuronais danificadas, especialmente em situações de isquemia cerebral, onde acelera a ressíntese de fosfolipídios e previne a liberação de ácidos graxos livres e radicais livres tóxicos. Além disso, atravessa a barreira hematoencefálica e aumenta os níveis de neurotransmissores como dopamina e noradrenalina no sistema nervoso central, o que a torna relevante no tratamento de distúrbios cognitivos associados a doenças cerebrovasculares.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Fioravanti M, Yanagi M. Cytidinediphosphocholine (CDP-choline) for cognitive and behavioural disturbances associated with chronic cerebral disorders in the elderly. Cochrane Database Syst Rev 2005;(2):CD000269.
Nakazaki E, Mah E, Sanoshy K, Citrolo D, Watanabe F. Citicoline and Memory Function in Healthy Older Adults: A Randomized, Double-Blind, Placebo-Controlled Clinical Trial. J Nutr 2021;151(8):2153-2160.
WD · Suplemento livre para prescricao
Terapia complementar paliativa do declínio cognitivo relacionado à idade e estados demenciais leves
Objetivo: A acetil-L-carnitina (ALC) parece oferecer benefícios modestos em demências leves a moderadas, com maior impacto em curto prazo (24 semanas) em medidas como MMSE (Mini-Mental State Examination) e CGI (Clinical Global Impression), mas a eficácia a longo prazo é limitada. Em demência vascular, houve melhora significativa em funções cognitivas como atenção e linguagem, mas os benefícios não foram consistentes em outras áreas. Os estudos mostraram melhorias no Clinical Global Impression (CGI) em 12 e 24 semanas (OR 1.90 e 2.33, respectivamente), mas não em 52 semanas. ALC apresentou um efeito significativo no Mini Mental State Examination (MMSE) em 24 semanas (WMD 0.69), mas sem benefícios contínuos após esse período.
Resumo: Acetil-L-carnitina 1,5 g
Benefícios esperados
A acetil-L-carnitina (ALC) parece oferecer benefícios modestos em demências leves a moderadas, com maior impacto em curto prazo (24 semanas) em medidas como MMSE (Mini-Mental State Examination) e CGI (Clinical Global Impression), mas a eficácia a longo prazo é limitada. Em demência vascular, houve melhora significativa em funções cognitivas como atenção e linguagem, mas os benefícios não foram consistentes em outras áreas.
Os estudos mostraram melhorias no Clinical Global Impression (CGI) em 12 e 24 semanas (OR 1.90 e 2.33, respectivamente), mas não em 52 semanas. ALC apresentou um efeito significativo no Mini Mental State Examination (MMSE) em 24 semanas (WMD 0.69), mas sem benefícios contínuos após esse período.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 33 meses.
Seguro em idosos. Em crianças, provavelmente seguro quando usado por até 6 semanas. Sem informações de uso em gestantes e lactantes.
Efeitos adversos comuns: agitação, boca seca, dor de cabeça, insônia e redução do apetite. Um metabólito da acetil-L-carnitina foi relatado como causador de odor de peixe na urina, hálito e suor.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Acenocumarol: aumento do efeito anticoagulante.
II) Besifovir: depleção dos níveis de acetil-L-carnitina.
III) Fármacos serotoninérgicos: aumento do risco para síndrome serotoninérgica.
IV) T4/T3: redução do efeito hormonal.
V) Pivanpiciclina: depleção dos níveis de acetil-L-carnitina.
VI) Vivmecilimano: depleção dos níveis de acetil-L-carnitina.
VII) Pivoxila de cefditoreno: depleção dos níveis de acetil-L-carnitina.
VIII) Valproato: depleção dos níveis de acetil-L-carnitina.
IX) Varfarina: aumento do efeito anticoagulante.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções:
I) Pessoas com história de transtorno bipolar: ALC pode aumentar o risco de mania em pacientes com transtorno bipolar
II) Pessoas com história de neuropatia periférica induzida por quimioterapia: O uso de ALC pode agravar os sintomas de neuropatia em pacientes em quimioterapia com taxanos.
III) Pessoas com história de hipotireoidismo: ALC pode interferir na atividade do hormônio tireoidiano.
IV) Pessoas com história de convulsões: ALC pode aumentar o risco de convulsões em pacientes com histórico de distúrbios convulsivos.
Notas adicionais
A prescrição deste composto bioativo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
L-carnitina e acetil-L-carnitina (ALC) são moléculas distintas e possuem diferenças sobre seus efeitos biológicos. A presença de um grupo acetil ligado à L-carnitina na ALC confere a ela maior capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica e facilita seu envolvimento em processos metabólicos no cérebro, como a produção de acetil-CoA, que é crucial para o metabolismo energético e a síntese de neurotransmissores, especialmente a acetilcolina. Em contraste, a L-carnitina desempenha um papel mais direto no transporte de ácidos graxos de cadeia longa para dentro das mitocôndrias, onde são oxidados para produzir energia.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Hudson S, Tabet N. Acetyl-L-carnitine for dementia. Cochrane Database Syst Rev 2003;2:CD003158.
Montgomery SA, Thal LJ, Amrein R. Meta-analysis of double blind randomized controlled clinical trials of acetyl-L-carnitine versus placebo in the treatment of mild cognitive impairment and mild Alzheimer's disease. Int Clin Psychopharmacol 2003;18:61-71.
Yang Y, Choi H, Lee CN, Kim YB, Kwak YT. A Multicenter, Randomized, Double-blind, Placebo-controlled Clinical Trial for Efficacy of Acetyl-L-carnitine in Patients with Dementia Associated with Cerebrovascular Disease. Dement Neurocogn Disord. 2018 Mar;17(1):1-10. doi: 10.12779/dnd.2018.17.1.1. Epub 2018 Mar 31. PMID: 30906386; PMCID: PMC6427993.
Pennisi M, Lanza G, Cantone M, D'Amico E, Fisicaro F, Puglisi V, Vinciguerra L, Bella R, Vicari E, Malaguarnera G. Acetyl-L-Carnitine in Dementia and Other Cognitive Disorders: A Critical Update. Nutrients. 2020 May 12;12(5):1389. doi: 10.3390/nu12051389. PMID: 32408706; PMCID: PMC7284336.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Terapia complementar para dislipidemias e hiperglicemia
Objetivo: Redução de 23-26 mg/dL dos níveis plasmáticos de LDL-C. Redução de até 21-32 mg/dL dos níveis plasmáticos de colesterol total. Aumento de 2 a 3 mg/dL dos níveis plasmáticos de HDL-C. Redução de HbA1C em 0,7%. Redução da glicemia pós-prandial em 34 mg/dL e a de jejum em 16 mg/dL. Redução de apolipoproteína B, triglicerídeos, proteína C-reativa, interleucina 6, metaloproteinases de matriz e HOMA-IR.
Resumo: Phellodendron amurense (extrato seco, 95% de berberina) 500 mg · Silybum marianum (extrato seco, 60% de silimarina) 100 mg
Benefícios esperados
Redução de 23-26 mg/dL dos níveis plasmáticos de LDL-C.
Redução de até 21-32 mg/dL dos níveis plasmáticos de colesterol total.
Aumento de 2 a 3 mg/dL dos níveis plasmáticos de HDL-C.
Redução de HbA1C em 0,7%.
Redução da glicemia pós-prandial em 34 mg/dL e a de jejum em 16 mg/dL.
Redução de apolipoproteína B, triglicerídeos, proteína C-reativa, interleucina 6, metaloproteinases de matriz e HOMA-IR.
Segurança
Segurança estabelecida por no máximo 6 meses de uso.
Possivelmente não seguro em gestantes: risco de contrações e encefalopatia bilirrubínica fetal.
Possivelmente não seguro em crianças: risco de encefalopatia bilirrubínica em recém-nascidos. Sem dados em crianças mais velhas.
Em lactantes não há dados que suportem seu uso.
Efeitos adversos: dor e distensão abdominal, obstipação, diarreia, flatulência, náuseas, vómitos.
Interações medicamentosas
Grave: ciclosporina
Moderadas: antidiabéticos, antitrombóticos, anti-hipertensivos, depressores do SNC,substratos do CYP2C9/2D6/3A4, dextrometorfano, losartano, metformina, midazolam, pentobarbital, tacrolimo, probióticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Não utilizar em indivíduos portadores de hiperbilirrubinemia.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por serem derivados vegetais, conforme parágrafo 1º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
O extrato de Silybum marianum está presente na fórmula para potencializar a biodisponibilidade e efeitos da berberina presente no extrato de Phellodendron amurense.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Lan J, Zhao Y, Dong F, et al. Meta-analysis of the effect and safety of berberine in the treatment of type 2 diabetes mellitus, hyperlipemia and hypertension. J Ethnopharmacol. 2015;161:69-81.
Pérez-Rubio KG, González-Ortiz M, Martínez-Abundis E, Robles-Cervantes JA, Espinel-Bermúdez MC. Effect of berberine administration on metabolic syndrome, insulin sensitivity, and insulin secretion. Metab Syndr Relat Disord 2013;11(5):366-9.
WD · Suplemento livre para prescricao
Terapia complementar para dores nas pernas, inchaços e sensação de queimação relacionados a veias varicosas e insuficiência venosa crônica. Terapia complementar sintomático em insuficiência venosa do plexo hemorroidário
Objetivo: Para insuficiência venosa crônica: Alívio de sintomas como edema, sensação de peso nas pernas, dor e cansaço. Redução de complicações, como úlceras venosas. Melhoria da qualidade de vida e da funcionalidade dos membros inferiores. Para hemorroidas: Alívio dos sintomas agudos, como dor, sangramento, inchaço e coceira. Prevenção de crises recorrentes, devido à melhora na circulação venosa e redução da inflamação. Promoção de cicatrização em crises hemorroidárias agudas.
Resumo: Diosmina 900 mg · Hesperidina 100 mg · Vitamina C 200 mg
Benefícios esperados:
Para insuficiência venosa crônica:
Alívio de sintomas como edema, sensação de peso nas pernas, dor e cansaço.
Redução de complicações, como úlceras venosas.
Melhoria da qualidade de vida e da funcionalidade dos membros inferiores.
Para hemorroidas:
Alívio dos sintomas agudos, como dor, sangramento, inchaço e coceira.
Prevenção de crises recorrentes, devido à melhora na circulação venosa e redução da inflamação.
Promoção de cicatrização em crises hemorroidárias agudas.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 6 meses.
Provavelmente seguro para idosos, gestantes e lactantes. Segurança não estabelecida em crianças.
Efeitos adversos: Dor abdominal, diarreia, tontura, gastrite, náusea, inflamação da pele e vermelhidão na pele.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Anticoagulantes: aumento do risco de sangramentos.
II) Carbamazepina: redução dos efeitos e aumento de risco de convulsões.
III) Clorzoxazona: aumento dos níveis plasmáticos.
IV) Substratos da CYP2C9/2E1/3A4: aumento dos níveis plasmáticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Pode haver risco de aumento de sangramentos em cirurgias. Recomenda-se suspender o uso 15 dias antes de cirurgias eletivas.
Notas adicionais:
A prescrição deste composto bioativo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências:
Mansilha A, Caldevilla H, Puskás A, Lucien A, Roby L, Kirienko A. MPFF 1000 mg chewable once daily vs. MPFF 500 mg twice daily in chronic venous disease: the double-blind, randomized, non-inferiority CHEWY trial. Int Angiol 2022;41(6):464-475
Rabe E, Agus GB, Roztocil K. Analysis of the effects of micronized purified flavonoid fraction versus placebo on symptoms and quality of life in patients suffering from chronic venous disease: from a prospective randomized trial. Int Angiol. 2015;34(5):428-36
Sheikh P, Lohsiriwat V, Shelygin Y. Micronized purified flavonoid fraction in hemorrhoid disease: A systematic review and meta-analysis. Adv Ther. 2020;37(6):2792-2812.
WD · Suplemento livre para prescricao
Terapia de controle com ômega 3 para hipertrigliceridemia
Objetivo: Redução dos níveis de triglicerídeos em 20% a 50%. O efeito é dose-dependente e maior em indivíduos com hipertrigliceridemia grave (> 500 mg/dL). Para pacientes com hipertrigliceridemia associada ao fenótipo de lipoproteína aterogênica (ALP), 6 g/dia pode reduzir os níveis de triglicerídeos em 35%. Melhora de marcadores hepáticos para doença hepática gordurosa não alcoólica. É considerada terapia de primeira linha de tratamento para hipertrigliceridemia para pacientes com Doença Gordurosa Hepática Metabólica.
Resumo: Óleo de peixe(330 mg de EPA + 220 mg de DHA) 1 g
Benefícios esperados
Redução dos níveis de triglicerídeos em 20% a 50%. O efeito é dose-dependente e maior em indivíduos com hipertrigliceridemia grave (> 500 mg/dL).
Para pacientes com hipertrigliceridemia associada ao fenótipo de lipoproteína aterogênica (ALP), 6 g/dia pode reduzir os níveis de triglicerídeos em 35%.
Melhora de marcadores hepáticos para doença hepática gordurosa não alcoólica. É considerada terapia de primeira linha de tratamento para hipertrigliceridemia para pacientes com Doença Gordurosa Hepática Metabólica.
Segurança
Segurança estabelecida na dose de 6 g/dia de Ω3, por até 1 ano. Doses acima de 3 g/dia de Ω3 podem inibir a agregação plaquetária, aumentando o risco de sangramentos, além de levar a imunossupressão. Recomenda-se monitorização do INR (razão normalizada internacional) a cada 4 semanas, especialmente em pacientes em uso de terapia antitrombótica, ou em acordo com o médico.
Provavelmente não seguro em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: dor abdominal, mau hálito, sabor residual de peixe, azia, sangramentos, imunossupressão, elevação dos níveis de LDL-C, fibrilação atrial.
Interações medicamentosas
Moderadas: anti-hipertensivos, contraceptivos, ciclosporina, orlistat, sirolimo, tacrolimo.
Leves: antitrombóticos, cisplatina.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
O óleo de peixe é fonte de ácidos graxos poli-insaturados da família ômega 3, principalmente o ácido eicosapentaenoico (EPA) e ácido docosahexaenoico (DHA) e sua prescrição está apoiada na Res. CFN 656/2020.
Deve-se optar por produtos industrializados ou manipulados com a certificação internacional de qualidade e segurança IFOS/International Fish Oil Standards, que pode ser consultada no site .
Para garantir a dose correta de Ω3, deve-se avaliar o teor de EPA e de DHA por cápsula. Para melhor conveniência da suplementação, a soma destes teores deve fornecer não menos do que 550 mg/cápsula.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Rimm EB, Appel LJ, Chiuve SE, Djoussé L, Engler MB, et al.; American Heart Association Nutrition Committee of the Council on Lifestyle and Cardiometabolic Health; Council on Epidemiology and Prevention; Council on Cardiovascular Disease in the Young; Council on Cardiovascular and Stroke Nursing; and Council on Clinical Cardiology. Seafood long-chain n-3 polyunsaturated fatty acids and cardiovascular disease: a science advisory from the American Heart Association. Circulation 2018;138:e35-e47.
Siscovick DS, Barringer TA, Fretts AM, Wu JH, Lichtenstein AH, et al.; American Heart Association Nutrition Committee of the Council on Lifestyle and Cardiometabolic Health; Council on Epidemiology and Prevention; Council on Cardiovascular Disease in the Young; Council on Cardiovascular and Stroke Nursing; and Council on Clinical Cardiology. Omega-3 polyunsaturated fatty acid (fish oil) supplementation and the prevention of clinical cardiovascular disease: a science advisory from the American Heart Association. Circulation 2017;135:e867-84.
Skulas-Ray AC, Wilson PWF, Harris WS, Brinton EA, Kris-Etherton PM, et al.; American Heart Association Council on Arteriosclerosis, Thrombosis and Vascular Biology; Council on Lifestyle and Cardiometabolic Health; Council on Cardiovascular Disease in the Young; Council on Cardiovascular and Stroke Nursing; and Council on Clinical Cardiology. Omega-3 fatty acids for the management of hypertriglyceridemia: a science advisory from the American Heart Association. Circulation 2019;140:e673-91
WD · Suplemento livre para prescricao
Terapia de controle com ômega 3 para lupus eritematoso sistêmico (LES)
Objetivo: Redução dos sintomas de LES, avaliada por SLAM-R (Systemic Lupus Activity Measure) e BILAG (British Isles Lupus Assessment Group), com redução de 30 a 50% dos sintomas.
Resumo: Óleo de peixe(330 mg de EPA + 220 mg de DHA) 1 g
Benefícios esperados
Redução dos sintomas de LES, avaliada por SLAM-R (Systemic Lupus Activity Measure) e BILAG (British Isles Lupus Assessment Group), com redução de 30 a 50% dos sintomas.
Segurança
Segurança estabelecida na dose de 6 g/dia de Ω3, por até 1 ano. Doses acima de 3 g/dia de Ω3 podem inibir a agregação plaquetária, aumentando o risco de sangramentos, além de levar a imunossupressão. Recomenda-se monitorização do INR (razão normalizada internacional) a cada 4 semanas, especialmente em pacientes em uso de terapia antitrombótica, ou em acordo com o médico.
Provavelmente não seguro em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: dor abdominal, mau hálito, sabor residual de peixe, azia, sangramentos, imunossupressão, elevação dos níveis de LDL-C, fibrilação atrial.
Interações medicamentosas
Moderadas: anti-hipertensivos, contraceptivos, ciclosporina, orlistat, sirolimo, tacrolimo.
Leves: antitrombóticos, cisplatina.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
O óleo de peixe é fonte de ácidos graxos poli-insaturados da família ômega 3, principalmente o ácido eicosapentaenoico (EPA) e ácido docosahexaenoico (DHA) e sua prescrição está apoiada na Res. CFN 656/2020.
Deve-se optar por produtos industrializados ou manipulados com a certificação internacional de qualidade e segurança IFOS/International Fish Oil Standards, que pode ser consultada no site .
Para garantir a dose correta de Ω3, deve-se avaliar o teor de EPA e de DHA por cápsula. Para melhor conveniência da suplementação, a soma destes teores deve fornecer não menos do que 550 mg/cápsula.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Wright SA, O'Prey FM, McHenry MT, Leahey WJ, Devine AB, Duffy EM, Johnston DG, Finch MB, Bell AL, McVeigh GE. A randomised interventional trial of omega-3-polyunsaturated fatty acids on endothelial function and disease activity in systemic lupus erythematosus. Ann Rheum Dis. 2008 Jun;67(6):841-8.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Terapia de disfunções sexuais em mulheres e homens
Objetivo: Em pessoas do sexo feminino (250 mg, 3x ao dia): Melhora da satisfação sexual, lubrificação, dor, libido, excitação sexual e orgasmo. Em pessoas do sexo masculino com disfunção erértil (500 mg, 3x ao dia): Melhora da satisfação sexual, orgasmo, libido, satisfação sexual.
Resumo: Tribulus terrestris 250 ou 500mg
Benefícios esperados
Em pessoas do sexo feminino (250 mg, 3x ao dia): Melhora da satisfação sexual, lubrificação, dor, libido, excitação sexual e orgasmo.
Em pessoas do sexo masculino com disfunção erértil (500 mg, 3x ao dia): Melhora da satisfação sexual, orgasmo, libido, satisfação sexual.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 12 semanas.
Considerado seguro para idosos. Provavelmente não seguro em gestantes. Sem informações confiáveis para uso por lactantes.
Efeitos adversos comuns: não relatados nos estudos. Apenas efeitos adversos raros foram registrados casos de lesões hepáticas e renais, convulsões e ereção dolorosa crônica com função sexual prejudicada.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Fármacos antidiabéticos: possível risco para hipoglicemia.
II) Fármacos anti-hipertensivos: possível aumento do risco de hipotensão.
III) Lítio: aumento dos níveis plasmáticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Não se aplicam.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, pois drogas vegetais e derivados vegetais de Tribulus terrestris não são passíveis de composição em alimentos no Brasil, assim, não atende o que dispõe o parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Postigo S, Lima SM, Yamada SS, et al. Assessment of the effects of Tribulus terrestris on sexual function of menopausal women. Rev Bras Ginecol Obstet 2016;38(3):140-6.
Vale FBC, Zanolla Dias de Souza K, Rezende CR, Geber S. Efficacy of Tribulus Terrestris for the treatment of premenopausal women with hypoactive sexual desire disorder: a randomized double-blinded, placebo-controlled trial. Gynecol Endocrinol. 2018 May;34(5):442-445. doi: 10.1080/09513590.2017.1409711
de Souza KZ, Vale FB, Geber S. Efficacy of Tribulus terrestris for the treatment of hypoactive sexual desire disorder in postmenopausal women: a randomized, double-blinded, placebo-controlled trial. Menopause. 2016 Nov;23(11):1252-1256.
Akhtari E, Raisi F, Keshavarz M, et al. Tribulus terrestris for treatment of sexual dysfunction in women: randomized double-blind placebo-controlled study. Daru 2014;22:40.
Kamenov Z, Fileva S, Kalinov K, Jannini EA. Evaluation of the efficacy and safety of Tribulus terrestris in male sexual dysfunction-A prospective, randomized, double-blind, placebo-controlled clinical trial. Maturitas. 2017 May;99:20-26. doi: 10.1016/j.maturitas.2017.01.011.
WD · Suplemento livre para prescricao
Terapia paliativa na neuropatia diabética periférica
Objetivo: Redução dos sintomas sensoriais neuropáticos, como queimação, dor, dormência e formigamento de pés e pernas. Melhora da classificação de déficit e incapacidade neurológica. Efeitos observados dentro de 3 a 5 semanas de uso.
Resumo: Ácido alfa-lipoico 600 mg
Benefícios esperados
Redução dos sintomas sensoriais neuropáticos, como queimação, dor, dormência e formigamento de pés e pernas.
Melhora da classificação de déficit e incapacidade neurológica.
Efeitos observados dentro de 3 a 5 semanas de uso.
Segurança
Segurança estabelecida por até 2 anos de uso.
Possivelmente seguro em gestantes: dose de até 600 mg, por até 4 semanas.
Possivelmente seguro em crianças (10 a 17 anos): dose de até 600 mg, por até 3 meses.
Em lactantes e crianças
Efeitos adversos: dor de cabeça, azia, náusea e vômito.
Interações medicamentosas
Moderadas: antidiabéticos, antitrombóticos, agentes alquilantes, antibióticos antitumorais, hormônios tireoideanos e niacina (risco de depleção).
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
Ácido alfa-lipoico é um composto bioativo de alimentos e sua prescrição por nutricionistas está apoiada na Res. CFN 656/2020.
É recomendado monitorar o perfil glicêmico em usuários de insulina ou antidiabéticos orais quando ocorrer terapia combinada, pois o ácido alfa-lipoico pode aumentar seus efeitos e ajustes de dose podem ser necessários.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Han T., Bai J., Liu W., Hu Y. A systematic review and meta-analysis of a-lipoic acid in the treatment of diabetic peripheral neuropathy. Eur J Endocrinol 2012;167(4):465-471.
WD · Suplemento livre para prescricao
Terapia preventiva da dermatite atópica em crianças
Objetivo: Redução de 40% do risco de desenvolver dermatite atópica, independentemente da história familiar.
Resumo: Lactobacillus rhamnosus LPR 1 x 10^9 UFC* · Bifidobacterium longum BL999 1 x 10^9 UFC*
Benefícios esperados
Redução de 40% do risco de desenvolver dermatite atópica, independentemente da história familiar.
Segurança
Segurança estabelecida por até 12 semanas de uso.
Possivelmente seguro em gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: não foram observados efeitos adversos relacionados ao uso dos probióticos.
Interações medicamentosas:
Moderadas: antibióticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Notas adicionais
O número total de doses deve ser calculado multiplicando a frequência diária de uso pela duração do tratamento.
A prescrição de probióticos por nutricionistas está apoiada na Res. CFN 656/2020.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Sun M, Luo J, Liu H, Xi Y, Lin Q. Can mixed strains of Lactobacillus and Bifidobacterium reduce eczema in infants under three years of age? A meta-analysis. Nutrients 2021;13(5):1461.
WD · Fitoterapico requer habilitacao
Terapia profilática da enxaqueca
Objetivo: Redução da frequência (
Resumo: Petasites hybridus 50 mg
Benefícios esperados
Redução da frequência (
Segurança
Segurança bem estabelecida com uso por até 16 semanas.
Considerado seguro em pessoas idosas e crianças (> 6 anos). Considerado não seguro em gestantes lactantes.
Efeitos adversos comuns: Eructações, diarreia, sonolência, fadiga, dor de cabeça, coceira nos olhos, prurido, erupção cutânea e dor de estômago.
Interações medicamentosas:
Moderadas: Drogas indutoras de CYP3A4: aumento do risco de conversão de compostos tóxicos a partir dos alcaloides pirrolizidínicos. Porém os extratos devem ser isentos de alcaloides pirrolizidínicos para serem considerados seguros.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Crianças menores de 6 anos. Gestantes e lactantes.
Precauções:
I) Pacientes que desenvolvem sintomas de origem desconhecida como fadiga, náusea, dor abdominal ou urina escura, devem interromper o tratamento e realizar exames para investigação hepática.
Notas adicionais
A farmácia deve se certificar que o insumo é livre de alcaloides pirrolizidínicos, pois apresentam risco para hepatotoxicidade.
A prescrição desta fórmula requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, pois drogas vegetais e derivados vegetais de Petasites hybridus não são passíveis de composição em alimentos no Brasil, assim, não atende o que dispõe o parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Grossmann WM, Schmidramsl H. An extract of Petasites hybridus is effective in the prophylaxis of migraine. Int J Clin Pharmacol Ther 2000;38:430-5.
Diener HC, Rahlfs VW, Danesch U. The first placebo-controlled trial of a special butterbur root extract for the prevention of migraine: reanalysis of efficacy criteria. Eur Neurol 2004;51:89-97.
Lipton RB, Gobel H, Einhaupl KM, et al. Petasites hybridus root (butterbur) is an effective preventive treatment for migraine. Neurology 2004;63:2240-4.
Pothmann R, Danesch U. Migraine Prevention in Children and Adolescents: Results of an Open Study With a Special Butterbur Root Extract. Headache 2005;45:196-203.
Oelkers-Ax R, Leins A, Parzer P, et al. Butterbur root extract and music therapy in the prevention of childhood migraine: an explorative study. Eur J Pain 2008;12:301-13
Pringsheim T, Davenport W, Mackie G, et al. Canadian Headache Society guideline for migraine prophylaxis. Can J Neurol.Sci 2012;39:S1-59.
WD · Suplemento livre para prescricao
Terapia profilática de enxaqueca II
Objetivo: Redução da frequência de enxaquecas. A taxa de resposta de 50% para o COQ10 foi significativamente maior em 47,6% contra 14,3% no grupo placebo. Parece ser mais efetiva em pessoas com níveis de coenzima Q10 mais baixos. Considere dosar antes da prescrição. As concentrações plasmáticas médias parecem ser de cerca de 0,34 a 1,65 µg/mL. Foi observado que o efeito foi atingido após o primeiro mês, com efeito máximo após 3 meses de tratamento (NNT = 3).
Resumo: Coenzima Q10 100 mg · Coenzima Q10 100 mg / 10 gotas
Benefícios esperados
Redução da frequência de enxaquecas.
A taxa de resposta de 50% para o COQ10 foi significativamente maior em 47,6% contra 14,3% no grupo placebo.
Parece ser mais efetiva em pessoas com níveis de coenzima Q10 mais baixos. Considere dosar antes da prescrição. As concentrações plasmáticas médias parecem ser de cerca de 0,34 a 1,65 µg/mL.
Foi observado que o efeito foi atingido após o primeiro mês, com efeito máximo após 3 meses de tratamento (NNT = 3).
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 5 anos.
Em crianças: provavelmente seguro em doses de 1-10 mg/kg por até 9 meses. Em gestantes: provavelmente seguro em doses de 100 mg, 2 vezes ao dia, iniciando na 20ª semana até o parto. Em lactantes: não utilizar (falta de evidências de segurança).
Efeitos adversos (
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Varfarina: redução de efeito.
II) Agentes alquilantes (quimioterápicos): redução de efeito.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Pessoas com obstrução biliar.
Precauções: Não se aplicam.
Notas adicionais
A prescrição deste composto bioativo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
A coenzima Q10 é reduzida a ubiquinol durante ou após a absorção no intestino delgado, e a forma reduzida representa aproximadamente 95% de coenzima Q10 circulante em humanos.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Pringsheim T, Davenport WJ, Mackie G, et al. Canadian Headache Society guideline for migraine prophylaxis. Can J Neurol Sci. 2012;39(2 Suppl. 2):S1-S59
Holland S, Silberstein SD, Freitag F, et al. Evidence-based guideline update: NSAIDs and other complementary treatments for episodic migraine prevention in adults: Report of the Quality Standards Subcommittee of the American Academy of Neurology and the American Headache Society. Neurology. 2012;78:1346-1353
Garrido-Maraver J, Cordero MD, Oropesa-Ávila M, Fernández Vega A, de la Mata M, Delgado Pavón A, de Miguel M, Pérez Calero C, Villanueva Paz M, Cotán D, Sánchez-Alcázar JA. Coenzyme q10 therapy. Mol Syndromol. 2014 Jul;5(3-4):187-97.
Rajapakse, T. and Pringsheim, T. Nutraceuticals in Migraine: A Summary of Existing Guidelines for Use. Headache. 2016;56: 808-816.
WD · Suplemento livre para prescricao
Terapia profilática de enxaqueca III
Objetivo: Redução da frequência, intensidade e duração de episódios de enxaqueca. A taxa de resposta para redução da frequência em 50% para a B2 foi significativamente maior em 56% contra 18% no grupo placebo.
Resumo: Riboflavina 400 mg
Benefícios esperados
Redução da frequência, intensidade e duração de episódios de enxaqueca.
A taxa de resposta para redução da frequência em 50% para a B2 foi significativamente maior em 56% contra 18% no grupo placebo.
Segurança
Segurança bem estabelecida quando usado por até 3 meses. A riboflavina não possui nível de ingestão máxima tolerável (UL).
Provavelmente seguro para idosos. Em crianças (9 a 13 anos): provavelmente seguro em doses de 100 a 200 mg/dia por até 12 meses. Em gestantes e lactantes: provavelmente seguro em quantidades obtidas pela alimentação. Não há dados de segurança na dose desta fórmula.
Efeitos adversos comuns: náuseas e alteração da coloração da urina.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Tetraciclinas: redução de efeito.
II) Psyllium: redução da absorção de riboflavina.
III) Boro: aumento da excreção de riboflavina.
IV) Ferro: aumento da utilização de ferro pela hemoglobina.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações:
I) Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
II) Pessoas com obstrução biliar.
Precauções:
I) A doença hepática crônica aumenta o risco de deficiência de riboflavina. A absorção de riboflavina é diminuída em doenças hepáticas, como hepatite, obstrução biliar e cirrose.
Notas adicionais
A prescrição deste composto bioativo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Pringsheim T, Davenport WJ, Mackie G, et al. Canadian Headache Society guideline for migraine prophylaxis. Can J Neurol Sci. 2012;39(2 Suppl. 2):S1-S59
Holland S, Silberstein SD, Freitag F, et al. Evidence-based guideline update: NSAIDs and other complementary treatments for episodic migraine prevention in adults: Report of the Quality Standards Subcommittee of the American Academy of Neurology and the American Headache Society. Neurology. 2012;78:1346-1353
Rajapakse, T. and Pringsheim, T. Nutraceuticals in Migraine: A Summary of Existing Guidelines for Use. Headache. 2016;56: 808-816.
McEvoy GK, ed. AHFS Drug Information. Bethesda, MD: American Society of Health-System Pharmacists, 2008.
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Terapia profilática de enxaqueca IV
Objetivo: Redução da frequência, intensidade e duração de episódios de enxaqueca. Redução do consumo de fármacos analgésicos.
Resumo: Melatonina 3 a 4 mg
Benefícios esperados
Redução da frequência, intensidade e duração de episódios de enxaqueca.
Redução do consumo de fármacos analgésicos.
Segurança
Segurança estabelecida por até 6 meses de uso.
Provavelmente não seguro em gestantes e lactantes. Possivelmente seguro em crianças e pessoas idosas.
Efeitos adversos comuns: Tonturas, sonolência, dor de cabeça e náuseas.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Fármacos antitrombóticos: aumento de níveis plasmáticos.
II) Fármacos anticonvulsivantes: redução de efeito.
III) Fármacos antidiabéticos: aumento do risco de hipoglicemia.
IV) Fármacos anti-hipertensivos: aumento ou redução de níveis pressóricos.
V) Cafeína: aumento dos níveis de melatonina.
VI) Fármacos depressores do SNC: aumento de efeito.
VII) Contraceptivos: aumento dos níveis de melatonina.
VIII) Substratos do CYP1A2/2C19: aumento dos níveis plasmáticos.
IX) Fluvoxamina: aumento dos níveis de melatonina.
X) Fármacos imunossupressores: redução de efeito.
XI) Metanfetamina: aumento dos níveis plasmáticos.
XII) Nifedipina: redução do efeito.
XIII) Fármacos anticonvulsivantes: redução do limiar convulsivo.
Leves:
I) Substratos do CYP2D6/3A4: aumento de níveis plasmáticos.
II) Flumazenil: redução dos efeitos da melatonina.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções: Dirigir e operar máquinas.
Notas adicionais
A prescrição deste composto bioativo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Puliappadamb HM, Maiti R, Mishra A, Jena M, Mishra BR. Efficacy and Safety of Melatonin as Prophylaxis for Migraine in Adults: A Meta-analysis. J Oral Facial Pain Headache. 2022 Summer;36(3-4):207–219. doi: 10.11607/ofph.3211. Epub 2022 Nov 28. PMID: 36445912; PMCID: PMC10586587.
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Tratamento da diarreia aguda ou persistente em crianças a partir de 6 meses de idade, especialmente em casos associados à desnutrição ou suspeita de deficiência de zinco
Objetivo: Crianças ≥ 6 meses (especialmente desnutridas ou com deficiência de zinco): I) Redução da duração da diarreia aguda em até 11 horas. II) Redução da duração da diarreia persistente em até 16 horas. III) Em crianças com desnutrição evidente: - Redução de até 26 horas na duração da diarreia. - Redução do risco de diarreia persistir nos dias 3, 5 e 7 (queda de 18% a 24%). Crianças Observação: Doses mais baixas (5 a 10 mg/dia) são igualmente eficazes e causam menos efeitos adversos, como vômito. Deve-se considerar iniciar com doses mais baixas e aumentando em doses de 5 mg, até 20 mg, se não controlado a cada 24 horas.
Resumo: Zinco (como sulfato, gluconato ou acetato) 5 a 20 mg · Suspensão oral qsp 5 mL · Zinco (como sulfato, gluconato ou acetato) 5 a 20 mg
Benefícios esperados
Crianças ≥ 6 meses (especialmente desnutridas ou com deficiência de zinco):
I) Redução da duração da diarreia aguda em até 11 horas.
II) Redução da duração da diarreia persistente em até 16 horas.
III) Em crianças com desnutrição evidente:
- Redução de até 26 horas na duração da diarreia.
- Redução do risco de diarreia persistir nos dias 3, 5 e 7 (queda de 18% a 24%).
Crianças
Observação: Doses mais baixas (5 a 10 mg/dia) são igualmente eficazes e causam menos efeitos adversos, como vômito. Deve-se considerar iniciar com doses mais baixas e aumentando em doses de 5 mg, até 20 mg, se não controlado a cada 24 horas.
Segurança
Segurança bem estabelecida de uso crônico em doses de até 40 mg de zinco elementar (UL).
Possivelmente seguro em pessoas idosas, crianças, gestantes e lactantes.
Efeitos adversos: Cólicas abdominais, diarreia, sabor metálico, náuseas e vômitos (dose-dependente)
Interações medicamentosas
Moderadas:
I) Cefalexina: redução de absorção.
II) Cisplatina: redução de efeito.
III) Inibidores de integrase: redução de efeito.
IV) Penicilamina: redução de níveis plasmáticos.
V) Quinolonas: redução de absorção e efeito.
VI) Ritonavir: redução de níveis plasmáticos.
VII) Tetraciclinas: redução de níveis plasmáticos.
Leves:
I) Amilorida: aumento dos níveis plasmáticos de zinco.
II) Atazanavir: redução de níveis plasmáticos.
Em caso de dúvidas, consulte um farmacêutico.
Contraindicações: Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.
Precauções:
I) O consumo excessivo de álcool está associado à redução da absorção e aumento da excreção de zinco.
II) Níveis elevados de zinco podem aumentar a expressão de metaloproteinases intestinais, o que pode contribuir com redução dos níveis de cobre. Pessoas com deficiência de cobre pré-existente ou fatores de risco para deficiência de cobre, como doença de Menkes, hipoceruloplasminemia, cirurgia gastrointestinal, doenças de má absorção ou desnutrição, podem estar em risco aumentado.
Notas adicionais
A prescrição deste insumo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Dhingra U, Kisenge R, Sudfeld CR, et al. Lower-Dose Zinc for Childhood Diarrhea - A Randomized, Multicenter Trial. N Engl J Med. 2020;383(13):1231-1241
Lazzerini M, Wanzira H. Oral zinc for treating diarrhoea in children. Cochrane Database Syst Rev. 2016;12:CD005436.
Patel, A. B., Mamtani, M., Badhoniya, N., and Kulkarni, H. What zinc supplementation does and does not achieve in diarrhea prevention: a systematic review and meta-analysis. BMC.Infect.Dis. 2011;11:122
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Acne Inflamatória
Objetivo: Acne Inflamatória
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Efluvio Telógeno - Anti queda
Objetivo: Efluvio Telógeno - Anti queda
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Fitoterápico - Controle glicêmico
Objetivo: Fitoterápico - Controle glicêmico
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Fitoterápico - Detox de metabólitos de estrogênio/edema
Objetivo: Fitoterápico - Detox de metabólitos de estrogênio/edema
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Fitoterápico - Inibidor de 5-Alfa-Redutase
Objetivo: Fitoterápico - Inibidor de 5-Alfa-Redutase
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Fitoterápico - Modulação de aromatase / Celulite
Objetivo: Fitoterápico - Modulação de aromatase / Celulite
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Fitoterápico - Tintura diurética
Objetivo: Fitoterápico - Tintura diurética
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Pós gestacional e pós amamentação / Queda de cabelo
Objetivo: Pós gestacional e pós amamentação / Queda de cabelo
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Pré cirurgia plástica - Mix de aminoácidos
Objetivo: Pré cirurgia plástica - Mix de aminoácidos
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Probiótico / Acne I
Objetivo: Probiótico / Acne I
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Probiótico / Acne II
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Tireoide e Queda de cabelo (Hipotereoidismo)
Objetivo: Tireoide e Queda de cabelo (Hipotereoidismo)
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Aminoácidos para sacorpenia
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ArtPharma 2- Anti-envelhecimento com estímulo estrogênico
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Artpharma 2- Anti-envelhecimento com estímulo mitocondrial
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ArtPharma 2- Anti-inflamatíro sistêmica e envelhecimento
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ArtPharma 2- Antioxidamente e drenante
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ArtPharma 2- Celulite e retenção hídrica
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ArtPharma 2- Celulite inflamatória e edema
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ArtPharma 2- Enxaqueca menstrual
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ArtPharma 2- Menopausa
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ArtPharma 2- Menopausa com enfase no SNC
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ArtPharma 2- Síndrome metabólica e resistência a insulina
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ArtPharma 2- Transtorno disfórico pré menstrual
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ArtPharma 3 - Ativação de Sirtuínas
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ArtPharma 3- AMPK
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ArtPharma 3- Ansiedade e Depressão
Objetivo: ArtPharma 3- Ansiedade e Depressão
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ArtPharma 3- Ansiedade e Emagrecimento
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ArtPharma 3- Ansiedade e Irritabilidade
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ArtPharma 3- Ansiolítico Natural
Objetivo: ArtPharma 3- Ansiolítico Natural
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ArtPharma 3- Celulite inflamatória e edema
Objetivo: ArtPharma 3- Celulite inflamatória e edema
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ArtPharma 3- Controle de apetite e Dislipidemia
Objetivo: ArtPharma 3- Controle de apetite e Dislipidemia
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Artpharma 3- Emagrecimento
Objetivo: Artpharma 3- Emagrecimento
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ArtPharma 3- Fadiga Física
Objetivo: ArtPharma 3- Fadiga Física
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ArtPharma 3- FGF-21
Objetivo: ArtPharma 3- FGF-21
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ArtPharma 3- FGF-21, AMPK e GLP-1
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ArtPharma 3- Hipertrofia
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ArtPharma 3- Lipedema com inflamação intensa
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ArtPharma 3- Lipólise e Retenção
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Artpharma 3- Melhora captação de creatina
Objetivo: Artpharma 3- Melhora captação de creatina
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ArtPharma 3- Mitofagia e Micronutrientes Mitocondriais
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ArtPharma 3- Modulação de genes da ansiedade e compulsão alimentar
Objetivo: ArtPharma 3- Modulação de genes da ansiedade e compulsão alimentar
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ArtPharma 3- Modulação hormonal
Objetivo: ArtPharma 3- Modulação hormonal
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ArtPharma 3- Obesidade e Hipotireoidismo
Objetivo: ArtPharma 3- Obesidade e Hipotireoidismo
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ArtPharma 3- Pré-treino (Oxidação de gordura)
Objetivo: ArtPharma 3- Pré-treino (Oxidação de gordura)
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ArtPharma 3- Pré-treino (Performance)
Objetivo: ArtPharma 3- Pré-treino (Performance)
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ArtPharma 3- Psicobióticos gerenciamento da ansiedade
Objetivo: ArtPharma 3- Psicobióticos gerenciamento da ansiedade
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ArtPharma 3- Psicobióticos gerenciamento do estresse
Objetivo: ArtPharma 3- Psicobióticos gerenciamento do estresse
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ArtPharma 3- Saciedade e Emagrecimento
Objetivo: ArtPharma 3- Saciedade e Emagrecimento
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ArtPharma 3- Saciedade e Perfil lipêmico (Substituir Estatinas)
Objetivo: ArtPharma 3- Saciedade e Perfil lipêmico (Substituir Estatinas)
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Artpharma 3- Sarcopenia
Objetivo: Artpharma 3- Sarcopenia
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ArtPharma 3- Saúde bucal e do trato gastro digestivo superior
Objetivo: ArtPharma 3- Saúde bucal e do trato gastro digestivo superior
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ArtPharma 3- Síndrome metabólica
Objetivo: ArtPharma 3- Síndrome metabólica
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ArtPharma 3- Síndrome Metabólica
Objetivo: ArtPharma 3- Síndrome Metabólica
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ArtPharma 3- Síndrome metabólica e Resistência a insulina
Objetivo: ArtPharma 3- Síndrome metabólica e Resistência a insulina
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ArtPharma 4- Ansiedade e insônia
Objetivo: ArtPharma 4- Ansiedade e insônia
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ArtPharma 4- Ansiedade
Objetivo: ArtPharma 4- Ansiedade
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ArtPharma 4- Ansiedade e irritação
Objetivo: ArtPharma 4- Ansiedade e irritação
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ArtPharma 4- Ansiedade e pessimismo
Objetivo: ArtPharma 4- Ansiedade e pessimismo
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ArtPharma 4- Depressão associada a patologia
Objetivo: ArtPharma 4- Depressão associada a patologia
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ArtPharma 4- Depressão com queda de libido.
Objetivo: ArtPharma 4- Depressão com queda de libido.
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ArtPharma 4- Depressão e dor
Objetivo: ArtPharma 4- Depressão e dor
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ArtPharma 4- Disfunção cognitiva 1
Objetivo: ArtPharma 4- Disfunção cognitiva 1
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ArtPharma 4- Disfunção cognitiva 2
Objetivo: ArtPharma 4- Disfunção cognitiva 2
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ArtPharma 4- Disfunção cognitiva e aprendizado
Objetivo: ArtPharma 4- Disfunção cognitiva e aprendizado
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ArtPharma 4- Disfunção cognitiva e memória
Objetivo: ArtPharma 4- Disfunção cognitiva e memória
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ArtPharma 4- Estresse (Geral)
Objetivo: ArtPharma 4- Estresse (Geral)
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ArtPharma 4- Estresse com baixa energia.
Objetivo: ArtPharma 4- Estresse com baixa energia.
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ArtPharma 4- Estresse com insônia
Objetivo: ArtPharma 4- Estresse com insônia
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ArtPharma 4- Estresse com irritação e sem foco
Objetivo: ArtPharma 4- Estresse com irritação e sem foco
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ArtPharma 4- Lipedema 1
Objetivo: ArtPharma 4- Lipedema 1
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ArtPharma 4- Lipedema com edema
Objetivo: ArtPharma 4- Lipedema com edema
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ArtPharma 4- Lipedema com hipertrofia do tecido adiposo
Objetivo: ArtPharma 4- Lipedema com hipertrofia do tecido adiposo
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Aumento de efetividade das incretinas
Objetivo: Aumento de efetividade das incretinas
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Aumento de efetividade das incretinas 2
Objetivo: Aumento de efetividade das incretinas 2
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Colágeno - Peptpure Beauty Skin
Objetivo: Colágeno - Peptpure Beauty Skin
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Colágeno - Peptpure Body Protein
Objetivo: Colágeno - Peptpure Body Protein
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Colágeno - Peptpure Super Coffee
Objetivo: Colágeno - Peptpure Super Coffee
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Constipação
Objetivo: Constipação
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Creatina
Objetivo: Creatina
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Creatina Caramelo
Objetivo: Creatina Caramelo
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Creatina Goma
Objetivo: Creatina Goma
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Estimulo de GLP-1 e termogênese
Objetivo: Estimulo de GLP-1 e termogênese
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Estímulo GLP-1 para saciedade
Objetivo: Estímulo GLP-1 para saciedade
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Imunidade
Objetivo: Imunidade
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Imunidade (sachês)
Objetivo: Imunidade (sachês)
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Metabolismo energético - FGF-21
Objetivo: Metabolismo energético - FGF-21
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Metabolismo energético 2 - FGF-21
Objetivo: Metabolismo energético 2 - FGF-21
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Mitofagia e Micronutrientes mitocondriais
Objetivo: Mitofagia e Micronutrientes mitocondriais
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Náusea
Objetivo: Náusea
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Náusea, dispepsia e vômito
Objetivo: Náusea, dispepsia e vômito
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Omega 3 Cardio
Objetivo: Omega 3 Cardio
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Omega 3 Neural
Objetivo: Omega 3 Neural
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Probióticos para sarcopenia
Objetivo: Probióticos para sarcopenia
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
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Queda capilar
Objetivo: Queda capilar
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Redução de absorção de gordura dos alimentos
Objetivo: Redução de absorção de gordura dos alimentos
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Sacorpenia
Objetivo: Sacorpenia
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
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Sacorpenia com Peptistrong
Objetivo: Sacorpenia com Peptistrong
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Síntese Proteíca
Objetivo: Síntese Proteíca
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Correção estratégica de micronutrientes
Objetivo: Suplemento (livre para prescrição)
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Suplemento (livre para prescrição)
Segurança
Tempo de uso: uso seguro de forma contínua.
Populações especiais: segurança não estabelecida para lactantes. Doses em crianças devem ser ajustadas conforme necessidades nutricionais e idade. Coenzima Q10 é considerada segura na gestação, a partir da 20º semana.
Efeitos adversos: Efeitos adversos gastrointestinais como supressão do apetite, diarreia, desconforto epigástrico, azia, náusea e vômito. Alteração da coloração da urina.
Interações medicamentosas:
Graves:
I) Levodopa/Carbidopa: redução significativa da biodisponibilidade (magnésio).
II) Cisplatina: possível interferência na eficácia quimioterápica (zinco).
Moderadas:
I) Agentes alquilantes (quimioterapia): possível redução da eficácia por efeito antioxidante (CoQ10).
II) Varfarina: possível redução do efeito anticoagulante (CoQ10 – efeito tipo vitamina K).
III) Antirretrovirais com inibidores de integrase (bictegravir, dolutegravir e outros): redução da absorção por quelação (ferro, magnésio, zinco).
IV) Bisfosfonatos: redução da absorção (ferro e magnésio).
V) Levodopa (isolada): redução da absorção (ferro e magnésio).
VI) Levotiroxina: redução da absorção (ferro).
VII) Metildopa: redução da absorção (ferro).
VIII) Micofenolato mofetil: possível redução da absorção (ferro).
IX) Penicilamina: redução da absorção (ferro e zinco).
X) Antibióticos quinolonas e tetraciclinas: redução significativa da absorção por quelação (ferro, magnésio e zinco).
XI) Bloqueadores de canal de cálcio: possível efeito aditivo hipotensor (magnésio).
XII) Digoxina: possível redução da absorção (magnésio).
Relaxantes musculares: potencialização do efeito (magnésio).
XIII) Diuréticos poupadores de potássio: aumento do risco de hipermagnesemia.
Sulfonilureias: possível aumento do efeito hipoglicemiante (magnésio).
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
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Modulação do estresse no endurance
Objetivo: Fitoterápico (requer habilitação)
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Fitoterápico (requer habilitação)
Segurança
Tempo de uso: uso seguro por até 6 meses.
Populações especiais: segurança não estabelecida para gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: tonturas, aumento ou diminuição da produção de saliva.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Antidiabéticos: pode aumentar o risco de hipoglicemia.
II) Anti-hipertensivos (incluindo losartana): pode potencializar hipotensão e, em alguns casos, aumentar níveis plasmáticos.
III) Imunossupressores: possível redução da eficácia terapêutica.
IV) Benzodiazepínicos e outros depressores do SNC: potencialização do efeito sedativo.
V) Hormônio tireoidiano: pode aumentar efeitos e risco de sintomas de hipertireoidismo.
VI) Fármacos hepatotóxicos: possível aumento do risco de lesão hepática.
VII) Substratos do CYP2C9 e da P-glicoproteína: possível aumento dos níveis plasmáticos
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, pois drogas vegetais e derivados vegetais de Withania somnifera e Rhodiola rosea não são passíveis de composição em alimentos no Brasil, assim, não atendem o que dispõe o parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 680/2021, alterada pela Res. CFN 731/2022.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
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Otimização do sono e recuperação
Objetivo: Suplemento (livre para prescrição)
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Suplemento (livre para prescrição)
Segurança
Tempo de uso: uso seguro por até 6 meses.
Populações especiais: segurança não estabelecida para gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: Sonolência, cefaleia, desconforto gástrico, leve ardor na garganta, fraqueza muscular, náusea, diarreia, irritação gastrointestinal e vômito.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Anti-hipertensivos: potencialização do efeito hipotensor (magnésio, L-teanina e GABA).
II) Bloqueadores de canal de cálcio: possível efeito hipotensor aditivo (magnésio).
III) Clozapina: possível aumento de efeitos adversos e sedação.
IV) Relaxantes musculares: potencialização do efeito (magnésio).
V) Depressores do SNC (benzodiazepínicos, hipnóticos, opioides): possível aumento da sedação (L-teanina e GABA).
VI) Digoxina: possível redução da absorção (magnésio).
VII) Diuréticos poupadores de potássio: risco aumentado de hipermagnesemia.
VIII) Sulfonilureias: possível aumento do efeito hipoglicemiante (magnésio).
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
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Performance aguda - Endurance
Objetivo: Suplemento (livre para prescrição)
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Suplemento (livre para prescrição)
Segurança
Tempo de uso: uso seguro de forma contínua.
Populações especiais: segurança não estabelecida para gestantes, lactantes, idosos e crianças.
Efeitos adversos: Constipação, diarreia e dispepsia (taurina). Ansiedade, dependência com uso crônico, diarreia, diurese, irritação gástrica, cefaleia, insônia, tremores musculares, náusea e inquietação (cafeína).
Interações medicamentosas:
Graves: Efedrina / Ephedra (Ma Huang): aumento significativo do risco de eventos cardiovasculares e efeitos estimulantes intensos.
Moderadas:
I) Anti-hipertensivos (incluindo IECA e BRA): potencialização do efeito hipotensor.
II) Lítio: possível alteração dos níveis plasmáticos (uso concomitante ou retirada abrupta de cafeína).
III) IMAOs: risco de elevação importante da pressão arterial.
IV) Anticoagulantes/antiplaquetários: possível aumento do risco de sangramento.
V) Beta-agonistas e outros estimulantes: aumento de taquicardia e elevação pressórica.
VI) Clozapina: aumento dos níveis plasmáticos e risco de exacerbação psicótica.
VII) Antibióticos quinolonas e fluvoxamina: aumento dos níveis de cafeína.
VIII) Teofilina: potencialização dos efeitos estimulantes.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
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Suporte à fadiga central
Objetivo: Suplemento (livre para prescrição)
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Suplemento (livre para prescrição)
Segurança
Tempo de uso: uso seguro por até 3 meses.
Populações especiais: segurança não estabelecida para gestantes, lactantes e crianças.
Efeitos adversos: dor abdominal, dor lombar, visão turva, constipação, diarreia, edema, cefaleia, insônia, náusea, rash cutâneo, agitação, boca seca, redução do apetite, fadiga e azia. Um metabólito da acetil-L-carnitina pode causar odor semelhante a peixe na urina, no hálito e no suor.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Levodopa: possível redução da eficácia terapêutica (L-tirosina).
II) Hormônio tireoidiano: possível interação com terapia de reposição (L-tirosina pode ter efeito aditivo; acetil-L-carnitina pode reduzir a eficácia da reposição).
III) Anticoagulantes cumarínicos (varfarina, acenocumarol): possível aumento do efeito anticoagulante e risco de sangramento (acetil-L-carnitina).
IV) Fármacos serotoninérgicos: possível aumento do risco de efeitos serotoninérgicos (acetil-L-carnitina).
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
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Suporte gastrointestinal
Objetivo: Suplemento (livre para prescrição)
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Suplemento (livre para prescrição)
Segurança
Tempo de uso: uso seguro por até 3 meses.
Populações especiais: segurança não estabelecida para lactantes.
Efeitos adversos: Desconforto abdominal, cólicas abdominais, eructação, diarreia, azia, náusea, vômito, gosto metálico e sensação irritativa tipo “ardor apimentado” na boca e garganta (dose-dependente).
Observação: parte dos sintomas leves orofaríngeos são observados com gengibre na forma in natura ou em pó consumido de forma extemporânea. Gengibre encapsulado possui menor probabilidade para tais efeitos.
Interações medicamentosas:
Moderadas:
I) Anticoagulantes e antiplaquetários (incluindo varfarina e fenprocumona): possível aumento do risco de sangramento (gengibre).
II) Nifedipino: possível aumento do risco de sangramento e hipotensão (gengibre).
III) Antidiabéticos: possível aumento do risco de hipoglicemia (gengibre).
IV) Antirretrovirais com inibidores de integrase (bictegravir e outros): redução da absorção por quelação com zinco.
V) Cefalexina, quinolonas e tetraciclinas: redução da absorção por quelação com zinco.
VI) Penicilamina: redução da absorção por quelação com zinco.
VII) Cisplatina: possível interferência na eficácia quimioterápica (zinco).
VIII) Substratos do CYP3A4 e da P-glicoproteína: possível alteração dos níveis plasmáticos (gengibre).
IX) Antifúngicos sistêmicos: podem reduzir a eficácia de Saccharomyces boulardii.
Notas adicionais
A prescrição do zinco (carnosina) e Saccharomyces boulardii está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. A prescrição de gengibre não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos, por ser constituinte autorizado para uso em suplementos alimentares, conforme parágrafo 2º, do artigo 2º da Res. CFN 731/2022.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
GLP1 · Modelos de extensoes
Ajuste de fibras combinadas com suplementos
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. A goma acácia pode ser comercializada com nome comercial de Fibregum B®. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032. Monteiro CRAV, do Carmo MM, Melo BO, et al. Prebiotics and Gut Health: Mechanisms, Clinical Evidence, and Therapeutic Potential. Nutrients. 2026;18(1):112. doi:10.3390/nu18010112. Markowiak P, Śliżewska K. Effects of Probiotics, Prebiotics, and Synbiotics on Human Health. Nutrients. 2017;9(9):1021. doi:10.3390/nu9091021. Zheng Y, Wu S, Lv Y, et al. Probiotics fortify intestinal barrier function: a systematic review and meta-analysis. Front Nutr. 2023;10:1125345. doi:10.3389/fnut.2023.1125345. Hungin APS, Mulligan C, Pot B, et al. Systematic review: probiotics in the management of lower gastrointestinal symptoms in clinical practice. Aliment Pharmacol Ther. 2013;38(8):864-886. doi:10.1111/apt.12460. Goodoory VC, Ciorba MA, Rao SSC. Efficacy of Probiotics in Irritable Bowel Syndrome: Systematic Review and Meta-analysis. Gastroenterology. 2023;165(4):944-959. doi:10.1053/j.gastro.2023.06.063. Ritchie ML, Romanuk TN. A Meta-Analysis of Probiotic Efficacy for Gastrointestinal Diseases. PLoS One. 2012;7(4):e34938. doi:10.1371/journal.pone.0034938. Kristensen NB, Bryrup T, Allin KH, et al. Alterations in fecal microbiota composition by probiotic supplementation in healthy adults: a systematic review of randomized controlled trials. Genome Med. 2016;8:52. doi:10.1186/s13073-016-0300-5.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
A goma acácia pode ser comercializada com nome comercial de Fibregum B®.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032.
Monteiro CRAV, do Carmo MM, Melo BO, et al. Prebiotics and Gut Health: Mechanisms, Clinical Evidence, and Therapeutic Potential. Nutrients. 2026;18(1):112. doi:10.3390/nu18010112.
Markowiak P, Śliżewska K. Effects of Probiotics, Prebiotics, and Synbiotics on Human Health. Nutrients. 2017;9(9):1021. doi:10.3390/nu9091021.
Zheng Y, Wu S, Lv Y, et al. Probiotics fortify intestinal barrier function: a systematic review and meta-analysis. Front Nutr. 2023;10:1125345. doi:10.3389/fnut.2023.1125345.
Hungin APS, Mulligan C, Pot B, et al. Systematic review: probiotics in the management of lower gastrointestinal symptoms in clinical practice. Aliment Pharmacol Ther. 2013;38(8):864-886. doi:10.1111/apt.12460.
Goodoory VC, Ciorba MA, Rao SSC. Efficacy of Probiotics in Irritable Bowel Syndrome: Systematic Review and Meta-analysis. Gastroenterology. 2023;165(4):944-959. doi:10.1053/j.gastro.2023.06.063.
Ritchie ML, Romanuk TN. A Meta-Analysis of Probiotic Efficacy for Gastrointestinal Diseases. PLoS One. 2012;7(4):e34938. doi:10.1371/journal.pone.0034938.
Kristensen NB, Bryrup T, Allin KH, et al. Alterations in fecal microbiota composition by probiotic supplementation in healthy adults: a systematic review of randomized controlled trials. Genome Med. 2016;8:52. doi:10.1186/s13073-016-0300-5.
GLP1 · Modelos de extensoes
Controle glicêmico (1)
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. O extrato de milho roxo padronizado em polifenois (calculados como soma de antocianinas e flavonoides) é um produto conhecido comercialmente como Bluconidin®. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032. Gholami Z, Shab-Bidar S, Djafarian K. The effect of psyllium on fasting blood sugar, HbA1c, HOMA-IR and insulin levels: a systematic review and meta-analysis. J Health Popul Nutr. 2024;43(1):84. doi:10.1186/s41043-024-00574-w. Wang X, Wu W, Zheng W, et al. Zinc supplementation improves glycemic control for diabetes prevention and management: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2019;110(1):76-90. doi:10.1093/ajcn/nqz041. Capdor J, Foster M, Petocz P, Samman S. Zinc and glycemic control: a meta-analysis of randomised placebo controlled supplementation trials in humans. J Trace Elem Med Biol. 2013;27(2):137-142. doi:10.1016/j.jtemb.2012.08.001. Yin J, Xing H, Ye J. Efficacy of berberine in patients with type 2 diabetes mellitus. Metabolism. 2008;57(5):712-717. doi:10.1016/j.metabol.2008.01.013. Gualano B, de Salles Painelli V, Roschel H, et al. Creatine in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Med Sci Sports Exerc. 2011;43(5):770-778. doi:10.1249/MSS.0b013e3181fcee7d. de Courten B, Jakubova M, de Courten MPJ, et al. Effects of carnosine supplementation on glucose metabolism: pilot clinical trial. Obesity (Silver Spring). 2016;24(5):1027-1034. doi:10.1002/oby.21434. Sood N, Baker WL, Coleman CI. Effect of glucomannan on plasma lipid and glucose concentrations, body weight, and blood pressure: systematic review and meta-analysis. Am J Clin Nutr. 2008;88(4):1167-1175. doi:10.1093/ajcn/88.4.1167.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O extrato de milho roxo padronizado em polifenois (calculados como soma de antocianinas e flavonoides) é um produto conhecido comercialmente como Bluconidin®.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032.
Gholami Z, Shab-Bidar S, Djafarian K. The effect of psyllium on fasting blood sugar, HbA1c, HOMA-IR and insulin levels: a systematic review and meta-analysis. J Health Popul Nutr. 2024;43(1):84. doi:10.1186/s41043-024-00574-w.
Wang X, Wu W, Zheng W, et al. Zinc supplementation improves glycemic control for diabetes prevention and management: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2019;110(1):76-90. doi:10.1093/ajcn/nqz041.
Capdor J, Foster M, Petocz P, Samman S. Zinc and glycemic control: a meta-analysis of randomised placebo controlled supplementation trials in humans. J Trace Elem Med Biol. 2013;27(2):137-142. doi:10.1016/j.jtemb.2012.08.001.
Yin J, Xing H, Ye J. Efficacy of berberine in patients with type 2 diabetes mellitus. Metabolism. 2008;57(5):712-717. doi:10.1016/j.metabol.2008.01.013.
Gualano B, de Salles Painelli V, Roschel H, et al. Creatine in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Med Sci Sports Exerc. 2011;43(5):770-778. doi:10.1249/MSS.0b013e3181fcee7d.
de Courten B, Jakubova M, de Courten MPJ, et al. Effects of carnosine supplementation on glucose metabolism: pilot clinical trial. Obesity (Silver Spring). 2016;24(5):1027-1034. doi:10.1002/oby.21434.
Sood N, Baker WL, Coleman CI. Effect of glucomannan on plasma lipid and glucose concentrations, body weight, and blood pressure: systematic review and meta-analysis. Am J Clin Nutr. 2008;88(4):1167-1175. doi:10.1093/ajcn/88.4.1167.
GLP1 · Modelos de extensoes
Controle glicêmico (2)
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. A goma acácia pode ser comercializada com nome comercial de Fibregum B®. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032. Gholami Z, Shab-Bidar S, Djafarian K. The effect of psyllium on fasting blood sugar, HbA1c, HOMA-IR and insulin levels: a systematic review and meta-analysis. J Health Popul Nutr. 2024;43(1):84. doi:10.1186/s41043-024-00574-w. Wang X, Wu W, Zheng W, et al. Zinc supplementation improves glycemic control for diabetes prevention and management: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2019;110(1):76-90. doi:10.1093/ajcn/nqz041. Capdor J, Foster M, Petocz P, Samman S. Zinc and glycemic control: a meta-analysis of randomised placebo controlled supplementation trials in humans. J Trace Elem Med Biol. 2013;27(2):137-142. doi:10.1016/j.jtemb.2012.08.001. Yin J, Xing H, Ye J. Efficacy of berberine in patients with type 2 diabetes mellitus. Metabolism. 2008;57(5):712-717. doi:10.1016/j.metabol.2008.01.013. Gualano B, de Salles Painelli V, Roschel H, et al. Creatine in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Med Sci Sports Exerc. 2011;43(5):770-778. doi:10.1249/MSS.0b013e3181fcee7d. de Courten B, Jakubova M, de Courten MPJ, et al. Effects of carnosine supplementation on glucose metabolism: pilot clinical trial. Obesity (Silver Spring). 2016;24(5):1027-1034. doi:10.1002/oby.21434. Sood N, Baker WL, Coleman CI. Effect of glucomannan on plasma lipid and glucose concentrations, body weight, and blood pressure: systematic review and meta-analysis. Am J Clin Nutr. 2008;88(4):1167-1175. doi:10.1093/ajcn/88.4.1167.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
A goma acácia pode ser comercializada com nome comercial de Fibregum B®.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032.
Gholami Z, Shab-Bidar S, Djafarian K. The effect of psyllium on fasting blood sugar, HbA1c, HOMA-IR and insulin levels: a systematic review and meta-analysis. J Health Popul Nutr. 2024;43(1):84. doi:10.1186/s41043-024-00574-w.
Wang X, Wu W, Zheng W, et al. Zinc supplementation improves glycemic control for diabetes prevention and management: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2019;110(1):76-90. doi:10.1093/ajcn/nqz041.
Capdor J, Foster M, Petocz P, Samman S. Zinc and glycemic control: a meta-analysis of randomised placebo controlled supplementation trials in humans. J Trace Elem Med Biol. 2013;27(2):137-142. doi:10.1016/j.jtemb.2012.08.001.
Yin J, Xing H, Ye J. Efficacy of berberine in patients with type 2 diabetes mellitus. Metabolism. 2008;57(5):712-717. doi:10.1016/j.metabol.2008.01.013.
Gualano B, de Salles Painelli V, Roschel H, et al. Creatine in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Med Sci Sports Exerc. 2011;43(5):770-778. doi:10.1249/MSS.0b013e3181fcee7d.
de Courten B, Jakubova M, de Courten MPJ, et al. Effects of carnosine supplementation on glucose metabolism: pilot clinical trial. Obesity (Silver Spring). 2016;24(5):1027-1034. doi:10.1002/oby.21434.
Sood N, Baker WL, Coleman CI. Effect of glucomannan on plasma lipid and glucose concentrations, body weight, and blood pressure: systematic review and meta-analysis. Am J Clin Nutr. 2008;88(4):1167-1175. doi:10.1093/ajcn/88.4.1167.
GLP1 · Modelos de extensoes
Controle glicêmico (3)
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. O pó de Ascophyllum nodosum (alga marrom) é um ativo conhecido comercialmente no Brasil como ID-alg®. O extrato composto das espécies Abelmoschus esculentus (quiabo) e Vitis vinifera (uva) é um ativo conhecido comercialmente como Okralin®. O extrato de Citris sinensis (L.) Osbek (laranja moro) é conhecido comercialmente como Morosil®. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032. Gholami Z, Shab-Bidar S, Djafarian K. The effect of psyllium on fasting blood sugar, HbA1c, HOMA-IR and insulin levels: a systematic review and meta-analysis. J Health Popul Nutr. 2024;43(1):84. doi:10.1186/s41043-024-00574-w. Wang X, Wu W, Zheng W, et al. Zinc supplementation improves glycemic control for diabetes prevention and management: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2019;110(1):76-90. doi:10.1093/ajcn/nqz041. Capdor J, Foster M, Petocz P, Samman S. Zinc and glycemic control: a meta-analysis of randomised placebo controlled supplementation trials in humans. J Trace Elem Med Biol. 2013;27(2):137-142. doi:10.1016/j.jtemb.2012.08.001. Yin J, Xing H, Ye J. Efficacy of berberine in patients with type 2 diabetes mellitus. Metabolism. 2008;57(5):712-717. doi:10.1016/j.metabol.2008.01.013. Gualano B, de Salles Painelli V, Roschel H, et al. Creatine in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Med Sci Sports Exerc. 2011;43(5):770-778. doi:10.1249/MSS.0b013e3181fcee7d. de Courten B, Jakubova M, de Courten MPJ, et al. Effects of carnosine supplementation on glucose metabolism: pilot clinical trial. Obesity (Silver Spring). 2016;24(5):1027-1034. doi:10.1002/oby.21434. Sood N, Baker WL, Coleman CI. Effect of glucomannan on plasma lipid and glucose concentrations, body weight, and blood pressure: systematic review and meta-analysis. Am J Clin Nutr. 2008;88(4):1167-1175. doi:10.1093/ajcn/88.4.1167.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O pó de Ascophyllum nodosum (alga marrom) é um ativo conhecido comercialmente no Brasil como ID-alg®. O extrato composto das espécies Abelmoschus esculentus (quiabo) e Vitis vinifera (uva) é um ativo conhecido comercialmente como Okralin®. O extrato de Citris sinensis (L.) Osbek (laranja moro) é conhecido comercialmente como Morosil®.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032.
Gholami Z, Shab-Bidar S, Djafarian K. The effect of psyllium on fasting blood sugar, HbA1c, HOMA-IR and insulin levels: a systematic review and meta-analysis. J Health Popul Nutr. 2024;43(1):84. doi:10.1186/s41043-024-00574-w.
Wang X, Wu W, Zheng W, et al. Zinc supplementation improves glycemic control for diabetes prevention and management: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2019;110(1):76-90. doi:10.1093/ajcn/nqz041.
Capdor J, Foster M, Petocz P, Samman S. Zinc and glycemic control: a meta-analysis of randomised placebo controlled supplementation trials in humans. J Trace Elem Med Biol. 2013;27(2):137-142. doi:10.1016/j.jtemb.2012.08.001.
Yin J, Xing H, Ye J. Efficacy of berberine in patients with type 2 diabetes mellitus. Metabolism. 2008;57(5):712-717. doi:10.1016/j.metabol.2008.01.013.
Gualano B, de Salles Painelli V, Roschel H, et al. Creatine in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Med Sci Sports Exerc. 2011;43(5):770-778. doi:10.1249/MSS.0b013e3181fcee7d.
de Courten B, Jakubova M, de Courten MPJ, et al. Effects of carnosine supplementation on glucose metabolism: pilot clinical trial. Obesity (Silver Spring). 2016;24(5):1027-1034. doi:10.1002/oby.21434.
Sood N, Baker WL, Coleman CI. Effect of glucomannan on plasma lipid and glucose concentrations, body weight, and blood pressure: systematic review and meta-analysis. Am J Clin Nutr. 2008;88(4):1167-1175. doi:10.1093/ajcn/88.4.1167.
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Controle glicêmico (4)
Objetivo: Notas adicionais A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por Phellodendron amurense ser planta medicinal e sem alegação de uso alimentício, conforme parágrafo 1º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021. O extrato de milho roxo padronizado em polifenois (calculados como soma de antocianinas e flavonoides) é um produto conhecido comercialmente como Bluconidin®. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032. Gholami Z, Shab-Bidar S, Djafarian K. The effect of psyllium on fasting blood sugar, HbA1c, HOMA-IR and insulin levels: a systematic review and meta-analysis. J Health Popul Nutr. 2024;43(1):84. doi:10.1186/s41043-024-00574-w. Wang X, Wu W, Zheng W, et al. Zinc supplementation improves glycemic control for diabetes prevention and management: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2019;110(1):76-90. doi:10.1093/ajcn/nqz041. Capdor J, Foster M, Petocz P, Samman S. Zinc and glycemic control: a meta-analysis of randomised placebo controlled supplementation trials in humans. J Trace Elem Med Biol. 2013;27(2):137-142. doi:10.1016/j.jtemb.2012.08.001. Yin J, Xing H, Ye J. Efficacy of berberine in patients with type 2 diabetes mellitus. Metabolism. 2008;57(5):712-717. doi:10.1016/j.metabol.2008.01.013. Gualano B, de Salles Painelli V, Roschel H, et al. Creatine in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Med Sci Sports Exerc. 2011;43(5):770-778. doi:10.1249/MSS.0b013e3181fcee7d. de Courten B, Jakubova M, de Courten MPJ, et al. Effects of carnosine supplementation on glucose metabolism: pilot clinical trial. Obesity (Silver Spring). 2016;24(5):1027-1034. doi:10.1002/oby.21434. Sood N, Baker WL, Coleman CI. Effect of glucomannan on plasma lipid and glucose concentrations, body weight, and blood pressure: systematic review and meta-analysis. Am J Clin Nutr. 2008;88(4):1167-1175. doi:10.1093/ajcn/88.4.1167
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição desta fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por Phellodendron amurense ser planta medicinal e sem alegação de uso alimentício, conforme parágrafo 1º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
O extrato de milho roxo padronizado em polifenois (calculados como soma de antocianinas e flavonoides) é um produto conhecido comercialmente como Bluconidin®.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032.
Gholami Z, Shab-Bidar S, Djafarian K. The effect of psyllium on fasting blood sugar, HbA1c, HOMA-IR and insulin levels: a systematic review and meta-analysis. J Health Popul Nutr. 2024;43(1):84. doi:10.1186/s41043-024-00574-w.
Wang X, Wu W, Zheng W, et al. Zinc supplementation improves glycemic control for diabetes prevention and management: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2019;110(1):76-90. doi:10.1093/ajcn/nqz041.
Capdor J, Foster M, Petocz P, Samman S. Zinc and glycemic control: a meta-analysis of randomised placebo controlled supplementation trials in humans. J Trace Elem Med Biol. 2013;27(2):137-142. doi:10.1016/j.jtemb.2012.08.001.
Yin J, Xing H, Ye J. Efficacy of berberine in patients with type 2 diabetes mellitus. Metabolism. 2008;57(5):712-717. doi:10.1016/j.metabol.2008.01.013.
Gualano B, de Salles Painelli V, Roschel H, et al. Creatine in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Med Sci Sports Exerc. 2011;43(5):770-778. doi:10.1249/MSS.0b013e3181fcee7d.
de Courten B, Jakubova M, de Courten MPJ, et al. Effects of carnosine supplementation on glucose metabolism: pilot clinical trial. Obesity (Silver Spring). 2016;24(5):1027-1034. doi:10.1002/oby.21434.
Sood N, Baker WL, Coleman CI. Effect of glucomannan on plasma lipid and glucose concentrations, body weight, and blood pressure: systematic review and meta-analysis. Am J Clin Nutr. 2008;88(4):1167-1175. doi:10.1093/ajcn/88.4.1167
GLP1 · Modelos de extensoes
Controle glicêmico (5)
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. O extrato de Curcuma longa citado nessa fórmula é conhecido comercialmente como Cavacurmin®. A forma de coenzima Q10 mencionada nessa fórmula é conhecida comercialmente como CAVAQ10. O extrato de Curcumis melo (melão de cantaloupe) é conhecido comercialmente como Dimpless®. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032. Gholami Z, Shab-Bidar S, Djafarian K. The effect of psyllium on fasting blood sugar, HbA1c, HOMA-IR and insulin levels: a systematic review and meta-analysis. J Health Popul Nutr. 2024;43(1):84. doi:10.1186/s41043-024-00574-w. Wang X, Wu W, Zheng W, et al. Zinc supplementation improves glycemic control for diabetes prevention and management: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2019;110(1):76-90. doi:10.1093/ajcn/nqz041. Capdor J, Foster M, Petocz P, Samman S. Zinc and glycemic control: a meta-analysis of randomised placebo controlled supplementation trials in humans. J Trace Elem Med Biol. 2013;27(2):137-142. doi:10.1016/j.jtemb.2012.08.001. Yin J, Xing H, Ye J. Efficacy of berberine in patients with type 2 diabetes mellitus. Metabolism. 2008;57(5):712-717. doi:10.1016/j.metabol.2008.01.013. Gualano B, de Salles Painelli V, Roschel H, et al. Creatine in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Med Sci Sports Exerc. 2011;43(5):770-778. doi:10.1249/MSS.0b013e3181fcee7d. de Courten B, Jakubova M, de Courten MPJ, et al. Effects of carnosine supplementation on glucose metabolism: pilot clinical trial. Obesity (Silver Spring). 2016;24(5):1027-1034. doi:10.1002/oby.21434. Sood N, Baker WL, Coleman CI. Effect of glucomannan on plasma lipid and glucose concentrations, body weight, and blood pressure: systematic review and meta-analysis. Am J Clin Nutr. 2008;88(4):1167-1175. doi:10.1093/ajcn/88.4.1167.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O extrato de Curcuma longa citado nessa fórmula é conhecido comercialmente como Cavacurmin®. A forma de coenzima Q10 mencionada nessa fórmula é conhecida comercialmente como CAVAQ10. O extrato de Curcumis melo (melão de cantaloupe) é conhecido comercialmente como Dimpless®.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032.
Gholami Z, Shab-Bidar S, Djafarian K. The effect of psyllium on fasting blood sugar, HbA1c, HOMA-IR and insulin levels: a systematic review and meta-analysis. J Health Popul Nutr. 2024;43(1):84. doi:10.1186/s41043-024-00574-w.
Wang X, Wu W, Zheng W, et al. Zinc supplementation improves glycemic control for diabetes prevention and management: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2019;110(1):76-90. doi:10.1093/ajcn/nqz041.
Capdor J, Foster M, Petocz P, Samman S. Zinc and glycemic control: a meta-analysis of randomised placebo controlled supplementation trials in humans. J Trace Elem Med Biol. 2013;27(2):137-142. doi:10.1016/j.jtemb.2012.08.001.
Yin J, Xing H, Ye J. Efficacy of berberine in patients with type 2 diabetes mellitus. Metabolism. 2008;57(5):712-717. doi:10.1016/j.metabol.2008.01.013.
Gualano B, de Salles Painelli V, Roschel H, et al. Creatine in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Med Sci Sports Exerc. 2011;43(5):770-778. doi:10.1249/MSS.0b013e3181fcee7d.
de Courten B, Jakubova M, de Courten MPJ, et al. Effects of carnosine supplementation on glucose metabolism: pilot clinical trial. Obesity (Silver Spring). 2016;24(5):1027-1034. doi:10.1002/oby.21434.
Sood N, Baker WL, Coleman CI. Effect of glucomannan on plasma lipid and glucose concentrations, body weight, and blood pressure: systematic review and meta-analysis. Am J Clin Nutr. 2008;88(4):1167-1175. doi:10.1093/ajcn/88.4.1167.
GLP1 · Modelos de extensoes
Controle glicêmico (6)
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. A goma acácia pode ser comercializada com nome comercial de Fibergum B® O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032. Gholami Z, Shab-Bidar S, Djafarian K. The effect of psyllium on fasting blood sugar, HbA1c, HOMA-IR and insulin levels: a systematic review and meta-analysis. J Health Popul Nutr. 2024;43(1):84. doi:10.1186/s41043-024-00574-w. Wang X, Wu W, Zheng W, et al. Zinc supplementation improves glycemic control for diabetes prevention and management: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2019;110(1):76-90. doi:10.1093/ajcn/nqz041. Capdor J, Foster M, Petocz P, Samman S. Zinc and glycemic control: a meta-analysis of randomised placebo controlled supplementation trials in humans. J Trace Elem Med Biol. 2013;27(2):137-142. doi:10.1016/j.jtemb.2012.08.001. Yin J, Xing H, Ye J. Efficacy of berberine in patients with type 2 diabetes mellitus. Metabolism. 2008;57(5):712-717. doi:10.1016/j.metabol.2008.01.013. Gualano B, de Salles Painelli V, Roschel H, et al. Creatine in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Med Sci Sports Exerc. 2011;43(5):770-778. doi:10.1249/MSS.0b013e3181fcee7d. de Courten B, Jakubova M, de Courten MPJ, et al. Effects of carnosine supplementation on glucose metabolism: pilot clinical trial. Obesity (Silver Spring). 2016;24(5):1027-1034. doi:10.1002/oby.21434. Sood N, Baker WL, Coleman CI. Effect of glucomannan on plasma lipid and glucose concentrations, body weight, and blood pressure: systematic review and meta-analysis. Am J Clin Nutr. 2008;88(4):1167-1175. doi:10.1093/ajcn/88.4.1167.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
A goma acácia pode ser comercializada com nome comercial de Fibergum B®
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032.
Gholami Z, Shab-Bidar S, Djafarian K. The effect of psyllium on fasting blood sugar, HbA1c, HOMA-IR and insulin levels: a systematic review and meta-analysis. J Health Popul Nutr. 2024;43(1):84. doi:10.1186/s41043-024-00574-w.
Wang X, Wu W, Zheng W, et al. Zinc supplementation improves glycemic control for diabetes prevention and management: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2019;110(1):76-90. doi:10.1093/ajcn/nqz041.
Capdor J, Foster M, Petocz P, Samman S. Zinc and glycemic control: a meta-analysis of randomised placebo controlled supplementation trials in humans. J Trace Elem Med Biol. 2013;27(2):137-142. doi:10.1016/j.jtemb.2012.08.001.
Yin J, Xing H, Ye J. Efficacy of berberine in patients with type 2 diabetes mellitus. Metabolism. 2008;57(5):712-717. doi:10.1016/j.metabol.2008.01.013.
Gualano B, de Salles Painelli V, Roschel H, et al. Creatine in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Med Sci Sports Exerc. 2011;43(5):770-778. doi:10.1249/MSS.0b013e3181fcee7d.
de Courten B, Jakubova M, de Courten MPJ, et al. Effects of carnosine supplementation on glucose metabolism: pilot clinical trial. Obesity (Silver Spring). 2016;24(5):1027-1034. doi:10.1002/oby.21434.
Sood N, Baker WL, Coleman CI. Effect of glucomannan on plasma lipid and glucose concentrations, body weight, and blood pressure: systematic review and meta-analysis. Am J Clin Nutr. 2008;88(4):1167-1175. doi:10.1093/ajcn/88.4.1167.
GLP1 · Modelos de extensoes
Controle glicêmico (7)
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. O pó de Ascophyllum nodosum (alga marrom) é um ativo conhecido comercialmente no Brasil como ID-alg®. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032. Gholami Z, Shab-Bidar S, Djafarian K. The effect of psyllium on fasting blood sugar, HbA1c, HOMA-IR and insulin levels: a systematic review and meta-analysis. J Health Popul Nutr. 2024;43(1):84. doi:10.1186/s41043-024-00574-w. Wang X, Wu W, Zheng W, et al. Zinc supplementation improves glycemic control for diabetes prevention and management: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2019;110(1):76-90. doi:10.1093/ajcn/nqz041. Capdor J, Foster M, Petocz P, Samman S. Zinc and glycemic control: a meta-analysis of randomised placebo controlled supplementation trials in humans. J Trace Elem Med Biol. 2013;27(2):137-142. doi:10.1016/j.jtemb.2012.08.001. Yin J, Xing H, Ye J. Efficacy of berberine in patients with type 2 diabetes mellitus. Metabolism. 2008;57(5):712-717. doi:10.1016/j.metabol.2008.01.013. Gualano B, de Salles Painelli V, Roschel H, et al. Creatine in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Med Sci Sports Exerc. 2011;43(5):770-778. doi:10.1249/MSS.0b013e3181fcee7d. de Courten B, Jakubova M, de Courten MPJ, et al. Effects of carnosine supplementation on glucose metabolism: pilot clinical trial. Obesity (Silver Spring). 2016;24(5):1027-1034. doi:10.1002/oby.21434. Sood N, Baker WL, Coleman CI. Effect of glucomannan on plasma lipid and glucose concentrations, body weight, and blood pressure: systematic review and meta-analysis. Am J Clin Nutr. 2008;88(4):1167-1175. doi:10.1093/ajcn/88.4.1167.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O pó de Ascophyllum nodosum (alga marrom) é um ativo conhecido comercialmente no Brasil como ID-alg®.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032.
Gholami Z, Shab-Bidar S, Djafarian K. The effect of psyllium on fasting blood sugar, HbA1c, HOMA-IR and insulin levels: a systematic review and meta-analysis. J Health Popul Nutr. 2024;43(1):84. doi:10.1186/s41043-024-00574-w.
Wang X, Wu W, Zheng W, et al. Zinc supplementation improves glycemic control for diabetes prevention and management: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2019;110(1):76-90. doi:10.1093/ajcn/nqz041.
Capdor J, Foster M, Petocz P, Samman S. Zinc and glycemic control: a meta-analysis of randomised placebo controlled supplementation trials in humans. J Trace Elem Med Biol. 2013;27(2):137-142. doi:10.1016/j.jtemb.2012.08.001.
Yin J, Xing H, Ye J. Efficacy of berberine in patients with type 2 diabetes mellitus. Metabolism. 2008;57(5):712-717. doi:10.1016/j.metabol.2008.01.013.
Gualano B, de Salles Painelli V, Roschel H, et al. Creatine in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Med Sci Sports Exerc. 2011;43(5):770-778. doi:10.1249/MSS.0b013e3181fcee7d.
de Courten B, Jakubova M, de Courten MPJ, et al. Effects of carnosine supplementation on glucose metabolism: pilot clinical trial. Obesity (Silver Spring). 2016;24(5):1027-1034. doi:10.1002/oby.21434.
Sood N, Baker WL, Coleman CI. Effect of glucomannan on plasma lipid and glucose concentrations, body weight, and blood pressure: systematic review and meta-analysis. Am J Clin Nutr. 2008;88(4):1167-1175. doi:10.1093/ajcn/88.4.1167.
GLP1 · Modelos de extensoes
Controle glicêmico (8)
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032. Gholami Z, Shab-Bidar S, Djafarian K. The effect of psyllium on fasting blood sugar, HbA1c, HOMA-IR and insulin levels: a systematic review and meta-analysis. J Health Popul Nutr. 2024;43(1):84. doi:10.1186/s41043-024-00574-w. Wang X, Wu W, Zheng W, et al. Zinc supplementation improves glycemic control for diabetes prevention and management: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2019;110(1):76-90. doi:10.1093/ajcn/nqz041. Capdor J, Foster M, Petocz P, Samman S. Zinc and glycemic control: a meta-analysis of randomised placebo controlled supplementation trials in humans. J Trace Elem Med Biol. 2013;27(2):137-142. doi:10.1016/j.jtemb.2012.08.001. Yin J, Xing H, Ye J. Efficacy of berberine in patients with type 2 diabetes mellitus. Metabolism. 2008;57(5):712-717. doi:10.1016/j.metabol.2008.01.013. Gualano B, de Salles Painelli V, Roschel H, et al. Creatine in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Med Sci Sports Exerc. 2011;43(5):770-778. doi:10.1249/MSS.0b013e3181fcee7d. de Courten B, Jakubova M, de Courten MPJ, et al. Effects of carnosine supplementation on glucose metabolism: pilot clinical trial. Obesity (Silver Spring). 2016;24(5):1027-1034. doi:10.1002/oby.21434. Sood N, Baker WL, Coleman CI. Effect of glucomannan on plasma lipid and glucose concentrations, body weight, and blood pressure: systematic review and meta-analysis. Am J Clin Nutr. 2008;88(4):1167-1175. doi:10.1093/ajcn/88.4.1167.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032.
Gholami Z, Shab-Bidar S, Djafarian K. The effect of psyllium on fasting blood sugar, HbA1c, HOMA-IR and insulin levels: a systematic review and meta-analysis. J Health Popul Nutr. 2024;43(1):84. doi:10.1186/s41043-024-00574-w.
Wang X, Wu W, Zheng W, et al. Zinc supplementation improves glycemic control for diabetes prevention and management: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2019;110(1):76-90. doi:10.1093/ajcn/nqz041.
Capdor J, Foster M, Petocz P, Samman S. Zinc and glycemic control: a meta-analysis of randomised placebo controlled supplementation trials in humans. J Trace Elem Med Biol. 2013;27(2):137-142. doi:10.1016/j.jtemb.2012.08.001.
Yin J, Xing H, Ye J. Efficacy of berberine in patients with type 2 diabetes mellitus. Metabolism. 2008;57(5):712-717. doi:10.1016/j.metabol.2008.01.013.
Gualano B, de Salles Painelli V, Roschel H, et al. Creatine in type 2 diabetes: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Med Sci Sports Exerc. 2011;43(5):770-778. doi:10.1249/MSS.0b013e3181fcee7d.
de Courten B, Jakubova M, de Courten MPJ, et al. Effects of carnosine supplementation on glucose metabolism: pilot clinical trial. Obesity (Silver Spring). 2016;24(5):1027-1034. doi:10.1002/oby.21434.
Sood N, Baker WL, Coleman CI. Effect of glucomannan on plasma lipid and glucose concentrations, body weight, and blood pressure: systematic review and meta-analysis. Am J Clin Nutr. 2008;88(4):1167-1175. doi:10.1093/ajcn/88.4.1167.
GLP1 · Modelos de extensoes
Estratégia antioxidante (1)
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. O extrato de Curcuma longa presente nessa fórmula é conhecido comercialmente como Cavacurmin®. O extrato de Curcumis melo (melão de cantaloupe) é conhecido comercialmente como Dimpless®. O extrato de Citris sinensis (L.) Osbek (laranja moro) é conhecido comercialmente como Morosil®. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Canfora EE, Jocken JW, Blaak EE. Short-chain fatty acids in control of body weight and insulin sensitivity. Nat Rev Endocrinol. 2015 Oct;11(10):577-91. doi:10.1038/nrendo.2015.128. PMID: 26260141. Cani PD, de Vos WM. Next-generation beneficial microbes: the case of Akkermansia muciniphila. Front Microbiol. 2017 Sep 12;8:1765. doi:10.3389/fmicb.2017.01765. PMID: 28959269. Anhê FF, Roy D, Pilon G, et al. A polyphenol-rich cranberry extract protects from diet-induced obesity, insulin resistance and intestinal inflammation in association with increased Akkermansia spp. population in the gut microbiota of mice. Gut. 2015 Jun;64(6):872-83. doi:10.1136/gutjnl-2014-307142. PMID: 25080446. Shen NT, Maw A, Tmanova LL, et al. Timely use of probiotics in hospitalized adults prevents Clostridium difficile infection: a systematic review with meta-regression analysis. Gastroenterology. 2017 Jun;152(8):1889-1900.e9. doi:10.1053/j.gastro.2017.02.003. PMID: 28219679. Martínez RC, Franceschini SA, Patta MC, et al. Improved cure of vulvovaginal candidiasis with fluconazole plus probiotic Lactobacillus rhamnosus GR-1 and Lactobacillus reuteri RC-14. Lett Appl Microbiol. 2009 Mar;48(3):269-74. doi:10.1111/j.1472-765X.2008.02477.x. PMID: 19228265. Jael Teresa de Jesús QV, Gálvez-Ruíz JC, Márquez Ibarra AA, Leyva-Peralta MA. Perspectives on Berberine and the Regulation of Gut Microbiota: As an Anti-Inflammatory Agent. Pharmaceuticals (Basel). 2025 Jan 31;18(2):193. doi: 10.3390/ph18020193. PMID: 40006007; PMCID: PMC11858814. Shi, L., Wang, W., Jing, C. et al. Berberine and health outcomes: an overview of systematic reviews. BMC Complement Med Ther 25, 147 (2025). https://doi.org/10.1186/s12906-025-04872-4 Talbott SM, Talbott JA. Baker's yeast beta-glucan supplement reduces upper respiratory symptoms and improves mood state in stressed women. J Am Coll Nutr. 2012 Aug;31(4):295-300. doi:10.1080/07315724.2012.10720447. PMID: 23378485. Dorrell DG, Chuang CJ, Wang Y, et al. N-acetylcysteine improves detoxification pathways and oxidative stress in humans: a review. Antioxidants (Basel). 2021 Aug 30;10(9):1316. doi:10.3390/antiox10091316. PMID: 34572971. Chacko SM, Thambi PT, Kuttan R, Nishigaki I. Beneficial effects of green tea: a literature review. Chin Med. 2010 Apr 6;5:13. doi: 10.1186/1749-8546-5-13. PMID: 20370896; PMCID: PMC2855614.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O extrato de Curcuma longa presente nessa fórmula é conhecido comercialmente como Cavacurmin®. O extrato de Curcumis melo (melão de cantaloupe) é conhecido comercialmente como Dimpless®. O extrato de Citris sinensis (L.) Osbek (laranja moro) é conhecido comercialmente como Morosil®.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Canfora EE, Jocken JW, Blaak EE. Short-chain fatty acids in control of body weight and insulin sensitivity. Nat Rev Endocrinol. 2015 Oct;11(10):577-91. doi:10.1038/nrendo.2015.128. PMID: 26260141.
Cani PD, de Vos WM. Next-generation beneficial microbes: the case of Akkermansia muciniphila. Front Microbiol. 2017 Sep 12;8:1765. doi:10.3389/fmicb.2017.01765. PMID: 28959269.
Anhê FF, Roy D, Pilon G, et al. A polyphenol-rich cranberry extract protects from diet-induced obesity, insulin resistance and intestinal inflammation in association with increased Akkermansia spp. population in the gut microbiota of mice. Gut. 2015 Jun;64(6):872-83. doi:10.1136/gutjnl-2014-307142. PMID: 25080446.
Shen NT, Maw A, Tmanova LL, et al. Timely use of probiotics in hospitalized adults prevents Clostridium difficile infection: a systematic review with meta-regression analysis. Gastroenterology. 2017 Jun;152(8):1889-1900.e9. doi:10.1053/j.gastro.2017.02.003. PMID: 28219679.
Martínez RC, Franceschini SA, Patta MC, et al. Improved cure of vulvovaginal candidiasis with fluconazole plus probiotic Lactobacillus rhamnosus GR-1 and Lactobacillus reuteri RC-14. Lett Appl Microbiol. 2009 Mar;48(3):269-74. doi:10.1111/j.1472-765X.2008.02477.x. PMID: 19228265.
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Shi, L., Wang, W., Jing, C. et al. Berberine and health outcomes: an overview of systematic reviews. BMC Complement Med Ther 25, 147 (2025). https://doi.org/10.1186/s12906-025-04872-4
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Dorrell DG, Chuang CJ, Wang Y, et al. N-acetylcysteine improves detoxification pathways and oxidative stress in humans: a review. Antioxidants (Basel). 2021 Aug 30;10(9):1316. doi:10.3390/antiox10091316. PMID: 34572971.
Chacko SM, Thambi PT, Kuttan R, Nishigaki I. Beneficial effects of green tea: a literature review. Chin Med. 2010 Apr 6;5:13. doi: 10.1186/1749-8546-5-13. PMID: 20370896; PMCID: PMC2855614.
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Estratégia para aumentar Akk no intestino
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. A goma acácia pode ser comercializada com nome comercial de Fibregum B®. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Canfora EE, Jocken JW, Blaak EE. Short-chain fatty acids in control of body weight and insulin sensitivity. Nat Rev Endocrinol. 2015 Oct;11(10):577-91. doi:10.1038/nrendo.2015.128. PMID: 26260141. Cani PD, de Vos WM. Next-generation beneficial microbes: the case of Akkermansia muciniphila. Front Microbiol. 2017 Sep 12;8:1765. doi:10.3389/fmicb.2017.01765. PMID: 28959269. Anhê FF, Roy D, Pilon G, et al. A polyphenol-rich cranberry extract protects from diet-induced obesity, insulin resistance and intestinal inflammation in association with increased Akkermansia spp. population in the gut microbiota of mice. Gut. 2015 Jun;64(6):872-83. doi:10.1136/gutjnl-2014-307142. PMID: 25080446. Shen NT, Maw A, Tmanova LL, et al. Timely use of probiotics in hospitalized adults prevents Clostridium difficile infection: a systematic review with meta-regression analysis. Gastroenterology. 2017 Jun;152(8):1889-1900.e9. doi:10.1053/j.gastro.2017.02.003. PMID: 28219679. Martínez RC, Franceschini SA, Patta MC, et al. Improved cure of vulvovaginal candidiasis with fluconazole plus probiotic Lactobacillus rhamnosus GR-1 and Lactobacillus reuteri RC-14. Lett Appl Microbiol. 2009 Mar;48(3):269-74. doi:10.1111/j.1472-765X.2008.02477.x. PMID: 19228265. Jael Teresa de Jesús QV, Gálvez-Ruíz JC, Márquez Ibarra AA, Leyva-Peralta MA. Perspectives on Berberine and the Regulation of Gut Microbiota: As an Anti-Inflammatory Agent. Pharmaceuticals (Basel). 2025 Jan 31;18(2):193. doi: 10.3390/ph18020193. PMID: 40006007; PMCID: PMC11858814. Shi, L., Wang, W., Jing, C. et al. Berberine and health outcomes: an overview of systematic reviews. BMC Complement Med Ther 25, 147 (2025). https://doi.org/10.1186/s12906-025-04872-4. Talbott SM, Talbott JA. Baker's yeast beta-glucan supplement reduces upper respiratory symptoms and improves mood state in stressed women. J Am Coll Nutr. 2012 Aug;31(4):295-300. doi:10.1080/07315724.2012.10720447. PMID: 23378485. Dorrell DG, Chuang CJ, Wang Y, et al. N-acetylcysteine improves detoxification pathways and oxidative stress in humans: a review. Antioxidants (Basel). 2021 Aug 30;10(9):1316. doi:10.3390/antiox10091316. PMID: 34572971. Chacko SM, Thambi PT, Kuttan R, Nishigaki I. Beneficial effects of green tea: a literature review. Chin Med. 2010 Apr 6;5:13. doi: 10.1186/1749-8546-5-13. PMID: 20370896; PMCID: PMC2855614.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
A goma acácia pode ser comercializada com nome comercial de Fibregum B®.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Canfora EE, Jocken JW, Blaak EE. Short-chain fatty acids in control of body weight and insulin sensitivity. Nat Rev Endocrinol. 2015 Oct;11(10):577-91. doi:10.1038/nrendo.2015.128. PMID: 26260141.
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Anhê FF, Roy D, Pilon G, et al. A polyphenol-rich cranberry extract protects from diet-induced obesity, insulin resistance and intestinal inflammation in association with increased Akkermansia spp. population in the gut microbiota of mice. Gut. 2015 Jun;64(6):872-83. doi:10.1136/gutjnl-2014-307142. PMID: 25080446.
Shen NT, Maw A, Tmanova LL, et al. Timely use of probiotics in hospitalized adults prevents Clostridium difficile infection: a systematic review with meta-regression analysis. Gastroenterology. 2017 Jun;152(8):1889-1900.e9. doi:10.1053/j.gastro.2017.02.003. PMID: 28219679.
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Shi, L., Wang, W., Jing, C. et al. Berberine and health outcomes: an overview of systematic reviews. BMC Complement Med Ther 25, 147 (2025). https://doi.org/10.1186/s12906-025-04872-4.
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Dorrell DG, Chuang CJ, Wang Y, et al. N-acetylcysteine improves detoxification pathways and oxidative stress in humans: a review. Antioxidants (Basel). 2021 Aug 30;10(9):1316. doi:10.3390/antiox10091316. PMID: 34572971.
Chacko SM, Thambi PT, Kuttan R, Nishigaki I. Beneficial effects of green tea: a literature review. Chin Med. 2010 Apr 6;5:13. doi: 10.1186/1749-8546-5-13. PMID: 20370896; PMCID: PMC2855614.
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Estratégia para candidíase (1)
Objetivo: Notas adicionais O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. A prescrição desta fórmula por nutricionistas não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por se tratarem de plantas alimentícias, conforme o artigo 2º, parágrafo 2º, da Res. CFN 680/2021. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Canfora EE, Jocken JW, Blaak EE. Short-chain fatty acids in control of body weight and insulin sensitivity. Nat Rev Endocrinol. 2015 Oct;11(10):577-91. doi:10.1038/nrendo.2015.128. PMID: 26260141. Cani PD, de Vos WM. Next-generation beneficial microbes: the case of Akkermansia muciniphila. Front Microbiol. 2017 Sep 12;8:1765. doi:10.3389/fmicb.2017.01765. PMID: 28959269. Anhê FF, Roy D, Pilon G, et al. A polyphenol-rich cranberry extract protects from diet-induced obesity, insulin resistance and intestinal inflammation in association with increased Akkermansia spp. population in the gut microbiota of mice. Gut. 2015 Jun;64(6):872-83. doi:10.1136/gutjnl-2014-307142. PMID: 25080446. Shen NT, Maw A, Tmanova LL, et al. Timely use of probiotics in hospitalized adults prevents Clostridium difficile infection: a systematic review with meta-regression analysis. Gastroenterology. 2017 Jun;152(8):1889-1900.e9. doi:10.1053/j.gastro.2017.02.003. PMID: 28219679. Martínez RC, Franceschini SA, Patta MC, et al. Improved cure of vulvovaginal candidiasis with fluconazole plus probiotic Lactobacillus rhamnosus GR-1 and Lactobacillus reuteri RC-14. Lett Appl Microbiol. 2009 Mar;48(3):269-74. doi:10.1111/j.1472-765X.2008.02477.x. PMID: 19228265. Jael Teresa de Jesús QV, Gálvez-Ruíz JC, Márquez Ibarra AA, Leyva-Peralta MA. Perspectives on Berberine and the Regulation of Gut Microbiota: As an Anti-Inflammatory Agent. Pharmaceuticals (Basel). 2025 Jan 31;18(2):193. doi: 10.3390/ph18020193. PMID: 40006007; PMCID: PMC11858814. Shi, L., Wang, W., Jing, C. et al. Berberine and health outcomes: an overview of systematic reviews. BMC Complement Med Ther 25, 147 (2025). https://doi.org/10.1186/s12906-025-04872-4. Talbott SM, Talbott JA. Baker's yeast beta-glucan supplement reduces upper respiratory symptoms and improves mood state in stressed women. J Am Coll Nutr. 2012 Aug;31(4):295-300. doi:10.1080/07315724.2012.10720447. PMID: 23378485. Dorrell DG, Chuang CJ, Wang Y, et al. N-acetylcysteine improves detoxification pathways and oxidative stress in humans: a review. Antioxidants (Basel). 2021 Aug 30;10(9):1316. doi:10.3390/antiox10091316. PMID: 34572971. Chacko SM, Thambi PT, Kuttan R, Nishigaki I. Beneficial effects of green tea: a literature review. Chin Med. 2010 Apr 6;5:13. doi: 10.1186/1749-8546-5-13. PMID: 20370896; PMCID: PMC2855614.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
A prescrição desta fórmula por nutricionistas não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por se tratarem de plantas alimentícias, conforme o artigo 2º, parágrafo 2º, da Res. CFN 680/2021.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Canfora EE, Jocken JW, Blaak EE. Short-chain fatty acids in control of body weight and insulin sensitivity. Nat Rev Endocrinol. 2015 Oct;11(10):577-91. doi:10.1038/nrendo.2015.128. PMID: 26260141.
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Shi, L., Wang, W., Jing, C. et al. Berberine and health outcomes: an overview of systematic reviews. BMC Complement Med Ther 25, 147 (2025). https://doi.org/10.1186/s12906-025-04872-4.
Talbott SM, Talbott JA. Baker's yeast beta-glucan supplement reduces upper respiratory symptoms and improves mood state in stressed women. J Am Coll Nutr. 2012 Aug;31(4):295-300. doi:10.1080/07315724.2012.10720447. PMID: 23378485.
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Chacko SM, Thambi PT, Kuttan R, Nishigaki I. Beneficial effects of green tea: a literature review. Chin Med. 2010 Apr 6;5:13. doi: 10.1186/1749-8546-5-13. PMID: 20370896; PMCID: PMC2855614.
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Estratégia para candidíase (2)
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Canfora EE, Jocken JW, Blaak EE. Short-chain fatty acids in control of body weight and insulin sensitivity. Nat Rev Endocrinol. 2015 Oct;11(10):577-91. doi:10.1038/nrendo.2015.128. PMID: 26260141. Cani PD, de Vos WM. Next-generation beneficial microbes: the case of Akkermansia muciniphila. Front Microbiol. 2017 Sep 12;8:1765. doi:10.3389/fmicb.2017.01765. PMID: 28959269. Anhê FF, Roy D, Pilon G, et al. A polyphenol-rich cranberry extract protects from diet-induced obesity, insulin resistance and intestinal inflammation in association with increased Akkermansia spp. population in the gut microbiota of mice. Gut. 2015 Jun;64(6):872-83. doi:10.1136/gutjnl-2014-307142. PMID: 25080446. Shen NT, Maw A, Tmanova LL, et al. Timely use of probiotics in hospitalized adults prevents Clostridium difficile infection: a systematic review with meta-regression analysis. Gastroenterology. 2017 Jun;152(8):1889-1900.e9. doi:10.1053/j.gastro.2017.02.003. PMID: 28219679. Martínez RC, Franceschini SA, Patta MC, et al. Improved cure of vulvovaginal candidiasis with fluconazole plus probiotic Lactobacillus rhamnosus GR-1 and Lactobacillus reuteri RC-14. Lett Appl Microbiol. 2009 Mar;48(3):269-74. doi:10.1111/j.1472-765X.2008.02477.x. PMID: 19228265. Jael Teresa de Jesús QV, Gálvez-Ruíz JC, Márquez Ibarra AA, Leyva-Peralta MA. Perspectives on Berberine and the Regulation of Gut Microbiota: As an Anti-Inflammatory Agent. Pharmaceuticals (Basel). 2025 Jan 31;18(2):193. doi: 10.3390/ph18020193. PMID: 40006007; PMCID: PMC11858814. Shi, L., Wang, W., Jing, C. et al. Berberine and health outcomes: an overview of systematic reviews. BMC Complement Med Ther 25, 147 (2025). https://doi.org/10.1186/s12906-025-04872-4. Talbott SM, Talbott JA. Baker's yeast beta-glucan supplement reduces upper respiratory symptoms and improves mood state in stressed women. J Am Coll Nutr. 2012 Aug;31(4):295-300. doi:10.1080/07315724.2012.10720447. PMID: 23378485. Dorrell DG, Chuang CJ, Wang Y, et al. N-acetylcysteine improves detoxification pathways and oxidative stress in humans: a review. Antioxidants (Basel). 2021 Aug 30;10(9):1316. doi:10.3390/antiox10091316. PMID: 34572971. Chacko SM, Thambi PT, Kuttan R, Nishigaki I. Beneficial effects of green tea: a literature review. Chin Med. 2010 Apr 6;5:13. doi: 10.1186/1749-8546-5-13. PMID: 20370896; PMCID: PMC2855614.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
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Shi, L., Wang, W., Jing, C. et al. Berberine and health outcomes: an overview of systematic reviews. BMC Complement Med Ther 25, 147 (2025). https://doi.org/10.1186/s12906-025-04872-4.
Talbott SM, Talbott JA. Baker's yeast beta-glucan supplement reduces upper respiratory symptoms and improves mood state in stressed women. J Am Coll Nutr. 2012 Aug;31(4):295-300. doi:10.1080/07315724.2012.10720447. PMID: 23378485.
Dorrell DG, Chuang CJ, Wang Y, et al. N-acetylcysteine improves detoxification pathways and oxidative stress in humans: a review. Antioxidants (Basel). 2021 Aug 30;10(9):1316. doi:10.3390/antiox10091316. PMID: 34572971.
Chacko SM, Thambi PT, Kuttan R, Nishigaki I. Beneficial effects of green tea: a literature review. Chin Med. 2010 Apr 6;5:13. doi: 10.1186/1749-8546-5-13. PMID: 20370896; PMCID: PMC2855614.
GLP1 · Modelos de extensoes
Estratégia para candidíase (3)
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032. Monteiro CRAV, do Carmo MM, Melo BO, et al. Prebiotics and Gut Health: Mechanisms, Clinical Evidence, and Therapeutic Potential. Nutrients. 2026;18(1):112. doi:10.3390/nu18010112. Markowiak P, Śliżewska K. Effects of Probiotics, Prebiotics, and Synbiotics on Human Health. Nutrients. 2017;9(9):1021. doi:10.3390/nu9091021. Zheng Y, Wu S, Lv Y, et al. Probiotics fortify intestinal barrier function: a systematic review and meta-analysis. Front Nutr. 2023;10:1125345. doi:10.3389/fnut.2023.1125345. Hungin APS, Mulligan C, Pot B, et al. Systematic review: probiotics in the management of lower gastrointestinal symptoms in clinical practice. Aliment Pharmacol Ther. 2013;38(8):864-886. doi:10.1111/apt.12460. Goodoory VC, Ciorba MA, Rao SSC. Efficacy of Probiotics in Irritable Bowel Syndrome: Systematic Review and Meta-analysis. Gastroenterology. 2023;165(4):944-959. doi:10.1053/j.gastro.2023.06.063. Ritchie ML, Romanuk TN. A Meta-Analysis of Probiotic Efficacy for Gastrointestinal Diseases. PLoS One. 2012;7(4):e34938. doi:10.1371/journal.pone.0034938. Kristensen NB, Bryrup T, Allin KH, et al. Alterations in fecal microbiota composition by probiotic supplementation in healthy adults: a systematic review of randomized controlled trials. Genome Med. 2016;8:52. doi:10.1186/s13073-016-0300-5.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032.
Monteiro CRAV, do Carmo MM, Melo BO, et al. Prebiotics and Gut Health: Mechanisms, Clinical Evidence, and Therapeutic Potential. Nutrients. 2026;18(1):112. doi:10.3390/nu18010112.
Markowiak P, Śliżewska K. Effects of Probiotics, Prebiotics, and Synbiotics on Human Health. Nutrients. 2017;9(9):1021. doi:10.3390/nu9091021.
Zheng Y, Wu S, Lv Y, et al. Probiotics fortify intestinal barrier function: a systematic review and meta-analysis. Front Nutr. 2023;10:1125345. doi:10.3389/fnut.2023.1125345.
Hungin APS, Mulligan C, Pot B, et al. Systematic review: probiotics in the management of lower gastrointestinal symptoms in clinical practice. Aliment Pharmacol Ther. 2013;38(8):864-886. doi:10.1111/apt.12460.
Goodoory VC, Ciorba MA, Rao SSC. Efficacy of Probiotics in Irritable Bowel Syndrome: Systematic Review and Meta-analysis. Gastroenterology. 2023;165(4):944-959. doi:10.1053/j.gastro.2023.06.063.
Ritchie ML, Romanuk TN. A Meta-Analysis of Probiotic Efficacy for Gastrointestinal Diseases. PLoS One. 2012;7(4):e34938. doi:10.1371/journal.pone.0034938.
Kristensen NB, Bryrup T, Allin KH, et al. Alterations in fecal microbiota composition by probiotic supplementation in healthy adults: a systematic review of randomized controlled trials. Genome Med. 2016;8:52. doi:10.1186/s13073-016-0300-5.
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Estratégia para constipação
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032. Monteiro CRAV, do Carmo MM, Melo BO, et al. Prebiotics and Gut Health: Mechanisms, Clinical Evidence, and Therapeutic Potential. Nutrients. 2026;18(1):112. doi:10.3390/nu18010112. Markowiak P, Śliżewska K. Effects of Probiotics, Prebiotics, and Synbiotics on Human Health. Nutrients. 2017;9(9):1021. doi:10.3390/nu9091021. Zheng Y, Wu S, Lv Y, et al. Probiotics fortify intestinal barrier function: a systematic review and meta-analysis. Front Nutr. 2023;10:1125345. doi:10.3389/fnut.2023.1125345. Hungin APS, Mulligan C, Pot B, et al. Systematic review: probiotics in the management of lower gastrointestinal symptoms in clinical practice. Aliment Pharmacol Ther. 2013;38(8):864-886. doi:10.1111/apt.12460. Goodoory VC, Ciorba MA, Rao SSC. Efficacy of Probiotics in Irritable Bowel Syndrome: Systematic Review and Meta-analysis. Gastroenterology. 2023;165(4):944-959. doi:10.1053/j.gastro.2023.06.063. Ritchie ML, Romanuk TN. A Meta-Analysis of Probiotic Efficacy for Gastrointestinal Diseases. PLoS One. 2012;7(4):e34938. doi:10.1371/journal.pone.0034938. Kristensen NB, Bryrup T, Allin KH, et al. Alterations in fecal microbiota composition by probiotic supplementation in healthy adults: a systematic review of randomized controlled trials. Genome Med. 2016;8:52. doi:10.1186/s13073-016-0300-5.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032.
Monteiro CRAV, do Carmo MM, Melo BO, et al. Prebiotics and Gut Health: Mechanisms, Clinical Evidence, and Therapeutic Potential. Nutrients. 2026;18(1):112. doi:10.3390/nu18010112.
Markowiak P, Śliżewska K. Effects of Probiotics, Prebiotics, and Synbiotics on Human Health. Nutrients. 2017;9(9):1021. doi:10.3390/nu9091021.
Zheng Y, Wu S, Lv Y, et al. Probiotics fortify intestinal barrier function: a systematic review and meta-analysis. Front Nutr. 2023;10:1125345. doi:10.3389/fnut.2023.1125345.
Hungin APS, Mulligan C, Pot B, et al. Systematic review: probiotics in the management of lower gastrointestinal symptoms in clinical practice. Aliment Pharmacol Ther. 2013;38(8):864-886. doi:10.1111/apt.12460.
Goodoory VC, Ciorba MA, Rao SSC. Efficacy of Probiotics in Irritable Bowel Syndrome: Systematic Review and Meta-analysis. Gastroenterology. 2023;165(4):944-959. doi:10.1053/j.gastro.2023.06.063.
Ritchie ML, Romanuk TN. A Meta-Analysis of Probiotic Efficacy for Gastrointestinal Diseases. PLoS One. 2012;7(4):e34938. doi:10.1371/journal.pone.0034938.
Kristensen NB, Bryrup T, Allin KH, et al. Alterations in fecal microbiota composition by probiotic supplementation in healthy adults: a systematic review of randomized controlled trials. Genome Med. 2016;8:52. doi:10.1186/s13073-016-0300-5.
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Estratégia para detox de metais pesados
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. O extrato de Opuntia ficus-indica presente nessa fórmula é conhecido comercialmente Cactin®. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Canfora EE, Jocken JW, Blaak EE. Short-chain fatty acids in control of body weight and insulin sensitivity. Nat Rev Endocrinol. 2015 Oct;11(10):577-91. doi:10.1038/nrendo.2015.128. PMID: 26260141. Cani PD, de Vos WM. Next-generation beneficial microbes: the case of Akkermansia muciniphila. Front Microbiol. 2017 Sep 12;8:1765. doi:10.3389/fmicb.2017.01765. PMID: 28959269. Anhê FF, Roy D, Pilon G, et al. A polyphenol-rich cranberry extract protects from diet-induced obesity, insulin resistance and intestinal inflammation in association with increased Akkermansia spp. population in the gut microbiota of mice. Gut. 2015 Jun;64(6):872-83. doi:10.1136/gutjnl-2014-307142. PMID: 25080446. Shen NT, Maw A, Tmanova LL, et al. Timely use of probiotics in hospitalized adults prevents Clostridium difficile infection: a systematic review with meta-regression analysis. Gastroenterology. 2017 Jun;152(8):1889-1900.e9. doi:10.1053/j.gastro.2017.02.003. PMID: 28219679. Martínez RC, Franceschini SA, Patta MC, et al. Improved cure of vulvovaginal candidiasis with fluconazole plus probiotic Lactobacillus rhamnosus GR-1 and Lactobacillus reuteri RC-14. Lett Appl Microbiol. 2009 Mar;48(3):269-74. doi:10.1111/j.1472-765X.2008.02477.x. PMID: 19228265. Jael Teresa de Jesús QV, Gálvez-Ruíz JC, Márquez Ibarra AA, Leyva-Peralta MA. Perspectives on Berberine and the Regulation of Gut Microbiota: As an Anti-Inflammatory Agent. Pharmaceuticals (Basel). 2025 Jan 31;18(2):193. doi: 10.3390/ph18020193. PMID: 40006007; PMCID: PMC11858814. Shi, L., Wang, W., Jing, C. et al. Berberine and health outcomes: an overview of systematic reviews. BMC Complement Med Ther 25, 147 (2025). https://doi.org/10.1186/s12906-025-04872-4. Talbott SM, Talbott JA. Baker's yeast beta-glucan supplement reduces upper respiratory symptoms and improves mood state in stressed women. J Am Coll Nutr. 2012 Aug;31(4):295-300. doi:10.1080/07315724.2012.10720447. PMID: 23378485. Dorrell DG, Chuang CJ, Wang Y, et al. N-acetylcysteine improves detoxification pathways and oxidative stress in humans: a review. Antioxidants (Basel). 2021 Aug 30;10(9):1316. doi:10.3390/antiox10091316. PMID: 34572971. Chacko SM, Thambi PT, Kuttan R, Nishigaki I. Beneficial effects of green tea: a literature review. Chin Med. 2010 Apr 6;5:13. doi: 10.1186/1749-8546-5-13. PMID: 20370896; PMCID: PMC2855614.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O extrato de Opuntia ficus-indica presente nessa fórmula é conhecido comercialmente Cactin®.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Canfora EE, Jocken JW, Blaak EE. Short-chain fatty acids in control of body weight and insulin sensitivity. Nat Rev Endocrinol. 2015 Oct;11(10):577-91. doi:10.1038/nrendo.2015.128. PMID: 26260141.
Cani PD, de Vos WM. Next-generation beneficial microbes: the case of Akkermansia muciniphila. Front Microbiol. 2017 Sep 12;8:1765. doi:10.3389/fmicb.2017.01765. PMID: 28959269.
Anhê FF, Roy D, Pilon G, et al. A polyphenol-rich cranberry extract protects from diet-induced obesity, insulin resistance and intestinal inflammation in association with increased Akkermansia spp. population in the gut microbiota of mice. Gut. 2015 Jun;64(6):872-83. doi:10.1136/gutjnl-2014-307142. PMID: 25080446.
Shen NT, Maw A, Tmanova LL, et al. Timely use of probiotics in hospitalized adults prevents Clostridium difficile infection: a systematic review with meta-regression analysis. Gastroenterology. 2017 Jun;152(8):1889-1900.e9. doi:10.1053/j.gastro.2017.02.003. PMID: 28219679.
Martínez RC, Franceschini SA, Patta MC, et al. Improved cure of vulvovaginal candidiasis with fluconazole plus probiotic Lactobacillus rhamnosus GR-1 and Lactobacillus reuteri RC-14. Lett Appl Microbiol. 2009 Mar;48(3):269-74. doi:10.1111/j.1472-765X.2008.02477.x. PMID: 19228265.
Jael Teresa de Jesús QV, Gálvez-Ruíz JC, Márquez Ibarra AA, Leyva-Peralta MA. Perspectives on Berberine and the Regulation of Gut Microbiota: As an Anti-Inflammatory Agent. Pharmaceuticals (Basel). 2025 Jan 31;18(2):193. doi: 10.3390/ph18020193. PMID: 40006007; PMCID: PMC11858814.
Shi, L., Wang, W., Jing, C. et al. Berberine and health outcomes: an overview of systematic reviews. BMC Complement Med Ther 25, 147 (2025). https://doi.org/10.1186/s12906-025-04872-4.
Talbott SM, Talbott JA. Baker's yeast beta-glucan supplement reduces upper respiratory symptoms and improves mood state in stressed women. J Am Coll Nutr. 2012 Aug;31(4):295-300. doi:10.1080/07315724.2012.10720447. PMID: 23378485.
Dorrell DG, Chuang CJ, Wang Y, et al. N-acetylcysteine improves detoxification pathways and oxidative stress in humans: a review. Antioxidants (Basel). 2021 Aug 30;10(9):1316. doi:10.3390/antiox10091316. PMID: 34572971.
Chacko SM, Thambi PT, Kuttan R, Nishigaki I. Beneficial effects of green tea: a literature review. Chin Med. 2010 Apr 6;5:13. doi: 10.1186/1749-8546-5-13. PMID: 20370896; PMCID: PMC2855614.
GLP1 · Modelos de extensoes
Estratégia para diarreia
Objetivo: Notas adicionais A prescrição deste insumo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032. Monteiro CRAV, do Carmo MM, Melo BO, et al. Prebiotics and Gut Health: Mechanisms, Clinical Evidence, and Therapeutic Potential. Nutrients. 2026;18(1):112. doi:10.3390/nu18010112. Markowiak P, Śliżewska K. Effects of Probiotics, Prebiotics, and Synbiotics on Human Health. Nutrients. 2017;9(9):1021. doi:10.3390/nu9091021. Zheng Y, Wu S, Lv Y, et al. Probiotics fortify intestinal barrier function: a systematic review and meta-analysis. Front Nutr. 2023;10:1125345. doi:10.3389/fnut.2023.1125345. Hungin APS, Mulligan C, Pot B, et al. Systematic review: probiotics in the management of lower gastrointestinal symptoms in clinical practice. Aliment Pharmacol Ther. 2013;38(8):864-886. doi:10.1111/apt.12460. Goodoory VC, Ciorba MA, Rao SSC. Efficacy of Probiotics in Irritable Bowel Syndrome: Systematic Review and Meta-analysis. Gastroenterology. 2023;165(4):944-959. doi:10.1053/j.gastro.2023.06.063. Ritchie ML, Romanuk TN. A Meta-Analysis of Probiotic Efficacy for Gastrointestinal Diseases. PLoS One. 2012;7(4):e34938. doi:10.1371/journal.pone.0034938. Kristensen NB, Bryrup T, Allin KH, et al. Alterations in fecal microbiota composition by probiotic supplementation in healthy adults: a systematic review of randomized controlled trials. Genome Med. 2016;8:52. doi:10.1186/s13073-016-0300-5.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição deste insumo está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032.
Monteiro CRAV, do Carmo MM, Melo BO, et al. Prebiotics and Gut Health: Mechanisms, Clinical Evidence, and Therapeutic Potential. Nutrients. 2026;18(1):112. doi:10.3390/nu18010112.
Markowiak P, Śliżewska K. Effects of Probiotics, Prebiotics, and Synbiotics on Human Health. Nutrients. 2017;9(9):1021. doi:10.3390/nu9091021.
Zheng Y, Wu S, Lv Y, et al. Probiotics fortify intestinal barrier function: a systematic review and meta-analysis. Front Nutr. 2023;10:1125345. doi:10.3389/fnut.2023.1125345.
Hungin APS, Mulligan C, Pot B, et al. Systematic review: probiotics in the management of lower gastrointestinal symptoms in clinical practice. Aliment Pharmacol Ther. 2013;38(8):864-886. doi:10.1111/apt.12460.
Goodoory VC, Ciorba MA, Rao SSC. Efficacy of Probiotics in Irritable Bowel Syndrome: Systematic Review and Meta-analysis. Gastroenterology. 2023;165(4):944-959. doi:10.1053/j.gastro.2023.06.063.
Ritchie ML, Romanuk TN. A Meta-Analysis of Probiotic Efficacy for Gastrointestinal Diseases. PLoS One. 2012;7(4):e34938. doi:10.1371/journal.pone.0034938.
Kristensen NB, Bryrup T, Allin KH, et al. Alterations in fecal microbiota composition by probiotic supplementation in healthy adults: a systematic review of randomized controlled trials. Genome Med. 2016;8:52. doi:10.1186/s13073-016-0300-5.
GLP1 · Modelos de extensoes
Estratégia para estufamento e gases
Objetivo: Notas adicionais O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. A prescrição desta fórmula por nutricionistas não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por se tratarem de plantas alimentícias, conforme o artigo 2º, parágrafo 2º, da Res. CFN 680/2021. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Canfora EE, Jocken JW, Blaak EE. Short-chain fatty acids in control of body weight and insulin sensitivity. Nat Rev Endocrinol. 2015 Oct;11(10):577-91. doi:10.1038/nrendo.2015.128. PMID: 26260141. Cani PD, de Vos WM. Next-generation beneficial microbes: the case of Akkermansia muciniphila. Front Microbiol. 2017 Sep 12;8:1765. doi:10.3389/fmicb.2017.01765. PMID: 28959269. Anhê FF, Roy D, Pilon G, et al. A polyphenol-rich cranberry extract protects from diet-induced obesity, insulin resistance and intestinal inflammation in association with increased Akkermansia spp. population in the gut microbiota of mice. Gut. 2015 Jun;64(6):872-83. doi:10.1136/gutjnl-2014-307142. PMID: 25080446. Shen NT, Maw A, Tmanova LL, et al. Timely use of probiotics in hospitalized adults prevents Clostridium difficile infection: a systematic review with meta-regression analysis. Gastroenterology. 2017 Jun;152(8):1889-1900.e9. doi:10.1053/j.gastro.2017.02.003. PMID: 28219679. Martínez RC, Franceschini SA, Patta MC, et al. Improved cure of vulvovaginal candidiasis with fluconazole plus probiotic Lactobacillus rhamnosus GR-1 and Lactobacillus reuteri RC-14. Lett Appl Microbiol. 2009 Mar;48(3):269-74. doi:10.1111/j.1472-765X.2008.02477.x. PMID: 19228265. Jael Teresa de Jesús QV, Gálvez-Ruíz JC, Márquez Ibarra AA, Leyva-Peralta MA. Perspectives on Berberine and the Regulation of Gut Microbiota: As an Anti-Inflammatory Agent. Pharmaceuticals (Basel). 2025 Jan 31;18(2):193. doi: 10.3390/ph18020193. PMID: 40006007; PMCID: PMC11858814. Shi, L., Wang, W., Jing, C. et al. Berberine and health outcomes: an overview of systematic reviews. BMC Complement Med Ther 25, 147 (2025). https://doi.org/10.1186/s12906-025-04872-4. Talbott SM, Talbott JA. Baker's yeast beta-glucan supplement reduces upper respiratory symptoms and improves mood state in stressed women. J Am Coll Nutr. 2012 Aug;31(4):295-300. doi:10.1080/07315724.2012.10720447. PMID: 23378485. Dorrell DG, Chuang CJ, Wang Y, et al. N-acetylcysteine improves detoxification pathways and oxidative stress in humans: a review. Antioxidants (Basel). 2021 Aug 30;10(9):1316. doi:10.3390/antiox10091316. PMID: 34572971. Chacko SM, Thambi PT, Kuttan R, Nishigaki I. Beneficial effects of green tea: a literature review. Chin Med. 2010 Apr 6;5:13. doi: 10.1186/1749-8546-5-13. PMID: 20370896; PMCID: PMC2855614.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
A prescrição desta fórmula por nutricionistas não requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por se tratarem de plantas alimentícias, conforme o artigo 2º, parágrafo 2º, da Res. CFN 680/2021.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Canfora EE, Jocken JW, Blaak EE. Short-chain fatty acids in control of body weight and insulin sensitivity. Nat Rev Endocrinol. 2015 Oct;11(10):577-91. doi:10.1038/nrendo.2015.128. PMID: 26260141.
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Shen NT, Maw A, Tmanova LL, et al. Timely use of probiotics in hospitalized adults prevents Clostridium difficile infection: a systematic review with meta-regression analysis. Gastroenterology. 2017 Jun;152(8):1889-1900.e9. doi:10.1053/j.gastro.2017.02.003. PMID: 28219679.
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Shi, L., Wang, W., Jing, C. et al. Berberine and health outcomes: an overview of systematic reviews. BMC Complement Med Ther 25, 147 (2025). https://doi.org/10.1186/s12906-025-04872-4.
Talbott SM, Talbott JA. Baker's yeast beta-glucan supplement reduces upper respiratory symptoms and improves mood state in stressed women. J Am Coll Nutr. 2012 Aug;31(4):295-300. doi:10.1080/07315724.2012.10720447. PMID: 23378485.
Dorrell DG, Chuang CJ, Wang Y, et al. N-acetylcysteine improves detoxification pathways and oxidative stress in humans: a review. Antioxidants (Basel). 2021 Aug 30;10(9):1316. doi:10.3390/antiox10091316. PMID: 34572971.
Chacko SM, Thambi PT, Kuttan R, Nishigaki I. Beneficial effects of green tea: a literature review. Chin Med. 2010 Apr 6;5:13. doi: 10.1186/1749-8546-5-13. PMID: 20370896; PMCID: PMC2855614.
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Estratégia para imunidade
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º O extrato de Curcuma longa presente nessa fórmula é conhecido comercialmente como Cavacurmin®. A beta-glucana presente nessa fórmula é conhecida comercialmente como Wellmune®. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Canfora EE, Jocken JW, Blaak EE. Short-chain fatty acids in control of body weight and insulin sensitivity. Nat Rev Endocrinol. 2015 Oct;11(10):577-91. doi:10.1038/nrendo.2015.128. PMID: 26260141. Cani PD, de Vos WM. Next-generation beneficial microbes: the case of Akkermansia muciniphila. Front Microbiol. 2017 Sep 12;8:1765. doi:10.3389/fmicb.2017.01765. PMID: 28959269. Anhê FF, Roy D, Pilon G, et al. A polyphenol-rich cranberry extract protects from diet-induced obesity, insulin resistance and intestinal inflammation in association with increased Akkermansia spp. population in the gut microbiota of mice. Gut. 2015 Jun;64(6):872-83. doi:10.1136/gutjnl-2014-307142. PMID: 25080446. Shen NT, Maw A, Tmanova LL, et al. Timely use of probiotics in hospitalized adults prevents Clostridium difficile infection: a systematic review with meta-regression analysis. Gastroenterology. 2017 Jun;152(8):1889-1900.e9. doi:10.1053/j.gastro.2017.02.003. PMID: 28219679. Martínez RC, Franceschini SA, Patta MC, et al. Improved cure of vulvovaginal candidiasis with fluconazole plus probiotic Lactobacillus rhamnosus GR-1 and Lactobacillus reuteri RC-14. Lett Appl Microbiol. 2009 Mar;48(3):269-74. doi:10.1111/j.1472-765X.2008.02477.x. PMID: 19228265. Jael Teresa de Jesús QV, Gálvez-Ruíz JC, Márquez Ibarra AA, Leyva-Peralta MA. Perspectives on Berberine and the Regulation of Gut Microbiota: As an Anti-Inflammatory Agent. Pharmaceuticals (Basel). 2025 Jan 31;18(2):193. doi: 10.3390/ph18020193. PMID: 40006007; PMCID: PMC11858814. Shi, L., Wang, W., Jing, C. et al. Berberine and health outcomes: an overview of systematic reviews. BMC Complement Med Ther 25, 147 (2025). https://doi.org/10.1186/s12906-025-04872-4 Talbott SM, Talbott JA. Baker's yeast beta-glucan supplement reduces upper respiratory symptoms and improves mood state in stressed women. J Am Coll Nutr. 2012 Aug;31(4):295-300. doi:10.1080/07315724.2012.10720447. PMID: 23378485. Dorrell DG, Chuang CJ, Wang Y, et al. N-acetylcysteine improves detoxification pathways and oxidative stress in humans: a review. Antioxidants (Basel). 2021 Aug 30;10(9):1316. doi:10.3390/antiox10091316. PMID: 34572971. Chacko SM, Thambi PT, Kuttan R, Nishigaki I. Beneficial effects of green tea: a literature review. Chin Med. 2010 Apr 6;5:13. doi: 10.1186/1749-8546-5-13. PMID: 20370896; PMCID: PMC2855614.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º
O extrato de Curcuma longa presente nessa fórmula é conhecido comercialmente como Cavacurmin®. A beta-glucana presente nessa fórmula é conhecida comercialmente como Wellmune®.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Canfora EE, Jocken JW, Blaak EE. Short-chain fatty acids in control of body weight and insulin sensitivity. Nat Rev Endocrinol. 2015 Oct;11(10):577-91. doi:10.1038/nrendo.2015.128. PMID: 26260141.
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Shi, L., Wang, W., Jing, C. et al. Berberine and health outcomes: an overview of systematic reviews. BMC Complement Med Ther 25, 147 (2025). https://doi.org/10.1186/s12906-025-04872-4
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Dorrell DG, Chuang CJ, Wang Y, et al. N-acetylcysteine improves detoxification pathways and oxidative stress in humans: a review. Antioxidants (Basel). 2021 Aug 30;10(9):1316. doi:10.3390/antiox10091316. PMID: 34572971.
Chacko SM, Thambi PT, Kuttan R, Nishigaki I. Beneficial effects of green tea: a literature review. Chin Med. 2010 Apr 6;5:13. doi: 10.1186/1749-8546-5-13. PMID: 20370896; PMCID: PMC2855614.
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Estratégia para modulação intestinal
Objetivo: Notas adicionais A prescrição da primeira fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por Phellodendron amurense ser planta medicinal e sem alegação de uso alimentício, conforme parágrafo 1º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021. O extrato de Curcuma longa presente nessa fórmula é conhecido comercialmente como Cavacurmin®. A tributirina presente nessa fórmula é conhecida comercialmente como Newbiome®. A beta-glucana presente nessa fórmula é conhecida comercialmente como Wellmune®. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Canfora EE, Jocken JW, Blaak EE. Short-chain fatty acids in control of body weight and insulin sensitivity. Nat Rev Endocrinol. 2015 Oct;11(10):577-91. doi:10.1038/nrendo.2015.128. PMID: 26260141. Cani PD, de Vos WM. Next-generation beneficial microbes: the case of Akkermansia muciniphila. Front Microbiol. 2017 Sep 12;8:1765. doi:10.3389/fmicb.2017.01765. PMID: 28959269. Anhê FF, Roy D, Pilon G, et al. A polyphenol-rich cranberry extract protects from diet-induced obesity, insulin resistance and intestinal inflammation in association with increased Akkermansia spp. population in the gut microbiota of mice. Gut. 2015 Jun;64(6):872-83. doi:10.1136/gutjnl-2014-307142. PMID: 25080446. Shen NT, Maw A, Tmanova LL, et al. Timely use of probiotics in hospitalized adults prevents Clostridium difficile infection: a systematic review with meta-regression analysis. Gastroenterology. 2017 Jun;152(8):1889-1900.e9. doi:10.1053/j.gastro.2017.02.003. PMID: 28219679. Martínez RC, Franceschini SA, Patta MC, et al. Improved cure of vulvovaginal candidiasis with fluconazole plus probiotic Lactobacillus rhamnosus GR-1 and Lactobacillus reuteri RC-14. Lett Appl Microbiol. 2009 Mar;48(3):269-74. doi:10.1111/j.1472-765X.2008.02477.x. PMID: 19228265. Jael Teresa de Jesús QV, Gálvez-Ruíz JC, Márquez Ibarra AA, Leyva-Peralta MA. Perspectives on Berberine and the Regulation of Gut Microbiota: As an Anti-Inflammatory Agent. Pharmaceuticals (Basel). 2025 Jan 31;18(2):193. doi: 10.3390/ph18020193. PMID: 40006007; PMCID: PMC11858814. Shi, L., Wang, W., Jing, C. et al. Berberine and health outcomes: an overview of systematic reviews. BMC Complement Med Ther 25, 147 (2025). https://doi.org/10.1186/s12906-025-04872-4. Talbott SM, Talbott JA. Baker's yeast beta-glucan supplement reduces upper respiratory symptoms and improves mood state in stressed women. J Am Coll Nutr. 2012 Aug;31(4):295-300. doi:10.1080/07315724.2012.10720447. PMID: 23378485. Dorrell DG, Chuang CJ, Wang Y, et al. N-acetylcysteine improves detoxification pathways and oxidative stress in humans: a review. Antioxidants (Basel). 2021 Aug 30;10(9):1316. doi:10.3390/antiox10091316. PMID: 34572971. Chacko SM, Thambi PT, Kuttan R, Nishigaki I. Beneficial effects of green tea: a literature review. Chin Med. 2010 Apr 6;5:13. doi: 10.1186/1749-8546-5-13. PMID: 20370896; PMCID: PMC2855614.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição da primeira fórmula por nutricionistas requer habilitação para prescrição de fitoterápicos (pós-graduação ou título de especialista/ASBRAN), por Phellodendron amurense ser planta medicinal e sem alegação de uso alimentício, conforme parágrafo 1º do inciso II, do artigo 3º da Res. CFN 680/2021.
O extrato de Curcuma longa presente nessa fórmula é conhecido comercialmente como Cavacurmin®. A tributirina presente nessa fórmula é conhecida comercialmente como Newbiome®. A beta-glucana presente nessa fórmula é conhecida comercialmente como Wellmune®.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Canfora EE, Jocken JW, Blaak EE. Short-chain fatty acids in control of body weight and insulin sensitivity. Nat Rev Endocrinol. 2015 Oct;11(10):577-91. doi:10.1038/nrendo.2015.128. PMID: 26260141.
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Anhê FF, Roy D, Pilon G, et al. A polyphenol-rich cranberry extract protects from diet-induced obesity, insulin resistance and intestinal inflammation in association with increased Akkermansia spp. population in the gut microbiota of mice. Gut. 2015 Jun;64(6):872-83. doi:10.1136/gutjnl-2014-307142. PMID: 25080446.
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Martínez RC, Franceschini SA, Patta MC, et al. Improved cure of vulvovaginal candidiasis with fluconazole plus probiotic Lactobacillus rhamnosus GR-1 and Lactobacillus reuteri RC-14. Lett Appl Microbiol. 2009 Mar;48(3):269-74. doi:10.1111/j.1472-765X.2008.02477.x. PMID: 19228265.
Jael Teresa de Jesús QV, Gálvez-Ruíz JC, Márquez Ibarra AA, Leyva-Peralta MA. Perspectives on Berberine and the Regulation of Gut Microbiota: As an Anti-Inflammatory Agent. Pharmaceuticals (Basel). 2025 Jan 31;18(2):193. doi: 10.3390/ph18020193. PMID: 40006007; PMCID: PMC11858814.
Shi, L., Wang, W., Jing, C. et al. Berberine and health outcomes: an overview of systematic reviews. BMC Complement Med Ther 25, 147 (2025). https://doi.org/10.1186/s12906-025-04872-4.
Talbott SM, Talbott JA. Baker's yeast beta-glucan supplement reduces upper respiratory symptoms and improves mood state in stressed women. J Am Coll Nutr. 2012 Aug;31(4):295-300. doi:10.1080/07315724.2012.10720447. PMID: 23378485.
Dorrell DG, Chuang CJ, Wang Y, et al. N-acetylcysteine improves detoxification pathways and oxidative stress in humans: a review. Antioxidants (Basel). 2021 Aug 30;10(9):1316. doi:10.3390/antiox10091316. PMID: 34572971.
Chacko SM, Thambi PT, Kuttan R, Nishigaki I. Beneficial effects of green tea: a literature review. Chin Med. 2010 Apr 6;5:13. doi: 10.1186/1749-8546-5-13. PMID: 20370896; PMCID: PMC2855614.
GLP1 · Modelos de extensoes
Estratégia para psoríase e dermatites
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032. Monteiro CRAV, do Carmo MM, Melo BO, et al. Prebiotics and Gut Health: Mechanisms, Clinical Evidence, and Therapeutic Potential. Nutrients. 2026;18(1):112. doi:10.3390/nu18010112. Markowiak P, Śliżewska K. Effects of Probiotics, Prebiotics, and Synbiotics on Human Health. Nutrients. 2017;9(9):1021. doi:10.3390/nu9091021. Zheng Y, Wu S, Lv Y, et al. Probiotics fortify intestinal barrier function: a systematic review and meta-analysis. Front Nutr. 2023;10:1125345. doi:10.3389/fnut.2023.1125345. Hungin APS, Mulligan C, Pot B, et al. Systematic review: probiotics in the management of lower gastrointestinal symptoms in clinical practice. Aliment Pharmacol Ther. 2013;38(8):864-886. doi:10.1111/apt.12460. Goodoory VC, Ciorba MA, Rao SSC. Efficacy of Probiotics in Irritable Bowel Syndrome: Systematic Review and Meta-analysis. Gastroenterology. 2023;165(4):944-959. doi:10.1053/j.gastro.2023.06.063. Ritchie ML, Romanuk TN. A Meta-Analysis of Probiotic Efficacy for Gastrointestinal Diseases. PLoS One. 2012;7(4):e34938. doi:10.1371/journal.pone.0034938. Kristensen NB, Bryrup T, Allin KH, et al. Alterations in fecal microbiota composition by probiotic supplementation in healthy adults: a systematic review of randomized controlled trials. Genome Med. 2016;8:52. doi:10.1186/s13073-016-0300-5.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032.
Monteiro CRAV, do Carmo MM, Melo BO, et al. Prebiotics and Gut Health: Mechanisms, Clinical Evidence, and Therapeutic Potential. Nutrients. 2026;18(1):112. doi:10.3390/nu18010112.
Markowiak P, Śliżewska K. Effects of Probiotics, Prebiotics, and Synbiotics on Human Health. Nutrients. 2017;9(9):1021. doi:10.3390/nu9091021.
Zheng Y, Wu S, Lv Y, et al. Probiotics fortify intestinal barrier function: a systematic review and meta-analysis. Front Nutr. 2023;10:1125345. doi:10.3389/fnut.2023.1125345.
Hungin APS, Mulligan C, Pot B, et al. Systematic review: probiotics in the management of lower gastrointestinal symptoms in clinical practice. Aliment Pharmacol Ther. 2013;38(8):864-886. doi:10.1111/apt.12460.
Goodoory VC, Ciorba MA, Rao SSC. Efficacy of Probiotics in Irritable Bowel Syndrome: Systematic Review and Meta-analysis. Gastroenterology. 2023;165(4):944-959. doi:10.1053/j.gastro.2023.06.063.
Ritchie ML, Romanuk TN. A Meta-Analysis of Probiotic Efficacy for Gastrointestinal Diseases. PLoS One. 2012;7(4):e34938. doi:10.1371/journal.pone.0034938.
Kristensen NB, Bryrup T, Allin KH, et al. Alterations in fecal microbiota composition by probiotic supplementation in healthy adults: a systematic review of randomized controlled trials. Genome Med. 2016;8:52. doi:10.1186/s13073-016-0300-5.
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Estratégia sacietógena com mix de fibras
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. A goma acácia pode ser comercializada com nome comercial de Fibregum B®. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032. Monteiro CRAV, do Carmo MM, Melo BO, et al. Prebiotics and Gut Health: Mechanisms, Clinical Evidence, and Therapeutic Potential. Nutrients. 2026;18(1):112. doi:10.3390/nu18010112. Markowiak P, Śliżewska K. Effects of Probiotics, Prebiotics, and Synbiotics on Human Health. Nutrients. 2017;9(9):1021. doi:10.3390/nu9091021. Zheng Y, Wu S, Lv Y, et al. Probiotics fortify intestinal barrier function: a systematic review and meta-analysis. Front Nutr. 2023;10:1125345. doi:10.3389/fnut.2023.1125345. Hungin APS, Mulligan C, Pot B, et al. Systematic review: probiotics in the management of lower gastrointestinal symptoms in clinical practice. Aliment Pharmacol Ther. 2013;38(8):864-886. doi:10.1111/apt.12460. Goodoory VC, Ciorba MA, Rao SSC. Efficacy of Probiotics in Irritable Bowel Syndrome: Systematic Review and Meta-analysis. Gastroenterology. 2023;165(4):944-959. doi:10.1053/j.gastro.2023.06.063. Ritchie ML, Romanuk TN. A Meta-Analysis of Probiotic Efficacy for Gastrointestinal Diseases. PLoS One. 2012;7(4):e34938. doi:10.1371/journal.pone.0034938. Kristensen NB, Bryrup T, Allin KH, et al. Alterations in fecal microbiota composition by probiotic supplementation in healthy adults: a systematic review of randomized controlled trials. Genome Med. 2016;8:52. doi:10.1186/s13073-016-0300-5.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
A goma acácia pode ser comercializada com nome comercial de Fibregum B®.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032.
Monteiro CRAV, do Carmo MM, Melo BO, et al. Prebiotics and Gut Health: Mechanisms, Clinical Evidence, and Therapeutic Potential. Nutrients. 2026;18(1):112. doi:10.3390/nu18010112.
Markowiak P, Śliżewska K. Effects of Probiotics, Prebiotics, and Synbiotics on Human Health. Nutrients. 2017;9(9):1021. doi:10.3390/nu9091021.
Zheng Y, Wu S, Lv Y, et al. Probiotics fortify intestinal barrier function: a systematic review and meta-analysis. Front Nutr. 2023;10:1125345. doi:10.3389/fnut.2023.1125345.
Hungin APS, Mulligan C, Pot B, et al. Systematic review: probiotics in the management of lower gastrointestinal symptoms in clinical practice. Aliment Pharmacol Ther. 2013;38(8):864-886. doi:10.1111/apt.12460.
Goodoory VC, Ciorba MA, Rao SSC. Efficacy of Probiotics in Irritable Bowel Syndrome: Systematic Review and Meta-analysis. Gastroenterology. 2023;165(4):944-959. doi:10.1053/j.gastro.2023.06.063.
Ritchie ML, Romanuk TN. A Meta-Analysis of Probiotic Efficacy for Gastrointestinal Diseases. PLoS One. 2012;7(4):e34938. doi:10.1371/journal.pone.0034938.
Kristensen NB, Bryrup T, Allin KH, et al. Alterations in fecal microbiota composition by probiotic supplementation in healthy adults: a systematic review of randomized controlled trials. Genome Med. 2016;8:52. doi:10.1186/s13073-016-0300-5.
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Estratégia sacietógena para viagens e refeições livres
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. A goma acácia pode ser comercializada com nome comercial de Fibregum B®. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Canfora EE, Jocken JW, Blaak EE. Short-chain fatty acids in control of body weight and insulin sensitivity. Nat Rev Endocrinol. 2015 Oct;11(10):577-91. doi:10.1038/nrendo.2015.128. PMID: 26260141. Cani PD, de Vos WM. Next-generation beneficial microbes: the case of Akkermansia muciniphila. Front Microbiol. 2017 Sep 12;8:1765. doi:10.3389/fmicb.2017.01765. PMID: 28959269. Anhê FF, Roy D, Pilon G, et al. A polyphenol-rich cranberry extract protects from diet-induced obesity, insulin resistance and intestinal inflammation in association with increased Akkermansia spp. population in the gut microbiota of mice. Gut. 2015 Jun;64(6):872-83. doi:10.1136/gutjnl-2014-307142. PMID: 25080446. Shen NT, Maw A, Tmanova LL, et al. Timely use of probiotics in hospitalized adults prevents Clostridium difficile infection: a systematic review with meta-regression analysis. Gastroenterology. 2017 Jun;152(8):1889-1900.e9. doi:10.1053/j.gastro.2017.02.003. PMID: 28219679. Martínez RC, Franceschini SA, Patta MC, et al. Improved cure of vulvovaginal candidiasis with fluconazole plus probiotic Lactobacillus rhamnosus GR-1 and Lactobacillus reuteri RC-14. Lett Appl Microbiol. 2009 Mar;48(3):269-74. doi:10.1111/j.1472-765X.2008.02477.x. PMID: 19228265. Jael Teresa de Jesús QV, Gálvez-Ruíz JC, Márquez Ibarra AA, Leyva-Peralta MA. Perspectives on Berberine and the Regulation of Gut Microbiota: As an Anti-Inflammatory Agent. Pharmaceuticals (Basel). 2025 Jan 31;18(2):193. doi: 10.3390/ph18020193. PMID: 40006007; PMCID: PMC11858814. Shi, L., Wang, W., Jing, C. et al. Berberine and health outcomes: an overview of systematic reviews. BMC Complement Med Ther 25, 147 (2025). https://doi.org/10.1186/s12906-025-04872-4 Talbott SM, Talbott JA. Baker's yeast beta-glucan supplement reduces upper respiratory symptoms and improves mood state in stressed women. J Am Coll Nutr. 2012 Aug;31(4):295-300. doi:10.1080/07315724.2012.10720447. PMID: 23378485. Dorrell DG, Chuang CJ, Wang Y, et al. N-acetylcysteine improves detoxification pathways and oxidative stress in humans: a review. Antioxidants (Basel). 2021 Aug 30;10(9):1316. doi:10.3390/antiox10091316. PMID: 34572971. Chacko SM, Thambi PT, Kuttan R, Nishigaki I. Beneficial effects of green tea: a literature review. Chin Med. 2010 Apr 6;5:13. doi: 10.1186/1749-8546-5-13. PMID: 20370896; PMCID: PMC2855614.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
A goma acácia pode ser comercializada com nome comercial de Fibregum B®.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Canfora EE, Jocken JW, Blaak EE. Short-chain fatty acids in control of body weight and insulin sensitivity. Nat Rev Endocrinol. 2015 Oct;11(10):577-91. doi:10.1038/nrendo.2015.128. PMID: 26260141.
Cani PD, de Vos WM. Next-generation beneficial microbes: the case of Akkermansia muciniphila. Front Microbiol. 2017 Sep 12;8:1765. doi:10.3389/fmicb.2017.01765. PMID: 28959269.
Anhê FF, Roy D, Pilon G, et al. A polyphenol-rich cranberry extract protects from diet-induced obesity, insulin resistance and intestinal inflammation in association with increased Akkermansia spp. population in the gut microbiota of mice. Gut. 2015 Jun;64(6):872-83. doi:10.1136/gutjnl-2014-307142. PMID: 25080446.
Shen NT, Maw A, Tmanova LL, et al. Timely use of probiotics in hospitalized adults prevents Clostridium difficile infection: a systematic review with meta-regression analysis. Gastroenterology. 2017 Jun;152(8):1889-1900.e9. doi:10.1053/j.gastro.2017.02.003. PMID: 28219679.
Martínez RC, Franceschini SA, Patta MC, et al. Improved cure of vulvovaginal candidiasis with fluconazole plus probiotic Lactobacillus rhamnosus GR-1 and Lactobacillus reuteri RC-14. Lett Appl Microbiol. 2009 Mar;48(3):269-74. doi:10.1111/j.1472-765X.2008.02477.x. PMID: 19228265.
Jael Teresa de Jesús QV, Gálvez-Ruíz JC, Márquez Ibarra AA, Leyva-Peralta MA. Perspectives on Berberine and the Regulation of Gut Microbiota: As an Anti-Inflammatory Agent. Pharmaceuticals (Basel). 2025 Jan 31;18(2):193. doi: 10.3390/ph18020193. PMID: 40006007; PMCID: PMC11858814.
Shi, L., Wang, W., Jing, C. et al. Berberine and health outcomes: an overview of systematic reviews. BMC Complement Med Ther 25, 147 (2025). https://doi.org/10.1186/s12906-025-04872-4
Talbott SM, Talbott JA. Baker's yeast beta-glucan supplement reduces upper respiratory symptoms and improves mood state in stressed women. J Am Coll Nutr. 2012 Aug;31(4):295-300. doi:10.1080/07315724.2012.10720447. PMID: 23378485.
Dorrell DG, Chuang CJ, Wang Y, et al. N-acetylcysteine improves detoxification pathways and oxidative stress in humans: a review. Antioxidants (Basel). 2021 Aug 30;10(9):1316. doi:10.3390/antiox10091316. PMID: 34572971.
Chacko SM, Thambi PT, Kuttan R, Nishigaki I. Beneficial effects of green tea: a literature review. Chin Med. 2010 Apr 6;5:13. doi: 10.1186/1749-8546-5-13. PMID: 20370896; PMCID: PMC2855614.
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Formulação para melhorar a performance e resistência aeróbica
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032. Monteiro CRAV, do Carmo MM, Melo BO, et al. Prebiotics and Gut Health: Mechanisms, Clinical Evidence, and Therapeutic Potential. Nutrients. 2026;18(1):112. doi:10.3390/nu18010112. Markowiak P, Śliżewska K. Effects of Probiotics, Prebiotics, and Synbiotics on Human Health. Nutrients. 2017;9(9):1021. doi:10.3390/nu9091021. Zheng Y, Wu S, Lv Y, et al. Probiotics fortify intestinal barrier function: a systematic review and meta-analysis. Front Nutr. 2023;10:1125345. doi:10.3389/fnut.2023.1125345. Hungin APS, Mulligan C, Pot B, et al. Systematic review: probiotics in the management of lower gastrointestinal symptoms in clinical practice. Aliment Pharmacol Ther. 2013;38(8):864-886. doi:10.1111/apt.12460. Goodoory VC, Ciorba MA, Rao SSC. Efficacy of Probiotics in Irritable Bowel Syndrome: Systematic Review and Meta-analysis. Gastroenterology. 2023;165(4):944-959. doi:10.1053/j.gastro.2023.06.063. Ritchie ML, Romanuk TN. A Meta-Analysis of Probiotic Efficacy for Gastrointestinal Diseases. PLoS One. 2012;7(4):e34938. doi:10.1371/journal.pone.0034938. Kristensen NB, Bryrup T, Allin KH, et al. Alterations in fecal microbiota composition by probiotic supplementation in healthy adults: a systematic review of randomized controlled trials. Genome Med. 2016;8:52. doi:10.1186/s13073-016-0300-5.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032.
Monteiro CRAV, do Carmo MM, Melo BO, et al. Prebiotics and Gut Health: Mechanisms, Clinical Evidence, and Therapeutic Potential. Nutrients. 2026;18(1):112. doi:10.3390/nu18010112.
Markowiak P, Śliżewska K. Effects of Probiotics, Prebiotics, and Synbiotics on Human Health. Nutrients. 2017;9(9):1021. doi:10.3390/nu9091021.
Zheng Y, Wu S, Lv Y, et al. Probiotics fortify intestinal barrier function: a systematic review and meta-analysis. Front Nutr. 2023;10:1125345. doi:10.3389/fnut.2023.1125345.
Hungin APS, Mulligan C, Pot B, et al. Systematic review: probiotics in the management of lower gastrointestinal symptoms in clinical practice. Aliment Pharmacol Ther. 2013;38(8):864-886. doi:10.1111/apt.12460.
Goodoory VC, Ciorba MA, Rao SSC. Efficacy of Probiotics in Irritable Bowel Syndrome: Systematic Review and Meta-analysis. Gastroenterology. 2023;165(4):944-959. doi:10.1053/j.gastro.2023.06.063.
Ritchie ML, Romanuk TN. A Meta-Analysis of Probiotic Efficacy for Gastrointestinal Diseases. PLoS One. 2012;7(4):e34938. doi:10.1371/journal.pone.0034938.
Kristensen NB, Bryrup T, Allin KH, et al. Alterations in fecal microbiota composition by probiotic supplementation in healthy adults: a systematic review of randomized controlled trials. Genome Med. 2016;8:52. doi:10.1186/s13073-016-0300-5.
GLP1 · Modelos de extensoes
Formulação para redução da inflamação e estresse oxidativo
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032. Monteiro CRAV, do Carmo MM, Melo BO, et al. Prebiotics and Gut Health: Mechanisms, Clinical Evidence, and Therapeutic Potential. Nutrients. 2026;18(1):112. doi:10.3390/nu18010112. Markowiak P, Śliżewska K. Effects of Probiotics, Prebiotics, and Synbiotics on Human Health. Nutrients. 2017;9(9):1021. doi:10.3390/nu9091021. Zheng Y, Wu S, Lv Y, et al. Probiotics fortify intestinal barrier function: a systematic review and meta-analysis. Front Nutr. 2023;10:1125345. doi:10.3389/fnut.2023.1125345. Hungin APS, Mulligan C, Pot B, et al. Systematic review: probiotics in the management of lower gastrointestinal symptoms in clinical practice. Aliment Pharmacol Ther. 2013;38(8):864-886. doi:10.1111/apt.12460. Goodoory VC, Ciorba MA, Rao SSC. Efficacy of Probiotics in Irritable Bowel Syndrome: Systematic Review and Meta-analysis. Gastroenterology. 2023;165(4):944-959. doi:10.1053/j.gastro.2023.06.063. Ritchie ML, Romanuk TN. A Meta-Analysis of Probiotic Efficacy for Gastrointestinal Diseases. PLoS One. 2012;7(4):e34938. doi:10.1371/journal.pone.0034938. Kristensen NB, Bryrup T, Allin KH, et al. Alterations in fecal microbiota composition by probiotic supplementation in healthy adults: a systematic review of randomized controlled trials. Genome Med. 2016;8:52. doi:10.1186/s13073-016-0300-5.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032.
Monteiro CRAV, do Carmo MM, Melo BO, et al. Prebiotics and Gut Health: Mechanisms, Clinical Evidence, and Therapeutic Potential. Nutrients. 2026;18(1):112. doi:10.3390/nu18010112.
Markowiak P, Śliżewska K. Effects of Probiotics, Prebiotics, and Synbiotics on Human Health. Nutrients. 2017;9(9):1021. doi:10.3390/nu9091021.
Zheng Y, Wu S, Lv Y, et al. Probiotics fortify intestinal barrier function: a systematic review and meta-analysis. Front Nutr. 2023;10:1125345. doi:10.3389/fnut.2023.1125345.
Hungin APS, Mulligan C, Pot B, et al. Systematic review: probiotics in the management of lower gastrointestinal symptoms in clinical practice. Aliment Pharmacol Ther. 2013;38(8):864-886. doi:10.1111/apt.12460.
Goodoory VC, Ciorba MA, Rao SSC. Efficacy of Probiotics in Irritable Bowel Syndrome: Systematic Review and Meta-analysis. Gastroenterology. 2023;165(4):944-959. doi:10.1053/j.gastro.2023.06.063.
Ritchie ML, Romanuk TN. A Meta-Analysis of Probiotic Efficacy for Gastrointestinal Diseases. PLoS One. 2012;7(4):e34938. doi:10.1371/journal.pone.0034938.
Kristensen NB, Bryrup T, Allin KH, et al. Alterations in fecal microbiota composition by probiotic supplementation in healthy adults: a systematic review of randomized controlled trials. Genome Med. 2016;8:52. doi:10.1186/s13073-016-0300-5.
GLP1 · Modelos de extensoes
Formulação para saúde intestinal e redução de desconforto gastrointestinal
Objetivo: Notas adicionais A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º. O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento. Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente. Referências Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032. Monteiro CRAV, do Carmo MM, Melo BO, et al. Prebiotics and Gut Health: Mechanisms, Clinical Evidence, and Therapeutic Potential. Nutrients. 2026;18(1):112. doi:10.3390/nu18010112. Markowiak P, Śliżewska K. Effects of Probiotics, Prebiotics, and Synbiotics on Human Health. Nutrients. 2017;9(9):1021. doi:10.3390/nu9091021. Zheng Y, Wu S, Lv Y, et al. Probiotics fortify intestinal barrier function: a systematic review and meta-analysis. Front Nutr. 2023;10:1125345. doi:10.3389/fnut.2023.1125345. Hungin APS, Mulligan C, Pot B, et al. Systematic review: probiotics in the management of lower gastrointestinal symptoms in clinical practice. Aliment Pharmacol Ther. 2013;38(8):864-886. doi:10.1111/apt.12460. Goodoory VC, Ciorba MA, Rao SSC. Efficacy of Probiotics in Irritable Bowel Syndrome: Systematic Review and Meta-analysis. Gastroenterology. 2023;165(4):944-959. doi:10.1053/j.gastro.2023.06.063. Ritchie ML, Romanuk TN. A Meta-Analysis of Probiotic Efficacy for Gastrointestinal Diseases. PLoS One. 2012;7(4):e34938. doi:10.1371/journal.pone.0034938. Kristensen NB, Bryrup T, Allin KH, et al. Alterations in fecal microbiota composition by probiotic supplementation in healthy adults: a systematic review of randomized controlled trials. Genome Med. 2016;8:52. doi:10.1186/s13073-016-0300-5.
Resumo: Texto e dose nao liberados no WebDiet.
Notas adicionais
A prescrição destes insumos está prevista pela Res. CFN 656/2020, conforme seu artigo 1º, parágrafo 1º.
O número total de doses deve ser calculado pela frequência diária de uso vezes a duração do tratamento.
Conforme as Resoluções do CFN n.º 656/2020, 680/2021 e 731/2022, esta fórmula é estratégia complementar à prescrição dietética e trata-se de uma sugestão baseada na literatura científica, cabendo ao nutricionista a responsabilidade técnica e legal pela conciliação da análise das evidências, segurança, conveniência e custo, com as necessidades de saúde, considerando estado nutricional, exames laboratoriais, consumo alimentar habitual, presença de comorbidades e evolução clínica, bem como preferências, condições socioeconômicas, valores, cultura e possibilidades de cuidado no entorno do paciente.
Referências
Xie Y, Gou Y, Zhang Y, et al. Effects of soluble fiber supplementation on glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Nutr. 2021;40(4):1800-1810. doi:10.1016/j.clnu.2020.10.032.
Monteiro CRAV, do Carmo MM, Melo BO, et al. Prebiotics and Gut Health: Mechanisms, Clinical Evidence, and Therapeutic Potential. Nutrients. 2026;18(1):112. doi:10.3390/nu18010112.
Markowiak P, Śliżewska K. Effects of Probiotics, Prebiotics, and Synbiotics on Human Health. Nutrients. 2017;9(9):1021. doi:10.3390/nu9091021.
Zheng Y, Wu S, Lv Y, et al. Probiotics fortify intestinal barrier function: a systematic review and meta-analysis. Front Nutr. 2023;10:1125345. doi:10.3389/fnut.2023.1125345.
Hungin APS, Mulligan C, Pot B, et al. Systematic review: probiotics in the management of lower gastrointestinal symptoms in clinical practice. Aliment Pharmacol Ther. 2013;38(8):864-886. doi:10.1111/apt.12460.
Goodoory VC, Ciorba MA, Rao SSC. Efficacy of Probiotics in Irritable Bowel Syndrome: Systematic Review and Meta-analysis. Gastroenterology. 2023;165(4):944-959. doi:10.1053/j.gastro.2023.06.063.
Ritchie ML, Romanuk TN. A Meta-Analysis of Probiotic Efficacy for Gastrointestinal Diseases. PLoS One. 2012;7(4):e34938. doi:10.1371/journal.pone.0034938.
Kristensen NB, Bryrup T, Allin KH, et al. Alterations in fecal microbiota composition by probiotic supplementation in healthy adults: a systematic review of randomized controlled trials. Genome Med. 2016;8:52. doi:10.1186/s13073-016-0300-5.